Dimensionar Influências, Objetivando Destinos

O ato de dimensionar as influências, objetivando os destinos de nossa vida, compreende um importante e vital capítulo, no transcorrer do trilhar evolutivo do homem. Desde o nosso nascimento, as influências tomam conta de nossas vidas, como se fossem muros intransponíveis de arquétipos inerentes a construção de nossa própria história. O cerne vital e primordial da edificação de nossa existência, no que diz respeito ao que iremos ou não escolher para o desenvolvimento de nossa vida, está intimamente ligado ao que iremos optar por obedecer ou não, ao que iremos frutificar ou excluir bem como a estruturação de nossos alicerces morais, éticos, intelectuais e espirituais.

Somos fruto daquilo que escolhemos, e praticamos as consequências do retorno de nossos atos. Somos a todos os momentos influenciados por tudo e por todos, e dentro deste círculo, que pode ser tanto uma benção como uma armadilha, nos sentimos presos diante de nossa própria liberdade. Existem pontes de discernimentos adequadas a inúmeras proliferações de cores, sentidos, aromas, texturas, sons, palavras, ondas energéticas que irradiam determinados sentidos, onde nos sentimos praticamente obrigados a determinado ponto de nossa existência, a termos que escolher entre o azul e o amarelo, entre o salgado e o doce e assim por diante. E desta maneira, vamos construindo nosso caminho, em direção ao nosso destino, enraizado na perpetuação de inúmeras continuações de comportamentos já existentes.

Aquilo que somos depende das primeiras influências que recebemos quando ainda crianças, mas aquilo que efetivamente seremos, depende de nosso livre arbítrio, que alia aquilo que nos foi passado pelos nossos ancestrais, e aquilo que depende de fatores sociais e vínculos afetivos diversos. Neste momento, o ser humano estabelece e estrutura seu caminho, objetivando seu destino, torcendo para que o final da história seja concluído da melhor forma.

Dimensionar influências, objetivando destinos.

 

O ato de dimensionar as influências, objetivando os destinos de nossa vida, também insere grande influência de nossos heróis, de nossos ídolos, as decepções e vicissitudes que também contemplam nossa existência, fazendo o ser humano aprender ora pelo amor, ora pela dor. Nos inúmeros caminhos que a vida nos oferece, nos deparamos diante de extensos labirintos, que nos levam a diversos caminhos, existem milhares de idas e vindas, que determinam o destino de nossas vidas.

Independente da fé, da crença, dos valores que nos foram passados quando ainda éramos crianças, optar em continuar ou não a trilhar estes mesmos caminhos, dependem somente de nossa atitude voluntária. Mas sabemos até cientificamente que cada ser humano é único em sua construção. Não somos iguais, mas sim semelhantes. E estas aplicações geram inúmeras formas de ser, que para o bem ou não, exerce o início, a condução e a conclusão da vida como um todo. Podemos aprender pelos erros dos outros, e podemos aprender pelos nossos próprios erros. Mas o cuidado essencial é não repetir o mesmo erro repetidas vezes, pois desta maneira, estamos sujeitos a não darmos um passo sequer em nossa história. Precisamos tomar todo o cuidado para nossa existência não ser apenas uma grande perda de tempo, e sim a proliferação frutífera de gerações cada vez melhores em suas escolhas e atitudes.

O ato de dimensionar as influências, objetivando os destinos também insere aplicativos famosos em sua atuação, e por vezes temerosos em suas consequências, que é o ato de colocar a culpa de nosso insucesso no outro, na pratica de delegar nossas próprias responsabilidades inerentes aos nossos atos. Pois a semeadura da vida é livre, mas a colheita é obrigatória. Para uns a colheita é sadia, e para tantos outros a colheita poderá ser um triste episódio, e o recomeçar se faz presente. É neste momento que a esperança exerce vital importância, saber recomeçar, saber pedir auxilio quando preciso. Saber o momento de desapegar de nosso orgulho, que ofusca nossa alma, e procurarmos a sincera humildade para darmos um reinicio em nosso trabalho primordial que é viver bem e feliz. A felicidade pode sim ser um estado de espírito, mas podemos fazer com que este estado dure mais do que apenas alguns instantes.