Dia da Criança Defeituosa – Atenção, Carinho e Amor!

CriançaApesar de não ser uma data a ser comemorada e sim lembrada e valorizada, o Dia da Criança Defeituosa merece a atenção de todos. A data escolhida foi o dia 9 de dezembro.

Vários são os tipos de deficiências que podem acontecer na vida de uma criança, assim como a época de sua vida em que os comprometimentos aparecem. Muitas já nascem com algum tipo de problema, em decorrência de um parto mal feito ou de alguma irresponsabilidade dos pais, que tentaram o abordo durante a gravidez. Quem acaba pagando por este ato covarde são as crianças, que não têm culpa, nem ao mesmo pediram para nascer.

Independente da anomalia que a criança tenha, é fundamental dar a elas todo o amor, carinho, afeto e compreensão que esta e qualquer outra criança, com ou sem diferenças, merecem receber. Estas atitudes podem fazer grande diferença na vida destes pequenos, que irão se sentir inseridos e fazendo parte de um grupo social, mesmo que seja somente o familiar.

A importância da família é muito importante para dar a estas crianças segurança, conforto e a credibilidade, no intuito de fazê-las compreender que são tão normais quanto qualquer outra criança, mesmo possuindo um defeito físico.

Esta diferença pode provocar nas crianças um sentimento de diferença e exclusão, principalmente pelo fato da maioria das crianças não sofrerem do mesmo problema. Os colegas de escola ou de outro meio social podem se tornar os principais responsáveis por fazer estas crianças defeituosas se sentirem mal, comprometendo sua confiança, além de outros aspectos fundamentais para a formação de um cidadão.

Os responsáveis das escolas ou de outros locais onde as crianças passam boa parte do seu tempo também devem se comprometer e ter sua parcela de contribuição para que esta criança sofra o menos possível. Chamar atenção dos colegas e mostrar a elas que a criança é tão igual como qualquer outra pode ser um importante argumento para eliminar as brincadeiras de mau gosto.

Por parte da família, o tratamento deve ser o mesmo, como se fosse uma criança saudável. Deve-se levá-la para brincar e passear e fazê-la se sentir tão normal quanto qualquer outra pessoa com poucos anos de vida. Estas ações podem fazer a criança perceber que faz parte da sociedade, mesmo com o problema apresentado.

Desta forma, a criança saberá lidar bem com a anomalia que possui, facilitando sua inserção em outros meios sociais e contribuindo para seu crescimento pessoal e profissional, dali a alguns anos.