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Transparência Total

Já que somos todos iguais perante as leis e ‘nós como sociedade civil’ estamos sendo monitorados, grampeados pelas câmeras, vinte quatro horas por dia, gravando nossas ações e formando um verdadeiro reality show, sendo usado como palco: transportes, empresas, lojas, elevadores, ruas, praças e avenidas das nossas metrópoles, – “por que não temos câmeras também instaladas nos gabinetes dos nossos representantes, demais instituições e viaturas públicas”?!

Claro que se deve respeitar a privacidade dos banheiros! Acredito que não seria problema algum, já que a maioria diz ser transparente!! Acredito até ser esse formato seja uma medida preventiva a todos nós. Muita gente está com medo de assistir um “making of” de suas ações ilícitas, mas, quem não deve não teme. Como nenhum ser humano é paradigma de perfeição, seria uma ótima forma de policiarmos mais nossas próprias ações… Alguns, com o caráter destorcido subtraindo o custo da defesa, sobrando alguma gordura, certamente continuarão reincidentes em várias ações criminosas.

O fato é que não podemos mais conviver com tantos escândalos de corrupções todos os dias estampando capas de revista, jornais e as demais mídias e nada acontece com os envolvidos. Será que algum legislador irá elaborar uma lei que permita essa total transparência em todos os setores públicos?! Agora por favor, senhores candidatos, em época de eleições não digam que vão acabar com ‘isso ou aquilo’, porque além de ridículo os senhores acabam mesmo é com a paciência da gente! Democraticamente, para aqueles que temem e acreditam em Deus é oportuno lembrar que ELE sendo onisciente possui um filme de todas as nossas ações.

Lula Assina a Contragosto Sanções da ONU Contra o Irã

Recentemente o Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, teve que ceder as pressões da comunidade internacional, e segundo relatos publicados em diversos órgãos de comunicação, a contragosto, acatar as sanções da ONU contra Teerã.  A  aproximação do governo brasileiro com o Presidente Mahmoud Ahmadinejad e as gestões de apoio ao programa nuclear iraniano, salvo melhor juízo foi no mínimo imprudente.

Apoiar um país que fez de tudo para impedir as visitas fiscalizadoras de seu programa de enriquecimento de urânio, sem ao menos questionar sobre a legitimidade dessa postura, parece ao meu ver, um tanto quanto ingênua.

Do episódio, restou a imagem de uma política externa brasileira, no minímo muito afastada do exame mais acurado das possíveis reais intenções do Irã, quanto ao mencionado programa nuclear.

No exato momento em que as principais nações do mundo, se empenham na manutenção de uma política desamarmentista, soou mal aos ouvidos dos nossos interlocutores internacionais, as gestões brasileiras na questão iraniana.

Para afastar esta má impressão da nossa política externa, causada aos países integrantes das Organizações das Nações Unidas (ONU) e das Organizações dos Estados Americanos (OEA), o brasil teve que recuar e alinhar-se com os demais governos impondo as sanções.

Roberto Bortman

O Dinheiro é bom?

Dinheiro é bom?

Dinheiro é bom?

Se fizermos esta pergunta a um milhão de pessoas, em todo o mundo, a maioria vai dizer que sim, com certeza. Esta tendência se verifica, porque as pessoas vislumbram apenas os benefícios de se possuir dinheiro, os quais podem ser desde o simples suprimento das necessidades básicas, até o alcance de poder. Este último, para muitos, pode ser a derrocada final. Porque é tão difícil para o ser humano lidar com o dinheiro? Ele mais parece uma coisa amaldiçoada, do que uma bênção, se analisarmos todos os seus efeitos em todo o mundo, desde a sua existência. Corrupção e morte são espalhadas aos quatro cantos do mundo, miséria e riqueza são dois extremos que distanciam os povos, a maioria no primeiro plano, cobiça e avarezas se contrapõem, filhos desejam a morte dos pais, e vagabundos sonham em se tornar ricos da noite para o dia, sem ter que fazer absolutamente nada. Se puderem, roubam, porque é mais fácil do que trabalhar, os outros fazem isto por eles.

