Tratar é a Melhor Solução

Ter amigos é sempre importante, mas é preciso tomar cuidado para não ser influenciado em alguns momentos por eles. Digo mais, na questão das drogas. Normalmente, quando entramos na faculdade, conhecemos novas pessoas, de lugares, estilos e hábitos diferentes. Neste ponto que gostaria de chegar, hábitos diferentes.  Mas não no sentido literal da palavra e sim em questões mais aprofundadas, como por exemplo, o uso de drogas, no caso, a maconha.

Mas por que a maconha? Pois bem, ela é a droga mais barata e fácil de se encontrar por aí, além disso, falando de faculdade e de alunos, que muitas vezes não estão trabalhando, ou seja, com pouco dinheiro no bolso, o acesso para comprar é ainda mais propício a essa faixa de idade. Desse modo, não é difícil ver pessoas fumando em uma festa ou até mesmo nos arredores do campus universitário.

Os males que a maconha faz na pessoa.

Os males que a maconha faz na pessoa.

Pode soar estranho, na faculdade, a pessoa ir para estudar e acabar fumando maconha, mas isso acontece. Neste meio acadêmico, muitas vezes o estresse é alto e para conseguir controlar, existem alunos que se utilizam dessas drogas para se acalmarem, principalmente antes de apresentações de trabalho e de provas.  Gerando assim, mesmo que camuflada, a dependência a maconha. Nestes casos, é muito difícil convencer a pessoa que ela está dependente e precisa dar uma parada, se não pode causar sérios problemas futuramente. Pelo contrário, este seu “amigo” tenta convencer você a experimentar também e ver que vai se sentir melhor o rendimento nas aulas, assim como está acontecendo com ele.

Maconha vicia?

Segundo especialistas, é mito dizer que ela não vicia, como outras drogas ou álcool, ela pode sim. Estudos apontaram que de 6 a 10 % dos usuários que utilizaram a erva pela primeira vez, acabaram dependentes da maconha. Bem maior que tabaco ou álcool, citando duas drogas lícitas que a gente vê pessoas usando ou tomando com grande frequência.

Não se deixe influenciar pelos amigos.

Não se deixe influenciar pelos amigos.

O viciar ou não, depende de pessoa para pessoa, esse foi sempre um medo que tive e por isso evito cair nessa pressão imposta algumas vezes por amigos, pois penso que acabaria ficando viciado nela. Então, melhor não arriscar e continuar como está.

Porém, muitos acabam cedendo a essa pressão muito comum entre os jovens, de que se você não usar, não será popular ou ficará fora daquela roda de conversa. Mas não se preocupe, não é uma droga ou o jeito que te olham que fará você mudar as suas convicções. Se estas pessoas, que te dizem ser suas amigas ou não quiserem a sua companhia, o melhor mesmo é esquecer e vida que segue. O importante é estar satisfeita com a sua atitude e decisão.

Muito mais que um tratamento

É comum vermos pessoas agindo com preconceito, algumas vezes, até com rebeldia, quando o assunto é tratar uma coisa que ela não quer. Porém, muitas vezes, o tratamento não precisa ser tão amplo e sim mais educativo, isto é, mostrar para esse usuário que aquilo pode estar dando prazer no momento, mas futuramente, pode causar sérios problemas, desde complicações no corpo ou mente pelo uso abusivo daquela substância e até chegar a experimentar novas drogas e se não tratada adequadamente, pode ter consequências muito mais sérias. Por isso, que tratar é o melhor conselho e atitude a se tomar.

  • Casoto Grupo

    http://www.grupocasoto.com.br
    A Clínica de Recuperação Grupo Casoto conta com diversas unidades para tratamentos da dependência química. Unidades com equipe especializada.