Paradigmas da Didática de Ensino

Desvios, causas e consequências, em resposta as falhas dos alunos os professores podem experimentar muitos recursos, todos podem ser úteis e nenhum é garantia de sucesso. Usar uma estratégia geral, qualquer que seja o conhecimento, leva inevitavelmente a desvios graves. Na ausência de soluções específicas, a variedade e adequação das soluções são uma saída superior as respostas estereotipadas. Pois, se só uma estratégia é imposta por um sistema sociocultural incapaz de questionar as soluções que impõe educadores e alunos nada podem fazer contra o fracasso inevitavelmente que eles sofrerão e que recaem sempre para os docentes.

O desvio mais evidente é o sistema retro alimentado, cujo efeitos negativos reforçam as causas de variação, invés de contrariar afim de responder a exigências políticas, apoiadas por análises superficiais de testes de avaliação em massa. Os objetivos de alto nível taxonômico são desintegrados em uma nuvem de aprendizado de baixo nível. O que causa um prolongamento do tempo de aprendizagem e, portanto a redução de ambições e a fragmentação até chegar a individualização da aprendizagem em sala de aula. Um caminho absurdo para transmitir uma cultura comum.

Outra com a reforma de ensino matemática e o ensino da heurística falharam devido à ignorância sobre as propriedades de situações matemáticas e do contrato didático. A grande reforma da matemática aconteceu na década de 1960 e 1970, onde se achava que era possível ensinar matemática de um modo muito formal, só que bem depois perceberam que era algo muito complicado. Assuntos como teorias dos conjuntos se tornaram coisas muito complexas, causando muito prejuízo aos alunos. Foi aí que uma nova reforma no mundo inteiro foi realizada, mas aqui no Brasil essa implantação deixou de lado assuntos importantes, como por exemplo: a geometria.

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Paradoxo da revolução

Expor uma afirmação categórica matemática é uma produção pessoal, não é só citar o saber de referência, requer o comprometimento pessoal do aluno com a verdade. O que ele faz ou afirma por vontade do educador escapa seu julgamento. Ele deve pegar algo que o professor permite pegar, que não impõe. Quanto mais o educador pressiona e limita, menos educa para matemática. O não dito tem papel essencial.

Esse não dito ele é relacionado com a revolução que o professor faz no momento após a didática, no momento que o professor dá ao aluno a responsabilidade de participar do processo de todos os seus conhecimentos. Porque no enunciado, a princípio, você tem todas as regras do jogo que devem ser respeitadas para resolver o problema.

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Mas tem algumas coisas que é preciso fazer para dar um empurrãozinho, porque nem sempre o que está no enunciado é clarividente. Geralmente esse empurrão tem sido possível graças as ferramentas tecnológicas que atreladas as novas técnicas de ensino e a inserção de professores online no mercado, tem permitido realizar uma releitura da matemática por meio do lúdico, da interatividade que a internet proporciona e os novos métodos de aprendizagem.

Paradoxo fundamental

O estudante não pode não pode se comprometer com um projeto cuja parte principal ele desconhece, ou seja, a finalidade, o conhecimento a ser adquirido. O professor também não pode fazer mais por uma criança especial, mas o comprometimento de ambos é essencial.

O educador só pode fazer referência à obrigação de procedimentos. Qualquer contrato didático individual que contenha uma obrigação de resultados é apenas uma aposta. Um contrato didático real só é aceito se tiver como base protocolos definidos e envolver grupos de estudantes.

O professor deve construir as situações em sala de aula e analisar as priori as escolhas feitas e dizer em que a escolha feita pode provocar mudanças desejadas, bem antes de começar a aula. Essa reflexão de preparar a aula permitirá minimamente se permitir de alcançar o objetivo.

Paradoxo do pensamento teleológico

Os textos matemáticos, a conclusão da reflexão matemática serve previamente a seu aprendizado e uso. O professor exige que os alunos percebam os resultados futuros das reflexões que devem adquirir para guiar seu raciocínio durante o aprendizado. A hipótese de que a verdadeira reflexão seria criada só pelo real é um mito refutado pela teologia e pela história.

A atividade e o texto

Os textos de matemática só a conclusão de sua atividade e a imagem que eles transmitem é distorcida. O matemático progride operando com base em seus conhecimentos: objetivos ainda indefinidos, saberes, teoremas conhecimentos. Essa atividade é a apenas aparentemente individual e solitária. Na realidade os desafios e as cooperações voluntárias ou não, são as regras hoje em dia. Reduzir a representação da atividade a estudos de textos de referência remonta a uma cultura milenar e é o melhor jeito de afastar os alunos dessa cultura. O ensino é de fato uma aculturação a uma sociedade viva. Caso as crianças não virem mais ninguém calcular, elas não saberão fazer.