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Gerente: Desenvolva Equipes Eficazes

Como o Gerente Deve Recompensar as Equipes? Como Estabelecer Metas?

Especialistas em Gestão Empresarial vêm afirmando que o Gerente moderno deve aprender a desenvolver sua equipe, encarando essa tarefa como um verdadeiro “modo de vida”. Para eles, as equipes aumentam a unidade e o sentimento de luta pelo objetivo organizacional comum. E o trabalho em equipe acaba oferecendo maior censo de identidade entre os colaboradores e um orgulho coletivo e contagiante, em relação a seu desempenho.

As pessoas se sentem gratificadas e recompensadas quando são membros de equipes vencedoras. Sendo assim, veremos abaixo algumas regras básicas que certamente ajudarão o Gerente moderno a desenvolver equipes eficazes:

  • Estabeleça metas como uma equipe: esse enfoque coletivo assegura que todos aceitem e apóiem as decisões do grupo. As pessoas sentem que têm um interesse e um compromisso pessoal com as metas que ajudaram a estabelecer. Quanto mais precisa for a meta melhor os membros acompanharão e avaliarão o progresso .
  • Recompense o desempenho do grupo e não o desempenho individual: as recompensas ao grupo encorajam os membros a fiscalizarem-se uns aos outros, sedimentam as lealdades e motivam cada um a não se tornar um elo fraco da corrente. O sistema de recompensa em grupo inclui freqüentes feedback’s sobre o desempenho da equipe, para que seus membros possam acompanhar seu progresso coletivo e agir corrigindo rumos. Essas recompensas podem ser elogios públicos, bonificação compartilhada pelos membros ou  um troféu rotativo, por exemplo.
  • Faça o treinamento multifuncional dos membros da equipe sempre que possível: isso permitirá que os membros troquem suas responsabilidades, reduzindo o tédio e a monotonia.
  • Torne-se uma caixa de ressonância, um crítico construtivo e um conselheiro: alguns Gerentes têm dificuldades em aceitar que não são mais “o chefe”, mas isso é vital para o sucesso da equipe. O Gerente moderno deve se transformar em um “facilitador”, assegurando-se que cada equipe tenha todas as informações e recursos que precisar para realizar sua missão. O Gerente não controla mais o grupo porque todos se tornaram responsáveis por resultados; e o Gerente se torna um orientador de grupo, um sábio no centro das atenções.
  • Não deixe que as equipes fiquem isoladas umas das outras: Certifique-se que elas sincronizam seus esforços com outras áreas e grupos, dentro e fora de seu departamento. Dessa forma, um sentimento de unidade contagiará não apenas os membros da equipe, mas se espalhará entre todas as equipes da organização.
  • Mantenha as equipes relativamente pequenas: elas apresentam menores problemas de coordenação e comunicação, consegue-se a concordância e o consenso mais facilmente e interligam seus membros.
  • Incentive a identidade da equipe: distintivos, bonés, jaquetas, boton’s, ou outras insígnias encorajam a coesão e o sentimento de objetivos comuns.
  • Selecione membros que tenham pontos de vista e capacidades complementares, e que se harmonizem mutuamente: isso pode significar a combinação de pessoas de mente aberta, positiva, e de pessoas céticas, inovadoras e de pragmáticos, sonhadores e realizadores. Tal mistura proporciona à equipe um sistema de verificações e compensações sobre as ações e decisões de seus membros
  • Proporcione treinamento: esteja atento à necessidade de treinamento  da equipe em áreas como : tomada de decisões / evitar o pensamento grupal (a tendência de alguns de se curvarem à opinião da maioria, em vez de desafiar suas posições) / reconhecer e respeitar os pontos de vista opostos / aceitar diferenças entre os membros, na experiência, nas personalidades e outros fatores que podem desviar da missão da equipe.
  • Seja paciente: leva tempo para uma equipe transformar-se numa unidade produtiva e auto gerenciável.
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Cursos – Qual Escolher?

Todos nós já nós deparamos um dia com a necessidade de realizar algum curso, mas aí surge a dúvida.

Qual eu vou fazer?

Devo então seguir com a escolha do curso na linha de trabalho em que atuo para complementar o currículum ou somente realizar uma escolha de cursos que contribua, que me satisfaça, seja este como um hobbie ou trabalho, mas para tanto é preciso efetuar uma escolha,
Sendo assim, aqui vai três dicas importantes:

Primeiro, olhe o que os cursos oferecem e depois veja qual que lhe agradou.
Segundo, veja o que ele propõe a você a nível de conteúdo e material didático; seja eletrônico ou manual.
Terceiro, O suporte do curso como é feito e se realmente tem.

Essas são três dicas básicas que eu considero importante para a pessoa se decidir entre um ou outro curso. Após ter verificado as três dicas, siga em frente e aproveite ao máximo do curso escolhido e não faça ele como obrigação e sim como um divertimento que escolheu e que poderá lhe trazer bons beneficios para a sua vida pessoal ou profissional.

