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Planeje Seu Dia-a-Dia ou Torne-se um Apagador de Incêndios

No meio do seu dia-a-dia de um Gerente sempre aparecem coisas urgentes para serem realizadas imediatamente e, além disso, muitos gestores acabem perdendo tempo precioso correndo atrás da “bagunça” que eles mesmos – ou outros – criaram.

Muitos gestores desperdiçam tempo demasiado porque “brincam” de super-heróis; ou seja, eles estão sempre prontos a entrar em ação e apagar um incêndio. Isso ocorre porque são movidos pela ansiedade deles e dos outros, mas quando “espremem” as frutas das mensagens percebem que sobrou pouco “suco”. Os Gerentes não podem deixar que sua ansiedade – e a dos outros – os contamine, pois viver para “apagar incêndios” é como correr numa esteira ergométrica, onde nos esforçamos muito e não chegamos a lugar algum.

Dessa forma, no seu cotidiano um gestor deve saber agir planejadamente, aprendendo a diferenciar urgência de angústia. A angústia dos outros dos outros pode se transformar numa urgência, mas pode não ser necessariamente urgente para o Gerente. Diante disso, ele deve saber planejar com inteligência e agir com urgência, mas não pela angústia alheia e sim pela real necessidade de sua própria urgência.

Planejando Seu Dia-a-Dia

Para saber aonde vai um Gerente precisa alocar tempo para o planejamento e, na sua programação do tempo, ele deverá alocar para si certa parcela de tempo tranqüila a cada dia a fim de definir prioridades. Além disso, o gestor também precisará de tempo para colocar seu subconsciente para funcionar, pensar criativamente, relaxar e / ou desenvolver novas habilidades.

Diante disso, quando montar sua programação diária o Gerente não deve se esquecer de deixar algum tempo entre seus compromissos para tratar as emergências repentinas. O tempo de transição – entre atividades importantes – pode ser reservado para tarefas simples; ou seja, tarefas que consumam de cinco a quinze minutos no máximo.

Dessa forma, o Gerente deve usar seu “melhor período de tempo” para as tarefas prioritárias. Digamos que ele se sinta melhor durante o período da manhã, quando sua energia está no auge entre às oito horas até ao meio-dia. Durante pelo menos duas horas ele deve se esforçar para não receber nenhum telefonema, nenhuma visita e nem mesmo assuntos corriqueiros com colegas – somente trabalho tranqüilo.

Deveria haver exceções? Tão poucas quanto possível. O benefício? O Gerente realiza em duas horas o que normalmente levaria três. Sendo assim, se o gestor for efetivamente uma pessoa matinal ele deve programar sua “hora tranqüila” para esse período do dia. Seguem abaixo algumas dicas:

  • Feche sua porta
  • Faça com que interceptem os telefonemas e os visitantes.
  • Não marque compromissos durante essa “hora tranqüila”.
  • Gaste o tempo e a abundância de sua energia trabalhando naquela tarefa que trará maior contribuição para suas metas organizacionais.
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Da Obsessão Pelo Planejamento do Japão à Reengenharia Americana

Durante a década de 1970 / 1980, o Japão viveu seu momento de glória na Gestão Empresarial, afastando-se da imagem de “imitador a baixo custo” para se impor através da Qualidade. Nesse período o mundo conheceu – através do Japão – o “Kaizen”, o “Kanban”, o “Just-in-Time” e os “Círculos de Qualidade”, matéria suficiente para uma obsessão duradoura do Ocidente pelas práticas empresariais japonesas.

Em 1973 o primeiro choque petrolífero abalou as economias desenvolvidas, mas as inovações vieram de todo o lado no exterior como o microprocessador em 1971, a fibra óptica em 1972 e o scanner em 1973. Todos esses produtos acabaram permitindo certa supremacia a tudo o que é pequeno, ágil e interativo.

