Livro – Era uma Vez na Escola

“FORMANDO EDUCADORES PARA FORMAR LEITORES”

AUTORES – FRIEDA LLIANA MORALES BARIO – MARILIA PAPALÍO FICHTNER – ZILIA LETÍCIA GOULART PEREIRA RÊGO – VERA TEIXEIRA DE AGUIAR – (coordenadora)

EDITORA FORMATO

O título do livro me chamou atenção e resolvi pegá-lo na nossa biblioteca.
Através das orientações do livro descobri um mundo de possibilidades culturais, conhecendo países, culturas, épocas diferentes.

Esse livro descreve como se contar e ler histórias. Através de entrevistas, experiências e leituras podem melhorar o papel do contador de histórias na vida de crianças e adultos. Quando expressamos os dizeres: “Era uma vez…”, abrem-se portas para o mundo do imaginário, permitindo-nos ir até o céu, chegar às estrelas sem tirar os pés do chão. Contribuir para que contar e ler histórias encontre seu espaço nas praças, nas livrarias, nas salas de aula, ou  em qualquer outro lugar onde haja ouvidos atentos e olhares brilhantes esperando ansiosos por uma história.

Acrescentou-me muito a prática de professores e contadores de história, mostrando o quanto contar histórias contribui para a formação do leitor. A História oral, que me mostrou o livro nos permite ser um contador de histórias e reviver memórias em relação àquilo que vivemos ou “criamos ou criaram”.

A idéia que tive com este livro foi mais ou menos esta: há muito que explorar, em livros, na internet ou na conversa livre em que passamos as informações e impressões que temos sobre os temas.
Existe desafio maior do que tornar o aluno um leitor? Isto em todos os mundos: primeiro segundo, terceiro… E que felicidade quando o professor percebe que o aluno vai atrás de mais informações – corre o Google, busca na biblioteca, em bancas de revistas. É o aluno que reflete para além do ambiente escolar. É o aluno que se fortalece para o exercício da cidadania. Agora… como conseguir isto? Os autores dão sugestões que me acrescentaram muito.

Frequento um local como acompanhante, e mais aprendo do que acompanho.. Um local que abri as portas aos pais e a comunidade e considero esse espaço um reino encantado de vivência e com histórias reais que ouço a cada dia de aula; uma professora; a cada dia, uma nova história, para as crianças que lá compareceram, e grandinhos que as acompanham. Era uma vez uma escola muito me ajudou a entender como é fácil, simples e prazeroso viver o mundo da leitura, apesar que sempre gostei e procurei estimular outros a desfrutarem do prazer da leitura.
Era uma vez… uma escola que me ensinou a ler o livro, a vida, o bem-viver. Que mostra à família e colegas que podemos contar histórias dentro das nossas casas, sobre o nosso dia-a-dia. Trocamos nossos velhos livros de histórias já contadas por novas histórias novos livros. Aprendi com essa leitura que devemos trazer a família para a escola, não para fazê-la lembrar de seus deveres, mas para convidá-la a brincar. Brincar de contar histórias, brincar de ser criança ou mesmo aprender ser adulto.
Era uma vez uma escola.. da prática da leitura como uma das mais importantes práticas sociais de cada aluno, a importância de ler, e será assim que a escola cumprirá prazerosamente a missão de ensinar a ler e a ler. Dizer, todos já dizem: – É muito importante a leitura, a leitura é muito importante! E é sempre assim mesmo, de modo muito repetitivo.
Leitura e escrita são habilidades do nosso dia-a-dia. Na tevê, as campanhas, ainda que poucas: Ler para ser cidadão. No supermercado: A melhor frase sobre esse produto vai concorrer a tal prêmio. Só escreve bem aquele que sabe bem o que vai escrever.

Em um programa infantil: Quem contar a melhor história vai levar esse game para casa. Então, é importante lermos.
Nos mostra que a leitura nada mais é que uma interação entre sujeitos e sociedade. Bom, mas isso é outra história…

Considero que contar história é uma das mais antigas práticas de se ensinar ler e escrever, de interação entre as pessoas: o homem, um ser que fala, que conta e encanta com suas histórias. Antes, nas cavernas. Hoje, na escola. Com a família na escola.

Sempre observei que lendo algumas estórias, como a da Cinderela, a Branca de Neve, etc. as crianças irão amar, ver que o mal faz mal.. Podemos fazer uma leitura divertida, ou cada um contando/reinventado sua própria história. O importante é estar próximo, divertir-se, que ler é sempre um prazer.

Como a sociedade brasileira, dadas as suas dificuldades, atribui à escola a responsabilidade maior da formação de leitores, quem não lê para, portanto é necessário investir no estimulo aos educadores e responsáveis pelas crianças e jovens. No livro elas perguntam “O que é literatura infantil” O que caracteriza um bom livro para crianças?”e eu me pergunto como é literatura infantil como se conhece um bom livro para crianças?

Respondo: Considero que temos inúmeros bons autores de livros infantis que nos mostram o pensamento infantil, acho os autores que pensam como crianças do tipo Ziraldo, Monteiro lobato, Walt Disney e tantos outros… o ideal mas podemos estimular a própria criança a criar e recriar através de contos a criar e recriar histórias e estória….