Destino

É, é o  destino,  capaz de dirigir a vida de todos, sem pedir licença ocupando lugares, decidindo sem pedir permissão. Sei que cada um é regido por ele. Seja de uma maneira, seja dessa mesma maneira. Há os céticos que diz ter as mãos a rédea de sua vida. Que destino? Perguntam eles. Fantasia dos fracos, ou daqueles que entregam a sua vida, à sua própria sorte. Mas…, o que é a própria sorte, senão ele.

É certo que o invocam de varias formas, ou sobre outros signos. Entretanto, ele está presente. Presente quando se acaba de nascer, e por que não dizer, quando se é gerado. Presente quando se começa a trilhar caminhos. Presente quando se apaixona. Presente quando toma pra ti tua outra metade. Presente a escolher a profissão. Presente em cada passo que se dá. É, é o destino capaz de ir contra todos os planos feitos, se assim o apraz, ou em outras ocasiões ir de encontro a eles.

Embora, só assim existindo, porque ele, o senhor destino permitiu. É, é o destino, capaz de fazer pequenas e grandes manobras em tua vida, sem que percebas. E se percebe, é impotente diante dele, pois já está laçado. Há de se comparar com uma teia de aranha, onde se trava batalhas para se libertar. Batalhas que não se vence, a não ser, que ele, o senhor destino, conceda lhe a vitória. Hum!  Oh destino. Destino que leva, destino que traz, alegrias imensas ou tristezas profundas. Marcas que  a ele pertence. Marcas que tatuam se na aura. É , é o destino que rege, que manda, que controla. Afirmo até ser um fantoche em tuas mãos. Um joguete sem vontades, embora acredite nelas.

Por Delson A Vieira