A IBM – à época, uma das maiores empresas do mundo – acabou perdendo mercado, enquanto empresas miúdas como a Apple, a Microsoft e a Intel preparavam, nas garagens de suas casas, uma nova Revolução Industrial.

Nas empresas americanas e européias, era uma época em que os mais lúcidos tentavam agilizar as estruturas de suas organizações, através de métodos participativos como o “orçamento de base zero” – por exemplo.

Porém, quem realmente inovou nesse período foi o Japão, um país destruído pelo fogo nuclear e penalizado – durante muito tempo – pela imagem negativa dos seus produtos baratos e de péssima qualidade. É preciso render-se à evidência de que os japoneses aprenderam e, paradoxalmente, foram dois americanos — Edwards Deming e Joseph Juran — que lhes transmitiram este culto da qualidade, que não conseguiram vender aos seus compatriotas.

Deming tinha planeado uma cruzada baseada no método PDCA: primeiro planejar; segundo realizar; terceiro examinar os resultados; quarto continuar ou corrigir. O passo da Qualidade – visto como uma viagem e não como um objetivo – permitiu aos japoneses integrá-lo como melhoria contínua, a qual eles batizaram de “kaizen”.

Outras noções exóticas vieram na mesma leva, como o “just-in-time” (produção à medida das necessidades), associado aos diversos zeros (estoques, prazo, defeitos, etc.). E qual era o principal objetivo dos japoneses? Destruir as fábricas que produziam avarias, acidentes, greves, desperdícios e poluição.

O modelo foi introduzido na Toyota pelo engenheiro Taiichi Ohno e as suas idéias são conhecidas como a produção em fluxos contínuos, o “kanban” (cartões que acompanham os produtos com as encomendas do cliente) e o “jidoka” ou auto-ativação da produção. Por tudo isso foi um período em que os japoneses passaram a exercer sobre a Europa um verdadeiro fascínio, tornando-se mais tarde o centro da admiração do mundo ocidental.

Da Excelência Administrativa Japonesa à Reengenharia Americana.

Na década seguinte os estudiosos em Gestão Empresarial pretendiam conduzir as empresas rumo à excelência, embora muitas organizações citadas como modelo acabaram se tornando maus exemplos. O segundo choque do petróleo – da Revolução Iraniana – acabou colocando tudo na “estaca zero”. Nessa época as organizações procuravam um ponto de referência. Apenas uma única coisa era previsível: _ já não se conseguia mais prever o futuro.

Os especialistas em estratégia passavam por um mau bocado, sem poder planejar nem encaixar a Gestão Empresarial em matrizes. O que não significava que os “gurus” em Gestão tinham desaparecido. Neste período falava-se muito da obra de Mintzberg sobre as estruturas mentais dos Gestores Empresariais e como estes empregavam seu tempo.

Mas, também se falava da teoria das vantagens competitivas de Michael Porter. Este professor de Harvard inventou um vasto método de análise setorial que abrangia fornecedores, clientes, produtos de substituição, etc. — mas que esquecia os aspectos financeiros e humanos da empresa.

Nos anos seguintes, dois terços das empresas citadas por Porter (Atari, Avon, IBM, People Express, Wang, etc.) sofreram enormes transformações ou mesmo desapareceram do mapa. Para Michael Porter as novas empresas excelentes eram as que conseguiam mudar e melhorar.

O Novo Líder e a Moderna Empresa

Nas últimas décadas as estruturas empresarias foram totalmente modificadas pela globalização da economia e mais ainda pela competitividade entre as organizações, gerando novas relações entre consumidores e empresas. Conseqüentemente, as empresas modernas não podem mais suportar rígidas estruturas organizacionais com hierarquia e organograma inflexíveis.

Tudo isso fez surgir uma forte mudança no conceito da “chefia”, onde o superior imediato atual se tornou um líder; ou seja, um motivador, um incentivador de idéias, de pessoas e de criatividade. Por outro lado, a fim de poder concorrer em condições de igualdade, a organização atual necessita ser ágil e “enxuta”. Ela terá que contar com o comprometimento dos funcionários, sem acenar com os mitos de outrora como estabilidade no emprego e condições de conforto exagerado.

