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É isso ai, Companheiro!
Xenofobia é Crime

Xenofobia é Crime
Xenofobia é o ato de discriminar uma pessoa por ela possuir origens diferentes da sua. Isso acontece em diversos ramos e sociedades, muitas pessoas não gostam de estrangeiros ou imigrantes por possuírem essa linha de pensamento, fazendo com que a violência com pessoas diferentes só aumente.
Os argumentos xenofóbicos são quase sempre os mesmos, as pessoas quem veem de fora do país ou do estado pegam o trabalho de pessoas que já moravam naquele local, podendo aumentar o desemprego dentro da sociedade.
Não é bem isso que acontece, o que faz uma pessoas ser contratada, em qualquer lugar que seja, é sua experiência profissional e o seu conhecimento na área. Então, não adianta sempre ficar culpando os outros países caso você não entenda sobre as profissões que eles estão procurando no seu país.
Infelizmente, essa xenofobia acontece até entre os advogados, existem diversas restrições de colaboração entre escritórios de advocacia ao redor do mundo, o que acaba gerando diversos problemas devido a essas leis que proíbem alguns aspectos.
Para piorar alguns até planejam aumentar essas restrições, devido a isso, diversos advogados do Brasil se uniram para combater esse ato de não querer a colaboração de outros países, pois só temos a perder se nos fecharmos entre os nossos profissionais.
Se todos os países se unirem e souberem poder compartilhar, um com o outro, novos conhecimentos nas diversas profissões existentes, e não apenas os advogados. Conseguiríamos sempre evoluir, pois com essa troca conseguimos aprender mais e juntar as diversas observações diferentes para conseguir em chegar a soluções mais concretas e sólidas.
Ao invés de ter preconceito com pessoas que vem de outro país, o melhor seria nos preocuparmos com a formação dos profissionais e verificar o currículo para saber se a pessoa realmente é de confiança. Como um advogado, por exemplo, que não deveria atuar caso não tenha passado no exame da OAB.
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Voto de José Gomes Graciosa Manda Gestora Municipal Devolver Recursos Concedidos Irregularmente a Entidade Privada
O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro decidiu citar a gestora da Fundação Educacional e Cultura de Nova Iguaçu (FENIG) para que devolva aos cofres públicos recursos repassados indevidamente a uma entidade filantrópica privada. De acordo com o voto do conselheiro José Gomes Graciosa, durante a administração sob a responsabilidade de Gisele Dornelles Pires, a fundação municipal concedeu em 2008 uma subvenção de R$ 42 mil à Sociedade Filantrópica São Vicente. Ambas entidades não apresentaram, porém, os devidos documentos comprovando a despesa de forma regular.
Conforme relatório do corpo instrutivo do tribunal, a jurisdicionada não atendeu satisfatoriamente aos itens solicitados. José Gomes Graciosa consignou em seu voto parte do relatório dos técnicos da corte, segundo o qual, não foram apresentados documentos com relatos sobre as atividades da entidade beneficiada, o balancete analítico ou outro demonstrativo contábil, evidenciando o registro da subvenção e a aplicação dos recursos recebidos.
Os técnicos e o conselheiro relator não escreveram isso, mas, depreende-se da leitura do voto que é como se o poder público tivesse repassado dinheiro a um particular na base da conversa informal. De acordo com Graciosa, faltou ainda o plano de trabalho proposto pela Sociedade São Vicente e aprovado pela FENIG, o que fazia parte do convênio estabelecido. Faltou também o registro, nos pareceres do controle interno da prefeitura, sobre a entidade beneficiada e o período examinado. O controle interno, além disso, não consignou as falhas na apresentação de elementos exigidos por deliberação do TCE para formalização da prestação de contas.
José Gomes Graciosa lembrou também em seu voto, seguindo parecer do corpo instrutivo do tribunal, que não foram apresentados relatórios que deveriam acompanhar os certificados de auditoria. Segundo o relator, o tribunal constatou inúmeras falhas nos comprovantes de despesas efetuadas pela Sociedade Filantrópica São Vicente, tais como: a) foram apresentadas cópias e não os comprovantes originais, sendo as cópias sem autenticação; b) não dá para visualizar os nomes dos beneficiários nos recibos dos beneficiários, nem suas assinaturas e c) não foram apresentados todos os comprovantes, o que invalida o montante registrado na planilha.
