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Ser Voluntário

Muitas pessoas que praticam a caridade por meio do serviço voluntário buscam força na palavra do evangelho. Esta palavra lhes dá coragem, pois Deus, ainda que sejamos infiéis, não se esquece de nós. Ele nos dá o poder de vencer, em nome de Jesus, os males que afligem as pessoas e garante que nossos nomes estão escritos no céu. Somos a vinha do Senhor, cuidada com carinho pelo Pai e regada pelo sangue de Cristo para que produza os frutos de paz e de vida que Deus deseja e espera de nós. O Batismo nos comprometeu com uma missão da qual não podemos fugir.

Nosso primeiro compromisso é para com Deus e para com o próximo, aquele que vive ao nosso lado. O Cristão vive a dinâmica da constante conversão. Por isso é necessário fazer como Maria: escutar o que o Senhor tem a dizer, para crescer na compreensão e no cumprimento da vontade de Deus. Como seguidores que rezam com espírito de Jesus, os Cristãos devem aprender que toda sua vida é resposta de agradecimento à iniciativa de salvação que vem do amor do Pai. A perseverança faz parte da vida do cristão e é princípio fundamental de toda doutrina do evangelho sobre a oração.

Quando as coisas não andam bem, não se pode culpar a Deus, mas sim a nossa inconstância. Deus está sempre atento aos que o buscam e por isso devemos ser perseverantes na oração, pois é ela que anima e nos dá força na dúvida e na incerteza. Devemos sempre venerar a Maria, que teve o privilégio de ser mãe do salvador, nosso mestre. Ela tornou-se o sacrário vivo de Jesus e o entregou à humanidade. Os sinais de Jesus se manifestam em nossa história. A consciência de que somos chamados por Deus à santidade e de que Jesus se faz presente nos mais necessitados é o grande sinal dos nossos tempos.

A justiça salvífica de Deus é oferecida indistintamente a todos os que creem em Cristo. Ela tem sua fonte na redenção operada por Jesus, que nos convida a superar toda hipocrisia, grande obstáculo à ação eficaz da Igreja. A fé em Deus ajuda a superar todos os medos e dificuldades, pois ele é o Senhor da vida, nosso refúgio e proteção. O trabalho de evangelização por meio do serviço voluntário não é fácil e por isso, muito o rejeitam. Mas Jesus insiste em convidar pessoas generosas para assumir com responsabilidade essa tarefa. O trabalho voluntário também se põe a serviço da Justiça e por onde passa, provoca mudança e conversão. Nem sempre a pessoa consegue fazer o bem que se propôs a realizar. Para isso, é preciso estar atento aos sinais dos tempos e assumir opções acertadas.

A bondade de Deus age em cada um de nós constantemente, e, como herdeiros dele, estamos comprometidos a fazer o bem, sem medir esforços nem aceitar restrições. Mesmo sabendo que o Espírito de Deus vem em nosso auxílio, o voluntário não pode esquecer a sua parte na tarefa missionária. Colaborar na construção do reino exige renúncia e desprendimento. Às vezes algumas atitudes cristãs podem incomodar interesses instalados na sociedade e até trazer rejeição, mas o Espírito de Deus não se afasta, ele nos ama e nos dá coragem na caminhada. É importante também que as boas ações devem ser acompanhadas da reta intenção, isto é, ser realizadas segundo o Espírito generoso de Deus, sem esperar retribuição ou benefício próprio. Por fim, qualquer função que assumimos de coração e com humildade, preservando os valores cristãos, ajuda-nos a contribuir para a unidade do povo de Deus e a Paz no mundo.

Sou Claudio R. de Oliveira, estudante de Tecnologia da Informação e amante da Astronomia, também sou Católico Praticante. Meu site: http://www.cosmos.eti.br. Meu Blog: http://www.webcromusic.com

A Mente Perigosa

O telefone toca, ouço uma voz que diz: – Alô, com quem deseja falar? ! Sim, é ela, como você vai? Comigo tudo na paz de Deus e você? Quanto, tempo não nos falamos? Também estou com muita saudade e feliz por estar falando com você! Com certeza! Você sempre será bem vindo em minha casa!