Jovens traficantes, ainda que conhecendo o destino que os espera, permanecem no mundo do crime, onde auferem cifras absurdas em poucos dias e ficam milionários em muito pouco tempo. Preferem morrer e sair da vida ainda muito jovens, do que abandonar a fonte envenenada de sua riqueza. Os milionários não dormem, pensando nos resultados das bolsas de valores, que podem despencar a qualquer momento, diante de uma crise de proporções mundiais. Isto sem contar que têm que ter um olho no gato e outro no peixe, com seus familiares. Em Teófilo Otoni, em Minas Gerais a ex-mulher de um empresário é suspeita de mandar matar o marido, em virtude de algumas apólices de seguro de vida, onde ela é beneficiária de uma pequena fortuna de mais de um milhão de reais. A estudante de direito, Erika Passareli, está envolvida no assassinato de seu pai, também pelo mesmo motivo, ou seja, seguro de vida com indenização de mais de um milhão e cem mil reais.

Um cadeirante, ganhador de loteria, que havia ganhado algo em torno de cinqüenta milhões de reais, foi assassinado a mando da ex-mulher, jovem e bonita, que queria se apossar de sua fortuna. O brilho do ouro enlouquece o homem, e, realmente, ele é mesmo fascinante. É um metal lindo e maravilhoso, quando encontrado naturalmente no meio das montanhas. Deixa-o lá, quietinho, olhe-o de longe. O dinheiro em si mesmo, não é bom e nem é ruim, em si mesmo. Houve um cantor famoso que mandou que o enterrassem, quando morresse, com o seu carro e com a sua fortuna dentro. Alguns vão dizer que não se vive neste mundo sem o dinheiro, e, de fato, esta é uma realidade da qual não podemos fugir, mas vamos ser sensatos, e sóbrios ao fazer uso dele. De que adianta ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma para o inferno? Famílias inteiras se destroem por causa do dinheiro.

“Mas os que querem ficar ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males, e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. Deus avisou ao homem sobre os riscos da riqueza mundana. Quem vai querer pagar para ver? É, realmente, muito mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no céu.

Palavras-chave:
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Assalto de Brinquedo

Quando eu era menino, em vários de meus aniversários de criança eu desejava, e algumas vezes ganhava, de presente revólveres e espingardas de brinquedo, que faziam lembrar os heróis dos filmes de bang bang. Naquela época, os produtos não tinham o nível de perfeição que atingiram os brinquedos da atualidade, e nem existia uma gama tão variada quanto hoje. Pistolas, revólveres, fuzis tipo FAL (fuzil automático leve, do exército), AK’s 47, entre outros são parecidos até no tamanho, em uma riqueza de detalhes que chegam a impressionar alguns dos mais especialistas. Mas, este ganho de qualidade e perfeição não passou despercebido pelos bandidos de verdade, que roubam e matam com requintes de crueldade.

Todos os dias, os jornais e revistas publicam fatos acontecidos, onde os meliantes lançam mão da arma de brinquedo, com toda a sua qualidade e perfeição, para efetuarem roubos e assaltos, na maioria das vezes logrando êxito, porque quem é que tendo uma arma apontada para a cabeça vai ter sangue frio o suficiente para reparar em um pequeno erro de produção, que denuncie a farsa? O fato é que os assaltos se multiplicam nesta modalidade e causam agora impasses jurídicos, quanto à aplicação de pena por parte dos juízes, que julgam os crimes praticados com o uso de armas. Afinal, como deve ser considerada a arma de brinquedo para efeito de aplicação da pena?

O roubo ou assalto praticado com o emprego de arma de brinquedo deveria remeter à aplicação do princípio da proporcionalidade, ou seja, analisando em que grau existe a real exposição a risco a integridade física da vítima. Se for de brinquedo, o roubo pode ser de verdade, mas a arma não. Então, a que risco está a vítima submetida? Em princípio, ao risco da perda ou prejuízos ao seu patrimônio físico, mas não de sua integridade física. Aos juízes cabe então, o bom senso. E às fábricas destas armas de brinquedo, nada?

Palavras-chave:
    assalto de brinquedo

Miçangas de Presos

É público e notório que, no Brasil, a liberdade vigiada de presos com benefícios de soltura, simplesmente não funciona, e quem paga o pato é a população. O que temos visto e que anda permeando os jornais e revistas do país, são crimes horrorosos e recorrentes praticados por meliantes que estão em benefício de soltura. São presos que vão “ver os pais” no natal, no dia do seu aniversário, na semana santa e não voltam mais para a prisão, onde deveriam se apresentar todos os dias, para o pernoite. Só rindo.