Dessa forma, os colaboradores têm que ser motivados através de estratégias profissionais, trazendo resultados para a organização e para isso eles têm que estar bem informados em temas como administração e metas da própria empresa.

As organizações brasileiras passaram por três fases distintas, onde a primeira foi superada no início dos anos oitenta com a reestruturação e pesados cortes de funcionários. A segunda – anos 90 – é a “arrumação da casa”, onde a organização motivava os “sobreviventes” ao downsizing, à terceirização e aos cortes gerais.

A terceira fase – que estamos vivenciando – é a do aumento da qualidade de vida no trabalho e para tal o líder deve estar preparada para novas posturas, tais como:

  • Características Pessoais: o novo Líder deve saber lidar com as pessoas a fim de dar andamento aos projetos e buscar novas soluções a antigos problemas. Ele deverá saber compartilhar suas decisões, buscando o comprometimento de todos os colaboradores. Além disso, o novo Líder deve ser um generalista a fim de dominar o maior leque possível de temas administrativos.
  • Postura Pessoal: manter-se como parte integrante da sua equipe, conhecendo seu pessoal em profundidade, seu potencial e suas limitações. Deve saber cobrar resultados dentro das metas pré-estabelecidas, tornando-se um patrocinador de idéias e multiplicando conhecimentos.
  • Seleção de Novos Colaboradores: analisar currículos considerando os resultados obtidos em empresas anteriores.
  • Informação: saber que vivemos a “era do conhecimento” e quanto mais informado (e culto) ele for, mais ele poderá contribuir para o desenvolvimento da organização. Compartilhar informações com superiores e subordinados.
  • Qualidade: buscar sempre o que está errado e não quem está errado.
  • Motivação: saber elogiar e valorizar seus colaboradores a fim de que eles produzam mais e melhor. Acreditar que a permanente reciclagem motiva a equipe e aumenta a produtividade.
  • Participação: utilizar métodos modernos de avaliação do desempenho, aplicando a administração participativa e incentivando idéias de seus colaboradores.
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Lei da Entropia na Vida Profissional

Na natureza existe uma lei implacável, a qual não podemos ignorar. Chama-se Lei da Entropia. Tal lei natural é estudada pela termodinâmica e refere-se à característica existente entre as substâncias, que as fazem se “igualarem” ou “nivelarem” entre suas especificidades físicas. Por exemplo, ao aproximarmos uma tigela com água fervendo de uma tigela com água gelada, ocorrerá o fenômeno da Entropia, aonde ambas as tigelas irão se nivelar em sua temperatura. A água quente perderá suas características para a água gelada e esta por sua vez ganhará temperatura e AMBAS irão se igualar.

Porém a Natureza da lei da Entropia possui ainda outras características interessantes. Esta nivelação sempre carrega para baixo, pois na natureza é mais “fácil” a perda e a diluição energética do que a concentração de forças. É fato que a tigela com água fervendo irá “perder” muito mais do que a tigela de água gelada e Ambas tenderão a se equilibrarem entre si, mas também se equilibrarem diante do “ambiente natural” em que estão colocadas, adquirindo a temperatura natural. Com o passar do tempo, ambas as tigelas ficarão com a temperatura ambiente.

Assim como na natureza esta Lei é fato comprovado, na vida humana, especialmente no mundo profissional, verificamos as mesmas características.

