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Insegurança e Timidez no Ambiente de Trabalho

No mundo moderno a perspectiva de uma pessoa alcançar o sucesso depende – em grande parte – da sua capacidade de se relacionar com os outros e, principalmente, o quanto ela acredita em si mesma. Porém, no ambiente de trabalho temos observado que muitas pessoas têm desenvolvido sentimentos de insegurança – principalmente os jovens recém-contratados.

Timidez no Trabalho

Timidez no Trabalho

A insegurança se manifesta através de diversos comportamentos como receio de expressar seus pensamentos e idéias, timidez moderada ou alguma ansiedade natural do recém-contratado.

Dessa forma, se você está se sentindo assim a primeira providência é saber se as atitudes tomadas (ou pensamento que você está tendo) são coerentes ou não? E, num segundo momento, fazer uma auto-reflexão sobre essa insegurança que você está sentindo:

  • Ela acontece em todos os ambientes?
  • Ocorre perante sua família? Seus amigos?
  • Você está inseguro só em casa ou também no trabalho?

Se a insegurança está presente no trabalho você precisará analisar apenas esse ambiente e tentar identificar as causas, mas se você se sente inseguro por muito tempo, o tempo inteiro….. acredite, isso não é normal – até para não entrar na situação de stress elevado. E após analisar e identificar o que está causando essa insegurança, você pode ir para o remédio. Para isso analise:

  • Em que ambiente ocorre a insegurança? Em que situação?
  • A insegurança é generalizada?

Se a sua insegurança for generalizada a reflexão deve ser outra; ou seja, muito mais profunda, devendo ocorrer no nível psicológico e nesse caso você precisará de alguma ajuda especializada – psicólogos, pedagogos ou orientadores. Em casos extremos talvez o colaborador possa estar sofrendo de Transtorno de Ansiedade Social e, nesse caso, ele deve procurar ajuda especializada – conforme Silvio Luzardo (professor de Oratória do SENAC).

Mas se ele está perdendo grandes oportunidades profissionais, ótimos relacionamentos, não se saindo bem uma entrevista de emprego ou dificuldade de colocar seus pensamentos (e idéias) de forma coerente e objetiva, existem cursos de comunicação e oratória que certamente o ajudarão.

Além disso, também existem cursos de Relações Humanas que são ótimas ferramentas com ingredientes cognitivos, as quais permitirão mudar o mapa mental das pessoas e criarão confiança da pessoa em si própria.

Mas, embora ainda existam funcionários que tenham desenvolvido algumas alterações fisiológicas – como pavor, cefaléia, suor exagerado ou gagueira – pode-se afirmar que a maioria ainda sofre de um mal que é nosso velho conhecido; ou seja, a timidez.

Alguns estudiosos do comportamento humano acreditam que, muitas vezes, a timidez de uma pessoa é apenas uma “criação” do pensamento humano que acaba afetando seu comportamento e modelando suas atitudes. Nesse caso, a pessoa se “vê” limitada e se aceita como tal.

Porém, outros especialistas questionam: _ Será que é somente timidez? Ou é medo de expressar suas idéias? Medo de enfrentar a realidade? Ou será que a pessoa é perfeccionista? Ou é uma questão de soberba? Alguns podem pensar: _ “Eu não vou tocar violão na frente dos outros”. Será que a pessoa não é demasiadamente orgulhosa e esconde esse orgulho (essa vaidade excessiva) sob o “manto” da timidez? – questionam alguns especialistas.

Pesquisa realizada pelo Professor Luis Marins Filho (COMMIT – 2002) com psicólogos e psicanalistas afirmam que o tímido deve compreender que a sua timidez deve ser vencida, pois ela não pode ser algo que “grudou” na pessoa para sempre.

Se o seu temperamento é mais introvertido isso não significa que você precise ser tímido eternamente a ponto de prejudicá-lo social e profissionalmente. Dessa forma, você precisa aceitar que, para vencer no mundo social de hoje, é necessário saber se relacionar bem, indo nos lugares onde ocorrem os eventos e participando dos acontecimentos sociais e profissionais.

Dizem os especialistas que a timidez deve ser vencida e, por isso mesmo, as pessoas deveriam começar a estimular sua a auto-estima desde cedo, fazendo perguntas em sala de aula, “aparecendo para as pessoas”; ou seja, deixando transparecer aquilo que ela realmente é.

Sendo assim para alcançar o sucesso a pessoa deve fazer um esforço para vencer sua timidez, tendo consciência disso e descobrindo se ela não “mascara” outro comportamento e, como qualquer outra pessoa, ela precisa querer, perseverar e conquistar.

