Curiosidades da Comunicação: “A Fala Feminina” e “A Fala Masculina”

“A Fala Feminina” e “A Fala Masculina”

“A Fala Feminina” e “A Fala Masculina”

Não tem jeito! Falar é uma arte! Ser ouvido, também! Manter o interesse do ouvinte? Outra arte! Ser compreendido? Ah! Ser compreendido é a inspiração de toda essa arte.

Na comunicação, todos somos artistas; uns com mais talento; outros com menos. Mas o que nos torna bons interlocutores? Bem! As regras são muitas, porém existe uma que é bastante interessante e que justifica as dúvidas de muitos relacionamentos: homens e mulheres são diferentes, portanto, falam línguas diferentes.

E isso não quer dizer que um homem e uma mulher devam, necessariamente, ser de países diferentes para falarem línguas diferentes. Se ambos forem da mesma nacionalidade, também vão falar línguas diversas. Aqui, a questão não é solucionada pelo verbo. Trata-se mesmo de uma questão comportamental.

Especialistas garantem que homens e mulheres possuem um conjunto de regras específicas para a comunicação. Enquanto os homens têm uma característica alternativa em relação à fala e à audição, as mulheres possuem simultaneidade nessa “arte”. Isto é, mulheres são capazes de falar e ouvir ao mesmo tempo. Homens ou falam ou escutam.

Nesse ato, as mulheres parecem se sair melhor. Que arte! São capazes de falar todas ao mesmo tempo! Mas a análise é puramente superficial. A situação, às vezes, torna-se bastante crítica num “palco” onde uma “pessoa que ou fala ou escuta” “contracena” com uma “pessoa que fala e escuta ao mesmo tempo”. Os desentendimentos, geralmente, acontecem aqui. E a inspiração da arte, ou seja, ser compreendido, direciona os opostos para um verdadeiro drama.

Outra questão interessante na diferença entre a “fala masculina” e a “fala feminina” é uma característica não muito difícil de perceber: a característica emotiva.

Na hora da conversação, homens são mais objetivos e nada (ou muito pouco) emocionais. Mulheres esbanjam emoção.

Isto quer dizer que, para criarem afinidade, numa conversa, as mulheres precisam sentir as suas emoções serem correspondidas, através de bons gestos e expressões faciais. Já os homens não se sentem muito encorajados diante de uma conversa repleta de alegações emocionais.

Talvez por isso, a “fala masculina” seja caracteristicamente mais direta, enquanto a “fala feminina” é mais indireta. Isto é, enquanto a primeira é mais objetiva, a segunda é mais variada em descrição.

Contudo, os especialistas não se restringem apenas às pesquisas sobre diferenças comportamentais entre homens e mulheres. Deixam-nos também boas dicas, que muito bem servem para a arte da comunicação.

Após explicar que o cérebro masculino é compartimentado, os especialistas orientam a “não falar de várias coisas ao mesmo tempo com os homens”. As ideias, para eles, devem ser separadas.

Já a orientação para uma conversa tipicamente feminina é: “a menos que você não queira falar, não espere para falar”. Mulheres podem ouvir e falar ao mesmo tempo, logo a regra é falar e absorver o máximo de informação possível ao mesmo tempo.

Outra dica interessante: “ao ouvir um homem, emita sinais de interesse, não de emoção”. “Ao ouvir uma mulher, corresponda às suas emoções através de bons gestos e expressões”. Essas dicas partem da diferença entre a característica emotiva de ambas as falas.

Da mesma maneira, lembrando que homens falam de forma direta e mulheres de forma indireta, os especialistas orientam: “use frases curtas para passar informações a um homem e evite ir direto ao ponto para falar com uma mulher”. Para elas, a descrição dos fatos significa uma conversa atrativa. Para eles, a concisão dos fatos significa uma conversa atrativa.

Por último, não precisa ser especialista para deixar a maior de todas as dicas. E essa dica, além de valer para ambos os sexos, também é a chave da harmonia de todas as formas de relacionamento: seja um bom ouvinte!

Ser um bom ouvinte é a chave para conseguir compreender. Compreender é o primeiro passo para conseguir ser compreendido. Ser compreendido é a inspiração da arte da boa comunicação.