Enquanto a conversa desenrola, a mente perigosa da pessoa sem temor a Deus trabalha durante o dialogo: — Não acredito! Que sem vergonha, como pode ligar para minha casa depois de tanto tempo sem dar noticias e ainda querer vim me visitar! … Pessoal, sabe quem acabou de ligar, foi o fulano, caso ligue novamente, diga que não estou não me chame! .

Muitos guardam dentro dos corações as marcas do passado, por não conseguirem esquecer o mal que alguém lhe fez e ainda induzem outras pessoas mentirem a seu favor! Passam-se os anos e eles continuam presos as pessoas que lhe feriram, porque não conseguem liberar o perdão. Como uma sobra em sua vida, o acompanhando por todos os lados, vive cheia de rancor e muita magoa nos corações!

Perguntamos-nos: Para que continuar seguindo por este caminho tão doloroso, que não vai levá-los a lugar nenhum? A não ser ao caminho das doenças crônicas, que poderão levá-los a morte! Deus nos ensina a perdoar, para sermos perdoados. Ele mesmo falou: E , quando estiverdes orando, perdoai se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, perdoe as vossas ofensas. Pra que ficar se martirizando desta maneira? Faça as pazes enquanto for dia, antes que a noite chegue e seja tarde demais!

Saiba de uma coisa: O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.
Perdoe quem te ofendeu e liberte-se deste mal que esta dentro de ti, pois não te fará bem , ao contrário , vai fazer de você uma pessoa doente e sem paz no teu Espírito! Cuidado! O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos. Quando aquele que te fez mal lhe procurar, lembre-se dos conselhos de Deus e seja forte! Não deixe que a raiva, as lembranças ruins, continue insistindo em menti-lo preso pelas marcas do passado.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. João 08:32.

Jesus ou Barrabás – A Escolha que Fazemos

O homem foi criado para ser um agente livre e capaz para tomar as suas próprias decisões, isto porque Deus queria se relacionar com alguém que pudesse escolher amá-lo livremente, sem qualquer intervenção de Sua parte. Sábia decisão do Criador. Ocorre que, dentro do coração humano acontecem coisas estranhas como, por exemplo, qual é o uso que faremos de nosso livre arbítrio. E a meta que traçarmos para nossas vidas vai, efetivamente, determinar o nosso destino.

Qual caminho escolher?

Qual caminho escolher?

Muitos pensam que as coisas vão acontecendo em nossas vidas ou porque assim estava escrito, ou porque Deus assim o quis. Mas, vejam bem, se fizermos escolhas erradas o que vai acontecer? Podemos dar com os burros n’água, e de quem será a culpa? Se dermos um tiro em nossa cabeça, vamos morrer, é suicídio, decisão que nós mesmos tomamos, porque assim o determinamos e assim o quisemos. Portanto, ninguém toma decisões por nós mesmos; respondemos por nossos atos.

Devido à crescente maldade nos corações dos homens, que sacudiram de si a soberania de Deus, há mais de dois mil anos atrás nasceu um homem especial nesta terra, enviado para resgatar a comunhão com o Criador e que seria o único, vejam bem o único sacrifício suficientemente capaz para salvar a humanidade de seus próprios pecados, de seus próprios erros, de sua própria fraqueza e deslizes, enfim de todas as péssimas obras da carne e, graças a Deus, também da sua própria vontade.

Só para termos um melhor entendimento do que isto tudo nos quer dizer, ao longo da nossa vida sempre temos diante de nós apenas duas opções, ou dois caminhos para escolhermos: Bom ou ruim, bem ou mal, forte ou fraco, morte ou vida, céu ou inferno, Deus ou o Diabo. Não precisamos de uma dose elevada de bom senso para discernirmos sobre isso, está patente aos nossos olhos, todavia, muitas das vezes optamos pelo que é mau, e estou para dizer que é na maioria das vezes, bastando apenas olharmos para o que anda acontecendo à nossa volta, para constatarmos a verdade. Portanto, nossa vida e o que acontece com ela é uma questão de escolha, o que nós queremos ser, o que vamos estudar, onde vamos investir tempo e dinheiro, e por aí vai. Só que algumas escolhas são determinantes, com resultados irreversíveis e de conseqüências eternas.