Muitas vezes um profissional chega na empresa extremamente motivado, com ânsia positiva de gerar resultados, vontade de crescer, buscando desenvolver habilidades essenciais e relevantes, experimentando, ousando e possuindo um positivismo ímpar. Mas, ao se relacionar com seus colegas, estes muitas vezes desmotivados e desanimados, acabam por baixar seu ânimo deste profissional da mesma forma. A Lei da Entropia entra em ação. É comum que este profissional motivado baixe o seu ânimo, nivelando-se aos seus colegas. Normalmente esta nivelação se dá por baixo. Este bom profissional pode até conseguir influenciar positivamente alguns, porém em uma análise geral, a tendência é que o desânimo tome conta e a nivelação acontece promovendo a “mesmice” de sempre.

Para que a Lei da Entropia não ocasione a perda da “energia” na vida profissional, precisamos que TODOS os profissionais envolvidos na equipe, ganhem bagagem e capacidade de auto-motivação, auto-desenvolvimento, auto-superação. Estas características quando fomentadas pela empresa, geram a sinergia necessária para manter as “taxas” pessoais em alta.

Quando todos os profissionais se espelham nestas características positivas, conseguimos o crescimento da equipe como um todo, pois a energia e os objetivos são compartilhados e um auxilia o outro no processo de desenvolvimento, evitando a “perda energética ocasionada pela Lei da Entropia”.

Gestores prestem atenção nas “leis naturais” que envolvem e direcionam a vida humana, especialmente as atividades profissionais.

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O que é a Assessoria Aeronáutica

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Assessoria aeronáutica

A assessoria aeronáutica deve ser fixa em uma empresa de aviação devido a grande importância que ela possui no funcionamento da empresa, principalmente em relação a adquirir novas naves e a venda das que já possui.

O serviço oferecido por uma assessoria aeronáutica na hora de adquirir novas naves, dentro do país ou no exterior, é fundamental para um bom resultado em relação à empresa que a contrata, por isso é necessário que a assessoria aeronáutica seja bem conceituada e saiba os detalhes de como funciona a empresa para a qual está trabalhando, pois cada empresa tem a sua necessidade e ele precisa entender o conceito da que o contratou.
O processo de obtenção de uma nave começa no planejamento, no qual se verifica quais as necessidades da empresa de aviação, como que tipo de avião precisa e o quanto que ele será usado, se precisa de um avião novo ou um usado é a melhor solução, quanto pode gastar no novo avião e qual será o retorno obtido após toda a documentação estar em dia.

Depois de todo o planejamento, o assessor aeronáutico irá fazer toda a negociação referente a taxas de transferência e o tipo de financiamento a ser realizado que esteja mais compatível com o financeiro da empresa de aviação.

Após a obtenção da nave, deve ser paga as taxas governamentais e entrar com o pedido de documentação da mesma, caso ela tenha vindo de fora do país é imprescindível que a documentação inclua a nacionalização do avião. Esses documentos de nacionalização são obtidos junto com a ANAC, COTAC, Banco Central, Receita Federal e RAB.
Somente quando toda a documentação estiver em dia que a aeronave poderá ser inserida no quadro de aviões disponíveis da empresa e começará o seu trabalho regularmente.

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Os Benefícios do Coaching para Executivos

Qualquer pessoa pode se beneficiar com um curso de coaching executivo. No entanto aqueles que estão nos níveis superiores de gestão em diversas empresas são o mercado-alvo para os serviços de coaching executivo. O coaching para executivos é voltado para os líderes que querem se tornar melhor em seus papéis, tornando o trabalho junto com as outras pessoas mais fácil, eficiente e produtivo.

A boa notícia sobre isso é que toda a organização irá se beneficiar de alguém que teve um curso de coaching executivo e integrou o material em suas práticas de negócios.

Os benefícios do coaching executivo

Se o gerente de uma empresa que aprendeu a se tornar mais assertivo, e aumentou sua capacidade de comunicação, em seguida, toda a equipe abaixo dele na hierarquia também irá se beneficiar grandemente. Aqueles que não optarem por este tipo de treinamento podem se estagnar em termos de crescimento como um gerente, enquanto aqueles que são proativas sobre o seu papel de liderança estão fazendo muito melhor e toda a organização se beneficiará.

