Chevrolet Cobalt Vira Queridinho dos Taxistas no Rio de Janeiro

Chevrolet Cobalt

Chevrolet Cobalt

A praça sempre elege um favorito. Ao menos no Rio de Janeiro, é assim que funciona a escolha de um carro para trabalhar como taxista. Passada a fase de um hiato sem fim com o desaparecimento do Santana da vida dos pobres e órfãos motoristas, agora a categoria parece ter encontrado uma preferência interessante para seguir o trabalho. O Chevrolet Cobalt para estar na crista da onda. Apesar da preferência, os pneus no Rio de Janeiro aro 15, elevam o custo na hora de substituí-los.

A tentativa de emplacar o Fiat Siena e o Chevrolet Meriva esbarrou no custo de manutenção dos carros. O Siena, além disso, ainda tinha um sério problema de espaço interno. A minivan, apesar de extremamente confortável, saiu de linha e mesmo antes do fim da produção, já apresentava um custo de manutenção que não fazia a alegria dos motoristas. Ainda é muito comum vê-los pelas ruas, mas já em transição com o novo queridinho da praça.

Analisando o Chevrolet Cobalt

O novo Sedan da montadora americana tenta recuperar um espaço que a Chevrolet perdeu há anos, desde os tempos áureos do Astra. De fato não tem o mesmo glamour, mas parece cumprir bem suas funções. É espaçoso, com um ar-condicionado eficiente. Tem um painel bem caprichado, com informações em azul, em um sistema digital bastante bonito. Para quem anda atrás, além do conforto para as pernas, a resposta da suspensão também agrada.

O grande problema até agora identificado no Cobalt é, sem dúvida, o preço dos pneus aro 15. Para os taxistas, é um custo elevado, mas que parece ter sido minimizado pelos atributos da máquina. O motor 1.4 foi extremamente criticado, principalmente pelo tamanho do carro, mas agora está chegando a versão 1.8 que também não é a mais eficiente de todas. Por fora, a beleza do carro não é nenhum destaque, afinal, ele é eficiente, mas não bonito. É importante ressaltar que o Cobalt funciona com óleo mineral. A troca de óleo deve ser feita a cada 5 mil quilômetros.

O que esperar deste sedan

A Chevrolet andou um tempo sem foco e imersa em uma grave crise. Tudo parece estar mais calmo e os rumos do sucesso parecem ter voltado à dona do Monza, do Opala, do Astra. O sedan é robusto e tem a chancela da marca. Se a beleza não é um ponto forte, ele tem muitos outros pontos interessantes que podem fazer você também querer ter um. Aos taxistas, boa sorte, a máquina é boa, só cuidado no gasto os compostos. Comprar pneus deve ser uma prática pontual.