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Era do Gelo

Atualmente, os cientistas calculam que a temperatura média da atmosfera seja de 15,5°C.

Essa medida, porém, não é constante. Ciclos de calor ou frio fazem parte da dinâmica natural da Terra. Supõe-se que períodos glaciais, com temperaturas rigorosas, são frequentes na história do planeta. Nos últimos 5 milhões de anos – grande parte dos continentes ficou coberta de gelo. Ou seja, exceção é o momento interglacial – de “veranico” – que vivemos nos últimos 10 mil anos.

Alteração global

A última glaciação, que engloba a chamada Era do Gelo, durou até cerca de 10 mil anos a.C.

A temperatura média caiu para aproximadamente 10°C. Por volta de 100 mil anos atrás, o frio tomou conta da Europa, Ásia e América do Norte, deixando vastas extensões de terra cobertas pelo gelo.

Mesmo as regiões que não foram congeladas, como o norte da África sofreram as consequências ambientais do esfriamento global.

O período glacial provocou uma espetacular evolução no modo de vida primitivo: para sobreviver ao frio, o homem teve de buscar novos recursos e provar sua capacidade de adaptação às penosas condições climáticas.

Muitos oceanos tiveram seus volumes reduzidos, depois de congelados. Pedaços da terra que, até então, eram separadas por água tornaram-se um só continente, o que possibilitou o trânsito entre diversas regiões. Desse modo viajantes primitivos atravessaram o Estreito de Bering, que separa o extremo leste da Ásia do Alasca, e alcançaram a América.

Criatividade e adaptação

Viver no frio era muito mais complicado para o homem primitivo. No entanto, a difícil sobrevivência – que incluía alimentar-se e cuidar dos filhos – gerada pelas baixas temperaturas obrigou-o a desenvolver criatividade.

Durante a Era do Gelo, o homem empregou técnicas de caça. Munidos de lanças e outras ferramentas, captura mamutes, bisões e felinos a longa distância. A alimentação rica em proteínas, hábito mantido por sucessivas gerações, favoreceu o aumento da capacidade cerebral e incrementou o ato de pensar e de superar desafios. Por volta de 10 mil anos a.C., a população humana aumentou consideravelmente, provocando a extinção de animais – apesar de um único mamute alimentar muitas pessoas. À medida que mamutes e bisões eram exterminados, a dificuldade de obtenção de alimentos tornou-se maior.

Com a diminuição das fontes de alimentação, o homem teve de rever seus hábitos. Ao mesmo tempo, o período glacial chegava ao fim, a temperatura da Terra voltava a subir gradativamente e o gelo derretia, descobrindo imensas áreas de terra produtiva. As novas condições climáticas apresentaram outras perspectivas ao homem primitivo, tais como plantar, colher e criar animais

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Idade da Pedra Polida

O final da Era do Gelo, por volta de 10 mil a.C., trouxe mudanças determinantes para a humanidade. Com a temperatura mas alta, as geleiras recuaram, a vegetação rala cedeu lugar a  florestas abundantes e os animais, bem adaptados à natureza renovada, puderam se desenvolver e se reproduzir em maior escala. A vida do homem também mudou, inaugurando um novo período: o Neolítico ou Idade da Pedra Polida.

Vida sedentária

Se, por um lado, as alterações de clima e vegetação dificultaram a caça e a coleta, também possibilitaram novos hábitos ao forçar o homem primitivo a investigar alternativas para sobreviver. A grande transformação – que marcou o Neolítico e modificou de forma progressiva o modo de vida – foi a agricultura.

As comunidades estabeleciam-se em uma região, para plantar e colher seu próprio alimento – ou seja, abandonaram a vida nômade para adotar o sedentarismo – iniciativa essencial para o desenvolvimento da espécie.

As primeiras atividades agrícolas completavam a alimentação, baseada em carnes e peixes. Quanto mais plantava e colhia, mais alimento gerava e, consequentemente, mais a população aumentava. Com a formação de aldeias, a agricultura tornou-se o centro das relações humanas. Assim, o homem aprendeu a viver em sociedade.