Graciosa observou ainda que a Sociedade Filantrópica São Vicente teria feito despesas inferiores ao total dos recursos repassados pela Fundação, não comprovando a devolução da diferença aos cofres municipais. Além disso, não há informação sobre se a folha de pagamentos da entidade vinha sendo mantida exclusivamente com os recursos públicos transferidos a título de subvenção. De acordo com a decisão do tribunal, a responsável tem que devolver o dinheiro ou apresentar razões de defesa.
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Trivializar o Anormal
Sabe aquela sensação que temos diante de algum problema e o nosso íntimo demonstra que não há o que fazer? E não é por preguiça ou covardia. É quando sentimos que só a nossa parte não basta, que por mais que façamos será inútil, não vai mudar um milímetro sequer. É um misto de prepotência com impotência. Prepotência porque ao nos convencermos de que não há nada a fazer, criamos uma visão particular da situação e o mundo ao redor está cego. Portanto, estamos trazendo para nós o papel de donos da verdade. Situações como o momento político atual, acionam a sensação de impotência.
É só ligarmos a TV para percebermos que o novelo da crise não termina nunca, confinando-nos à posição de meros expectadores. A coisa está tão bizarra, tão complicada, que a verdade em si há muito se perdeu no emaranhado de versões dos mensalões, mesadões, Senado e seus escândalos intermináveis. O que importa agora é quem consegue construir uma verdade mais consistente que a outra, condizente com a memória subitamente curta dos envolvidos, cada qual preocupado em dar uma interpretação que o incrimine menos, mas que ao mesmo tempo precisa ter um núcleo de informação comum com os demais depoimentos, a fim de que se aproxime do ideal de ”verdade”.
O poder de manipular é um universo distante da realidade do ser humano comum que embora paradoxal, nossa atitude é de respeito até, pela capacidade de quem domina suas regras. Mas onde está nossa competência e idoneidade diante das forças que nos passam informações ao tempo em que nos fazem de marionetes? Entendendo essa crise de ética e moralidade, trazemos o controle para nossas mãos. Respeitar a competência do manipulador não será posicionamento de fuga ou condescendência. Tampouco imperioso. Será honesto sem cair para a bondade extrema, que se confunde com humilhação, para compreender melhor e agir da forma adequada.
Estamos nos acostumando demais, achando tudo natural demais, trivializando o que é anormal. A normalidade excessiva é contagiosa, negligencia a intuição e produz escuridão mental. A intuição trás a dúvida, faz-nos assumir a solidão, desenvolve a conscientização particular quanto ao perigo e as intrigas. Quem se torna alerta sozinho escolhe o que fica, descarta o que não serve e se permite renascer. Fazer uma tradução própria dos acontecimentos permite-nos funcionar como um todo. Somos forçados a lutar pelo que acreditamos, superar nosso desencantamento e terminar o que iniciamos. Transmitindo adiante nossa visão e interagindo, fortalecemo-nos. Compartilhando agregamos força, porque nos juntamos a outras pessoas e quando estamos juntos é mais difícil de sermos quebrados.
É tentadora a vontade de fechar os olhos a essa realidade deformada e conviver o turbilhão e esperando que passe. Mas o esforço em aceitar o anormal sufoca o instinto de reagir o e isto não é justo conosco. De que serve a impressão de que nada nos incomoda, se estamos impingindo-nos a trivialização do que é anormal? Convivendo com a impotência avalizamos quietos pessoas e grupos que usam nosso santo nome em vão. Somos pasteurizadamente, o “povo brasileiro”. Banalizando irregularidades, podamos a raiva e a capacidade de interferir nos acontecimentos, mesmo que firam nossos princípios.
Quando a letargia toma conta é mais uma voz se cala. E quando o número de pessoas a falar é insuficiente, o mundo também se silencia e com ele aquieta-se a capacidade de consertar, corrigir desvios e seguir em frente. Podemos conviver com isso, mas o silêncio e a resignação mais dia menos dia nos acordará com um “Oh! De novo não!.