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GERENTE: Como Orientar, Avaliar e Motivar Seus Funcionários

Uma empresa, seja qual for seu tamanho ou área de atuação, ergue-se sempre sobre um elemento básico, que a sustenta e faz crescer – seus funcionários. As grandes idéias não se concretizam e os grandes empreendedores não se realizam, se eles não puderem contar com a atividade de profissionais capazes de dar vida a um bom negócio.

O sucesso de qualquer empreendimento passa pelo desempenho de seus funcionários e, por isso mesmo, é muito importante manter um grupo de pessoas competentes e altamente estimuladas, que se sintam reconhecidas, valorizadas e encontrem espaço e oportunidade de crescimento e realização pessoal dentro da estrutura à qual dedicam seu potencial e seu talento.

Pois, se um colaborador sente que só poderá crescer em outro lugar, seu conhecimento acumulado e o capital investido nele passam a beneficiar a concorrência.

Portanto, o gerente deve fazer com que o fator humano de sua empresa trabalhe e cresça a seu favor. Ele deve lembrar-se que está lidando com seres humanos e não com peças de uma engrenagem. Estão em jogo emoções e suscetibilidades que não podem ser desprezadas.

De fato, essas emoções podem e devem ser muito bem aproveitadas e, para tanto, é necessário em primeiro lugar preparar os profissionais que o Gerente contratar para que possam – no menor período de tempo possível – começar a dar o retorno que deles se espera.

E uma vez integrados à estrutura é preciso avaliá-los, de forma a identificar suas potencialidades e definir como elas podem ser aplicadas em benefício da organização. Em seguida, é interessante direcioná-los para que atuem da forma mais conveniente – tanto para eles quanto para a organização. E, por fim, estimulá-los para que continuem se aperfeiçoando e levando a empresa a crescer na velocidade do desenvolvimento pessoal de cada um deles.

Orientando com eficácia

Quando um profissional inicia seu trabalho em uma nova empresa, normalmente leva algum tempo até se ambientar. Não sabe ao certo onde vai trabalhar, ou exatamente como vai fazê-lo. Ainda não conhece seus colegas, os costumes e as características da organização. Não está a par de nenhuma daquelas pequenas coisas que fazem parte do expediente que, para os funcionários mais antigos, já são tão familiares. Está sedento por colaborar, embora não saiba como.

Sendo assim, fazer com que um novo funcionário se sinta seguro e à vontade desde o seu primeiro dia de trabalho não é apenas um detalhe de delicadeza humana, o qual devemos a todos sempre que as circunstâncias tornarem necessário. É, também, uma estratégia gerencial, para que os novos contratados passem a produzir o mais depressa possível.

O profissional que desde o início conhece as responsabilidades de seu cargo tem mais chances de acertar. Dessa forma, é preciso provê-lo com o máximo de informações possíveis para que não perca tempo tentando descobrir sozinho o que já está mais do que identificado. Os objetivos básicos do processo de orientação são:

  • Comunicar os valores e prioridades da empresa – todo funcionário gosta de se sentir parte dela. Com isso, ele é mais estimulado a colaborar, a lutar por objetivos que são seus também. Conhecer a cultura da empresa, suas tradições, sua história, leva o profissional a sentir-se mais integrado à organização;
  • Criar um modelo de comportamento – as empresas são conhecidas pela forma como atuam, como realizam o seu trabalho, a qualidade de seus produtos e serviços, a forma como lidam com clientes e fornecedores. É preciso que o novo funcionário saiba o que se espera dele em termos de atitude profissional, para que se enquadre aos padrões de qualidade já conquistados pela empresa e atue de acordo com eles;
  • Tornar a adaptação mais rápida – ao conhecer as pessoas com as quais compartilhará os dias de trabalho o novo funcionário sente-se mais seguro, mais à vontade. É importante que, desde o início, tenha um local preparado para ele, alguma atividade que possa realizar de imediato, e o material necessário. Tratado assim, ele vai sentir-se valorizado, necessário e, de imediato, será capaz de fazer contribuições positivas para a empresa;
  • Aumentar o aproveitamento do tempo – fornecer informações concretas, tais como o procedimento para conseguir material de trabalho, a quem recorrer se tiver dúvidas ou enfrentar problemas, como usufruir dos benefícios oferecidos pela organização, como e quando receber o salário e coisas do gênero diminuem a ansiedade própria das novas condições de trabalho e evitam que ele perca tempo produtivo tentando descobri-las;
  • Estabelecer a integração do funcionário à empresa – profissionais novos podem ter bons conhecimentos teóricos, mas, às vezes, deixam a desejar no lado prático. Precisam de orientação específica sobre o que fazer e como fazê-lo.
    Os mais antigos, vindos de outras empresas ou talvez até de um período de trabalho autônomo, trarão consigo alguns vícios, algumas características que entram em conflito com os padrões da atual, mas também grande bagagem de experiência e conhecimento. Devem saber exatamente o que ela precisa para que correspondam da melhor forma possível. É interessante ouvi-los, respeitá-los, nunca descartando a possibilidade de crescer um pouco mais, aprendendo com eles.

