Processador e Co-processador

Dentre os vários componentes que juntos formam o computador, está aquele que é conhecido como sendo o “cérebro” de qualquer computador, o processador. Ele tem como função principal, o processamento das informações, e isso, inclui operações lógicas matemáticas, acesso à memórias, cópia de dados e acredite, tudo passa por ele. Mas não pense que isso queira dizer que ele faça nada sozinho. Como sabemos até então, o computador é formado por um conjunto de componentes, onde cada um deles tem a sua função, pois, do contrário, eles nem estariam instalados na placa-mãe. Exemplos desses demais componentes são: os softwares, memórias, HD, os dispositivos de entrada e saída, etc.

No caso de serem da mesma marca, os processadores podem ser intercambiáveis. Muitas vezes é preciso que saibamos a definição de frequência máxima que um determinado processador aceita. Para isso, devemos consultar o manual da placa-mãe. Consultando também o manual da placa-mãe, você poderá encontrar a configuração correta de Jumpers.

Função do Co-processador aritmético

Observando a  família x86 de processadores, percebemos que são usados em microcomputadores, números inteiros. Mas, há um problema. muitos aplicativos precisam e trabalham com números fracionários, assim como, funções matemáticas complexas, como, por exemplo, Seno, Cosseno, Tangente etc., para concluir suas tarefas. Você pode ver exemplos desses aplicativos em  planilhas, CAD,  jogos com gráficos tridimensionais e de  processamento de imagens. Embora com uma baixa performance, e os mesmos, combinando várias instruções simples, pode simular via software, essas funções matemáticas complexas.

O processador principal é auxiliado pelo co-processador e esse,por sua vez, calcula essas funções complexas.  Como o co-processador é produzido para realizar essa tarefa, acaba sendo de 30 a 50 vezes mais rápido do que o processador principal em se tratando desse tipo de cálculo.

O que aconteceu com os co-processadores com o aumento de aplicativos?

Até o microcomputador 386, o uso do co-processador não  era tão exigido e era também vendido separadamente. Nesse caso, ele tinha um soquete próprio na placa-mãe e dessa forma, cada processador tinha compatibilidade com o seu co-processador equivalente e sendo incompatíveis com outros.

Divido serem equipados separadamente na placa-mãe,  acaba levando muitos usuários a não equiparem suas placas-mãe com ele e isso fazia com que a demanda caísse. A demanda caindo, a produção era pouca, com isso, a oferta também era pouca e então, o seu preço aumentava. Em alguns casos, chegava a custar até mais do que o processador principal.

A mudança veio com o  aumento do números de aplicativos que precisam do co-processador e também a partir do processador 486, quando a incorporação do co-processador ao processador principal se consolidou.  Dessa forma, o usuário acaba sempre usando um co-processador na sua placa-mãe, pois este, vem embutido no processador principal. E, assim, teve o seu custo de produção barateado. Mais em Mundo com Informática.