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Produção de Energia: Uma Realidade Escondida
Você sabia que uma grande proporção da energia do mundo vem da queima de carvão? E que esta é provavelmente uma das principais origens dos gases de efeito estufa, apontado por muito tempo como sendo o principal culpado das mudanças climáticas?
É difícil imaginar que cada vez que você liga algum eletrodoméstico, você está sendo em parte responsável pela emissão de toxinas para a atmosfera, mas na realidade é precisamente isso que está acontecendo.
As estimativas variam, mas é sabido que nos Estados Unidos, em torno da metade de toda eletricidade produzida é derivada do carvão. Na China, o país mais populoso do planeta, o carvão representa mais de três quartos do uso de toda a energia daquela nação.
O carvão é queimado para produzir calor, e depois a alta temperatura é usada para transformar água em vapor. Este vapor é elevado a uma alta pressão e, em seguida, passa pelas turbinas, as fazendo girar. É essa rotação de turbinas que gera a energia elétrica.
Embora existam outras fontes de calor para o vapor (como por exemplo, nuclear, geotérmica e gás natural, entre outros), o carvão é de longe a mais popular fonte de energia utilizada.
A queima do carvão libera uma grande quantidade de gases de efeito estufa juntamente com outros sólidos nocivos diretamente no ar. Alguns dos poluentes do ar produzidos são:
- O dióxido de carbono – o maior responsável pelo aquecimento global,
- SO2 (dióxido de enxofre) – que provoca a chuva ácida, quando misturado com água,
- Óxido de azoto – uma contribuição significativa para a poluição atmosférica
- Monóxido de Carbono (CO) – um veneno, muito perigoso para respiração humana
- Hidrocarbonetos e compostos orgânicos voláteis
- Metais nocivos como mercúrio e arsênico, por exemplo,
- Chumbo e cádmio
Empresas de geração de energia, assim como qualquer outra empresa, dão respostas à demanda por energia elétrica. Se há uma demanda grande por energia elétrica, é certo que alguém vai ganhar dinheiro em produzi-la. E enquanto a queima do carvão está entre as formas mais convenientes e baratas para gerar eletricidade, então ele irá, naturalmente, continuar a ser utilizados.
Assim, num sentido muito real, cada vez que você ligar uma máquina de lavar ou um interruptor de luz, em algum lugar certamente haverá carvão a sendo queimado para produzir a energia elétrica que você está utilizando.
Neste momento, existem várias fontes renováveis de energia que estão começando a se tornar mais comuns. Energia solar, eólica, hidroelétrica e, mais recentemente, a energia das ondas ainda estão sendo utilizadas e transformadas em energia elétrica. Nesta era científica sofisticada estamos descobrindo que quase qualquer forma de energia pode ser transformada em energia elétrica. Com os avanços destas tecnologias, o aproveitamento desta energia natural para nosso próprio uso pessoal está se tornando muito mais viável.
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Pilotos Têm Direito a Indenização
Quando ocorre algum acidente aéreo, pensamos logo na família e torcemos para que o direito aeronáutico colabore para que todos consigam as suas indenizações justas, pois quando embarcamos em um avião, confiamos na empresa e esperamos chegar sãos e salvos ao chão novamente, mas nem sempre isso acontece.
O que se esquece de pensar é que os pilotos, comissários de bordo e toda equipe presente em um voo também falece e que o erro muitas vezes pode não ser devido a um erro humano, e mesmo que fosse, erramos até mesmo dirigindo, o problema é que quando é nossa profissão, existem outras pessoas que nos tornamos responsáveis por elas.
As famílias dessas pessoas sofrem com a perda de seus entes queridos também e elas podem pedir indenização por danos morais caso venha a ocorrer o falecimento de um piloto, comissário de bordo ou qualquer outro funcionário aéreo que estiver no voo.
O direito aeronáutico além de ser responsável pela ajuda na aquisição de equipamentos para uma empresa área, ele também cuida de toda a parte que envolve acidentes. Advogados especializados nessa área cuidam de toda a investigação e apuração do acidente para entender quais as melhores medidas para as empresas e os parentes dos presentes no voo tomarem.