A agricultura exigia organização do trabalho. A colheita dividia-se entre os moradores da aldeia e, na maioria das vezes, o patriarca cuidava da distribuição da água.

Objetos e Casas

O homem introduziu a técnica do polimento na confecção de objetos com pedras. Depois de lascá-las, ele esfregava-as, polindo e afiando as peças. Assim apareceram os primeiros modelos de facas, agulhas, machados, anzóis e lanças, bem como utensílios – pilões, pratos e vasos. Nessa época, o homem também produzia objetos com cerâmicas, como potes, jarros e bacias, além de construir casas de madeira revestidas com argila.

Evolução do raciocínio

Percebeu-se que a caça, praticada desde os antepassados, não era a melhor solução para saciar a fome. Concluiu-se que seria mais vantajoso domesticar cabras, carneiros, porcos e outros animais, para fornecerem a carne e subprodutos – como leite e lã – e força de trabalho no transporte de carga.

O cultivo da terra propiciou outro salto evolutivo. Pela primeira vez, o homem refletiu sobre os fenômenos naturais que ainda não tinha explicação racional, como o Sol, a chuva e a água.

Ele notou, por exemplo, que havia relação entre as fases da Lua e os períodos de plantio e colheita. Surgiram os primeiros questionamentos sobre assuntos abstratos, como a vida, morte, amor e deus.

As próximas gerações humanas ampliaram as crenças e os costumes primordiais, dando sequencia à evolução cultural, ao mesmo tempo que aprimorariam as tecnologias, aplicando novos métodos na agricultura e na fabricação de ferramentas e materiais.

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Revolução Agrícola

A transição do homem caçador e nômade para o agricultor sedentário ocorreu de forma gradual, a partir de 10 mil a.C. Assim que a temperatura média da Terra aumentou, com o fim da Era do Gelo, o ambiente sofreu modificações. Ao adaptar-se às novas condições de vida, o ser humano descobriu que poderia controlar a produção de seu alimento.

A prática da agricultura surgiu ao observar-se que sementes de determinadas plantas, como trigo, quando espalhadas pelo vento na terra, geravam um novo fruto.

Acredita-se que os primeiros produtos agrícolas cultivados pela humanidade tenham sido o trigo, a cevada e a aveia. Esses cereais germinavam em abundancia e podiam ser estocados.

Para garantir o suprimento alimentar, porém, era necessário cuidar do plantio e da colheita e, muitas vezes, conformar-se com as intempéries da natureza. As áreas mais procuradas para a agricultura na Ásia, na África e no sul da Europa eram as terras férteis próximas aos grandes rios, como o Nilo, no Egito.

Nessas mesmas regiões também foram domesticados os primeiros animais selvagens entre eles os porcos, ovelhas, cavalos, cavalos e bois, que forneciam carne e leite.

Tecnologia de plantio

No início, o solo era utilizado até o completo esgotamento, quando se buscava outras regiões para plantio. À medida que a agricultura tomava o lugar da caça predatória, as técnicas de plantio e colheita foram aperfeiçoadas. Para tornar o trabalho mais eficiente e produtivo, criou-se ferramentas de pedra e madeira para trabalhar a terra.

A principal evolução técnica, no entanto, ocorreu graças aos métodos de irrigação e drenagem do solo, desenvolvidos por camponeses. Muitas regiões dependiam desses mecanismos para garantir a fertilidade da terra e, claro, o alimento. Em decorrência disso, a agricultura pôde ser adaptada a diversos climas.

Divisão do trabalho

A atividade agrícola transformou o modo de vida do homem primitivo, pois exigiu que ele se fixasse em um local para acompanhar sua produção. Quanto mais aprendia a lidar com a terra, melhor era o resultado da colheita.

Com mais alimentos disponíveis, a densidade demográfica das aldeias cresceu. A partir disso, estabeleceu-se uma nova organização do espaço, com a formação de concentrações populacionais maiores que, futuramente, se transformariam em vilarejos, os quais originariam as primeiras cidades.

