Livro – Chatô – O Rei do Brasil

LIVRO – CHATÔ – O REI DO BRASIL

AUTOR – FERNANDO MORAIS

COMPANHIA DAS LETRAS

“A vida de Assis Chateaubriand, um dos brasileiros mais poderosos deste século”

O livro de Fernando de Morais não consta na relação de livros para a atividade de AACC, mas como gosto muito de ler e me indicaram, li gostei muito e achei que tinha a ver com o curso, pois esse homem que trouxe o melhor do que existia na sua época para o Brasil fazendo com isso que pudéssemos crescer em virtude da tecnologia que ele implantou, foi uma pessoa que se preocupou com muitas inovações, mas principalmente com a cultura e como esta atividade é denominada Atividade Acadêmica Cientifica e Culturais estou enviando um relatório o quanto essa leitura me trouxe de informação e benefícios.

Livro Chatô - O Rei do Brasil

Livro Chatô - O Rei do Brasil

A história de Assis Chateaubriand se confunde com a História da República do Brasil. O jornalista participou ativamente, fazendo-a inclusive. Lendo o livro, associa-se muito do que existe hoje, ao jornalista e empreendedor também.
Desde o rádio e a televisão no Brasil a outras como o desenvolvimento da aviação ou mesmo a inscrição “média de 40 palitos” nas caixas de fósforos.

Também, uniu poder e desenvolvimento industrial, à da arte. O MASP existe por esforços de Assis Chateaubriand, ele foi um dos jornalistas mais poderosos do país. E sua trajetória de vida, sua personalidade irreverente e a forma como obteve grandioso sucesso, sistema selvagem da mídia atrelado ao capitalismo nos principio da imprensa escrita e televisiva brasileira, alguns aspectos permanecem atuais. Se Chatô fosse vivo, com certeza, dominaria a rede virtual… Em virtude de uma doença que o acometeu, a empresa IBM desenvolveu uma maquina de escrever para ele poder continuar escrevendo seus artigos.

O jornalista paraibano Francisco de Assis Chateaubriand, o Chatô, o vejo como o Bill Gates da época e da America Latina.

Os estúdios são pequenos, o equipamento é precário. Faltam condições, mas sobram dedicação, espírito de equipe e capacidade de improvisação.

Comparei esse potencial construído a mais de quarenta anos com toda a tecnologia existente hoje, pois para darmos valor ao que existe nos dias de hoje precisamos saber e entender como tudo começou e como era o funcionamento, as pessoas. O primeiro telejornal… a primeira novela.

Grandes nomes do teatro acabam seduzidos pela televisão. Montam-se peças como Hamlet, de Shakespeare, e Crime e Castigo, de Dostoievsky. Alguns programas acontecem por acaso, tudo que existiu nesse tempo de tecnologia era nada em relação aos dias de hoje; com isso percebi como é importante nos informarmos de “como era” para valorizarmos “como é”. Penso que devemos propor aos nossos futuros alunos levantar a memória de outras pessoas, pais, avós, tios, e de personagens esquecidos e muito significativo de nossa história, esse trabalho pode ser feito através de busca na internet.. de depoimentos orais sobre: – primeiros programas, acesso ao aparelho de TV; acredito que seria muito instrutivo comparar acervos com a digitalização de hoje. Discutir os dados coletados e comparar com os programas de hoje. Foi com ele, também, que o Brasil pioneiramente conheceu a televisão em 1950, sendo o quarto país do mundo a receber a nova tecnologia.

Assis Chateaubriand não foi apenas um dos maiores comunicadores da história do Brasil. Seu papel não se resume ao passado, mas permanece até o presente. Seus vários anos realizando ousadias no comando dos Diários Associados juntamente com a situação de sua época, mudanças significativas não só na comunicação do Brasil quanto na história social e política, chegando, é claro, a penetrar na vida privada de cada cidadão alcançado pelo rádio, pela TV, pelos jornais e pelas revistas de Chatô. porém o Brasil e toda a nossa imprensa certamente não seriam os mesmos sem esta grande figura nascida em Umbuzeiro, na Paraíba do Norte, e que na infância – quem diria? – era gago.. Assis Chateaubriand pontificou no jornalismo brasileiro como uma estrela de primeira grandeza. Quando se escrever a História do Século 20, no Brasil, principalmente o período da fase difícil de nação livre, terá registro especial e destacado o nome do paraibano Assis Chateaubriand.  Sua terra natal detém o título de ser o primeiro do Estado a informatizar a Redação. Em 1991, as barulhentas máquinas de datilografia começaram a ser substituídas por computadores. Em 1995, O NORTE mais uma vez assumiu a posição de vanguarda, tornando-se o primeiro jornal do Norte-Nordeste a disponibilizar uma versão para a Internet. Hoje, a página encontra-se hospedada no portal O Norte Online – www.onorteonline.com.br.

Todos os equipamentos – o que havia de mais moderno na época – foram adquiridos diretamente da empresa japonesa Sony Corporation. Mais uma vez a herança do pioneirismo, o grupo na Paraíba foi o primeiro portal de notícias de um sistema de comunicação do Estado. Enquanto os outros jornais limitavam-se a oferecer uma versão do conteúdo impresso para a internet, o portal passou a disponibilizar notícias em tempo real. Além das notícias atualizadas o dia inteiro e das versões eletrônicas dos jornais Somente para citar um exemplo, com a “TV e Arte” o internauta fica por dentro de tudo o que está acontecendo na televisão, sabe das novidades do cinema, da música e se mantém a par das opções de lazer de João Pessoa.

Na área de jogos, a diversão fica garantida com o Bronk Games. Automóveis, animais de estimação, esoterismo, culinária, turismo, informática, saúde e muito mais o visitante também encontra no portal. O jornal vem acompanhando dia-a-dia a modernidade tecnológica e se adaptando a ela assim como o seu quadro funcional nas mais variadas funções é a tecnologia!