A indenização de um piloto em cima do direito aeronáutico não leva em consideração direta com as leis trabalhistas, essa é outra indenização que a família do piloto tem direito de receber. A do direito aeronáutico é calculada em cima do salário do piloto, os anos trabalhos e a idade que tinha.
É importante que todos os profissionais sejam levados em consideração, principalmente pilotos que acabam falecendo em acidentes por diversos problemas técnicos possíveis, felizmente o direito aeronáutico os protege e as sua família também, para que possam pelo menos ter a segurança de que caso alguma tragédia ocorra, sua família seja indenizada pelos prejuízos.
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A Engenhosidade da Indústria Petrolífera Brasileira
O Brasil é um dos líderes mundiais no desenvolvimento de tecnologias de perfuração em águas profundas. Não se trata de ciência de foguetes, mas chega bem perto. Com freqüência, a tradução de documentos da indústria de petróleo pode ser bem maçante. Nós que trabalhamos bastante nesta área podemos atestar isso. Mas de vez em quando temos o privilégio de ter uma visão mais aprofundada da tecnologia brasileira de perfuração em águas profundas. Do nosso ponto de vista, é impressionante. Se você parar por alguns instantes e der asas à sua imaginação, poderá obter algumas imagens incríveis.
A tecnologia necessária paraprender um duto de 3000 metros de uma plataforma de petróleo a um ponto fixo no fundo do oceano é de tirar o fôlego. Pense nisso por um minuto: cerca de 300 ou 400 quilômetros no meio do Oceano Atlântico, sujeito a todas as movimentações causadas pelo vento e pelas ondas, você prende um duto inflexível de uma plataforma flutuante a três quilômetros no fundo do oceano! Em seguida, depois que ele estiver preso ao chão, a perfuração tem início. A plataforma deve permanecer em uma posição constante com relação à perfuração no chão – com movimentação lateral (inclinação) ou deriva mínima, de modo a não colocar tensão indevida sobre o duto. Trata-se de uma força incrível sobre qualquer equipamento ou sistema de posicionamento, independentemente de sua sofisticação.
Assegurar uma tradução precisa de todas as especificações técnicas e requisitos físicos de engenharia para esse tipo de operação pode ser um exercício muito desafiador. A tecnologia e a nomenclatura freqüentemente são criadas por indivíduos que não são falantes nativos do inglês. Tome “risers” (degraus) como exemplo. Eu costumava sentar nesses degraus quando ia para disputas de atletismo em minha escola nos Estados Unidos. Eles às vezes também eram denominados “bleachers” (arquibancadas). Mas no setor de petróleo, este termo significa “Porção vertical de uma linha de escoamento para transporte do óleo/gás natural do poço até a plataforma”. Do mesmo modo, no uso normal do inglês, “extremities” (extremidades) são os pés e as mãos do corpo humano. Por exemplo, “his extremities were frozen” (as extremidades dele estavam congeladas). Já no jargão da exploração de petróleo, este termo corresponde à “extensão do oleoduto”. Ao lidar com contratos multimilionários em dólares, é importante entender corretamente esses e outros termos.
Uma das coisas que aprendemos é a extrema importância de se ter um bom glossário atualizado dos termos técnicos. Há glossários em inglês disponíveis na Internet, e a Petrobras apresentou um glossário bastante completo em português e inglês em seus últimos relatórios anuais, que pode ser encontrado emhttp://www2.petrobras.com.br/Petrobras/portugues/visao/vis_relatorio.htm. Lá você aprenderá que “farm in” não tem nada a ver com agricultura; trata-se da aquisição total ou parcial dos direitos de concessão. Da mesma forma que “farm out” não tem nada a ver com colheita.
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Além disso, eu não recomendaria que você fosse a uma empresa de petróleo escolher sua árvore de natal para as festas de fim de ano… Você poderia sair de lá com um aparelho multivalvulado que os perfuradores usam no topo de um poço para controlar o fluxo de petróleo de dentro do poço. Caso você use esse dispositivo submerso, ele será denominado árvore de natal “molhada”.