Liberdade Vigiada

Liberdade Vigiada

O governo do Rio de Janeiro gastou, nada mais nada menos, que um milhão e vinte mil reais do bolso do contribuinte comprando tornozeleiras eletrônicas, para controlar os presos em regime semiaberto do estado. Alguns dos moços não gostaram das “miçangas” e andaram cortando-as de suas pernas, jogando-as em bueiros, latas de lixo, rios e mar, locais onde foram procurados pelos policiais para trazê-los de volta, pois não respondiam mais aos chamados. Pela leitura dos aparelhos, os presos ficavam parados por muito tempo em determinados lugares. Desde o seu lançamento, eu sabia que não ia dar certo, mas, a idéia pode ser aprimorada, por exemplo.

Há muitos anos atrás, um filme americano mostrava um presídio onde os presos eram controlados por colares (bem poderiam ser tornozeleiras mesmo) eletrônicos, providos de um explosivo de alto impacto, e eram colocados em dupla. Os indivíduos não poderiam se distanciar mais que cinqüenta metros um do outro, e nem poderiam se distanciar mais que cem metros de uma antena posta nos limites do presídio, pois se assim o fizessem o aparelho detonaria o explosivo e o sujeito morreria sem a cabeça. Vai que não sejamos tão rigorosos assim, mas neste sentido a tornozeleira funcionaria muito bem, além de contribuir para um contingente reduzido de vigilantes e para a redução da base de custos operacionais.

Há ainda outra alternativa que, se utilizada, resolveria de vez aquele problema de controlar os presos fujões: instala-se um chip eletrônico subcutâneo, a ser colocado no indivíduo anestesiado previamente, e assim ele não saberia onde foi colocado em seu corpo, e o gato não foge mais das lentes poderosas do satélite, portanto, não haveria mais motivos para se perder a movimentação dos presos. O tal chip não poderia mais ser removido, pois a simples tentativa o destruiria e ele derramaria uma substância nociva, que levaria o preso a sentir fortes dores, obrigando-o a buscar socorro médico. A tecnologia já existe, basta agora aplicar devidamente o recurso para a sua instalação. A população agradece.

Palavras-chave:
    liberdade vigiada estados brasileiros

A Carta Magna (!?)

O Brasil é, ou pelo menos deveria ser, regido por ela. A nossa, coitada, é tão cheia de remendos que parece um Frankstein, muda à mercê dos governantes. Se fôssemos um país sério, ela nunca mudaria desde a sua elaboração, pois que ela é o cerne da nossa República. Leis podem e devem mudar, por que o povo muda, mas ela não. Estabeleceu-se, então, um conflito entre o que é e o que não é constitucional em nosso país, justamente por que não se reconhece que não há, ou pelo menos não que deveria haver, hierarquia entre as normas da Constituição.

Que não menosprezem a nossa inteligência e capacidade de discernimento, quando mencionam que a Lei da Ficha Limpa, se fosse aplicada, iria ferir os princípios constitucionais. A nossa Carta Magna é picotada todo o tempo, dependendo da defesa que se faz dos interesses. Em vários estados deste país, a Constituição é desrespeitada grotescamente, quando dependemos dos principais pilares de sua sustentação: Saúde, educação, segurança, moradia e alimentação. Mas daí a considerar que uma lei, extremamente importante e indispensável para moralizar o meio político no país, fere a Constituição, para defender interesses hediondos, sim hediondos, pois o interesse é trazer de volta aos cargos públicos os elementos que foram expurgados por sua própria conduta criminosa, é no mínimo rir da nossa cara, na nossa cara.

A Lei da Ficha Limpa estabelece, de acordo com o art. 14, § 9º da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato. Rapaz, isto mexeu com muita gente! Observem só o que fizeram, então: “Art. 16: “A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência.”

Este artigo é da Constituição, elaborado ao meu entender de forma capciosa, para nos confundir e deixar brechas para os inescrupulosos. Como poderia qualquer lei, ou mesmo a Lei da Ficha Limpa, que já falei que é extremamente importante para o povo brasileiro, entrar em vigor na data de sua publicação, mas não pode ser aplicada no ano da sua publicação? É uma vergonha desavergonhada, uma absoluta falta de respeito com a população brasileira, que, infelizmente, não reage e ainda se submete aos erros crassos provocados intencionalmente por alguns poucos, que ainda nadam no mar da impunidade. Isto tem que acabar. Os meliantes usaram de suas artimanhas para nos enganar, conseguiram e agora vão permanecer mamando na vaca.