Além disso, o trabalho agrícola também forçou o processo de divisão de funções entre aqueles que o realizavam, remodelando a organização social. Homens confeccionavam utensílios de pedra polida e mulheres cuidavam da coleta e do cultivo.

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8 de Março – Dia Internacional da Mulher

8 de março de 1857 as operárias de uma fábrica de tecidos, situada em Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica para reivindicar melhores condições de trabalho, redução na carga diária de trabalho de dezesseis para dez horas, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi fortemente reprimida com violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas.

Em 1903, profissionais liberais norte-americanas criaram a Women’s Trade Union League que tinha como principal objetivo ajudar todas as trabalhadoras a exigirem melhores condições de trabalho.

Em 1908, mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque reivindicando o mesmo que as operárias mortas em de 1857, bem como o direito de voto. Utilizavam o slogan “Pão e Rosas”, em que o pão simbolizava a estabilidade econômica e as rosas uma melhor qualidade de vida.

No ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem às mulheres mortas naquele incêncio. Mas somente no ano de 1975 a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

A partir daí, na maioria dos países, realizam-se conferências e debates cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade tentando diminuir preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços e lutas, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional.

O dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

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Carnaval – Conheça as Tradições e a História do Carnaval

Início do carnaval

A festa de carnaval surgiu na Grécia entre os anos 600 e 520 a.C.. Por meio dessa festa, os gregos faziam seus rituais em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

Mais tarde, o povo grego e romano introduziu bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a inaceitável aos olhos da Igreja. Mas, com o passar tempo, por volta de 590 d.C, a Igreja Católica adotou essa comemoração.

A partir da admissão do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que exclui os “atos impuros”. Tal mudança foi profundamente espantosa aos olhos do povo, visto que saía das verdadeiras origens da festa, como a festividade pela alegria e pelas conquistas. Durante o Concílio de Trento, em 1545, a festa de carnaval voltou a ser um festejo popular.

No Brasil, por volta de 1723, o carnaval chegou sob influência européia. A festa acontecia através de desfiles de indivíduos fantasiados e mascarados. Os blocos de carnaval, com carros enfeitados e pessoas fantasiadas da forma semelhante à de hoje, surgiram apenas no século XIX.

Adotada grandemente pela população brasileira, o carnaval se tornou uma das maiores festas do país. Graças às famosíssimas marchinhas carnavalescas, o carnaval brasileiro cresceu em número de participantes e em qualidade.

Tradições do carnaval

Carnaval

Antigamente, o carnaval no Brasil era denominado entrudo, um tipo de brincadeira de rua, que foi se inovando e modificando: novos elementos foram sendo acrescentados, como as sociedades carnavalescas, o grupo de foliões tocadores de tambores e zabumba Zé Pereira, os blocos, os cordões e os ranchos.

Arlequim, Columbina, Pierrô e o Rei Momo são figuras presentes até hoje na cultura do carnaval. O carnaval do Rio de Janeiro e de São Paulo distingue-se de outras cidades brasileiras, porque existe competição entre as escolas de samba. No entanto, é na capital do estado baiano, Salvador, que o calor humano é literalmente sentido com a presença de afoxés,blocos carnavalescos e trios elétricos.

Fantasias de Carnaval

fantasias para carnaval

Até a década 1930, as fantasias (fantasias adultas e fantasias infantis) eram simples, com trajes adaptados, tingidos, enfeitados de forma ingênua, visto que os materiais que poderiam enriquecê-las, como os adereços de cabeça, ornamentos, sapatilhas e tecidos, eram muito caros, sendo vistos mais nos desfiles de escolas de samba.

Nos clubes e desfiles de rua, algumas fantasias de carnaval se tornaram mais famosas, como bobo da corte, caveira, colombina, diabo, malandro, médico, morcego, odalisca, palhaço, pierrô, príncipe, super heróis, vedete, dentre outros.

As fantasias dos bailes de gala seguiram o modelo dos bailes de Veneza, em que eram avaliadas nas categorias luxo e originalidade. Já as fantasias das escolas de samba explicam a história contada na letra do samba enredo.