Uma observação final: nem tudo é feito dentro de um escritório, de frente para o monitor. No ano passado, por exemplo, trabalhamos em um projeto para uma empresa internacional de exploração marítima de petróleo que realiza perfuração em águas profundas. Estou falando aqui de ficar no alto de um duto de 3000 metros preso ao fundo do oceano. Imagine fazer isso no Mar do Norte, no inverno, sob os uivos da brisa do Ártico! Com certeza, essa possibilidade torna o trabalho no Atlântico Sul uma alternativa muito atraente.
A empresa nos procurou depois de ver um de nossos anúncios em uma revista de negócios e pediu que vertêssemos as especificações em uma solicitação de proposta (RFP) para o inglês e traduzir as suas respostas de volta para o português. Quanto mais sofisticada a tecnologia, mais complexo o vocabulário. A procura da palavra ou expressão correta nos levou, via Internet, a plantas de engenharia de última geração. O problema mais recorrente, entretanto, é que as especificações usavam um termo originalmente criado em inglês e traduzido para o português por um engenheiro que provavelmente estava com pressa de traduzir. Esse processo demonstrou ser um desafio de verdade quando tivemos que verter novamente para o inglês.
Uma das coisas realmente interessantes com relação ao que fazemos como tradutores é que de vez em quando temos o privilégio de ir além dos press releases diários e ver a elegância da tecnologia e engenharia por trás disso tudo. Tivemos até a oportunidade de acompanhar um representante da empresa ao leilão em que as ofertas foram feitas. O processo não demorou, e o leilão foi obviamente realizado em português. Conseguimos participar de algum modo, embora não tenha sido nada muito técnico. Apenas a boa e velha interpretação ao pé do ouvido, sem deixar de ser interessante e desafiadora.
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Motoristas Não Respeitam Limite de Velocidade
Recentemente, foi decidido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que não será mais obrigatório placas sinalizadoras da localização de radares em estradas no país, fato que agradou a algumas pessoas e a outras não. As pessoas que gostaram dessa resolução alegam que as pessoas freiam somente aonde existem radares que são identificados por causa das placas e após isso voltam a acelerar, não dando segurança as estradas. Elas acreditam que sem as placas que avisam os motoristas passarão a respeitar mais os limites de velocidade exatamente por não saber da localização dos radares.
Para advogados do brasil da OAB a retirada das placas que alertam sobre os radares não deve ser feita. Eles acreditam que na verdade a função das placas sinalizadoras é de educar os motoristas fazendo com que eles se mantenham constantemente atentos a velocidade com que estão trafegando pelas ruas e estradas.
O perigo da retirada das placas está em o motorista que estiver em alta velocidade perceber um radar quando estiver muito próximo dele e fizer uma freada brusca, o que pode resultar em colisões e acidentes sério, levando até mesmo a morte dos passageiros.Talvez, o que esteja faltando é uma conscientização melhor para os motoristas sobre a importância de não só respeitar o limite de velocidade como também a distância entre um veículo e outro. Caso as punições para alta velocidade fossem um pouco mais severas, as pessoas passassem a respeitar mais.
Pode também se investir em propagandas que demonstre o que acontece em acidentes em alta velocidade, já que as pessoas quando veem alguma coisa que fazem e não percebem que é errada tem um impacto grande e as pode até mesmo fazer refletir sobre suas atitudes. Essa nova regra sobre as placas é válida para as estradas e não para as grandes cidades, mas não é mais obrigatório o uso delas mesmo em centros, agora depende somente de o município decidir se continuará a sinalizar os seus radares ou não.