Na vida sempre estaremos aprendendo, seja através de um curso online, alguma informação passada na TV, uma conversa com um amigo, um artigo no jornal, alguma dica passada pela internet… enfim o importante é aprender cada vez mais e mais para deixar a mente sempre em atividade e explorar esse mundo maravilhoso da nossa mente que permite que se guarde tanta informação a ser utilizada no decorrer da vida. No meu blog a algumas dicas de cursos.

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O Sono de Executivos e Gerentes

No mundo moderno é muito comum ouvirmos Executivos e Gestores reclamarem que trabalham até onze ou doze horas por dia e, conseqüentemente, se tornam estressados e mal humorados com suas famílias e subordinados. A maioria deles não percebe que o dia continua tendo 24 horas e, se eles trabalham 12 horas, gastam uma hora diária fazendo ginástica, uma hora de almoço, uma para ler o relatório, uma hora no trânsito e mais duas para a família, são dezoito horas de atividade. Isso significa que sobram apenas seis horas de sono.

Definir exatamente quantas horas o ser humano deveria dormir é uma questão para a qual ainda não existe uma resposta definitiva, uma vez que o número de horas de sono necessárias varia de pessoa para pessoa.

No início do século vinte quando o tempo corria de forma mais vagarosa, sem Internet, trânsito ou TV as pessoas dormiam aproximadamente 10 horas – que era mais ou menos o tempo da escuridão. Porém, nos grandes centros urbanos a média diária de horas de sono baixou de oito para sete e muitos Executivos e Gerentes diminuíram suas horas de sono não por problemas orgânicos, mas apenas para “aproveitar melhor o seu tempo” – como se dormir fosse “tempo desperdiçado”.

Segundo pesquisas do professor James Maas (Cornell University – NY) a maioria dos Executivos e Gerentes não faz a menor idéia de quanto tempo deveriam dormir e, o que é pior, mais de 30% afirmaram estar despertos, quando na verdade estavam num estágio intermediário entre o dormir e o acordar. Segundo o professor “Os executivos que dormem pouco não conhecem os benefícios de estar completamente atentos, pois jamais o estão”.

Nas organizações as principais conseqüências de tudo isso é a falta de atenção dos Gestores e Executivos, com a conseqüente diminuição do rendimento e o cansaço físico e mental (estresse). Conforme Maas uma simples hora de sono perdida – durante três dias – faz o organismo começar a apresentar esses efeitos devastadores para os profissionais.

Os especialistas concluíram que o grande problema á comportamental, uma vez que a sociedade corporativa costuma rotular as pessoas que dormem mais do que nove horas de “criminosas”. É costume afirmar que homens como Leonardo da Vinci ou Napoleão não dormiam mais do que quatro ou cinco horas, embora se esqueçam de dizer que Einstein dormia onze horas diárias.

Dessa forma, como dizer aos Executivos e Gerentes que não é socialmente reprovável dormir o suficiente? O diretor da Universidade de Columbia (Canadá) Dr. Stanley Coren desmente essa crença, afirmando que “só os heróis não dormem”. Ele aplicou testes em Executivos e Gerentes que quantificavam o uso da memória, os quais indicaram que algumas noites mal dormidas podem interferir no Quoeficiente de Inteligência (QI).

O especialista informa que quem dorme sete horas diárias reduz o equivalente a um ponto de QI por dia e, para cada hora suprimida abaixo das sete, a queda passa a ser de dois pontos. E, à medida que a pessoa aumenta a dívida com o seu sono, sua habilidade cognitiva também pode ser comprometida. Sendo assim, caso se durma seis horas por dia durante cinco dias, chega-se ao último dia com quinze pontos a menos no QI.

Diante disso, muitos Executivos e Gerentes chegam à sexta-feira quase à beira de um esgotamento; ou seja, este dia não deve ser um bom dia para tomar decisões de responsabilidade, uma vez que não só o cansaço aperta como o QI está abaixo do normal.

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Tipos de Compradores – Sob o Ponto de Vista de Alguns Vendedores

Durante os anos em que desenvolvi atividades comerciais em várias empresas fabricantes de bens de consumo, certamente me deparei com inúmeros tipos de compradores que marcaram sua presença positivamente e outros, infelizmente, nem tanto. No meu caso, vender poderia até ser bem divertido não fossem alguns “tipos” que encaramos no nosso cotidiano. Mas você pode melhorar seu relacionamento com essas pessoas, basta seguir as seguintes estratégias:

A) PESSOAS QUE NÃO QUEREM SE COMUNICAR. São aqueles sujeitos de quem é difícil arrancar uma frase inteira. Costumam comunicar-se apenas por monossílabos. Para lidar com eles: Faça sempre perguntas abertas – aquelas que não podem ser respondidas com um simples “sim” ou “não”. Então sente perto da pessoa em questão e espere pela resposta. Não perca a paciência e resista a tentação de responder você mesmo à pergunta.

B) PESSOAS QUE NÃO QUEREM LHE OUVIR: Demonstram não estar dando a mínima atenção ao que você está dizendo. Geralmente estão muito ocupadas e não param o que estão fazendo para ouvi-lo. Ou então são do tipo “distraído” e não conseguem assimilar o que foi dito. Para lidar com elas: ao passar seu recado, peça para a pessoa repetir o que você disse, para ter certeza que ela entendeu e, se for necessário, passe o assunto por escrito.

