Conhecendo Cervejas Especiais: O Lúpulo

Lúpulo

Flor do Lúpulo

Todo cervejeiro nato sabe o que compõe sua cerveja. Entretanto, saber identificar para que serve cada ingrediente é tarefa difícil. As cervejas especiais são um verdadeiro conceito de pureza, que trazem ao convívio dos seres humanos normais, receitas que respeitam os mais antigos padrões para a fabricação de cerveja desde tempos antigos.

Dessa forma, sendo o malte e o lúpulo fundamentais para qualquer boa cerveja, hoje vamos entender para que é usado o lúpulo. O ingrediente que provém de um vegetal possui duas vertentes, dois tipos: o aromático e o amargor. É importante saber que ele também é responsável pela espuma, o famoso colarinho.

O sabor passa pelo lúpulo

As primeiras notícias de uso do lúpulo são do século VIII e é dele a responsabilidade pelo sabor da cerveja. Os dois tipos são usados na fabricação de cervejas artesanais. Os aromáticos possuem ácidos alfa baixos e altos níveis de ácidos beta, além de um perfil de óleo totalmente voltado ao aroma. São usados em acabamentos, condicionamento. São inseridos nos momentos finais da fervura.

Os responsáveis pelo amargor são exatamente o oposto em relação aos ácidos alfa e beta. Passam por todo o processo de fervura, justamente para que deles sejam retirados o amargo que encontramos na maioria das cervejas. No Brasil, em grandes cervejarias, há a utilização de um lúpulo diferente dos usados nas cervejas artesanais. Ele é sintético e faz com que o preço final seja bastante inferior.

Confira os tipos de lúpulos existentes

  • Lúpulo Natural – as folhas passam por processo de secagem
  • Lúpulo em Pallets – as folhas são moídas e prensadas em forma de cones
  • Lúpulo Extrato – é o estado líquido do ingrediente. Usado por muitas cervejarias, perde a essência.
  • Produtos de Lúpulos – São óleos essenciais, que podem ser aplicados em qualquer parte do processo de produção da cerveja.