Não é difícil ver que aqueles no topo de uma organização precisam ser os mais proficientes em termos de habilidades pessoais e entender como vários papéis podem se unir para formar um grupo coeso. Além disso, é importante para os executivos sabem como lidar com todos em sua organização de forma assertiva, respeitosa e direta, bem como ser capaz de avaliar suas equipes para vários pontos fortes e fracos, e sendo capaz de usar seus conhecimentos para a vantagem da empresa.

Líderes melhores ajudam os funcionários a ser melhores

O efeito benéfico de alguém que começou um treinamento executivo pode ser notado por todos na empresa que tem contato com essa pessoa. Funcionários começarão a respeitar mais aqueles que têm programa de formação executivo dentro do local de trabalho, afinal toda a organização irá se beneficiar com líderes que entendem a necessidade de atualizar suas habilidades e aprendem a ser mais eficazes em seus papéis de liderança.

O coaching executivo é algo que é feito sob medida para aquelas pessoas em posições mais elevadas dentro da empresa e quando muitas vezes as habilidades que são ensinadas podem ser transferidas para outros setores também. A maior parte do tempo há coisas muito simples que as pessoas ignoram em sua posição gerencial ou executiva que outras pessoas tomam por garantido e compreendem de forma mais intuitiva.

Afinal, um programa ou curso de coaching executivo pode ser um lembrete para os gerentes e superiores da empresa para voltarem ao estágio básico e compreenderem as porcas e parafusos da interação humana, trabalho em equipe, comunicação e assertividade. Não há razão pela qual todos na empresa não se beneficiem de um executivo que decide ir à milha extra e fazer um curso de treinamento projetado para aumentar sua eficácia como gerente e líder.

A Influência da Família no Gerenciamento da Empresa

Na nossa sociedade constata-se facilmente que, gerenciar o orçamento familiar, não é prioridade para a maioria das pessoas e também para a maioria das empresas brasileiras.

Influência da família nos negóciosAtravés das faculdades de Administração ou Economia muito esforço tem sido dispensado ao assunto nas organizações e, para as famílias, cursos como Economia Doméstica – por exemplo –auxiliam-nas a administrarem melhor seus recursos.

Acrescenta-se a isso que nossa sociedade tem aversão a certos controles e a algumas regras e, certamente, essa característica acaba interferindo nas organizações, onde se faz apenas o necessário em termos de planejamento.

Por exemplo: Muitas empresas se preocupam muito mais com sua Contabilidade Fiscal do que com a Contabilidade Gerencial ou utilizam mais os insights do que números.

Cremos mais na esperteza do que na expertise e mais na decisão de “bombeiro” do que na de planejamento. Isso ocorre porque muitas empresas valorizam mais aqueles que resolvem problemas do que aqueles que os evitam.

Porém, nos esquecemos facilmente que muitas características da nossa cultura começam em casa, pois a gestão – um dos ingredientes da educação – começa efetivamente em nosso lar. Nós queremos, por exemplo, que nossos filhos gastem menos, que controlem seus recursos para que sua mesada chegue até o fim do mês. Por outro lado, eles não vêem seus pais controlarem ou planejarem seus gastos.

Fluxo de Caixa, Custo Fixo familiar ou Receitas Esperadas são assuntos estranhos á grande parte das famílias e, conseqüentemente, o destino do dinheiro é uma incógnita para a maioria dos lares brasileiros.

Mesmo sem dinheiro muitos pais acabam sucumbindo aos argumentos dos filhos nas filas dos caixas dos supermercados, diante da prateleira de brinquedos ou na vitrine de uma loja. Dessa forma, sempre arrumamos uma forma de driblarmos o orçamento e, sem que percebamos, acabamos fazendo escola.

