SMS Pode Substituir Bilhetes de Trem no Rio

SMS Pode Substituir Bilhetes de Trem no Rio

SMS Pode Substituir Bilhetes de Trem no Rio

A empresa que administra os trens na cidade do Rio de Janeiro, a SuperVia, anunciou uma novidade para os usuários que, a partir de agora, poderão comprar suas passagens pela internet ou por cabines de venda nas estações sem depender do bilhete físico.

Isso pode acontecer caso haja aprovação de um projeto, que já está em fase de testes e visa substituir passagens físicas por códigos enviados ao celular dos usuários.  Os códigos recebidos por torpedos sms nos aparelhos móveis dos clientes, possuem a mesma finalidade da passagem física. Uma sequência de números é lida pela catraca, que libera a passagem do usuário sem a necessidade do bilhete. O número do celular do cliente fica gravado no sistema dos trens no ato da primeira compra.

O projeto, que também foi testado nos metrôs e trens paulistanos obtendo sucesso, ainda está em fase de testes, que vêm sendo aplicados há mais de um mês. O tempo de leitura da máquina tanto para a leitura do bilhete físico como para o código recebido através de mensagem de texto é o mesmo, 50 milissegundos. O bom resultado pode ajudar na aprovação da novidade, mas por enquanto a aquisição do novo leitor que possibilitaria a compra de bilhetes do trem pelo celular ainda não está confirmada pela Prefeitura do Rio.

Os usuários, apesar de acharem a iniciativa interessante devido à utilização da tecnologia para o conforto de quem utiliza o transporte diariamente, apontam para o fato de que o investimento neste tipo de serviço poderia ser utilizado na melhoria da infraestrutura dos trens em si, – com mais e novos carros e vagões mais confortáveis – não em formas avançadas de aquisição do bilhete, que não auxiliarão de modo significativo na melhora do transporte público no Rio de Janeiro. Talvez esta seja uma opção interessante para quando o serviço principal dos trens, que é a mobilidade eficiente de seus usuários, estiver em boas condições. Até lá, ainda será necessária uma longa caminhada. Por Thais Campoy