Portanto, o Gerente poderá planejar um programa de orientação para os novos funcionários a partir dos conceitos acima.

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Razões Pelas Quais um Vendedor Varejista Deve Conhecer Bem Seus Produtos

É espantoso como a maioria dos vendedores de varejo sabem tão pouco a respeito dos produtos que estão vendendo. Muitos não são informados sobre as características e os benefícios que seus produtos podem proporcionar, embora estudioso do assunto tenham calculado que em 75% das vendas no varejo o cliente tem mais noção do que seja o produto, do que o próprio vendedor.

No início dos anos 80 eu trabalhava numa empresa multinacional, a qual era fabricante de produtos de limpeza. Ao assumir o cargo de “treinador de vendas”, um dos meus primeiros trabalhos foi ministrar treinamento de campo ao vendedor da cidade de Itaperuna, no noroeste do Estado do RJ.

No primeiro dia de nosso trabalho percebi que ele não argumentava muito com seus clientes sobre os benefícios que o nosso principal produto proporcionava aos consumidores. E dessa forma perguntei qual era o seu argumento para vender o “Detergente em pó MAGO-LIMÃO”.

Depois de pensar um pouco, respondeu-me: “Esse sabão é danado de bom, sô!”

  • “E o que mais?” – perguntei.
  • Ele não conseguia lembrar-se de mais nada.
  • Então perguntei: “Quando a dona-de-casa utiliza uma ”medida” em um litro d’água, não faz bastante espuma?”

O vendedor achava que sim, mas não tinha muita certeza.

  • “E essa espuma não é de cor azulada?”
  • Ele me ignorou.
  • Continuei: “E o aroma dessa espuma, não tem a fragrância de limão?”
  • O vendedor então, achando que eu o estava perseguindo, perguntou sem refletir: “E para que eu devo saber tudo sobre espuma e aroma?”
  • “Apenas porque essa espuma azulada e o aroma de limão são os fatores que nos diferenciam do nosso principal concorrente, OMO (líder do mercado). Apenas porque esse segmento de mercado aqui no Brasil está nas mãos de três grandes empresas e movimenta milhões de dólares. Apenas porque uma dessas empresas é a que você trabalha e paga seu bom salário”.

Quando retornei à filial quatro dias depois, procurei todo material disponível sobre o produto e despachei para o supervisor de vendas da região, informando-o da necessidade de seus homens serem reciclados.

Muitos vendedores são como aquele rapaz. Ou seja, eles sabem muito pouco a respeito das características e dos benefícios de seus produtos e acreditam poder vendê-los sem saber sobre algo isso.

Razões Pelas Quais o Vendedor Deve Conhecer os Produtos Que Vende

1ª Razão: O vendedor precisa conhecer seu produto porque o conhecimento é considerado um fator de entusiasmo. Em geral, ele deveria conhecer:

  • Seu produto e suas utilidades.
  • Como ele poderá beneficiar seus clientes.
  • Os produtos concorrentes.
  • A empresa que ele representa, sua história, sua política, sua reputação e suas dependências.

A fim de obter respostas a essas ações, o vendedor deve:

  • ler revistas dedicadas à sua indústria ou sobre negócios.
  • ler livros a respeito de seu produto
  • perguntar a seu chefe tudo a cerca dos seus produtos.
  • entrevistar funcionários mais antigos.
  • adquirir informações de seus próprios clientes.
  • conhecer as instalações industriais e os escritórios.
  • se o seu produto for coisa que possa usá-lo, ele deve experimentá-lo.

2ª Razão: O vendedor necessita conhecer seu produto para ter coragem, pois existe um grande receio dos principiantes (e até mesmo alguns veteranos) em não saberem responder a um cliente.

3ª Razão: Ele precisa conhecer seu produto para a sua própria satisfação pessoal, a qual provém do fato de ser um técnico.

4ª Razão: Ele precisa conhecer seu produto para falar com confiança sobre os produtos a outro técnico. Pesquisas de opinião dos clientes a respeito das qualidades de um bom vendedor: indicam que ele deve ter um completo conhecimento do seu produto.

5ª Razão: Conhecendo bem os seus produtos ele poderá vencer mais fácil às objeções de seus clientes. Para a objeção de preço alto, o vendedor terá que provar a relação custo-benefício; e, para isso, ele deve conhecer como ninguém os seus produtos.