Sendo assim, a questão cultural sobre a Gestão (paterna e autocrática) tem contribuído para que se entenda melhor esse fenômeno, pois ainda existe certa predominância do pai sobre a mãe ou do filho homem sobre a filha – por exemplo – e do Planejamento “de cabeça” sobre o Planejamento Estratégico (escrito e auditado).

De forma geral pode-se dizer que Planejamento Estratégico é um método pelo qual uma organização define que recursos serão usados para alcançar seus objetivos e como alcançá-los. Tomemos o exemplo de muitas donas de casa, as quais têm o hábito de anotarem o dia em que o botijão de gás chegou a fim de planejarem o consumo de gás de sua família.

Na mesma linha estão os consumidores de água em garrafões e de luz que comparam seu consumo, pois na mesma fatura encontram-se os totais consumidos em meses anteriores. Como minimizar seus gastos com essas e outras despesas? Planejando e seguindo o planejado escrito e auditado.

Nos últimos anos muito se tem falado sobre planejamento nas organizações, o qual acabou se tornando foco da atenção da administração. Esse foco está voltado para as medidas positivas que uma empresa pode tomar a fim enfrentar as ameaças do seu dia-a-dia, mas ele também vem sendo adotado para aproveitar as oportunidades encontradas no próprio ambiente em que as empresas atuam.

Organizações de todos os tipos estão concluindo que essa atenção sistemática à estratégia é uma atividade muito proveitosa e, as razões para isso são muitas, embora a principal seja a de evitar o risco da falência em função da má administração.

Atualmente muitas empresas vêm concorrendo com produtos oriundos de vários países – especialmente os chineses – e, em função disso, elas devem saber decidir mais rapidamente baseadas em roteiros pré definidos. Daí a importância de seguir o Planejamento Estratégico. É ele que determinará uma trajetória segura a ser seguida.

Comparando-se o Planejamento Estratégico à alguém que iniciou um regime alimentar – por exemplo – pode-se afirmar que, quem não faz seu planejamento, não sabe o quanto tem que emagrecer ou as atitudes que deve tomar para manter-se no caminho.

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Conheça a Amil (Assistência Médica Internacional)

A Amil (Assistência Médica Internacional) é uma empresa do segmento de saúde, que oferece planos de saúde com qualidade e respeito a seus clientes.

A história da empresa começa em 1972 na cidade de Duque de Caxias, região metropolitana do Rio de Janeiro na Casa de Saúde São José, pequena clínica da região que em pouco tempo tornou-se a maior maternidade privada do estado fluminense. Logo depois foram adquiridas mais duas clínicas e foi necessária a criação de uma empresa para administrar e centralizar as operações destes centros hospitalares. Os recursos angariados através desta empresa tornaram possível a criação da Amil em 1978.

A Amil realiza mais de 5 milhões de consultas todo ano, além de 130 mil internações, 1,6 milhões de procedimentos, 10 milhões de exames e uma média de 5 mil partos. Estes números demonstram a grandiosidade de uma empresa que tem como principal objetivo respeitar seu cliente.

Mais de 30 anos depois, a Amil é considerada uma das principais empresas de planos de saúde do Brasil, recebendo diversos prêmios de qualidade da mídia especializada, como o que recebeu em 2006, da revista “Revistas que mais Respeitam o Consumidor”, que apontou a Amil em primeiro lugar no segmento de operadoras de planos de saúde.

Se você não é cliente Amil, reavalie sua escolha e livre-se de problemas relacionados a abrangência e carência abusiva.

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Administração de Recursos Humanos – As organizações

Um homem sozinho tem capacidade para fazer muitas coisas e atingir muitos objetivos. Mas quando um homem se associa a outros, a capacidade de fazer muitas coisas e atingir múltiplos objetivos se torna muitíssimo maior. O provérbio “a união faz a força”, na sua simplicidade, explica bem o que o homem é capaz de fazer quando se associa a outros em organizações sociais para levar adiante empreendimentos grandiosos. Ao longo da sua história, o ser humano sempre se associou com seus semelhantes para, em grupo fazer coisas que sozinho jamais seria capaz. Assim, surgiram as organizações sociais ao longo e toda a história da humanidade. Com o passar dos tempos, as organizações sociais foram se desenvolvendo até alcançarem o estágio moderno de evolução e de complexidade que caracteriza a sociedade de hoje.