Uma grande escolha nos foi imposta, há mais de dois mil anos atrás, e o resultado determinou o futuro da humanidade: Jesus ou Barrabás. Quando estas duas opções foram apresentadas, o que estava sendo oferecido era para que o homem optasse entre o bem ou o mal, entre o justo e o injusto, entre a morte e a vida, entre o céu e o inferno, entre a bênção e a maldição, entre Deus e o Diabo. Vamos ver no que deu: “Crucifica-O! Crucifica-O!” e ainda “que o sangue dEle caia sobre nós e nossos filhos!”. Há mais de dois mil anos que sofremos as trágicas conseqüências daquela triste e deplorável decisão. É por isso que o mundo está do jeito que está, padecendo com tragédias tão tremendas que lhe foge à compreensão.

A escolha fatal foi entre um ser repleto de amor e um assassino, entre um que se deu no lugar dos condenados para lhes salvar a vida e um assassino! Péssima escolha fizemos. Mas, ainda há tempo para mudarmos a nossa decisão, ainda há tempo para escolhermos a vida e não a morte, o que nos impede? Pensemos bem em que representa cada uma das opções que temos, um é amor, é vida, é liberdade, é alegria eterna sem nenhum tipo de padecimento. O outro é morte, é inferno, é fogo eterno e um tormento que nunca se acaba. Tudo é uma questão de opção. Qual é a sua?

Apocalipse: A Mulher e a Besta

Por mais que se tente desviar do assunto, ou ainda por mais que se tente desvirtuá-lo, é simplesmente impossível diante das evidências, e, como diz o ditado “o pior cego é aquele que não quer enxergar”. Não há como escapar da dura realidade que nos espreita. Os capítulos dezessete e dezoito, do Livro do Apocalipse, o Livro das profecias de Deus, do qual muitos têm medo, outros não o consideram como tal e muitos outros o desprezam, falam de uma situação pela qual estamos passando na atualidade, e de uma outra que está para acontecer, com a manifestação dos juízos de Deus sobre a humanidade.

Em primeiro lugar, temos que entender que aquele precioso Livro não foi escrito por inspiração humana, pois o Apóstolo João foi arrebatado ao terceiro céu, lugar da morada do próprio Deus e Senhor, e dEle mesmo recebeu o Apocalipse. Em segundo lugar, devemos respeitar as palavras contidas na segunda carta de Pedro, capítulo 1, versículos 19 a 21 que diz assim: “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” Portanto, não deixa nenhuma margem para quaisquer dúvidas. Uma das abominações da atividade humana sobre a terra se encontra em uma localidade famosa, importante e poderosa, que influencia em todo o planeta o aspecto religioso e político, e pretende também influenciar no aspecto econômico. Ao descrever a figura de uma mulher montada em uma besta, coberta de nomes blasfemos e portando um cálice cheio de abominações e da impureza da sua prostituição, além de embriagada com o sangue dos santos, João falava de uma grande cidade que “reina sobre os reis da terra”.

Ele também explica que as sete cabeças da besta são sete colinas sobre as quais a cidade está edificada. Aquela mulher está assentada sobre muitas águas, o que significa dizer que ela estava sobre muitos povos, multidões, nações e línguas. Em uma análise um pouco mais profunda, vamos encontrar em todo o mundo apenas uma cidade que acumula em si todas aquelas características descritas por João, enquanto desterrado na ilha de Patmos. Nenhuma outra se iguala a Roma. Se estudarmos mais um pouco a história da inquisição e da perseguição aos cristãos impetrada por ela, veremos sobre qual sangue a visão de João fala. Estamos por ver aqui na terra, manifestações de forças e poderes tais, que jamais passaram pelas mentes brilhantes de quaisquer cineastas, ainda que tais pessoas estejam, atualmente, fazendo muitos filmes apocalípticos, e com um realismo exuberante. E isto não é nada agradável de se ver.

Para onde vou quando Morrer?

Esta, normalmente, não é uma pergunta muito agradável de responder a nós mesmos, e é ainda mais difícil quando ela nos é feita por outra pessoa. No entanto, ela faz parte de uma série de perguntas que o homem vive se fazendo como, por exemplo, “quem sou, de onde vim e para onde vou”. Talvez, uma história interessante nos possa remeter ao caminho da verdade, quanto às respostas que tanto buscamos.