6ª Razão: Quanto mais conhecer, mais vantagens ele descobrirá sobre a utilização dos seus produtos, podendo tirar vantagens disso.

7ª Razão: Quanto mais conhecer, melhor preparado ele ficará para enfrentar seus concorrentes. Pois, não adianta insistir com o comprador que seu produto é melhor, se ele não apresentar fatos e razões que o comprovem.

8ª Razão: Conhecendo bem seu produto ele não temerá ninguém. Sócrates dizia: “Todo mundo é suficientemente eloqüente naquilo que conhece.”

9ª Razão: Ao conhecer bem seus produtos, o vendedor de varejo conquistará a confiança de seu comprador e passará a ser visto não mais como um “vendedor ambulante”, mas sim, como um “conselheiro de vendas”.

Portanto, como dizia Peter Drucker: “A menos que você conheça as reais necessidades de seu cliente, não tome seu tempo”.

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Uma História Interessante

Em 1976, eu era vendedor de varejo de uma indústria multinacional de produtos alimentícios (NESTLÉ) no interior norte do RJ. e no sul do estado do ES. O meu território de vendas era bastante extenso e isso me obrigava a passar vários fins de semana em Campos (RJ) ou em Cachoeiro do Itapemirim (ES).

Existiam algumas pequenas cidades no interior do Espírito Santo em que o comércio local funcionava razoavelmente bem durante o verão, mas no inverno vários clientes passavam sérias dificuldades financeiras e, muitos, até nem abriam suas lojas.

Diante disso, a empresa decidiu que eu os visitasse somente durante quatro meses por ano (uma vez por mês) e, conseqüentemente, minhas visitas não poderiam ser tão demoradas, pois o foco das vendas demandava maior atenção da minha parte.

Como essas cidades eram muito distantes, nem sempre eu podia retornar se um determinado cliente não estivesse presente no ato da minha visita.

Existia um determinado supermercado (na cidade de Muqui – ES) no qual eu jamais consegui encontrar o dono (comprador) durante as minhas visitas regulares; e nem mesmo o conhecia pessoalmente, já que eu tinha sido promovido a vendedor recentemente.

Mas, como a linha da NESTLÉ era muito requisitada naquela época – e a maioria dos clientes exigia receber pelo menos uma pequena quantidade de leites infantis – eu arriscava enviar a este cliente (o qual jamais conhecera) um pouco de leite infantil (Ninho e outros), um pouco de bebida achocolatada (Nescau), um pouco de Farinha Láctea e Neston.

Embora a empresa considerasse falta grave o “tiro” de mercadoria (mandar sem o cliente pedir), o referido supermercado jamais devolveu sequer uma lata de produto. Ao contrário; na visita seguinte seus funcionários avisavam que “o patrão gostara da amostra” e que podia continuar mandando aquele mix de produtos e “aquela mesma quantidade”. É importante ressaltar que o cliente jamais atrasava o pagamento de títulos da NESTLÉ, ou qualquer outro fornecedor, uma vez que se tratava de um bom pagador.

Esse “arranjo” durou mais de dois anos. Ou seja, eu mandava o “tiro” e o cliente “segurava” (é claro que, dessa forma, o vendedor sempre vendia abaixo das necessidades do cliente, pois existe uma certa confiança no vendedor e este, normalmente, não abusa dessa confiança).

No terceiro ano de atuação nessa zona, eu finalmente conheci o comprador dessa loja, pois ele mudara seus hábitos e passou a trabalhar durante o dia. Foi em uma campanha de vendas de produtos MAGGI (sopas, caldos, temperos, etc) e NESCAFÉ (café solúvel), com prêmios para o melhor vendedor de cada região.

Eu estava muito bem colocado na campanha e provavelmente ganharia um bom prêmio – um faqueiro de prata – quando fui finalmente apresentado ao sr. Antonio. Houve uma grande afinidade entre nós, pois o povo daquela cidade era muito gentil e atencioso. Na nossa entrevista, utilizei várias técnicas de vendas e saí de lá com um bom pedido, incluindo também os produtos da campanha e outros, que ele jamais “comprara”.

Imaginem vocês que na semana seguinte, ao entregar o pedido, a transportadora – que era terceirizada – me avisou que o Sr. Antonio devolvera todo o pedido, já que ele “não havia comprado tudo aquilo”. Pedi à transportadora que não avisasse a empresa, pois eu iria até lá resolver com ele.

Depois de dirigir mais de quatro horas, cheguei à cidade de Muqui e dirigi-me ao cliente, quando, então ele me disse :

-          “Óia aqui seu NESTLÉ, o sr. abusou da minha confiança, afinal eu não sei nem p’ra que serve esse tal de Nescafé”.

MORAL DA HISTÓRIA : Mesmo que você acredite saber as reais necessidades de seu cliente, não custa nada pesquisar um pouco mais.