C) PESSOAS QUE NÃO SABEM DIZER NÃO : Não são assertivas. Dizem que podem cumprir determinada tarefa e, ao final do prazo, ficará provado que não tinham tempo ou competência para tal. Esse tipo é bastante perigoso, pois pode causar sérios problemas não só para eles próprios, mas também para seu trabalho e para toda a empresa Para lidar com elas: faça você ou sugira ao seu chefe que reveja a lista de atribuições dessa pessoa. E passe para ela um trabalho em que possa manter-se com afinco até terminá-lo, sem interrupções. Isso dará a ela confiança para recusar outros trabalhos que não façam parte de suas atribuições.

D) PESSOAS QUE TENTAM DOMINAR,: Gostam de controlar ou se mostrarem superiores. Também são pessoas perigosas, pois são vistas por outros como “corajosas” ou “espertas” servindo de mau exemplo. Para lidar com elas: antes de tudo, mantenha a calma. Lembre-se que geralmente esse tipo de pessoa é, na verdade, pouco autoconfiante, e é a insegurança que a faz agir dessa maneira.

E) PESSOAS QUE DIZEM UMA COISA, MAS TENCIONAM, OU FAZEM  OUTRA : Não são nem um pouco confiáveis, pois não se sabe o que esperar delas.
Para lidar com elas: não arrisque, coloque tudo no papel. Assim terá provas para mostrar quem está falando a verdade.

F) PESSOAS QUE PENSAM QUE SABEM TUDO SOBRE TUDO. São as “donas da verdade”. São teimosas como mulas e, normalmente, é difícil fazê-las verem que não estão certas. E quando isso acontece, pode ter certeza que não se darão por vencidas, pois colocarão a culpa em outra pessoa. Para lidar com elas: não entre no seu “jogo”. Só rebata com veemência quando tiver certeza do que está falando. Outra maneira de lidar com esse tipo é dando a ele a chance de se tornar um expert em alguma área específica, deixando-o de fora das outras áreas da empresa.

OBSERVAÇÃO: É claro que os seres humanos tendem a ser muito mais complexos do que apenas esses “tipos” apresentados aqui. Porém, acreditamos que as personalidades descritas acima representam uma parcela substancial do que o vendedor irá encontrar no seu dia de trabalho.

Gerente: Ao Planejar Seu Dia Reserve Tempo Para Pensar

Após alguns anos ministrando aulas em instituições de ensino às vezes me surpreendo pensando em como a sala de aula é um verdadeiro laboratório de aprendizagem – tanto para os alunos quanto para os próprios docentes. Dia desses surpreendi um aluno meio cabisbaixo na sala e perguntei-lhe a razão:

_ “Professor estou chateado. Imagine o senhor que outro dia, ao passar pela sala do Gerente da empresa em que trabalho eu o surpreendi com os pés sobre a mesa, mãos atrás da cabeça e……………pensando, professor!!!” Exclamou indignado.

Parafraseando Henri Ford respondi-lhe que pensar era “uma das mais árduas tarefas empresariais” e que, por isso mesmo, talvez existissem poucos gerentes eficazes. Mostrei a ele que existem basicamente três (3) tipos de funcionários numa empresa:

  • Os Funcionários Operacionais: São aqueles que operacionalizam os processos. São os funcionários “de linha”; ou seja, estão na linha de frente da organização. Eles executam as tarefas que já foram definidas pela empresa e não criam novas tarefas. São os vendedores, os operários, fiscais, atendentes, etc.
  • Os Funcionários Táticos: Esses trabalhadores elaboram as operações que deverão ser realizadas pelos operacionais. Ou seja, eles ouvem os diretores, interpretam suas idéias e elaboram as operações que deverão ser cumpridas pelos operacionais. Para realizar esse tipo de trabalho eles devem – principalmente – saber pensar, pois além de entender o que os diretores querem (árdua tarefa) eles precisam LIDERAR os operacionais a fim de executarem essas tarefas. São os funcionários que ocupam cargos gerenciais como Gerentes, Encarregados, Supervisores, etc.
  • Os Funcionários Estratégicos: São aqueles que utilizam seu talento para planejar o futuro da organização. Esses funcionários devem saber pensar estrategicamente; ou seja, em médio e / ou longo prazo. São os presidentes das empresas, os diretores, superintendentes, etc.

Dentro das organizações, muitos funcionários pensam como aquele aluno e não é raro observar até mesmo alguns Gerentes e Diretores se envergonharem de serem flagrados em suas mesas, aparentemente fazendo NADA. E muitos empresários – talvez a maioria – não reservam tempo em suas agendas para uma reflexão tranqüila e serena.

Poucos são os que dedicam uma ou duas tardes por semana à leitura e um pouco de reflexão. Muitos gestores são levados ao sabor dos acontecimentos e se satisfazem em tomar decisões apressadas o dia todo, em qualquer assunto que o dia lhes apresente.