Trata-se de um testemunho dado por um membro da Igreja Batista, quanto ao processo de sua conversão à Cristo. Á época, ele morava em Sidney, na Austrália, e quando estava passeando pela Rua George no setor comercial, da entrada de uma loja saiu um senhor de cabelos brancos, baixinho, de aparência estranha, com alguns folhetos nas mãos e o abordou com a seguinte pergunta: “O senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor vai para o céu?”.

O homem ficou perplexo com aquele acontecimento inédito em sua vida, mas recebeu de bom grado o folheto que lhe fora entregue. Tornando-se um membro da Igreja de Cristo, agora em Adelaide, no sul da Austrália, ele encontra uma mulher que dá um testemunho de haver encontrado o tal homenzinho da Rua George, sendo ela também convencida a mudar o rumo de sua vida. Alguns dias depois, o moço volta a Londres, onde estava morando e já com sua vida entregue a Jesus e, indo à sua Igreja ele pede uma oportunidade para dar um testemunho. Não por coincidência, outro membro também fala da história do homenzinho da Rua George, em Sidney. Então, o homem começou a arrazoar em seu coração que algo muito diferente e de dimensões admiráveis, estava acontecendo.

Mais à frente, em uma convenção no Caribe, outro testemunho de igual teor lhe foi dado. Retornando a Londres, na Assembléia Keswick no Lake-District, o moço comenta estes fatos maravilhosos que observara ao longo dos últimos tempos, todos com a mesma origem na Rua George, em Sidney na Austrália, quando se levantaram quatro pastores mais idosos, lembrando que a 25 ou 30 anos atrás também estiveram com aquele homenzinho na Rua George, fazendo-lhes sempre a mesma pergunta: “O senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, vai para o céu?”. Algum tempo depois, nosso protagonista retorna a Sidney e procura pelo homenzinho, encontrando-o já bastante exaurido de suas forças, mas que o recebera de muito bom grado, servindo-lhe um chá.

Conversando com ele, e lhe mostrando que aquele folheto que lhe havia sido entregue mudara a sua vida para sempre, o velhinho chorou e lhe disse que nunca havia tomado conhecimento de que alguém houvesse se convertido a Cristo, através do seu trabalho e de suas palavras, e que muitos dos que tiveram contato com ele haviam rejeitado a sua pergunta, nem lhe respondendo ou dando-lhe crédito.

Esta breve história serve para estimular em nossa vida a famosa pergunta: “Para onde vou quando morrer?” e a resposta é muito simples, bastando para tanto observarmos o que nos diz o Criador no Livro de Deuteronômio 30.19: “Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam, e para que vocês amem ao Senhor, o seu Deus, ouçam a Sua voz e se apeguem firmemente a Ele”. Pois o Senhor é a sua vida. Pronto, agora temos condições de escolher, a vida está no Senhor e a morte está no Diabo. A pergunta tem resposta. Para onde você vai quando morrer?

Religião: O que vem a ser isto?

Ao analisarmos a palavra em si, na sua mais estrita acepção, veremos que nos fala sobre religar ou simplesmente ligar novamente. E isto é o que ela nos quer dizer na sua origem em latim “religio”. Muitas pessoas confundem o verdadeiro sentido desta palavra, e isto tem sido fatal para elas. Vamos tentar entender o porquê, com um breve comentário sobre ela, nos atendo ao seu principal significado, qual seja, o de religar.

Oque é religião?

Oque é religião?

Pois muito bem, nos é bastante lógico que religar indica que algo ou alguém esteve em uma condição anterior de ligado ou unido a também algo ou a alguém. Como falamos de uma palavra que trata de crença ou ainda mesmo de fé, e isto somente poderia originar no ser humano, estamos, portanto, tratando do sentido de alguém ligado a outro alguém. Mas, para sermos religados precisaríamos estar ligados a alguém antes, e é este alguém que vai solucionar esta importante questão. Deus criou o mundo, mas, não para que o mundo vivesse independentemente dEle. Todavia, o homem tem, desde o princípio de sua criação, uma tendência muito grande a se afastar do seu Criador, por entender que não precisa dEle.