As mesmas, precisam ser coerentes ao tema e aparecer em consonância com o conjunto da escola. Além da Comissão de Frente, que dá a primeira impressão da escola, as fantasias mais importantes numa escola de samba são as fantasias de Mestre Sala e Porta Bandeira.

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Adam Smith e a “Mão Invisível” do Mercado na Economia

Em 1723, na Escócia, nasceu um dos mais importantes pensadores econômicos que o mundo teve notícia – Adam Smith. Filho de uma família típica de classe média, desde muito cedo a figura de Smith caracterizou-se pela sua distração e aos 16 anos foi estudar em Oxford, na Inglaterra.

Ele é considerado o pai da Economia moderna e o mais importante teórico do liberalismo econômico. Em plena Revolução Industrial – 1776 – ele publicou um livro que é considerado o marco da Teoria Econômica – “A Riqueza das Nações”, o qual serviu de base teórica para a expansão do capitalismo industrial.

De acordo com Adam Smith o auto-interesse de uma sociedade livre proporcionaria a forma mais rápida de uma nação alcançar o progresso e o crescimento econômico. Na sua liberal opinião o maior obstáculo a esse progresso econômico seria o intervencionismo do Estado na Economia; pois, para ele, existiria uma “mão invisível” que auto-regularia o mercado. Ou seja, para Adam Smith se o mercado fosse deixado em paz pelos governos ele se manteria sempre em equilíbrio. Isso ele denominou de “Laissez-Faire”.

Para ele caberia ao Estado apenas três funções: (A) o estabelecimento e a manutenção da justiça; (B) a defesa nacional; (C) a criação e a manutenção de certas obras e instituições públicas, as quais não fossem de interesse privado. Ele era radicalmente contra qualquer restrição à liberdade econômica que levasse ao monopólio de mercado.

ECONOMIA – Conceitos Básicos

A Economia estuda a maneira pela qual a sociedade distribui os recursos limitados da Terra para os insaciáveis apetites dos seres humanos e, nesse cenário, a “oferta” e a “demanda” (procura) são as forças atuantes.

Naquilo que é chamado de “ponto de equilíbrio”, o preço de mercado permite que a quantidade oferecida seja igual à quantidade demandada. Dessa forma, os fornecedores ficam dispostos a vender, os consumidores dispostos a comprar e a oferta se iguala à demanda por um determinado preço. Em poucas palavras esta é a base de toda a Teoria Econômica.

Examinemos o exemplo do Bar Tavern que produz seu próprio chope – o Mimus. Imagine que você seja um(a) bebedor(a) de chope da Skol, mas o Tavern esteja cobrando um preço especial de R$ 1,50 pelo  caneco de Mimus. O dono do bar possui dez (10) barris em estoque, mas ele acha que se tivesse que cobrar o preço habitual de R$ 2,80 o caneco, talvez só conseguisse vender uns dois barris.

Você gosta de Skol, mas por R$ 1,50 decide experimentar a marca mais barata. Aqui, neste bar, a “mão invisível” da economia está em ação, pois ao preço certo, há uma demanda pelos dez barris.

Estruturas de Mercado

Num mercado competitivo existem forças que atuam movendo a oferta, a demanda e os próprios preços. Pois, quanto maior for a concorrência num determinado mercado, mais sensível fica o preço de mercado, em relação à mudanças na oferta e na demanda. Por isso, veremos abaixo, três tipos de estruturas de mercado:

Monopólio Puro: caracteriza-se por haver apenas um vendedor de determinado produto (ou serviço) sem similares no mercado. Exemplo: a empresa LIGHT na cidade do R.J. detém o monopólio do fornecimento da energia elétrica e a TELEMAR, detém o monopólio da exploração do serviço de telefonia fixo no Estado do RJ

Oligopólio: Caracteriza-se por haver uns poucos fornecedores de um determinado produto (ou serviço), para o qual existem poucos substitutos ou similares. Se o setor for competitivo, o monopólio é benéfico para o consumidor. (Exemplo: o setor de telefonia móvel no Brasil, onde existem apenas quatro fornecedores – Vivo, Claro, TIM e Oi – é benéfico para os consumidores, pois o setor de telefonia móvel está em franco crescimento. Mas, se o setor não for competitivo, os consumidores não têm nenhum benefício. (Exemplo: o setor de empresas aéreas, onde os quatro participantes – Varig, Tam, Gol e BRA – não competem entre si e, conseqüentemente, os consumidores não têm nenhuma vantagem.