Ao assumir a presidência do maior banco americano, Frank Vanderlip foi perguntado por um repórter como ele encontrava tempo para pensar, uma vez que o seu dia-a-dia era repleto de reuniões e compromissos: _ “Como você pode observar, aqui no banco eu não tenho tempo para reflexões e por isso eu o faço em casa ou em ocasiões em que seja obrigado a ficar completamente isolado”.

O Sr. Harriman – que durante décadas foi presidente da maior empresa ferroviária dos EUA – declarou uma vez que gostava de aparecer nas agências sem ser anunciado, a fim de encontrar alguns de seus executivos com os pés sobre a mesa aparentemente fazendo nada. Ele pressupunha que o gestor estivesse pensando.

Sendo assim, devemos refletir sobre algo bem simples: _ todo o nosso sucesso se origina do pensamento e, não apenas o sucesso, mas TUDO o mais surge primeiro sob forma de pensamento na mente humana. Portanto, devemos considerar que PENSAR é a matéria-prima do qual é feito o sucesso, pois isso nos influenciará a planejar nossos dias e semanas e a reservar mais tempo para uma reflexão tranqüila, serena e sem remorsos.

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Gerente: Administre Seu Tempo e Reduza o Estresse

Há mais de seis séculos o inglês Geoffrey Chaucer – a caminho de Canterbury – se admirou com o fato de que o tempo, uma vez perdido, jamais poderia ser recuperado. Mais recentemente, Peter Drucker nos ensinou que o tempo é o recurso mais escasso do ser humano e, se ele não for administrado, nada mais poderia ser administrado. Porém, na incansável busca do controle científico do tempo muitos gestores podem adquirir um mal maior – o estresse.

Durante uma consulta um jovem Gerente relatou a seu médico que o seu trabalho criava o estresse, o qual o impedia de realizar bem o seu trabalho. O médico pediu-lhe para relatar um dia típico do seu trabalho e, ao final de 10 minutos de narrativa, o médico disse: _ “Chega! Você forneceu detalhes em quantidade suficiente para mantê-lo ocupado por dois dias. Você precisa de um bom sistema de administração do tempo voltado para as prioridades”. Dessa forma, em vez de remédios tradicionais, o médico “receitou” as seguintes atitudes:

A)   Cancele Todas as Reuniões: Roberto Bontempo – principal executivo de uma rede de varejo brasileira descobriu que muito do seu estresse provinha das reuniões regulares e, diante disso, ele resolveu cancelá-las. “Agora eu me reúno com os diretores individualmente, para resolver um problema específico ou tomar uma decisão. Agora não temos mais agenda de reuniões, nem plataformas pessoais, nenhuma fofoca e muito menos discussão sobre resultados de jogos” – diz ele. Bontempo tomou essa decisão porque todas as vezes que ele telefonava para uma de suas filiais para falar com algum Gerente, invariavelmente ouvia que a pessoa estava “em reunião”. Quando o telefonema era retornado Bontempo perguntava o que o Gerente havia conseguido com a tal reunião. Mas, como ninguém relatava que algo de concreto era realizado, ele decidiu terminar com as reuniões.

B)    Evite Metade das Reuniões: As reuniões que deixam as decisões no ar alimentam outras reuniões igualmente inúteis, aumentando o nível de estresse. Sendo assim, se você for convidado para uma reunião inútil, pergunte-se se realmente tem que ir. Se você não puder contribuir, não vá.

C)    Esteja Bem Fisicamente Para Aliviar a Tensão: Caio Demógenes (membro  do conselho diretor de uma multinacional suíça) descobriu que seu trabalho possuía grande conteúdo de pressão. Os amigos recomendaram exercícios diários, embora Caio considerasse os exercícios em academia chatos e humilhantes. “Se ao menos os exercícios fossem tão interessantes quanto dança de salão, eu me dedicaria a isso” – disse uma vez aos seus amigos. “Ora….então faça dança de salão” – disseram eles. Hoje, Caio alivia seu estresse profissional dançando duas vezes por semana em uma academia de São Paulo.

D)   Trabalhe Mais Rápido e Sinta-se Melhor: Redução de estresse é uma vantagem que se adquire com a administração eficaz do tempo. Não existem horas suficientes no dia para lidar com as pessoas, com as reuniões que deve participar ou os documentos que você deve processar. Raramente há horas suficientes para retornar telefonemas e muito menos para pensamentos e reflexões. Como se adquire mais horas? Fazendo tudo mais rápido e não desperdiçando tempo

E)    Deixe o Trabalho no Escritório: Ocasionalmente você pode sentir a necessidade de levar trabalho para casa e, se você se descobrir fazendo isso regularmente, é sinal de que algo está errado. Exceto em uma emergência, trabalhar em casa (depois de um dia cansativo, por exemplo) não é muito produtivo e pode afastar seus familiares do seu convívio.

F)     Tome Decisões Rápidas: Muitas decisões gerenciais são erradas. Então tome decisões rapidamente, pois acima de tudo as decisões rápidas evitam muito estresse. Cuidado apenas para não confundir decisões rápidas com decisões apressadas.