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O Brasil no Contexto Mundial
Antes de tecer minhas considerações a respeito do Estado Brasileiro, é necessário primeiro declarar o meu profundo, incondicional e sincero amor a este país e a nação que representa, é tão grande esse amor que não podendo mais crescer se transformou em ódio. Ódio nutrido diariamente diante das mazelas que vejo o meu objeto de veneração ser submetido constantemente, e ao contrário do que é repetido de forma insana, é amada, mas está muito longe de ser uma mãe gentil assemelhando-se sim a uma madrasta perversa que faz distinção entre os irmãos sob a sua guarda. A esperança, essa fé irracional faz com que nunca desista e que aguarde pacientemente uma mudança de atitude e é por isso que se me fosse dada à opção de escolha entre todas as nações do planeta com certeza “ser brasileiro” seria a opção escolhida. Nós somos a melhor representação da humanidade, de tão híbridos nos tornamos puros e por esta razão, talvez não em minha geração, haverá o momento em que o Brasil será obrigado a tomar seu assento na mesa dos principais do planeta, com a missão de compartilhar com os demais povos o seu exemplo de tolerância. Ou o mundo acorda para importância dos valores que nos são inatos ou simplesmente deixará de existir.
Convém ressaltar que não apenas constituímos na esperança do mundo no sentido da disseminação de nossos valores em face dos modelos fracassados até então impostos pelos povos do norte. Nossa importância transcende o campo comportamental, vai muito mais além, uma vez que nossa importância estratégica não pode ser mensurada afinal somos o maior detentor do recurso natural vital para o planeta – água potável, que se encontra na maior área verde do globo que de tão vasta determina unilateralmente boa parte da constituição do clima do planeta. Sem contar com o nosso clima ameno, onde com exceção de algumas áreas do sul do país possuímos a presença do sol durante o ano inteiro e com áreas cultiváveis que possibilitam desde que investimentos sejam feitos suprir folgadamente toda a demanda de alimentos do mundo. Diante desses argumentos o que falta ao Brasil para amadurecer e encarar suas responsabilidades, e de uma vez por todas entender que os valores que representa não subsistirão enquanto prevalecer esta postura patética e submissa, onde permitimos que seja massacrada qualquer centelha de valorização do que é nosso, afinal na concepção atual tudo o que é estrangeiro é bom em detrimento ao nacional, com exceção ao período de copa do mundo nada é mais fora de moda do que ser patriota. A quem interessa que nossa auto-estima permaneça em baixa? Será que já é chegado o momento de reavaliar essas questões, havemos de despertar e caminhar com passos firmes e decididos, esses passos vacilantes e imberbes não condiz mais com a nossa realidade e tão pouco com nossas aspirações em um futuro próximo. Até quando permitiremos que estrangeiros transitem livremente em nosso território amazônico? Quando adotaremos medidas eficazes que garantam nossa soberania nas fronteiras do norte?
Em um país onde a carga tributária e os juros praticados são os maiores do mundo e a dívida social existente alcança níveis estratosféricos fica difícil imaginar que altas somas de recursos devam ser alocadas para o melhor aparelhamento da Forças Armadas, mas quem disse que essas decisões seriam fáceis, os investimentos militares a cada ano tornam-se mais urgentes e a hesitação por parte do governo motiva que diversos países especulem a apropriação de parte de nosso território em um futuro próximo também.
Devemos estabelecer no Brasil um estado moderno, altivo e sem medo do futuro onde possamos criar um modelo de desenvolvimento que atue em diversas frentes, principalmente na reestruturação institucional e nas políticas estratégicas vinculadas as questões do mundo globalizado. Sem dúvida estabelecer este estado moderno constitui um desafio titânico, mas sinceramente creio que seja possível em um espaço de tempo relativamente curto desde que um esforço igualmente titânico seja depreendido. Longe de querer de uma forma ufanista exacerbada superestimar o Brasil no cenário mundial, mas gostaria de embasar o meu argumento no seguinte fundamento – qual é a maior preocupação da humanidade nesse início de século? Não seria a questão ambiental? E qual o país que detém a maior reserva de biodiversidade do planeta? Diante disso é imperioso que nos preparemos para assumir nosso papel no cenário político mundial, mas antes temos que construir um estado moderno.
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essa receita e muito boa demais adorei...
Eu sofro mais guardo pra mim n aguento mais o q eu faço ?? ... bjs...
Olá Angela Almeida, boa tarde ! O assunto proposto é sem dúvida nenhuma de su...
Devia-se investir mais no cultivo desta planta, visto que ela tem muitos benefic...