Inclusão Digital

Escolas X Inclusão digital:

– Projetos: A escola pública; instituição que ainda a inclusão de novas tecnologias da comunicação e da informação é vista como um objetivo a ser alcançado. Apesar das dificuldades existem alguns PROJETOS que tem como alvo facilitar o convívio com a tecnologia.

Por exemplo, o projeto para favorecer crianças e a expressão da linguagem não escrita nas séries iniciais da Educação Infantil (pré-alfabetização) através das ferramentas do programa – ambiente multimídia. Que permite a construção de inúmeros conceitos. Dentro desse mesmo trabalho está incluso o Projeto Família, desenvolvido com a intenção de ambientar a turma do Jardim II às ferramentas do Programa utilizando um assunto trabalhado em sala de aula; a noção de família (núcleo familiar) e as funções de cada um dos seus integrantes, na sociedade. O Jardim II iniciou o trabalho utilizando o scanner e transportando a foto da família para o computador. Feita a “mágica”, chegou a hora de construir o conceito de página e criar a primeira (grupo familiar). Seqüencialmente, cada integrante da família “conquistou” sua própria página construída pela criança de forma que ela percebesse a noção de indivíduo e do indivíduo no grupo. Este é apenas um entre alguns projetos que estão disponibilizando, para a inclusão digital.

Esse projeto e outros de inclusão digital fazem parte de algumas escolas estaduais, não da maioria,é importante ter claro que educar pessoas e incentivar o desenvolvimento humano são objetivos que estão muito além do discurso político.

O projeto para a escola publica tem fundamentos na pedagogia só estão sendo pouco aplicado, devido à “máquina emperrada” que é o Estado.

Palavras-chave: Alfabetização. Marginalização digital. Oportunidades digitais.

A alfabetização deveria ser feita, desde logo, com computador, já na 1ª série, para proporcionar esta habilidade decisiva a todas as crianças. Computador, no entanto, é apenas ferramenta. Não substitui o professor. Para que o computador se torne motivo de aprendizagem, é imprescindível a presença de um professor que saiba unir duas habilidades essenciais: saber alfabetizar e saber lidar com a máquina para construir nela o melhor ambiente possível de alfabetização, em especial usando as simulações virtuais, mas o professor ainda na escola publica estão engatinhando com a informática, enquanto a informática se movimenta com a velocidade de um jato.

As crianças estão sempre abertas às novidades e a aprender, pois é nato nessa faixa de idade, enquanto os professores mostram resistência ao assunto, não de forma geral; mas principalmente os acomodados.

No que pesquisamos existem escolas que se utilizam do método instrucionista e outros construcionista, depende muito da direção e dos gestores da escola, que apóiam ou rejeitam alguma metodologia, por resistência ou por falta de querem aprender e evoluir.

Para uma inserção da maioria da população no mundo da globalização, é necessário o aumento do número de projetos de inclusão digital, de preferência projetos ligados ao poder público, que enfatizem a importância de se incluir cada vez mais pessoas num mundo cada vez mais dominado pelos meios de informação. Por meio da inclusão as pessoas não terão só maiores oportunidades de se inserirem socialmente e economicamente, mas também de participarem da sociedade em rede.

Tive a oportunidade de visitar duas escolas na região central de São Paulo, em bairros próximos, de classe social semelhante.

A primeira foi a Escola Estadual Oscar Thompson, localizada no bairro do Cambuci, na Avenida Lins de Vasconcelos, n°600, o diretor Professor Mauricio Brasil me forneceu as informações. Diz o Professor:

– Entre 2003 e 2004, o estado enviou alguns computadores para iniciarmos a inclusão “digital” entre os alunos e extensivo aos moradores do bairro. Os professores mandados pelo próprio estado orientavam os usuários, diariamente e também aos finais de semana. Passado algum tempo “os professores deixaram de vir;” palavras do professor: não tenho mais informações, pois eu não era o diretor. Hoje em dia a situação é a seguinte; A escola aguarda professores que estão sendo treinados pelo estado, para ensinarem alunos e professores com o uso dos computadores. Somente isso não pude ver a sala com os computadores.

No mesmo dia visitei outra escola só que desta vez particular. O Colégio Dante Aligheri, no bairro do Jardim Paulista, na Alameda Jaú, n° 1061; falei com a coordenadora de tecnologia Educacional, Professora Renata Pastore. Ela me mostrou o laboratório de informática que cada computador é usado em dupla. O laboratório de robótica para o ensino fundamental, e a inclusão digital começa no maternal. Todas as disciplinas têm atividades de alguma forma digital.

Com isso nem sei mais o que escrevo!!!

É essa oportunidade que as crianças da Escola pública encontram!

Projeto de inclusão digital envolve professores e alunos

O Dante um dos colégios mais conceituado de São Paulo e outros do mesmo patamar ou que não estejam no mesmo nível, mas são particulares promovem para funcionários uma atividade opcional de inclusão digital. A atividade, que é uma continuação do curso de Informática funcionários de diversos departamentos das escolas, que aprendem a trabalhar com Word, programa de imagens, Excel e Internet.

As aulas são ministradas, com professores com auxílio de alunos voluntários da 8ª série do Ensino Fundamental e da 1ª série do Ensino Médio, que se revezam ao longo do período das aulas. Os participantes desse curso utilizam apostilas produzidas nos colégios para o aprendizado de questões teóricas da informática, mas, na parte prática, segundo os professores, os alunos usam exemplos concretos para eles, caso em que aprendem a pesquisar em sites oficiais, como o da prefeitura, do INSS e da Receita Federal.

Para exercitar seus conhecimentos, os funcionários podem usar as salas de Informática e de Robótica em outros horários, além dos determinados para aula. Nessas ocasiões, aproveitam para rever as lições ou fazer outros cursos a distância. O projeto descrito no texto é apenas um entre vários das escolas privadas.

Nem é necessário dizer que os alunos dessas escolas privilegiadas têm um interesse enorme com toda a mídia e a inclusão digital, pois todas as disciplinas estão incluídas na computação.

“A opinião de alguns professores referente à inclusão digital: Sei que quem não entrar nessa “onda” vai ficar para trás. Vai perder o trem da história. Então não perca essa chance de fazer parte da nova Sociedade Digital Global que se aproxima e se descobrir um verdadeiro Professor do Futuro.” A motivação provavelmente se transforma em interesse dos professores nas escolas particulares.

A grande maioria dessas instituições usa a abordagem Construcionista, proposta por Seymour Papert é ao mesmo tempo uma teoria de aprendizagem baseada nos princípios de Jean Piaget (conhecimento é adquirido à medida que se pensa e age sobre o objeto maturação + experiência + transmissão social + equilíbrio) e uma estratégia de trabalho onde cada um se torna responsável por sua aprendizagem à medida que experimenta e constrói algo. E todos interagem professores, gestores, pais; há trocas entre toda a equipe.

Bibliografia:
http://nteitaperuna.blogspot.com/2008/03/ser-ou-no-ser.html

http://nteitaperuna.blogspot.com/2008_03_01_archive.html

http://www.educacional.com.br/downloadlivros/livro1/Tomo5b.pdf

http://www.cibersociedad.net/congres2006 – Legal Notice

http://www.uerj.br/ceh/edai/index.html

http://www.fapespa.pa.gov.br/index.php?q=node/199

Assistam a este vídeo a respeito de inclusão digital. Vale à pena!

http://www.tecnisa.com.br/atecnisa/responsabilidadesocial/index.aspx?gclid=CNey15-G5pMCFQVvFQoduzgUWQ&atm_or=1&atm_kw=8024553354575242361