Dando ouvidos à voz do seu arquiinimigo, Satanás, sacudiu de si a soberania de Deus e se afastou dEle, desligando-se de Deus pela desobediência. Caindo no desalento, busca agora um super eu dentro si para conseguir sobreviver, e se “emburaca” nas drogas, na prostituição, nos remédios controlados, nos divãs dos analistas, tentando entender o porquê de suas mazelas. Nesta busca insana pela salvação de sua alma, o homem criou para si diversos caminhos, entre eles o da adoração de ídolos que ele mesmo cria de pedaços de madeira, de ferro, gesso ou até mesmo de ouro e prata. A estes ele se liga fortemente e se submete, achando que neste procedimento de prostituto cultual ele está seguro. Quando vem a aflição e a angústia, o seu ídolo de pau ou de pedra, ou ainda de ouro ou prata, fica ali onde foi colocado, calado, não se move e não emite nenhum som, ainda que o homem se derreta em copiosas lágrimas de crocodilo. Ao Seu Criador, nada.

Para este desligamento, no entanto, foi criado um santo remédio, que tira das costas do homem a carga do seu pecado, que o separou da figura paterna do Criador: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Ele disse “o caminho” e não “um dos caminhos”, portanto, não adianta ao homem, que se desligou de Deus por sua própria vontade, procurar escape da condenação por meio de “outros caminhos”, por mais convidativos que estes lhe possam parecer, pois para isso só há uma solução: Religar-se a Deus, que tem todo o poder para salvá-lo e restabelecer a comunhão dos tempos da criação. Esta religação se dá por intermédio da aceitação tácita de quem pode, efetivamente, reconduzi-lo ao Caminho, o grande Eu Sou. Religião, esta palavra significa mesmo religado, ou novamente ligado por um Caminho, o único: Jesus Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. O Único.

Sempre Há Alguém Partindo

Enfrentar com dignidade a tempestade e refazer-se interiormente após sua passagem não é tarefa fácil. Temos necessidade de harmonia na mente para que o corpo fique em paz. Quando passamos por perdas há todo um desequilíbrio que não sabemos por onde começar para retomar a nossa vida.

Principalmente quando se trata da partida de alguém que já cumpriu sua parte na vida terrena e vai embora quando chegou sua hora, dizem alguns, foi escolha, alegam outros. Mas não há resposta para o vazio que provocam em nosso íntimo tampouco conformidade com a perda. Choramos por aquele que se foi, mas no fundo nossas lágrimas são de autopiedade, coitadinhos de nós que vamos sofrer com a ausência física.

Sempre há alguém indo embora, seja inesperado ou como vela que se apaga serenamente. A inconformidade é idêntica em todos. Racionalmente sabemos que uma hora ou outra partiremos, é assim que caminha a humanidade, mas nossos pobres sentidos rendem-se ao mistério da vida e a pergunta permanece: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Nossas crenças nos ajudam a acalmar o coração, mas é preciso dar tempo ao tempo, diz a sabedoria ancestral, buscar serenidade. Tranquilidade que nada tem a ver com a preguiça ou descaso com a vida. Seu sentido é mostrar-nos o trabalho honesto, a continuidade da existência.

Paz imperturbável não parece ser inerente à condição humana. Seria prerrogativa de quem já atingiu um grau de elevação intelectual e espiritual e por isto transita incólume pelas adversidades que a vida certamente lhe impõe? É uma pista. Mas sua condição é a brandura permanente da alma que se alimenta de sentimentos nobres, o que o nosso egoísmo natural impede de tê-la presente. O orgulho é outro alimento das inferioridades e impeditivo da serenidade. Então, se quisermos alcançá-la, que busquemos o combate ao orgulho e egoísmo, estes moradores internos responsáveis pelos distúrbios de todas as manifestações do bem no caminho de quem ainda não se libertou deles. E muitas vezes passamos a vida inteira controlando-os e o máximo que conseguimos é prendê-los com correntes para que não se soltem e atrapalhem todo o trabalho de evolução.