Concorrência: Caracteriza-se por haver muitos concorrentes vendendo um determinado produto (ou serviço) com muitos similares, os quais podem ser facilmente substituídos. E, nesse caso, a competição favorece os consumidores, com produtos de qualidade e com preços cada vez menores. (Exemplo: o setor de Extrato de Tomates, Xampus, Massa, Biscoitos, etc.)

Portanto, quando o Gerente estiver pensando nas condições específicas do mercado de um determinado ramo ou no comportamento individual dos consumidores, é nesse aspecto da Teoria Macroeconômica que ele deve estar atento, uma vez que as indústrias produzem as quantidades que atendem à demanda, a um preço de equilíbrio baseado na estrutura do mercado competitivo.

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Como Anda o Trânsito em São Paulo.

Morar na maior cidade do país tem suas vantagens e desvantagens, o congestionamento de São Paulo, por exemplo, já é praticamente irreversível chegando até 200 km de lentidão. Além de ter o trânsito mais caótico do Brasil São Paulo está no ranking da 6° cidade do mundo com o pior trânsito do mundo.

Os congestionamentos de São Paulo pioraram nos últimos três anos, por exemplo, se colocássemos os 6,1 milhões de veículos existentes na cidade de São Paulo enfileirados seria possível ir três vezes até Nova York, nos Estados Unidos. Todos estes carros nas ruas fazem com que todo o dia os paulistanos enfrentem horas de lentidão para chegar ao trabalho e para voltar para sua casa e este se agrava ainda mais se estiver chovendo.

Algumas medidas para tentar reduzir esses congestionamentos já estão sendo aplicados como o rodízio de carros de acordo com as placas dos veículos e atualmente os caminhões enfrentam também o rodízio para trafegar na Marginal, de acordo com o final da placa.

Veja alguns dados interessantes sobre o trânsito em São Paulo:

- A grande São Paulo concentra 20% de toda a frota de veículos nacional;

- Na capital cerca de 600 novos carros entram em circulação por dia;

- A poluição veicular é a principal causa da má qualidade do ar em SP;

- Estima-se que a poluição seja a responsável pela redução de 1,5 anos na expectativa de vida;

Porém estas medidas para diminuir os congestionamentos em São Paulo e toda essa preocupação com o ar parecem não estar tendo nenhum resultado, porque, por exemplo, ao invés das pessoas no dia do rodízio de sua placa do carro, irem ao trabalho com algum transporte público, muitas acabam comprando mais um carro para fugir deste rodízio e continuar a trafegar pela cidade de carro livremente. E a pergunta que fica é: Quando será que São Paulo vai parar?

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O Brasil vai Investir em Sustentabilidade para Impressionar o Bric

Você sabe o que é o Bric? Trata-se do acrônimo para Brasil, Rússia, Índia e China, os quatro países que têm se destacado no cenário mundial por conta do crescimento econômico.

Você sabe o que é o Bric? Trata-se do acrônimo para Brasil, Rússia, Índia e China, os quatro países que têm se destacado no cenário mundial por conta do crescimento econômico. Veja a seguir, a colocação de cada país no que diz respeito ao PIB, consumo de eletricidade e exportação, no mundo.

Produto Interno Bruto (PIB):

  • China: 3º lugar;
  • Brasil: 8º lugar;
  • Rússia: 11º lugar;
  • Índia: 12º lugar.

Consumo de eletricidade:

  • China: 2º lugar;
  • Rússia: 3º lugar;
  • Índia: 7º lugar;
  • Brasil: 10º lugar;

Exportações:

  • China: 1º lugar;
  • Rússia: 11º lugar;
  • Brasil: 21º lugar;
  • Índia: 23º lugar.

