Encaixe para os Processadores

Retirando e recolocando o processador no soquete

Um novo tipo de encaixe para processadores, chamado de ZIF (“Zero Inserction Force” ou força de inserção zero) a partir dos microcomputadores 486. A facilidade fixação desses dos processadores nesses encaixes, fica por conta de uma alavanca que fica ao lado, bastando levantá-la para poder retira o processador e, de baixá-la para prendê-lo firmemente.

Verificando a compatibilidade

As variações que vão do soquete 1 ao soquete 7, são também características do tipo de soquete ZIF. Para identificar rapidamente quais os processadores que são suportador por uma determinada placa-mãe, basta verificar qual o soquete utilizado por ela. Essa informação fica estampada em baixo relevo no próprio soquete.

Observe que há tanto no soquete como no processador, uma espécie de triangulo pequeno na ponta de um dos cantos, que serve para indicar o lado correto de encaixe. Assim como em tantos outros componentes do computador, nunca toque nos contatos dos processadores. São pinos extremamente delicados e podem ser facilmente danificados.

Evolução dos encaixes

A grande variedades de encaixes e de padrões de placas-mãe para os processadores que usamos nos dias de hoje é a grande diferença para os processadores que usávamos em datas mais pra trás. Um exemplo desses processadores passados são (Pentium, MMX, K6, K6-2, etc.). Uma das vantagens passadas, era que, como os processadores citados acima e outros era compatíveis com a maioria de placas-mãe soquete 7, não haveria então, tanta preocupação com essa parte.

Hoje, esse problema, em vez de menos preocupação ainda, na verdade, torna-se maior, mais evidente por conta, exatamente por conta das variedades de encaixes e de padrões de placas-mãe que a cada dia diversifica. Mostrando o Celeron como exemplo, que, dependendo do modelo, poderia tanto vir no formato SEPP (slot 1) como também no formato PPGA (soquete 370). O Athlon, em suas versões antigas usava um encaixe próprio (Slot A). Já o Athlon Thunderbird e o Duron, o Soquete A.

Foi com com o soquete 7 que começou tudo isso. Sendo usado em placa-mãe suportando ao Pentium K6-2. Muito provavelmente você já tenha visto ao menos uma foto desse soquete 7; ele é um encaixe quadrado com 321 pinos.

Na sequência de slots, foi criado pela Microsoft e batizado de slot 1. Seu formato lembra um cartucho de vídeo game. A placa-mãe equipada com esse slot 1, recebe processadores como Pentium II, Celeron e Pentium III.

Depois que a Intel resolveu a mudar o encaixe de seus processadores, de slot 1 para o soquete 370 e esse, recebe esse nome exatamente por ter 370 pinos, foi necessário um adaptador para que processadores como Celeron, Pentium III PPGA ou FC-PGA, que usam soquete 370, pudessem ser instalados em soquetes 1. Apesar de isso, o soquete 370 é um padrão mais barato e isso respinga tanto nas placas-mãe quanto no processador, que acabam ficando também mais baratos.

Alguns fabricantes resolveram criar seu próprio padrão. Esse foi o caso da AMD , criando seu Slot A, o qual, fisicamente, é muito parecido com slot 1 da Intel, tendo como única diferença visível, a diferente posição do pino central, este, serve para dividir o Slot em dois, que tem como objetivo maior, impedir, por exemplo, que um processador Athlon seja encaixado em uma placa que deve ser equipada com um Pentium II e virse versa.

Mesmo o Slot A sendo um padrão criado pela AMD, não quer dizer que receberá todos os modelos de seus processadores. Por exemplo, o Slot A pode receber os processadores Athlon de 2ª e 3ª gerações, porém, não suportará o Athlon Thunderbird e o Duron, pois esses esses dois últimos, já usam o Soquete A que é um padrão mais moderno do que o Slot A. O único problema aí, é que não se tem um adaptador para Soquete A maior que o Slot A. Veja mais em Mundo com Informática.