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A Comunicação Eficaz do Promotor de Vendas

A parte mais importante da prestação de serviços são as pessoas da linha de frente, as quais têm autonomia para exercerem suas funções com inteligência e criatividade. Ou seja, trata-se do Promotor de Vendas, o qual deve saber comunicar-se com eficiência com os varejistas que comercializam seus produtos.

Quando se fala em comunicação pensa-se primeiramente na transmissão de idéias por qualquer meio – através de sons ou imagens. Mas, toda e qualquer mensagem deve ser simples e clara para que o receptor da mensagem entenda-a perfeitamente. Porém, isso não é tão simples assim, pois se as pessoas percebessem a realidade como uma máquina fotográfica – isto é, registrando fielmente todos os elementos presentes na situação – não haveria problema algum. Na verdade, ocorre que no ato da recepção da mensagem algumas pessoas registram alguns dados, ignoram outros, alteram alguns e até introduzem elementos pessoais seus.

Que palavras, idéias ou sentimentos podemos utilizar para os clientes varejista? E para o nosso chefe? E nosso (a) companheiro (a)?  Dessa forma, devemos aprender a perceber como essa pessoa recebe nossa mensagem. Que reações ela tem a medida que nos está ouvindo? E, principalmente, se ela está realmente nos ouvindo. Sendo assim, visando a melhoria da emissão (de quem emite a mensagem) e da recepção (quem a recebe) das mensagens, alguns aspectos devem ser considerados:

  • Utilização do Feedback: Feedback significa verificar o próprio desempenho e corrigi-lo, se necessário Como estou agindo? Vocês me entendem? Estou sendo claro? Através do feedback pode-se verificar o desempenho através da obtenção de respostas / retornos que obtemos dos outros aos nos comunicar.
  • Uso apropriado dos muitos canais de comunicação: Através da observação do comportamento não verbal e da expressão oral do nosso interlocutor pode-se perceber se o canal de comunicação utilizado, está sendo eficiente ou não. Pois, se assim for, devemos buscar o mais apropriado, pois só assim poderemos realmente nos comunicar
  • Saber ouvir: Saber ouvir além das mensagens é uma qualidade que o Promotor de Vendas pode desenvolver para facilitar sua comunicação com os varejistas. Também devemos controlar nossos impulsos de falar sem ouvir e refletir sobre o que ouvimos, pois como sabemos, pode-se facilmente cometer enganos ao nos precipitarmos e interpretarmos mal a mensagem
  • Colocar-se no lugar do receptor: Neste momento devemos usar a empatia, pois é difícil nos entendermos com um ouvinte quando o que estamos comunicando contradiz seus ideais, não vão ao encontro das suas expectativas, ou não corresponde à sua realidade de vida.
  • Adequar-se ao receptor: O Promotor de vendas deve tentar utilizar uma linguagem adequada a cada tipo de cliente, partindo da realidade cultural e intelectual de cada um.

A mensagem deve ser simples, direta e sem redundância: Mensagens confusas, recheadas de palavras eruditas e estilo rebuscado provocam distorções de comunicação. Portanto, o Promotor deve ser a simples, claro e objetivo, pois esses são os meios mais eficazes de fazer-se entender sem muito esforço

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A Intuição no Mundo dos Negócios

Intuição e pressentimentos são inatos às mulheres. Fazem com que elas se voltem para sua vida instintiva, sua sabedoria mais profunda. Assumi-la é dar vazão ao seio do poder do conhecimento e do instinto. A mulher usa plenamente sua intuição, faz perguntas à sua voz interior, é curiosa, vê o que está vendo, ouve o que está ouvindo, de forma plena – conectando-se por inteiro e não apenas deixando os sentidos vagarem a seu bel prazer – e então age com base no que sabe ser verdade. Traduzindo para o dia a dia, algo mais ou menos assim: – Tem uma coisa aí que não fecha, mas eu não sei dizer o que é – É o suficiente para enlouquecer certos tipos de homem. Alguns já se deram por conta da enorme valia do potencial intuitivo das mulheres e até desenvolvem a sua própria intuição, abandonando preconceitos arcaicos de que essa faculdade fosse somente feminina.

Intuição nos Negócios

Intuição nos Negócios

No mundo dos negócios, o chamado sexto sentido, até bem pouco tempo era visto como inútil. Os japoneses foram os primeiros a confiar na intuição, por acreditar que ela potencializa as habilidades dos executivos na solução dos problemas. Na prática, significou combinar os valores orientais, profundamente intuitivos e os pragmáticos valores ocidentais. A abordagem intuitiva faz com que se lide com situações complexas, quando se tem em mãos menos dados quantitativos. Ao invés de serem supervalorizados, os dados passam a ser só uma parte do problema. A mente é liberada para a criação, o que força o uso das habilidades na busca de alternativas originais.