Está claro que o Brasil não pode competir em produtividade com a China, por exemplo, por isso o país tem se esforçado para tornar os seus processos produtivos altamente sustentáveis. É assim que o Brasil pretende se destacar entre os países do Bric. Dessa maneira, o país vai investir em sustentabilidade ambiental e na área social.

Quando se fala em sustentabilidade ambiental, está se levando em conta o tratamento que atualmente se dá as nossas florestas e o tratamento que, de fato, seria ideal.

Além das florestas, há ainda o problema do saneamento básico. Ainda que a rede de esgoto cubra 50% do país e que as empresas especializadas em desentupimento / desentupidora e demolidora / demolição ajudem a coletar outra parcela do esgoto por meio dos serviços de limpa fossa, nem todo ele é tratado. A meta é avançar no que diz respeito ao saneamento básico.

O Brasil trabalha para que esses ideias de sustentabilidade culminem dos dois grandes eventos a serem realizados pelo país nos anos de 2014 e 2016:

  • Copa do Mundo;
  • Olimpíadas.

Portanto, a sustentabilidade ainda vai ser muito falada aqui no Brasil, ao passo que os investimentos ainda estão no início.

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Alistamento Eleitoral

Alistamento Eleitoral

Alistamento Eleitoral

Alistamento eleitoral é o ato de inscrever-se como eleitor pela primeira vez, isto é, quando não identificada inscrição em seu nome no Cadastro Nacional de Eleitores ou no exterior. É ato personalíssimo, não se admitindo inscrição por procuração.

Podem(devem) inscrever-se eleitor os brasileiros natos ou naturalizados maiores de dezesseis anos, bem como os portugueses com residência permanente no Brasil, em virtude de reciprocidade, nos termos do Decreto Nº 3.927/2001, que regulamentou o Estatuto da Igualdade. Aos portugueses que não obtiverem a igualdade de direitos políticos previstos no Estatuto da Igualdade, terão o mesmo tratamento dispensado aos estrangeiros.

Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos (Art. 14, § 2º, CR). Conscritos são todos aqueles que estejam prestando o serviço militar obrigatório, os alunos dos órgãos de formação da reserva, os médicos, odontólogos, farmacêuticos e veterinários que estejam prestando serviço militar inicial obrigatório, enquanto durar, ainda que tenham sido alistados antes da matrícula ou convocação (Resolução TSE Nº 15.850/89). Também não podem inscrever-se eleitores os que estejam privados, temporária ou definitivamente dos direitos políticos (Art. 5º, III, CE), sendo os casos de perda ou de suspensão de direitos políticos (Art. 15, CF).

O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de dezoito anos e facultativos para os analfabetos, os maiores de setenta anos e os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos (art. 14, § 1º, CF). Em ano eleitoral poderão inscrever-se eleitores os menores que venham completar dezesseis anos até a data da eleição, inclusive, desde que efetue sua inscrição dentro do prazo estabelecido por lei, que é de 150 dias antes do pleito.

O ato de alistar-se pode se da a qualquer tempo. Exceção é o período compreendido nos 150 dias que antecedem ao primeiro turno do pleito (Art. 91 da Lei Nº 9.504/97).

Para a inscrição, o alistando deverá apresentar documento oficial do qual se infira a nacionalidade brasileira (Art. 5, § 2º, da Lei Nº 7.444/85 e Art. 44, § 2º, do CE).

Há particularidade quanto aos indígenas bem como quanto aos alistandos de origem cigana. Aqueles, se integrados, estão obrigados ao alistamento eleitoral e ao voto, observando-se a facultatividade quanto aos analfabetos, maiores de setenta anos e aos menores de dezoito e maiores de dezesseis anos (Resolução TSE Nº 20.806/01). A condição de integrado ou não e a declaração de residência, serão fornecidas pelo órgão de assistência aos indígenas. Estes, caso não possuam moradia ou residência fixa, deverão fazer o alistamento no domicílio em que se encontrar (Art. 42, parágrafo único, do CE).

Eleitor então é aquele que já se inscreveu perante a Justiça Eleitoral ou nas sedes das Embaixadas ou das Repartições Consulares.