G)   Poupe Tempo em Uma Crise: Uma crise é uma situação perigosa, imprevisível e com alto teor de estresse. Dessa forma, você deve agir rapidamente para impedir o dano. As regras são: (1) Mantenha-se em seu posto e resista à tentação de sair de sua mesa para apagar o “incêndio” você mesmo; (2) Dê instruções claras, explicando brevemente a situação e o que você quer realizar. Descreva o método para atingi-lo e faça com que seu pessoal lhe envie relatórios freqüentes.

H)   Combine Cuidadosamente Trabalho e Descanso: Trabalhar por longos períodos sem uma parada não é uso eficaz do tempo, pois diminui a energia instala a chatice e acumula tensão. A irritabilidade, a fadiga crônica, a dor de cabeça, a ansiedade e a apatia derivam da falta de variedade. Portanto, faça intervalos regulares e sente-se em outra cadeira, levante-se e estique o corpo, pois isso libera a tensão.

A Prestação de Serviços Nos Pontos de Vendas e o Perfil do Profissional em Merchandising

Pode-se definir serviço como a soma de todo valor agregado – tangível e/ou intangível – pelo qual o consumidor paga. Dessa forma, o valor de um serviço deve ser considerado conforme a percepção que o consumidor faz dele e não de quem o fornece. Diante disso, o real objetivo das empresas deve ser o de conquistar e manter clientes.

Sendo assim, prestar serviços significa suprir todas as necessidades dos consumidores, dando-lhes atenção e realizando trabalhos que visem atender as reais prioridades deles. E é nisso que as empresas devem diferenciar-se de seus concorrentes.

Portanto, as organizações devem direcionar seus esforços e disposição para ajudar os consumidores, tornando claro o resultado do serviço na mente deles, a tal ponto que eles divulguem esses serviços aos outros consumidores potenciais. Por isso, a parte mais importante da prestação de serviços são as pessoas da linha de frente, as quais têm autonomia para exercerem suas funções com inteligência e criatividade. Ou seja, o profissional em Merchandising e Promoção de Vendas.

PERFIL DO PROFISSIONAL DE PROMOÇÃO DE VENDAS:

O objetivo deste capítulo é delinear o que as empresas esperam de seus colaboradores que atuam em Promoção de Vendas e Merchandising em termos de postura, comportamento, imagens e ações:

DINÂMICO: Pessoa de iniciativa, que procura resolver as dificuldades em vez de queixar-se delas. Que se movimenta e age, e não somente “reage”. Que enfrenta os problemas em busca de resultados positivos para a empresa.

COLABORADOR: Alguém que sempre trabalha em equipe, colocando-se sempre à disposição de seus colegas para ajudar. Informa sempre à sua empresa sobre as oportunidades e as mudanças no segmento e os problemas relacionados às lojas sob sua responsabilidade.

POLIDO E ZELOSO COM  SUA APARÊNCIA:  Gente que se cuida; que gosta de si, que busca respeitar seus clientes. Não os agride com gestos, palavras ou atitudes e tampouco com sua aparência descuidada. Suas vestimentas são sua própria imagem no local de trabalho.

INFORMADO: Pessoa que procura informar-se do que se passa pelo mundo, desenvolvendo sua cultura geral; e até seu relacionamento com as pessoas.

FLEXÍVEL: Procura relacionar-se com todos de forma não agressiva. Sem preconceitos, julgamentos desnecessários, ou críticas destrutivas.

AMBICIOSO: Sabe o que quer da vida e trabalha para isso. Persegue resultados obstinadamente e os atinge. Estabelece suas metas sem perder o bom senso e a autocrítica.

PACIENTE: Procura não ser irritável ou irritadiço, respeitando as dificuldades dos outros e acalmando, sempre que possível, ânimos exaltados.

HUMILDE: É um traço cuja ausência faz as pessoas se parecerem arrogantes e desumanas.  O profissional em Promoção de Vendas deve ter vontade e disposição para aprender com as pessoas e com seus erros. Isso não quer dizer “abaixar a cabeça”, mas levantá-la com moderação para ver o que se passa afora.

CRIATIVO: Identifica as oportunidades e atua com sensibilidade, valorizando o seu trabalho, os produtos da empresa e suas próprias idéias.

DISCIPLINADO: Consciente de suas atribuições, importância e papel na empresa, cumprindo suas obrigações de forma produtiva e responsavelmente.

ORGANIZADO: Responsável e zeloso pelos equipamentos e material de trabalho à sua disposição, tanto da empresa quanto do cliente.

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Graduação a Distância, Você Faria?

Graduação a Distância

Graduação à Distância

Com esse boom da tecnologia, novas mídias, um mundo na internet não era de se espantar que o ensino ficasse mais cibernético, afinal tudo a nossa volta começa a ser mais tecnológico e a graduação é uma dessas novas modalidades de Ensino a Distância, um novo método virtual que vem ganhando mais adeptos a cada, mas que ainda deixa alguns com uma certa dúvida se devem ou não fazer.