O pensamento intuitivo tem se mostrado eficaz na administração de pessoal. Sensibilidade e intuição trabalham juntas ao captar as atitudes dos funcionários. Nesse ponto, as mulheres tiram de letra. Enquanto os homens correm atrás para desenvolver suas habilidades intuitivas e usá-las de forma eficiente, nós mulheres, ao contrário, já as temos como “enxoval de nascença”. E essa presença se faz em todas as mulheres, não somente nas executivas.

Felizmente, meninas, embora ganhemos menos, trabalhemos mais, no âmbito da disputa de emprego, as empresas não estão promovendo mais mulheres por questão moral. Trata-se de uma decisão de negócios. As grandes companhias querem olhar o mercado em toda a sua diversidade e não apenas sobre a ótica masculina.

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Pós-Graduação – Um Degrau a mais para o Sucesso!

Você tepós-graduação à distânciarmina a faculdade e pensa pronto, vida feita. Mas quando você vê sua carreira profissional desabando pensa e agora? É ai que entra a pós-graduação na sua vida.

Se qualificar depois da faculdade é tão importante no meio profissional quanto ter uma graduação. Na concorrência qualquer diferencial é importante e garante um trabalho ótimo e dos sonhos.

Existem dois tipos de pós, a latu sensu que é a especialização em uma determinada área, para que se desenvolva um melhor papel na carreira. E a stricto sensu (Mestrados e Doutorados) que visam a pesquisa e a produção.

As instituições de ensino, visando um maior número de alunos e capacitar cada vez mais pessoas, abriram a pós-graduação à distância já que o tempo é curto para estudar e a necessidade fala mais alto. Já existem cursos de pós-graduação à distância na área de educação, na área de direito, área de administração, entre outros. Existem também cursos de MBA à distância.

Com uma Pós-graduação no currículo, o mercado de trabalho se abre mais facilmente, e percebe o quão interessado é em estudar e se manter atualizado, assim o medo de contratar e se decepcionar da lugar a certeza de ter feito um bom contrato e ter bons funcionários.

As empresas também financiam Pós-graduação quando percebe que um funcionário tem interesse, mas não tem condições. Preferindo assim um curso a distância para que se qualifique sem atrapalhar a jornada de trabalho e nem horas com a família, já que um funcionário feliz rende mais.

Os cursos a distância tem duração aproximada de 480 horas, os cursos são realizados em 12 meses, podendo ser concluídos em 6 meses em alguns casos ou, no máximo, em 18 meses.

Como exigência da legislação da EAD (ensino a distância), durante o curso é exigida do aluno a participação em encontros presenciais quando são ministradas as provas/exames, além da produção de Monografia como parte integrante para a conclusão do curso.

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Planeje seu Sucesso Transformando Sonhos em Realidade

Para alguns de nós, nossos sonhos são o que nos mantém animados todos os dias. No entanto, eles podem se tornar frustrantes quando tudo que você tem são somente os seus sonhos. Para ser mais feliz e bem sucedido, é preciso transformar alguns de nossos sonhos em realidade. Soa bem, mas como fazer isso acontecer? Bem, se você plantar hoje, você irá colher no futuro!

Planejando seu Sucesso

Planejando seu Sucesso

Aqui estão os quatro passos básicos para semear o seu sucesso:

1. Transforme os sonhos em metas
2. Faça negócios / objetivos de trabalho
3. Alinhe objetivos pessoais e empresariais / suas metas de trabalho
4. Crie um plano seu para o sucesso

Primeiro, comece transformando seus sonhos em objetivos pessoais. Visualize o que você quer ter, sentir e experimentar na vida e, em seguida, crie um conjunto de objetivos.

Estes objetivos podem ser divididos em:

- Específicos – O que você quer realizar? Por que isso é importante para você? O que você está fazendo para atingir essa meta? Quem, além de você, está envolvido?

- Mensurável – Se você não consegue medi-lo, você nunca vai saber se você conseguiu ou conseguirá o que você deseja. Estabeleça os critérios para determinar o modo como você está progredindo para alcançar cada objetivo que você definiu.

- Possível – Certifique-se que os objetivos estabelecidos estão dentro de seu alcance. Quando eles estão, você poderá desenvolver as atitudes, habilidades e competências necessárias para alcançá-los.

- Realista – Defina metas que você acredita que irá conseguir e descobra como fazê-las acontecer. Essas metas são realistas!

- Oportuno – Quando você espera que as metas se tornem realidade – na próxima semana, no próximo mês? Defina um calendário dando-lhe um alvo para o seu trabalho e para criar um “senso de urgência”.

