Crossfy – A Evolução do Qrcode

Crossfy

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Quem possui smartphone sabe o quão interessante é a tecnologia que, ao aproximar o aparelho possuidor do aplicativo de leitura de Qrcode, gera conteúdo para ser visualizado. Entretanto, o sistema depende de uma simbologia pré-definida por um código visual que ao ser lido pela câmera operada pelo app, dá ao usuário a oportunidade de fazer essa interação, que em tempos de web 2.0, se lança como mais uma ferramenta interessante de marketing digital. Entretanto, há no mercado, uma evolução ao Qrcode: O Crossfy.

No jornalismo o pioneirismo do uso

O Crossfy se lança no mercado, transformando imagens em códigos e assim, gerando conteúdo interativo. O sistema consiste em transformar uma foto em um símbolo gráfico portador de informações aptas a serem lidos pelo smarthphone contemplado com o aplicativo. Além disso, por não ser estático como o Qrcode, o Crossfy tem vantagens e numa mesma fotografia, por exemplo, pode ter seu conteúdo mudado, atualizado ou retirado, de acordo com a necessidade do cliente.

Assim, como gerador de conteúdo, além de impulsionar a publicidade online, o aplicativo foi trazido ao convívio do grande público por meio do jornal “Estadão” que passou a ter em suas edições, fotografias com conteúdo interativo. Dessa forma, por exemplo, o torcedor apaixonado por futebol, ao ler a notícia sobre a vitória do seu time, poderia, por meio da foto publicada, assistir aos gols, utilizando o Crossfy como leitor do código trazido pela imagem.

Web em constante evolução

A tecnologia do Qrcode já surgiu como revolucionária dando mobilidade e interação aos mais variados setores do mercado. Ao surgir uma evolução do sistema, o que se percebe é que o profissional deve estar antenado aos insights evolutivos do seu tempo. Ao haver esse surgimento, que haja o quanto antes uma adaptação ao que surge, assim, tornando-o capacitado a entender e operar e, ainda, aplicar no seu mundo com relevância.