O Sentido da Vida

A vida é composta de momentos, momentos estes que se traduzem das mais diversas formas, dependendo diretamente da fase que vivemos e das experiências que vivenciamos.

A vida pode ser considerada um ciclo, ou melhor, vários, mas que nem sempre o término de um pode significar o início de outro.

Os pseudo fechamentos de experiências passadas nos prendem aos sentimentos de culpa, gerando, muitas vezes, às sensações de “algo” inacabado.

Se libertar dessas experiências pode parecer simples, mas não é. Isto se dá porque o ser humano, intuitivamente, é um ser de doação. Doa amor, doa carinho. doa atenção e, principalmente, doa momentos, que uma vez entregues não voltam mais, motivo pelo qual continuam a povoar nossa vida à partir de nossos pensamentos, na forma de lembranças.

O perigo reside no tipo de lembranças que interiorizamos, pois àquelas que nos fazem bem nos impulsionam a sermos homens e mulheres melhores; porém, as lembranças cultivadas entre espinheiros e ervas daninhas nos impedem de saborearmos o gosto pelo novo e pelo inusitado, tornando-nos prisioneiros de nós mesmos e na eterna busca de porquês, que na verdade, são borrões de experiências mal acabadas e nas quais relutamos em liberá-las.

Portanto, para sermos felizes e caminharmos na busca da evolução constante, devemos fazer uso das lembranças que nos enaltecem como pessoas do bem para não nos tornarmos escravos daquelas que nos inferiorizam e nos remetem aos porquês sem resposta definida.

Dessa forma, aprenderemos a lição mais importante e o verdadeiro sentido da vida, que se traduz no amor…um sentimento e não uma explicação.