Agora você está pronto para a etapa dois. Se você possui seu próprio negócio, você precisará determinar:

1. O que você quer de seu negócio:
a. Receita
b. Imagem
c. Leads
2. Por que você começou o seu negócio
3. Quando você vê o seu negócio em cinco anos

Se você estiver trabalhando para alguém, seus objetivos devem ser baseados em:

1. O que você quer de seu trabalho:
a. Dinheiro
b. Sucesso
c. Reconhecimento
2. Por que você está trabalhando
3. Onde você quer estar em cinco anos

Estas questões são apenas um ponto de partida. Ninguém sabe, melhor do que você, sobre o seu negócio ou porque você está trabalhando. Responda a estas perguntas para formular seus objetivos e lembre-se de torná-los em metas.

O terceiro passo é avaliar seus objetivos pessoais entre seu emprego e negócios, e ainda garantir que eles estejam alinhados. Uma vez que você tenha alinhado os dois conjuntos de metas, você está pronto para o quarto e último passo, criando o seu plano para o sucesso. Aqui é onde você fará o seu trabalho ou negócio trabalhar para você. Faça planos e assegure-se que seus objetivos tenham plena capacidade de se tornarem realidade. Você pode fazer isso através do desenvolvimento de um conjunto de objetivos e cumprir cada meta. Isto será o seu modelo para o sucesso.

O sucesso não é algo que virá bater à sua porta. Só você pode deixar isso acontecer. Você precisa transformar seus sonhos em metas pessoais e de negócios, alinhar seus objetivos e criar o seu plano para o sucesso.

Nós todos temos uma necessidade de sonhar, mas você precisa fazer com que seu sonho torne-se verdadeiramente bem-sucedido.

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Dia do Repórter Fotográfico – Muito Mais que Uma Simples Foto

O fotojornalismo teve seu início com o britânico Roger Fenton, que registrou a Guerra da Crimeia no século 19. Desde então, os repórteres fotográficos ajudam a contar as histórias das notícias que encontramos nas páginas dos jornais, páginas da web e revistas.

No dia 02 de setembro comemoramos o dia desse profissional que tem a responsabilidade de captar as melhores imagens dos fatos, retratar o cotidiano, registrar um evento importante, buscando sempre qualidade e o melhor ângulo.

Há vários repórteres fotográficos espalhados pelas redações dos jornais e revistas, mas também, muitos deles trabalham como freelancer – vendem sua produção e não tem nenhum vínculo com a empresa.

A primeira foto publicada em um veículo de comunicação aconteceu nem 1880, no jornal Daily Herald, da cidade de Nova Iorque, a partir daí a profissão se consolidou e vem se aprimorando em técnicas e equipamentos.

Quem quiser se tornar um profissional dessa área irá encontrar uma infinidade de máquinas de diversos tipos, funções e preços.

Dia do Repórter Fotográfico

Dia do Repórter Fotográfico

A evolução das câmeras fotográficas teve seu início com a câmara escura, descoberta por Aristóteles. A partir desse conhecimento vários estudiosos acidentalmente modernizaram a fotografia, principalmente os químicos que descobriram a reação de alguns compostos à luz, o que resultou na revelação das fotos.

Ao contrário das máquinas pesadas e de difícil manuseio, hoje encontramos câmeras portáteis em vários estabelecimentos, de todos os estilos e tamanhos, muito simples de usar e de valor acessível.

O tipo de câmera dependerá do uso que o proprietário fará dela. Para um repórter fotográfico, os modelos são mais avançados – como as profissionais e semi profissionais –, com diversos tipos de lentes e equipamentos que podem ser acoplados como flashes, por exemplo.

Se o uso for apenas doméstico, há uma enorme variedade de modelos e marcas que podem atender às necessidades do consumidor. As câmeras digitais portáteis são as mais vendidas e garantem boas fotos, com ótima qualidade.

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Principais destinos dos Estagiários de Direito de São Paulo – Dicas!

Estágio em Direito

Encontre vagas de Estágio em Direito!

Essas informações serão mais úteis para os estagiários de primeiro ano/semestre que atuam na área de Direito contencioso em geral.

Vira e meche vejo um pessoal totalmente perdido a respeito de onde protocolar algo, onde encontrar tal coisa, retirar tal certidão.. e blá blá blá…

Assim sendo, resolvi criar esse pequeno guia onde Listo os principais Fóruns, Cartórios e tal, com algumas dicas que podem ser úteis para vocês.

Vamos lá!!!

Fórum Central João Mendes Jr. – É o rei dos fóruns! Todo mundo precisa dele! Lá se encontra a grande maioria dos processos cíveis (e também das varas de Família e Sucessões) de São Paulo e região.