Existe muitas razões que levam as pessoas a cursar uma Faculdade a distância, afinal a falta de tempo hoje em dia é a principal delas. Poder escolher o horário que vai estudar todos os dias atrai milhares de pessoas para este novo ensino. Esta é a principal vantagem de uma Graduação a Distância, a flexibilidade nos horários, pelo fato de não ter que se deslocar até a Universidade e também pelo preço que se paga por uma graduação dessas.

Por não precisar de espaço físico, cadeiras, mesas e até a luz de uma sala de aula a Graduação a Distância se torna mais barata, afinal a única coisa que se precisa é de um ambiente virtual para enviar os trabalhos e conversar com seu professor, esta conversa se dá sempre via e-mail onde também suas dúvidas são esclarecidas.

Muitas pessoas pensam que a Graduação a Distância é uma forma fácil de “conseguir um diploma”, porém isto não é verdade. As disciplinas são bem mais difíceis e o ensino é bem mais forte, justamente para fazer o aluno aprender e se emprenhar em ir atras do seu conhecimento, tem que estar preparado para arcar com este alto grau organizando muito bem seus horários, se comprometendo a estudar.

Se você esta pretendendo fazer algum curso de Graduação a Distância, pesquisa bastante as Universidades que estão oferecendo, veja como é o ambiente virtual deles, como é a qualificação dos professores e não esqueça que sua disciplina em relação a estudos terá que ser bem rigorosa.

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5 Coisas que Você Não Deve Fazer no Trabalho

5 Coisas que Você Não Deve Fazer no Trabalho

5 Coisas que Você Não Deve Fazer no Trabalho

Um bom ambiente de trabalho pode tornar qualquer pessoa mais feliz, por isso que precisa-se sempre tomar cuidado com as atitudes que tomamos para não fazer com que pessoas comecem a reclamar do que estamos fazendo ou então tornar todo o ambiente desagradável.

Um clima pesado dentro de uma empresa pode trazer sérias consequências, como redução do rendimento dos funcionários, trabalhos realizados com displicência, entre outros que muitas vezes podem ser resultado não só do chefe, mas um único funcionário, não importa o seu posto, pode colocar um serviço por água abaixo.

Confira algumas coisas que você não deve fazer para se tornar esse causador da desgraça na empresa:

1. Nunca menospreze o serviço de alguém, todos são importantes em uma equipe de trabalho para que tudo saia do melhor modo possível;

2. Não ache que sempre você realiza melhor o serviço dos que estão ao seu redor, cada um possui uma qualidade, mas temos que saber ser modestos e não querer ficar passando por cima dos outros;

3. Mesmo que você seja o que precisa dar as ordens, saiba como fazê-lo, não se mostre autoritário. Solicite e não demonstre arrogância quando for dar uma tarefa para as pessoas.

4. Nem pense em mentir, por menor que seja o motivo sempre seja claro com todos. Uma pequena mentira pode levar a sérios problemas, além de acabar com qualquer confiança que a empresa possa ter em relação a você.

5. Não elogie uma pessoa mais do que ela mereça, mesmo se for o seu chefe. Puxas-sacos são considerados chatos e desagradáveis, nunca sabendo quando eles estão realmente sendo sinceros e isso pode afastar os seus companheiros de trabalho de você.

Mesmo tomando todos os cuidados, podem existir pessoas que acabem fazendo uma dessas coisas ou até mesmo outras, muitas vezes até alguém que já saiu pode deixar um clima chato dentro da empresa. Uma coisa que pode ajudar muito nessas situações é uma palestra de qualidade de vida dentro da empresa ou de motivação.

Com uma palestra bem dada, a equipe provavelmente se animará e caso exista alguma pessoa que seja um desses casos ou qualquer outro desagradável, pode perceber que está sendo negativo não apenas para sua vida, mas para todos que estão ao seu redor. O jeito é sempre se monitorar de nossas atitudes, mas também não rejeitar a ajuda que vem de outros por meio de palestras que sempre agregam alguma coisa em nossa vida.

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Psicanalista

PSICANALISTA

CBO nº 2515-50

CBO – Classificação Brasileira de Ocupações

2515-50 – Psicanalista

Analista (psicanálise)

Por meio desta publicação o Ministério do Trabalho e Emprego – MTE disponibiliza à sociedade a nova Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, que vem substituir a anterior, publicada em 1994.

Desde a sua primeira edição, em 1982, a CBO sofreu alterações pontuais, sem modificações estruturais e metodológicas. A edição 2002 utiliza uma nova metodologia de classificação e faz a revisão e atualizações completas de seu conteúdo.

A CBO é o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro. Sua atualização e modernização se devem às profundas mudanças ocorridas no cenário cultural, econômico e social do País nos últimos anos, implicando alterações estruturais no mercado de trabalho.

A nova versão contém as ocupações do mercado brasileiro, organizadas e descritas por famílias. Cada família constitui um conjunto de ocupações similares correspondente a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da ocupação.

O banco de dados do novo documento está à disposição da população também em CD e para consulta pela Internet.

Uma das grandes novidades deste documento é o método utilizado no processo de descrição, que pressupõe o desenvolvimento do trabalho por meio de comitês de profissionais que atuam nas famílias, partindo-se da premissa de que a melhor descrição é aquela feita por quem exerce efetivamente cada ocupação.