Vivemos, agora, em uma sociedade composta de organizações sociais: escolas, clubes, igrejas, hospitais, empresas, sejam elas industriais (produtoras de bens ou produtos) ou prestadoras de servições (bancos, comércio, restaurantes, financeiras etc). Existem organizações privadas ou públicas, instituições militares etc. São tantas as organizações sociais que o homem moderno passa a depender delas para poder viver, aprender, trabalhar, repousar, praticar esportes, comer, cuidar da saúde, dos filhos, do seu dinheiro etc. Assim, nascemos dentro de organizações, vivemos quase todo o nosso tempo dentro delas e nelas morremos.

Não existem organizações sem pessoas. As organizações são chamadas organizações sociais poque são entidades compostas por pessoas para atingir determinados objetivos comuns. As empresas constituem um exemplo de organizações sociais, pois são compostas de pessoas. Mas, além das pessoas, as empresas precisam possuir determinados recursos para poder funcionar e produzir resultados.

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Perspectivas Dos Serviços Públicos e Privados no Brasil

O Que o Desenvolvimento Tecnológico e as Técnicas Administrativas Têm em Comum Com a Área de Serviços?

A área de serviços vem experimentando um excelente crescimento no mundo moderno, haja vista os expressivos resultados alcançados na década (2000 / 2010) em países como os EUA (66%), Canadá (68%) e Reino Unido (65%).

E, nos últimos cinco anos, a participação das empresas de serviços na composição do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro vem crescendo assustadoramente, alcançando em 2009 o total de 55%.

Paralelamente, a renda per capta também evoluiu bastante nesse período e isso foi determinante para o crescimento dos próprios serviços, pois a sua base de demanda aqui no Brasil se concentra nas pessoas com disposição e recursos para gastar.

Alguns estudiosos acreditam que o desenvolvimento tecnológico e as modernas técnicas de Administração seriam os principais responsáveis pelo desemprego no setor industrial do país, uma vez que se exige cada vez mais qualificação dos candidatos a uma vaga nesse setor.

A conseqüência desse movimento seria o expressivo crescimento da área de serviços, a qual ainda não exige tanta qualificação assim.

Porém, o aumento da produtividade industrial – resultante das gestões bem sucedidas com técnicas de Administração moderna – pode trazer enormes benefícios para o setor de serviços e isso pode ser transferidos para os custos dos próprios serviços, tornado-os cada vez mais baratos e competitivos.

Esses dois aspectos – Inovações Tecnológicas e Moderna Administração – sempre beneficiaram decisivamente a indústria de bens de consumo e, nos últimos anos, pode-se observar algumas transferências desses conhecimentos para o setor de serviços.

Assim podemos perceber alguns tímidos aumentos de produtividade no âmbito dos serviços públicos brasileiros, melhorando a eficiência de algumas empresas estatais.

Por outro lado o evidente aumento da renda do brasileiro, a diminuição da mortalidade infantil, o aumento da expectativa de vida e o próprio aumento físico da nossa população contribuem para aumentar a demanda por mais e novos serviços – públicos e privados.

Diante disso, para as próximas décadas pode-se prever uma situação que se caracterizará pelo aumento do desemprego nas indústrias e expressivo aumento de vagas nas empresas de serviços – público e privados.

Sendo assim os serviços públicos deveriam utilizar os conceitos acima citados, na medida em que o monopólio em alguns setores da economia brasileira não lhes garante privilégios econômicos. E, em conseqüência disso, as empresas estatais deveriam melhorar sua eficiência e qualidade no atendimento das necessidades dos usuários de seus serviços.

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