Localiza-se no Centro da Cidade, próximo à Praça da Sé e a Catedral da Sé, na Praça João Mendes Jr. É um prédio grande e acinzentado. Ideal para se chegar de metro.

Lá você pode ver, retirar cópias, fotos e blá blá blá da maioria dos processos e, também, é possível retirar algumas certidões, como, por exemplo, Certidão de Execuções Fiscais.

Ah sim! Lá tem o Protocolo Integrado, onde você pode protocolar ações que sejam de competência de outras cidades. Muito útil!

Dica: Atente-se para os elevadores! Cada um leva para alguns andares específicos. É importante observar, para evitar vexames, que há um elevador específico para Juízes e membros do MP… Logo, não se atreva a entrar nele com esses pés sujos de estagiário.. Mandarão você sair..
Na dúvida onde fica a vara que quer ir pergunte a uma das atendentes na entrada. Ela te dará um papelzinho com o andar e localização de todas as varas.

Fórum Hely Lopes Meirelles – É o Fórum da Fazenda. Lugar onde tramita ações do rito ordinário movidas contra ou pela, Fazenda Nacional. Tem, inclusive, a vara de execuções.

O mesmo problema dos elevadores existente no João Mendes acontece aqui, porém o prédio é mais tranqüilo.

Ele se localiza bem próximo do João Mendes, saindo dele à esquerda… Ande um pouquinho, atravesse a rua e ta de cara com ele!

Tribunal de Justiça – Meio que se divide em dois. Tem o Tribunal de Justiça das Câmaras de Direito Público, que se localiza no Palácio da Justiça, bem na frente da Praça da Sé e da saída do Metro. E têm o Antigo CAC, que é responsável pelas Câmaras de Direito Privado, o qual fica no pátio do Colégio (desce a Praça da Sé pela parte mais suja que você bate de frente com ele..)

Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) – Meu preferido! Hahaha Fica no prédio da Receita Federal, também no Centro de São Paulo. Rua Rangel Pestana, n° 300. É bem ao lado do Poupa – Tempo (sendo conhecido pela maioria do pessoal da região como “Prédio do Poupa Tempo).

Entrando no prédio, vire à direita, fale com a balconista e solicite senha para o TIT é, normalmente, rápido! Principalmente no horário de almoço. Sente próximo aos guichês 2 e 3 e relaxe assistindo um maravilhoso desenho da rede futura! Muito Bom! RS

Posto Fiscal 10 e 11 da Sé – Fica no mesmíssimo prédio que o TIT, porém você deverá subir a escada rolante que está na sua frente. Primeiro andar e ta lá, bem à suas costas.

Justiça Federal / Fórum Pedro Lessa – É o Fórum responsável pela primeira instância do âmbito federal. Lá você encontrará seguranças que fingem que trabalham e, para isso, mandarão você abrir sua mala toda vez que for entrar…. Um SACO!

Fica na Av. Paulista 1682, pertinho do MASP.

No segundo subsolo você encontra uma Caixa Econômica Federal, usada, principalmente, para pagar taxas judiciais, abrir contas para depósitos judiciais, etc..

Existem dois protocolos lá, um no primeiro andar, para ações normais…. E outro no segundo Subsolo, para mandados de segurança, ação civil pública, blá blá blá.. se ficar em dúvida de onde protocolar leve no primeiro andar e, se não for lá, você só terá que descer uma escadinha..

Há, ainda, lá os gabinetes dos Excelentíssimos Senhores Doutores Juízes Federais (lembrem-se primeiros anistas, é Juiz Federal não é “Juiz de Direito”), e os respectivos cartórios, logo, é possível despachar junto aos juízes, ou, como normalmente ocorre, com suas secretárias.

Tribunal Regional Federal – A segunda instância da Justiça Federal. Também fica na Av. Paulista, uns dois quarteirões sentido Consolação, da Justiça Federal.

É composto por dois prédios, Norte e Sul. O Norte tem o local de protocolos e impressão de “prints”, já o Sul tem os gabinetes e cartórios.

Com os elevadores acontece o mesmo que nos outros Fóruns.

Para que o post não fique ainda mais massante para os estagiários de outras áreas, acho melhor deixar o resto para depois, mesmo porque o mais importante está aqui..

Olha, espero que ajude, pois se eu tivesse um desse no meu início no contencioso, minha vida teria sido bem mais fácil!

Ah sim, aproveite que vocês estão no Certo e realizem td aquilo que vcs têm preguiça de fazer no dia-a-dia, como comprar atestados médicos falso, carteiras de identidade, passaportes europeus, vendam seus dólares e ouro… Serviços de qualidade prestados na região! rs

http://estagnet.blogspot.com

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