Dispositivos padrão 100 BaseT e Demais

O dispositivo 100BaseT se comportara como um 10BaseT. A menor velocidade sempre será padrão em uma rede. O 100Base-T impõe alguns limites severos sobre as distâncias fim-a-fim – no Ethernet 10Base-T, os hubs conectados por UTP – Categoria 3 terão que estar localizados entre 10 metros um do outro, com não mais que 3 cascatas de hubs. O que significa que o FastEthernet 100Base-T baseado somente em UPT-Categoria 3 terá um limite estação-para-estação de 220 m, comparado com os limite de 500 m do padrão 10 base-T.

O porque necessitamos de uma ponte para interligar uma rede Ethernet e uma rede FDDI ..

Precisamos de uma ponte ou seja um roteador, esse se encontra na camada de rede OSI, conhecida como camada 3. Trabalhar na cammda 3 permite que o roteador tome decissões com base em grupos de endereços de rede (classes) ao invés de endereços MAC individuais, como é feito na camada2. Os roteadores (ponte) podem também conectar diferentes tecnologias da camda2, como Ethernet, token-rin e FDDI.

É possível ligarmos um dispositivo que tenha uma placa no padrão 100Base TX a um Hub que tenha suas portas no padrão 100BaseFX…

100BASE-FX é uma versão da Fast Ethernet com fibra óptica. É usado uma luz infra vermelho (NIR) com comprimento de onda de 1300 nm transmitida por duas vias de fibra óptica, uma para recepção (RX) e o outro para transmissão (TX). O comprimento máximo da fibra é de 400 metros (1.310 ft) para conexões half-duplex (para ter certeza que colisões podem ser detectados) ou 2 quilômetros (6.600 ft) para Full-duplex usando o cabo de fibra óptica multimodo. Para distâncias mais longas é necessário o uso de fibra óptica monomodo. 100BASE-FX usa a mesma codificação da rede 100BASE-TX que é 4B5B e NRZI. 100BASE-FX pode usar os conectores do tipo SC, ST, ou conectores de MIC com SC que é a opção mais usada.

Qual camada do modelo de referência TCP/IP é implementado em um Hub e em um Switch.. e o Por que…

Camada de rede Fornece o serviço básico para transmitir e receber dados e seleciona se o pacote é local ou deve ser encaminhado Endereço de rede e endereço de máquina. O projeto de uma rede TCP/IP está intimamente relacionado com a sua topologia lógica. Dispositivos conectados em um mesmo cabo Ethernet possuem conectividade no nível de Enlace. Fisicamente e logicamente eles estão em uma topologia de barramento, o que no TCP/IP corresponde a uma única rede local. Mesmo que adicionemos repetidores ou pontes (bridges) interligando diversos cabos Ethernet. Logicamente continuamos com um único barramento, o que corresponde a uma subnet do TCP/IP. Quando utilizamos par-trançado para conectar dispositivos em uma rede ethernet estamos utilizando uma topologia física de estrela. Entretanto, a topologia lógica continua sendo de barramento, pois o hub nada faz além de ecoar o sinal recebido em uma porta para todas as outras. Assim sendo, o funcionamento lógico do hub é igual ao do cabo coaxial. Se ligarmos vários bubs em cascata, criando uma topologia física de “árvore”, continuamos com uma topologia lógica de barramento, equivalente à vários cabos coaxiais interligados por repetidores.

Ethernet com  switch: Um switch Ethernet padrão é uma bridge multiporta. Embora fisicamente ele seja capaz de aumentar bastante o desempenho da rede, por permitir que diversos pares dispositivos se comuniquem simultaneamente, logicamente ele opera somente no nível dois do modelo OSI, que corresponde ao nível de Enlace. A topologia lógica gerada por um switch ainda é um simples barramento Ethernet, mesmo que tenhamos switches em cascata com outros swtiches ou hubs.