Rogério Felipe

http://www.videoblogconcurso.blogspot.com/

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O que a Venezuela Representa para o MERCOSUL?

As Repúblicas da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai assinaram o Eastern 26 de março de 1991 o Tratado de Assunção, a fim de criar o Mercado Comum do Sul, o MERCOSUL. Os sócios procuraram a expansão da dimensão dos mercados nacionais através da integração, que é um pré-requisito para acelerar seus processos de desenvolvimento econômico com justiça social, a comunhão de valores é uma expressão de suas sociedades democráticas, defensores pluralistas das liberdades fundamentais, direitos humanos, a proteção do ambiente e do desenvolvimento sustentável e seu compromisso com a consolidação da democracia, segurança, legalidade, combate à pobreza e desenvolvimento econômico e social com equidade. Supõe-se que estes benefícios da integração sejam favoráveis para todos os países que a compõem, considerando que estão dentro deles os potenciais grandes países da América do Sul, conhecida por criar programas que beneficiam os planos de negócio.

venezuela no mercosul

A Venezuela e o Mercosul

O principal objetivo do Tratado de Assunção (assim chamado em sua casa, onde assinou a primeira vez) é a integração dos quatro Estados Partes através da livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos, o estabelecimento de uma Tarifa Externa política (ACS) é a adoção de uma política comercial comum, a coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais e harmonização da legislação nos domínios pertinentes.

Os Estados participantes foram propostos para iniciar uma nova fase, a fim de alcançar um mercado único, gerando um maior crescimento econômico dos Estados Partes através da utilização de especialização produtiva, economias de escala, a complementação comercial e maior poder de negociação bloco com outros blocos ou países.

Um aspecto de particular relevância nos últimos anos está relacionado com o pedido apresentado pela República Bolivariana da Venezuela como membro pleno do MERCOSUL. Este pedido faz parte das disposições do artigo 20 º do Tratado de Assunção, que é apoiado pela adesão de outros países membros da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) para o bloco. A este respeito, as Partes do MERCOSUL reafirmaram a importância da adesão da República Bolivariana da Venezuela ao MERCOSUL para consolidar a integração da América do Sul no contexto da integração latino-americana.

Em quatro de julho de 2006 aprovou o Protocolo de Adesão da República Bolivariana da Venezuela ao MERCOSUL, mediante a qual estabelece as condições e prazos para a incorporação plena da Venezuela ao bloco. De acordo com o Protocolo, a República Bolivariana da Venezuela desenvolver a sua integração no MERCOSUL, em conformidade com os compromissos dele derivados, segundo os princípios de gradual idade, flexibilidade e equilíbrio, o reconhecimento das assimetrias e o tratamento especial e diferenciado, bem como os princípios da segurança alimentar, meios de subsistência e desenvolvimento rural.

Tendo em conta a nova dinâmica do comércio exterior política Comercial da Venezuela empreendida pelo atual governo, é claro, com grandes falhas, mas também de oportunidades, acreditamos que, para além da realidade competitiva do atual cenário econômico, é necessária Venezuela entre o MERCOSUL para expandir sua fronteira comercial no atual processo de liberalização e integração. No entanto, essa integração deve ocorrer dentro de um processo harmonioso e coerente, com justiça social e rever as assimetrias existentes entre os países membros.

No nosso caso, a integração já começou a tomar forma através de diferentes abordagens sociais, políticas e econômicas. A criação da zona de Santa Elena de Uairen permitiu que a área comercial com Boa Vista, Manaus e outras áreas importantes do norte do Brasil e Venezuela, as cidades de Puerto Ordaz, Maturín e Ciudad Bolivar outras cidades do sul. A construção do gasoduto do sul é a integração de outros aspectos que destaca a importância para a região, uma vez que interligam os países membros do MERCOSUL.

A parceria com o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) é um excelente negócio para os venezuelanos e uma oportunidade histórica para alavancar o comércio, negócios e investimentos. Isto representa e significa como alguns acreditam fortalecer os laços com o Brasil, Argentina, Uruguai, países que, há 10 anos, a Venezuela tem a maior prioridade nas relações internacionais por causa da possibilidade clara de um comprador privilegiado energia, essas relações têm experimentado uma melhoria acentuada em todos os níveis, chegando a crescer nos últimos quatro anos, até 800%.