Estiveram envolvidos no processo pesquisadores da Unicamp, UFMG e Fipe/USP e profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai. Trata-se de um trabalho desenvolvido nacionalmente, que mobilizou milhares de pessoas em vários pontos de todo o País.

A nova CBO tem uma dimensão estratégica importante, na medida em que, com a padronização de códigos e descrições, poderá ser utilizada pelos mais diversos atores sociais do mercado de trabalho. Terá relevância também para a integração das políticas públicas do Ministério do Trabalho e Emprego, sobretudo no que concerne aos programas de qualificação profissional e intermediação da mão-de-obra, bem como no controle de sua implementação.

2515-50 – Psicanalista – Analista (psicanálise)

Descrição sumária

Estudam, pesquisam e avaliam o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação; diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura; investigam os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de área e afins.

Condições gerais de exercício

Os profissionais dessa família ocupacional atuam, principalmente, em atividades ligadas à saúde, serviços sociais e pessoais e educação. Podem trabalhar como autônomos e/ou com carteira assinada, individualmente ou em equipes. É comum os psicólogos clínicos, hospitalares, sociais e neuropsicólogos trabalharem com supervisão. Têm como local de trabalho ambientes fechados ou, no caso dos neuropsicólogos e psicólogos jurídicos, pode ser a céu aberto. Os psicólogos clínicos, sociais e os psicanalistas, eventualmente, trabalham em horários irregulares. Alguns deles trabalham sob pressão, em posições desconfortáveis durante longos períodos, confinados (psicólogos clínicos e sociais) e expostos à radiação (neuropsicólogos) e ruídos intensos. A ocupação psicanalista não é uma especialização, é uma formação, que segue princípios, processos e procedimentos definidos pelas instituições reconhecidas internacionalmente, podendo o psicanalista ter diferentes formações, como: psicólogo, psiquiatra, médico, filósofo etc.

Formação e experiência

Para os trabalhadores dessa família é exigido o nível superior completo e experiência profissional que varia segundo a formação. Para os psicólogos, de um modo geral, pede-se de um a quatro anos, como é o caso do psicólogo clínico. Para o psicanalista é necessário, no mínimo, cinco anos de experiência. Os cursos de qualificação também variam de cursos básicos de duzentas a quatrocentas horas-aula, como no caso do psicólogo hospitalar, mais de quatrocentas horas-aula para os psicólogos jurídicos, psicanalistas e neuropsicólogos, até cursos de especialização para os psicólogos clínicos e sociais. A formação desses profissionais é um conjunto de atividades desenvolvidas por eles, mas os procedimentos são diferentes quanto a aspectos formais relacionados às instituições que os formam.

Áreas de Atividades

A – AVALIAR COMPORTAMENTOS INDIVIDUAL, GRUPAL E INSTITUCIONAL.

1 Triar casos

2 Entrevistar pessoas

3 Levantar dados pertinentes

4 Ler processos e prontuários

5 Observar pessoas e situações

6 Escutar pessoas ativamente

7 Investigar pessoas, situações e problemas

8 Escolher o instrumento de avaliação

9 Aplicar instrumentos de avaliação

10 Mensurar resultados de instrumentos de avaliação

11 Analisar resultados de instrumentos de avaliação

12 Sistematizar informações

13 Elaborar diagnósticos

14 Elaborar pareceres, laudos e perícias.

15 Responder a quesitos técnicos judiciais

16 Selecionar recursos humanos

17 Devolver resultados (devolutiva)

18 Recrutar recursos humanos para instituições

B – ANALISAR – TRATAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES.

1 Propiciar espaço para acolhimento de vivências emocionais (Setting)

2 Oferecer suporte emocional

3 Tornar consciente o inconsciente

4 Propiciar criação de vínculo paciente-terapeuta

5 Interpretar conflitos e questões

6 Elucidar conflitos e questões

7 Promover integração psíquica

8 Promover desenvolvimento das relações interpessoais

9 Promover desenvolvimento da percepção interna (Insight)

10 Realizar trabalhos de estimulação psicomotora, psicológica e neuropsicológica.

11 Mediar grupos, família e instituições para solução de conflitos.

12 Reabilitar aspectos cognitivos

13 Reabilitar aspectos psicomotores

14 Reabilitar aspectos comportamentais

15 Reabilitar aspectos corporais

16 Facilitar grupos

17 Dar alta

C – ORIENTAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES.

1 Propor alternativas de solução de problemas

2 Esclarecer as repercussões psicológicas decorrentes dos procedimentos médico-hospitalares

3 Informar sobre desenvolvimento do psiquismo humano

4 Dar orientação para mudança de comportamento

5 Aconselhar pessoas, grupos e famílias

6 Orientar sobre vocações (Orientação vocacional)

7 Orientar grupos profissionais

8 Orientar sobre plano de carreira

9 Orientar grupos específicos (Pais, adolescentes etc)

10 Orientar sobre programas de saúde pública

11 Orientar as implementações de programas de prevenção na saúde pública

12 Assessorar instituições

13 Propor intervenções (Encaminhamento)

D – ACOMPANHAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES.

