Vaticano e Papas

Santa Sé - Vaticano

Santa Sé - Vaticano

Santa Sé, sede do centro nervoso da Igreja Católica em Roma. Dali parte os dogmas de uma poderosa instituição religiosa para todo o mundo, afirmando e impondo aos seus seguidores que ela é o único caminho para se alcançar o perdão de pecados e a vida eterna. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim”, disse Jesus Cristo, o nazareno de Deus. Ou a Igreja Católica se equivocou, ou arvora para si um título que pertence única e exclusivamente ao Rei dos reis. Usurpação, esta é a palavra, tomar para si algo que pertence a outro, possuir sem direito.

Em 2.000, no congresso que houve na cidade de Fátima, em Portugal, um arcebispo católico, autor de um livro famoso intitulado “Cara a cara com o Diabo”, afirmou categoricamente que existe a adoração a Satanás dentro da própria igreja romana, quando disse: “A terceira dimensão do mal, sendo ela a mais perigosa de todas, é sutil e por demais tenebrosa”.

Seguem-se, então, as ordenanças para se auferir montanhas de recursos financeiros, pelo mundo todo, onde hoje podemos contar mais de um bilhão de membros como, por exemplo, a cobrança pela celebração de missas para salvar as almas dos mortos do inferno, ou ainda para atenuar o sofrimento delas no chamado “purgatório”. Que raio de lugar é este? Desde quando que o dinheiro do homem pode apagar seus pecados? Se assim fosse, os milionários gananciosos e egoístas deste mundo estariam todos salvos e não precisariam de nenhuma missa para isso.

A história da Igreja Católica começa por volta do ano 350 dC, portanto, mais de três séculos depois que o Senhor instituiu a Igreja de Cristo, em Jerusalém, com o advento de Pentecostes, sendo esta a verdadeira Igreja do Senhor. E o Vaticano afirma que o Apóstolo Pedro, que nunca foi bispo em Roma, é o primeiro papa. Da linhagem dos papas, podem-se contar muitos que foram encontrados em seus leitos com mulheres, inclusive algumas casadas, sendo eles mortos por maridos traídos. Sem contar tantos outros que se digladiavam pelo título, matando-se uns aos outros para sentarem na famosa cadeira. Aquele título também podia ser adquirido por dinheiro, muito dinheiro. Ainda assim, os seus nomes constam da lista de “papas”, considerados “santos e infalíveis” pelo Vaticano. Tudo isto, está devidamente documentado, para quem quiser ver. Para quem quiser ver, pois o pior cego é aquele que não quer enxergar.