Diferença na Arquitetura de Processadores

Às diferenças que existem no projeto dos processadores, bem como, a quantidade de transístores que o formam, é o que chamamos de diferenças na arquitetura interna. Esses transístores determinarão em quais operações o processador será mais veloz.

Por base, um processador desempenha dois tipos de operações, vejamos a seguir:

  • Operações que envolvem números inteiros – o núcleo principal do processador é quem realiza essa operação;
  • Operações de ponto flutuante – esse, envolve números fracionários e operações aritmética mais complexas e essa operação é de responsabilidade do co-processador.
Processadores como, K6, K6-2, K6-3 da AMD e 6×86 da Cyrix, se saem melhor em operações como número inteiros, mas, já há outros que melhores quando se trata de cálculo de ponto flutuante; é o caso do Pentium II e do Celeron. Mas, você pode tá se perguntando, por qual devo optar? A resposta depende de quais tarefas se destina o seu computador.
Arquitetura de processadores

Arquitetura de processadores

O que mais diferencia processadores recentes dos mais antigos, são na verdade a grande variedade existente de encaixes, bem como, também, os padrões de placas-mãe hoje no mercado. Antes, os processadores eram compatíveis com a maioria das placas-mãe e agora, com tantos novos encaixes e um número grande de placas-mãe diferentes, tornou-se um fator importantíssimo a escolha de um novo processador. A cada dia que passa, esse problema fica mais real, uma vez que, sempre que surge uma nova “família” de processadores, pode também surgir a necessidade de uma outra placa-mãe diferente e, nem sempre é garantia de uma placa-mãe ser compatível com todos os processadores mesmo uma mesma “família”. Um exemplo disso, foi o caso do Athlon, pois os modelos antigos vinham em Slot A, enquanto que os atuais usam soquete A. Para que isso fosse resolvido, ou seja, aproveitar a placa-mãe com um ou com outro processador, só se fosse inventado um adaptador.

Características básicas dos processadores

Além dos já existentes no mercado, são constantemente produzidos processadores com preços  e desempenho diferentes. Então de início, falaremos dessas diferenças que são elas que acabam por determinar a performance de um processador. É claro que, o objetivo maior é detalhar o processador, porém, essa teoria dada agora, é pra que fique mais fácil a compreensão quando tivermos analisando mais a fundo os processadores.

Supondo que fossemos comprar um processador agora, o que iríamos perguntar ou querer saber? A resposta seria, a sua frequência de operação e, esta, medida em MHz (milhões de ciclos por segundo). Se ao invés de frequência, você ver o nome “clock”, não se deixe confundir, pois esse é outro nome dado a frequência.

Há um problema quanto a questão da frequência do processador. Poderíamos pensar que, toda vez que um processador tem uma velocidade de operação mais alta, seja este processar, mais rápido do que outro que opere em uma frequência um pouco mais baixa. Então, preste atenção numa coisa: quando vemos a frequência de operação de um processador, estamos vendo quantos ciclos de processamento ele desenvolve por segundo. Porém, isso não diz o que esse processador é capaz de fazer em cada um desses ciclos.

Vejamos um exemplo

Um Pentium de 100MHz, comparando com um  486 de MHz, mesmo que tenham a mesma frequência de operação, ou seja, de 100MHz, ainda assim, o 486 não teria o mesmo desempenho. Muito provavelmente o Pentium seria 2 vezes mais rápido pelo menos. Isso se deve exatamente pelas diferenças das suas arquiteturas, assim também como, ao processador aritmético e ao cache. Mundo com Informática.