A política comercial novo tende a fortalecer e reforçar os processos de abertura e integração nos mercados mundiais. O MERCOSUL foi concebido como um instrumento mais adequado para a integração de nossos países para o mundo exterior, usando a TEC (tarifa externa comum) como uma ferramenta para melhorar a competitividade.

MERCOSUL garantiu que o processo de integração é feito com base realista e flexível, de modo que o processo seja de adaptação de instrumentos às realidades dos países que a conformam.

Em seu caminho para o aprofundamento do processo de integração, o tratamento das assimetrias na agenda nacional ocupa a mesma posição e relevantes transversais. Nesse sentido, a partir do ano de 2006, os Estados Partes reafirmaram a prioridade do tratamento das assimetrias no MERCOSUL.

Em consonância com esses objetivos é parte da criação do Fundo para a Convergência Estrutural do MERCOSUL (FOCEM), através da adoção da Decisão CMC N º 45/04, para financiar programas para promover a convergência estrutural, aumentar a competitividade e promover a coesão social, especialmente das economias menores e regiões menos desenvolvidas, e apoiar o funcionamento da estrutura institucional e o fortalecimento do processo de integração. Outro tema de importância central na agenda interna do MERCOSUL nos últimos anos está relacionado com a integração da produção e do desenvolvimento da competitividade regional. Desde 2006, a iniciativa veio “para avançar na integração regional da produção e do desenvolvimento social com ênfase na promoção de projetos produtivos regionais, incluindo as redes integradas, especialmente para as PME e as cooperativas.”

O programa contém sete linhas de ação a nível horizontal: a cooperação entre as entidades relacionadas ao desenvolvimento de negócios e produção, a complementaridade em matéria de investigação, desenvolvimento e transferência de tecnologia, formação de recursos humanos, a coordenação com outros órgãos do MERCOSUL, a geração e processamento de informações, a articulação de medidas de facilitação do comércio e financiamento, entre outras atividades, a ser decidida. A nível setorial, o Programa prevê o desenvolvimento de fóruns de competitividade e as iniciativas de integração.

Em consonância com os objetivos estabelecidos na referida decisão, recentemente aprovada a criação de um “MERCOSUL do Fundo de Garantia para Pequenas e Médias Empresas” (Decisão CMC N º 41/08), que visa, direta ou indiretamente, as operações de crédito contratadas por micro, pequenas e médias empresas envolvidas em atividades produtivas no processo de integração do MERCOSUL. A contribuição total inicial dos Estados Partes do MERCOSUL Fundo de Garantia será E.U. $ 100.000.000, composto de acordo com os seguintes percentuais: Argentina 27%, 70% do Brasil, Paraguai e Uruguai, 1% a 2%. Como Focem, o Fundo permite benefícios a serem obtidos de modo inversamente proporcional às contribuições feitas.

A cooperação energética regional foi outro tema para o qual os Estados partes têm dado uma atenção especial nos últimos anos, tendo em conta os interesses comuns a respeito do desenvolvimento das fontes de energia seguras, renováveis e ambientalmente sustentáveis. Em dezembro de 2006, os Estados-Membros do MERCOSUL e da Venezuela assinaram um memorando de entendimento para estabelecer um Grupo de Trabalho Especial sobre Biocombustíveis, que será responsável pela elaboração de um programa de cooperação na área de biocombustíveis, que consideram a importância a cooperação estratégica entre os membros da UE

Lembra-nos e diz que, no Brasil, os empresários acham que a economia venezuelano-brasileira é complementar e pode desenvolver projetos conjuntos que lhes permitam trabalhar em outros países. Dentro destes projetos há a possibilidade de reforçar a parceria entre a Petróleos Brasileiro SA (Petrobras) e Petróleos de Venezuela SA (PDVSA), para formar uma empresa binacional para o trabalho com o nome da Petroamérica

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