Certificado Digital, Despapelização e Sustentabilidade

Meio ambienteA cada dia que passa vemos mais e mais notícias sobre o futuro do ecossistema no nosso planeta. As relações com as causas que produzem os efeitos nocivos que começam a ser sentidos por todos os habitantes e atribuídos à forma na qual cuidamos do nosso mundo.

Na tentativa de ilustrar o conteúdo implícito no parágrafo anterior, demonstraremos o processo que, atualmente, se faz necessário para a obtenção da nossa estimada “folha A4” juntamente com as implicações aferidas ao nosso meio ambiente.

Uma árvore, dependendo da espécie, produz 7500 folhas de papel A4 de 75 gramas. Por sua vez, uma tonelada de papel equivale a 27,5 árvores em média. Estes são alguns dos cálculos encontrados em sites especializados no assunto.

Pensando nisso, e aliando a preocupação global com o meio ambiente, foi estabelecido o Plano Nacional de Desmaterialização de Processos na Administração Pública Federal. O Plano foi criado a partir de um acordo de cooperação técnica entre o ITI e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por meio da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI/MPOG) no qual necessita que toda a sociedade brasileira esteja envolvida nas discussões sobre a digitalização de processos, pois só assim alcançar-se-a os resultados desejados.

Há experiências convincentes de que a desmaterialização é uma alternativa bastante promissora e que auxiliará na otimização do uso dos insumos. Ao imprimir um contrato, temos o consumo de papel, de tinta e de carbono. Com a digitalização do mesmo contrato haverá uma verdadeira economia verde. A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), os contratos de câmbio eletrônicos aprovados pelo Banco Central e o Conectividade Social ICP são exemplos excelentes de economia verde.

Um exemplo de caso de sucesso é o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), onde deixaram de ser emitidas 4,2 bilhões de notas fiscais em papel que correspondem a mais de 3 milhões de árvores. Com o SPED, há uma economia de cerca de 70 bilhões de folhas de papel, sendo uma nota em quatro vias, o que equivale a R$ 510 milhões – se cada folha custar 0,03 centavos. Sem contar o ganho de carbono, em 15 anos, que chega a 851 mil toneladas.

Como podemos ver, 0 mundo físico custa algumas centenas de vezes mais do que o eletrônico. E não se trata apenas do volume de papel e o que é gasto para produzi-lo, mas também ao transporte necessário para enviar esse material e o espaço físico para guardá-lo. Sem falar na redução de despesas postais, impressão, carimbo, etiqueta e movimentação interna da documentação que gera versões de comprovantes, perdas, necessidade de firmas reconhecidas e uma infinidade de recursos que a burocracia determina.

Hoje, estamos passando por uma fase de transição para o uso da certificação digital, no qual, além da administração pública, seguradoras, bancos, inclusive o  judiciário,  estão aderindo ao sistema.

O número de empresas que vão precisar de certificação digital deve crescer exponencialmente à medida que a assinatura eletrônica, que confirma a autenticidade de documentos, é exigida para aquelas que emitem nota fiscal eletrônica.

Além disso, as companhias inscritas no regime tributário de lucro presumido precisam da certificação para declarar à Receita Federal suas obrigações.

Dessa forma, pensando no futuro da nossa sociedade, a VENTRE CONSULTORIA & CERTIFICAÇÃO DIGITAL está a disposição das pessoas físicas e jurídicas que queiram conhecer um pouco mais sobre esse novo universo e, na medida de suas necessidades, estamos à disposição para aqueles que desejarem sua implantação.

  • Marcos Rei

    Quando inventaram o capitalismo, inventaram a exploração acreditavam que o ecossistema suportaria eternamente a exploração, mas esqueceram que os minerais formam um delicado equilíbrio na natureza, não é preciso tirar tudo para causar um “dano ao mundo” é preciso tirar apenas uma parte e transformar através de processos industriais, a matéria transformada, como por exemplo o gás carbônico do efeito estufa tende a gerar um novo equilíbrio, que tende a desequilibrar o equilíbrio primário impondo um novo equilíbrio destrutivo…