Inversão de Valores

Inversão de valores

Inversão de valores

Muito escuto das pessoas mais velhas que elas sente saudades dos tempos de antigamente. Não é para menos. Nosso mundo está cada vez mais corrido, mais disputado, mais capitalista, e conseqüentemente mais individualista. Cada dia que passa as mudanças no mundo vão provocando inversão de valores, e as inversões de valores vão mudando o mundo, infelizmente para pior.

Houve um tempo em que as pessoas se orgulhavam de serem honestas, “honrar o bigode” era uma questão de princípios, e a palavra valia mais do que qualquer assinatura. Hoje em dia se um cidadão encontrar uma carteira cheia de dinheiro na rua, tenho certeza, a maioria das pessoas vão chamá-la de burro se preferir a honestidade da devolução do que não é seu. Se sente orgulho de ser “esperto” e vergonha de ser honesto.

Palavras-chave:
    individualismo inversão de valores, honrar o bigode, inversão de dinehiro, inversão de dinheiro

A Culpa é da Polícia

Basta ler o noticiário em qualquer veículo de comunicação ou assistir pela televisão para se tomar conhecimento de barbaridades que acontecem em nossa cidade, estado e país. As notícias mais destacadas sempre estão ligadas à violência apresentadas nas páginas policiais.

Claro que tudo tem que ser mostrado, esclarecido e quem trabalha direitinho não tem ou não deve ter o que temer e apoiar o trabalho da imprensa. Mas, ultimamente há certa tendência em querer transmitir aos cidadãos a idéia de que tudo é a polícia que tem que resolver, como se tudo fosse culpa da polícia, como se policiais fossem obrigados a solucionar os problemas do mundo. Sim, porque a ”polícia” é composta por cidadãos que estão ali dando sua contribuição para a preservação da ordem e para a proteção da sociedade, são trabalhadores como quaisquer outros cidadãos. Ora vejamos a baderna, o som alto, arruaças nas ruas nos finais de semana, por exemplo, as pessoas acham que isso é culpa da polícia, que a polícia tem que solucionar.

Ninguém se olha no espelho e se pergunta se os pais ou responsáveis por aqueles que vivem “aprontando” nas ruas não seriam os verdadeiros culpados. Muitas situações, pessoas que acham que tudo é culpa da polícia nem sabe que seus filhos estão lá na rua enchendo a cara e incomodando a sociedade que culpa a polícia tem por isso? O cidadão não dá educação adequada para o filho que se envolve com drogas e coloca a culpa na polícia dizendo que esta deixou o traficante nas ruas para aliciar e oferecer drogas ao seu filho.

O cidadão deixa um filho menor ficar na rua até altas horas, bebendo e a culpa deve ser da polícia que não coíbe a venda de bebidas alcoólicas para menores. O filho “cabula” aula, vai lá para a praça ficar à mercê da malandragem e a polícia tem que buscar uma solução? Será que os pais desses alunos vão ao menos uma vez por bimestre na escola ver como seus filhos se comportam, se respeitam os professores, diretores e funcionários da instituição em que estudam? Se um jovem não respeita os pais, talvez por serem fracos em suas decisões vá respeitar um professor? Será mesmo que tudo é culpa da polícia?

A violência urbana será que é culpa da polícia? E a família, fica onde? E o pai que todos os dias chega em casa com a cara cheia de cachaça? Muitos não sabem ao menos o primeiro nome da diretora ou diretor da escola onde seus filhos estudam. O nome do professor e pior nem o nome da escola. Não fazem nem idéia de quem são os amigos do próprio filho nem do melhor amigo (a) do filho. A culpa pela incompetência política do país é da polícia?

A culpa pela incompetência dos pais na educação dos filhos é da polícia? A culpa pela falta de vergonha na cara de alguns marmanjos que aprontam na área central das cidades é culpa da polícia? A culpa pela ação de marginais que destroem os passeios e canteiros centrais na cidade com seus carros e sua falta de respeito com tudo e todos será da polícia também? Vai ver que sim, tudo é culpa da polícia.

Palavras-chave:
    felipe s teixeira policial, mais uma vez nossa cidade nas paginas policiais, tudo culpa da policia