A natureza é inteligente em todos os seus aspectos. O vento quando sopra o faz em direções variadas, purificando os lugares, alimentando vidas, distribuindo sementes, trazendo tempestade também, que é igualmente purificadora. É ponto de corte que acelera a transformação com um fenômeno que é pura fúria e que nos amedronta. Mas passa. E nos transmite a sensação de que todo o ambiente foi renovado e que este grande laboratório da vida que é a natureza se encarregou de executar para que o equilíbrio se restabeleça, a água da chuva purifique.

Nosso exemplo de paz interna dissemina-se para quem está ao nosso redor. Alimentando a corrente de equilibro e serenidade que se multiplica e ganhamos força para seguir em frente na tarefa individual que nos cabe, mas com muitos companheiros de jornada.

Rasputin, o Bruxo dos Czares

Grigori Yefimovich Novykhn nasceu na pequena aldeia de Pokrovskoe na Sibéria entre 1869 e 1872. Pobre e parcialmente alfabetizado, atravessou infância e adolescência na região natal. Provavelmente, ajudando o pai nas tarefas diárias, e divertindo-se com mulheres, vodka e brigas com vizinhos. Por isso, logo ganhou o apelido de Rasputinik (Rasputin – equivalente a Pervertido).
Sua terra era de religiosidade e misticismo intensos. Principalmente porque ali próximo estavam depositados, numa igreja, os restos mortais de São Simão. Rasputin cresceu influenciado por esta atmosfera. Na juventude, já dava alguns sinais de possuir a capacidade de predizer fatos futuros.

Rasputin

Rasputin

Certa vez, um político passava de carruagem pela estrada. O jovem Rasputin acenou e gritou: “A morte é para você e está se aproximando!”. No dia seguinte, o político foi ferido por balas e morreu dias depois.
Inesperadamente, interessou-se por religião e decidiu viajar a um mosteiro. Nesta viagem entrou em contacto com uma seita conhecida como Khlysty (Flagelantes), a qual pregava que o ato sexual era uma forma de obter a salvação espiritual. Sua passagem no mosteiro não foi longa.

Retorna à terra natal e casa-se com uma jovem chamada Praskovia Fyodorovna. O casal teve três filhos. Porém, o casamento foi breve e Rasputin abandonou o lar. Quando conheceu um místico conhecido por Makaria, decidiu vagar pelo mundo.
Em suas andanças, visitava locais de peregrinação religiosa, como o Monte Athos, Grécia e Jerusalém. Ao longo de suas caminhadas, espalhavam-se as lendas de que possuía poderes especiais sendo capaz de curar enfermos e prever o futuro. Apesar de nunca ter recebido nenhum tipo de treinamento espiritual, muitas pessoas, desconhecendo seu passado, passaram a considerá-lo um sábio religioso.

Por onde passava, era procurado em busca de bênçãos; em troca, ofereciam-lhe comida, roupas e dinheiro. Em pouco tempo, ganhou a condição de “homem santo” e sua fama corria as aldeias. Rasputin contava que, recebeu uma revelação divina. Surgiu-lhe um anjo que entoou um canto lhe atribuindo a missão de ajudar os necessitados.
Em 1902, desloca-se para São Petersburgo, onde agregou alguns discípulos e criou um grupo místico denominado Polite Society, baseado nos princípios da Khlysty.

Sua fama junto aos czares teve início em 1905, quando Anya Vyrubova, amiga próxima da czarina Alexandra Fedorovna, entrou em coma após ferir-se gravemente. Os médicos já haviam perdido a esperança de curá-la quando Rasputin foi chamado. O místico, ajoelhado ao lado da cama da vítima, segurou-lhe a mão e chamou-a pelo nome. Assim continuou por horas; até que a vítima, de forma inexplicável, despertou. Rasputin, com as roupas molhadas de suor, desmaiou.
O “bruxo” ganhou confiança e credibilidade entre os czares. Porém, Nicolas II, sentindo-se desconfortável com a presença de um “monge devasso” em seu palácio despachou-o para a Sibéria. Mas a czarina, sensibilizada pela doença e pelo sofrimento do filho hemofílico, passava a considerar a hipótese de recorrer a Rasputin pela saúde da criança, caso fosse necessário.