1 Acompanhar impactos de intervenções

2 Acompanhar o desenvolvimento e a evolução de intervenções

3 Acompanhar a evolução do caso

4 Acompanhar o desenvolvimento de profissionais em formação e especialização

5 Acompanhar resultados de projetos

6 Visitar instituições e equipamentos sociais

7 Visitar domicílios

8 Acompanhar visitas multidisciplinares

9 Participar de audiências

10 Acompanhar plantões técnicos

11 Acompanhar plantões de visita do tribunal de justiça

12 Acompanhar egressos de tratamento

E – EDUCAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES.

1 Estudar casos em grupo

2 Apresentar estudos de caso

3 Ministrar aulas

4 Supervisionar profissionais da área e áreas afins

5 Supervisionar estágios da área e áreas afins

6 Realizar trabalhos para desenvolvimento de competências e habilidades profissionais

7 Formar psicanalistas

8 Formar especialistas da área

9 Treinar profissionais da área e afins

10 Desenvolver cursos para grupos específicos

11 Confeccionar manuais educativos

12 Reeducar pessoas para inserção social e familiar

13 Desenvolver processos de recrutamento e seleção

14 Desenvolver cursos para profissionais de outras áreas

15 Propiciar recursos para o desenvolvimento de aspectos cognitivos

16 Desenvolver projetos educativos

17 Acompanhar resultados de cursos, treinamentos.

F – DESENVOLVER PESQUISAS EXPERIMENTAIS, TEÓRICAS E CLÍNICAS.

1 Investigar o psiquismo humano

2 Investigar o comportamento individual, grupal e institucional

3 Investigar comportamento animal

4 Definir problema e objetivos

5 Pesquisar bibliografia

6 Definir metodologias de ação

7 Estabelecer parâmetros de pesquisa

8 Construir instrumentos de pesquisa

9 Padronizar testes

10 Coletar dados

11 Organizar dados

12 Compilar dados

13 Fazer leitura de dados

14 Integrar grupos de estudos de caso

G – COORDENAR EQUIPES E ATIVIDADES DE ÁREA E AFINS

1 Planejar as atividades da equipe

2 Programar atividades gerais

3 Programar atividades da equipe

4 Distribuir tarefas à equipe

5 Trabalhar a dinâmica da equipe

6 Monitorar atividades de equipes

7 Preparar reuniões

8 Coordenar reuniões

9 Coordenar grupos de estudo

10 Organizar eventos

11 Identificar recursos da comunidade

12 Avaliar propostas e projetos

13 Avaliar a execução das ações

H – PARTICIPAR DE ATIVIDADES PARA CONSENSO E DIVULGAÇÃO PROFISSIONAL

1 Participar de palestras, debates, entrevistas, seminários, simpósios

2 Participar de reuniões científicas (Congressos, etc)

3 Publicar artigos, ensaios, livros científicos

4 Participar de comissões técnicas

5 Participar de conselhos municipais, estaduais e federais

6 Participar de entidades de classe

7 Participar de eventos junto aos meios de comunicação

8 Divulgar práticas do psicólogo e psicanalista

9 Fornecer subsídios a estratégias e políticas organizacionais

10 Fornecer subsídios à formulação de políticas públicas

11 Fornecer subsídios à elaboração de legislação

12 Buscar parcerias

I – REALIZAR TAREFAS ADMINISTRATIVAS

1 Redigir pareceres

2 Redigir relatórios

3 Agendar atendimentos

4 Convocar pessoas

5 Receber pessoas

6 Organizar prontuários

7 Preencher formulários e cadastro

8 Consultar cadastros

9 Criar cadastros

10 Redigir ofícios, memorandos, despachos.

11 Redigir projetos para captação de recursos

12 Criar instrumentos de controle administrativo

13 Compor reuniões administrativas e técnicas

14 Fazer levantamentos estatísticos

15 Comprar material técnico

16 Prestar contas

Competências pessoais

1 Manter sigilo

2 Cultivar a ética

3 Demonstrar ciência sobre código de ética profissional

4 Demonstrar ciência sobre legislação pertinente

5 Trabalhar em equipe

6 Manter imparcialidade e neutralidade

7 Demonstrar bom senso

8 Respeitar os limites de atuação

9 Ser psico-analisado

10 Ser psico-terapeutizado

11 Demonstrar continência (Acolhedor)

12 Demonstrar interesse pela pessoa/ser humano

13 Ouvir ativamente (saber ouvir)

14 Manter-se atualizado

15 Contornar situações adversas

16 Respeitar valores e crenças dos clientes

17 Demonstrar capacidade de observação

18 Demonstrar habilidade de questionar

19 Amar a verdade

Recursos de trabalho

* Caixa lúdica

* Testes

* Computador

* Questionários

* Inventários

* Material gráfico

* Escolas

* Softwares específicos

* Divã

* Material lúdico

(*) Ferramentas mais importantes

Palavras-chave:
    decoração psicanalista
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