Numa noite de 1912, Alexei sofria pela dor causada pela hemorragia hemofílica. Desesperada, a czarina enviou um telegrama solicitando o auxílio de Rasputin. O místico respondeu imediatamente, dizendo que Alexei não ia morrer e o sangramento ia cessar. Assim que o telegrama chegou às mãos da czarina, Alexei obteve uma melhora súbita. A czarina atribuiu o fato aos poderes de Rasputin, e exigiu sua presença constantemente no palácio, como se a saúde do herdeiro dependesse dele. Sensibilizado e agradecido, o czar Nicolas II não apenas aceitou Rasputin no palácio, como passou a respeita-lo como um conselheiro do trono.

Ao mesmo tempo em que Rasputin ganhava fama com as mulheres alta sociedade, conquistava também trânsito livre no palácio dos Romanov, como um chefe de estado. Por outro lado, a inveja do príncipe Felix Yussupov e de outros líderes russos, crescia na mesma proporção que se desenvolvia a sua influência.
Quando as tropas russas estavam em desvantagem na I Guerra, Nicolas abandonou o trono para liderar o exército e a ausência do czar no palácio deu mais liberdade a Rasputin, que passou a influenciar as decisões políticas do país.
Certa vez, embriagado, declarou na presença de muitas pessoas que era ele quem mandava na Rússia e que a czarina estava aos seus pés. Alexandra Fedorovna não era russa, e sim austríaca; sendo a Áustria uma das nações inimigas da Rússia. Isto levou a uma onda de suposições de que a czarina traía os ideais russos e sua aproximação com Rasputin, gerou também, boatos sobre uma suposta relação extraconjugal.

Quando Nicolas retornou ao país, encontrou a população faminta, a dinastia Romanov e o seu trono sob contestação popular. Rasputin e Alexandra foram considerados pelo povo os responsáveis por esta situação. Aos olhos do povo, o místico era quem havia ludibriado os governantes visando apenas conforto e poder político; a czarina era a traidora que levara ao declínio a nação que a acolheu.
Um paliativo para esta situação seria eliminar a presença de Rasputin, não apenas do palácio, mas de toda a Rússia. Deste modo, sem que Nicolas soubesse, foi engendrado pelos comandantes russos um meio de assassinar Rasputin.
O plano consistia num convite do príncipe Felix ao místico para que o visita-se na sua residência, sobre o canal do Mojka, um dos canais que levava ao Rio Neva. Nesta ocasião seria servido um jantar. Um dos argumentos era de que a esposa do príncipe, a bela Irene, necessitava consultar-se com o sábio.
Atendendo ao convite, na noite de 16 de Dezembro de 1916, Rasputin foi visitar Yussupov. Foi-lhe servido o jantar, sob a alegação de que Irene logo iria vê-lo. Após uma série de brindes com vinho envenenado, o bruxo não suportou e caiu sobre um sofá. Youssoupov, vendo Rasputin caído e supondo que estava morto, chamou os comparsas que aguardavam no andar de cima. Entretanto, mesmo após uma ingestão alta de veneno, o místico levantou-se. Youssoupov disparou duas vezes contra Rasputin; Purishkevitch entrou na sala e descarregou a sua arma sobre o corpo do bruxo que ainda tentou estrangular o príncipe e fugir. Mas não suportou e sucumbiu.

O corpo do bruxo foi amarrado e castrado; em seguida, atirado nas águas frias do Rio Neva, tendo sido encontrado três dias depois e enterrado. Em Fevereiro do ano seguinte, o corpo foi exumado e queimado pela multidão. Dias depois, numa autópsia, o coração de Rasputin foi retirado e guardado na Academia Militar de Medicina. Em 1930, o coração desapareceu misteriosamente.

Na ocasião do seu assassinato, o veneno não surtiu o efeito desejado, provavelmente, devido a uma cirrose que “filtrou” a substância e atenuou o seu efeito no organismo.
Ainda, conta-se que Rasputin teria previsto a sua morte profetizando uma tragédia. Numa carta enviada ao czar, o bruxo dizia que se Nicolas ou algum de seus familiares tivesse a intenção de assassiná-lo, nem o czar nem ninguém de sua família viveria por mais de dois anos. O fato é que dezenove meses após a morte do místico, o czar e toda sua família foram executados por revolucionários.

Não é possível afirmar que ele realmente possuía “dons especiais” ou era apenas um hábil hipnotizador. Desde a data exata de seu nascimento, o seu nível de instrução, ascensão e queda política, e até a sua morte, são alvos de várias especulações. Mesmo se fosse um místico, ou um ser espiritualmente elevado, não deixou um tratado ou um livro referencial. Algumas fontes cogitam que Rasputin possuía um comportamento rude e pernicioso; mas era extremamente hábil nas palavras e argumentos.
Hipóteses menos confiáveis afirmam que o bruxo ainda vive e teria sido fotografado. Outro fato curioso é que o pênis de Rasputin, conservado em substâncias químicas, encontra-se exposto num museu erótico na cidade de São Petersburgo. Numa publicação recente, o livro “Rasputin: a última palavra”, do historiador russo Edvard Radzinski, desmente alguns mitos, mas reafirma que houve um caso amoroso com Alexandra.
De qualquer forma, toda sua biografia é repleta de lacunas que dão vazão à divagações de estudiosos. Mas, são essas incertezas que fazem dele um dos personagens mais intrigantes e misteriosos da história recente da humanidade.

Vencendo a Morte

Jesus Cristo nos deu o poder para vencer o pecado

Jesus Cristo nos deu o poder para vencer o pecado

O Senhor Jesus Cristo nos deu o poder para vencer o pecado,e vencendo o pecado,vence a morte. A morte é o fim de tudo,enquanto você vive nesse mundo,vocês está sujeito a qualquer coisa. A morte é o fim de todas as coisas,é o fim de um casamento,de um namoro;das riquezas; da fama;da cobiça;do orgulho; e da posição e da esperança que não bebeu da água da vida. Que é o Senhor Jesus Cristo. “A filosofia diz enquanto há vida há esperança”.O autor da vida diz que tem poder sobre a morte, ” Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida.Quem crê em mim, ainda que morra viverá”. (João 11.25)

Simpatias para o Réveillon

Como todos os anos, nesta época, há uma procura enorme por simpatias e pequenas magias que possam abrir nossos caminhos para a entrada de um novo ano. Fiz uma pequena seleção das que considero mais fáceis e que podem ser feitas por qualquer pessoa. Qualquer que seja a escolhida, faça com fé e tenha certeza que os bons fluidos, dela emanados, serão de grande utilidade nos próximos 12 meses.

Simpatias para o Réveillon

Simpatias para o Réveillon

1 – No dia 31 de dezembro, tome um banho para descarregar as energias negativas. Ferva água e coloque folhas de arruda, alecrim, manjericão, hortelã e as pétalas de uma rosa branca. Abafe e desligue o fogo. Espere esfriar e jogue do pescoço para baixo, após seu banho normal. Deixe secar normalmente sem fazer uso da toalha.

2 – Pule com o pé direito à meia-noite para atrair coisas boas para a vida. Dê três pulinhos com uma taça de champanhe na mão, sem deixar derramar nada. Depois, jogue todo o champanhe para trás, de uma só vez, sem olhar para deixar para trás tudo de ruim.

3 – No centro de sua mesa, preparada para a ceia do Réveillon, coloque um bonito prato com: um punhado de arroz, um punhado de lentilhas, um punhado de milho, sete folhas de louro e sete paus de canela. Todos os ingredientes devem estar crus. Espalhe sete moedas em torno do recipiente. Antes que seus convidados cheguem, faça uma oração com o prato nas mãos e peça aos anjos que sua casa seja abençoada com a fartura durante todo o ano e coloque-o sobre a mesa. Após a festa recomendo que derrame todo o conteúdo em um bonito vidro e guarde-o até o próximo ano, quando este será descarregado em água corrente e outro será feito.

4 – Esta é para quem vai passar o Réveillon na praia. Misture pétalas de uma rosa branca, um punhado de arroz cru, três folhas de louro e cinco gotas de alfazema e passe pelo corpo. Olhando para o mar, reze pedindo paz e prosperidade para o ano que se aproxima. Saia da água de costas em sete passos. FELIZ ANO NOVO!!!

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