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Gerente: Desenvolva Equipes Eficazes

Como o Gerente Deve Recompensar as Equipes? Como Estabelecer Metas?

Especialistas em Gestão Empresarial vêm afirmando que o Gerente moderno deve aprender a desenvolver sua equipe, encarando essa tarefa como um verdadeiro “modo de vida”. Para eles, as equipes aumentam a unidade e o sentimento de luta pelo objetivo organizacional comum. E o trabalho em equipe acaba oferecendo maior censo de identidade entre os colaboradores e um orgulho coletivo e contagiante, em relação a seu desempenho.

As pessoas se sentem gratificadas e recompensadas quando são membros de equipes vencedoras. Sendo assim, veremos abaixo algumas regras básicas que certamente ajudarão o Gerente moderno a desenvolver equipes eficazes:

  • Estabeleça metas como uma equipe: esse enfoque coletivo assegura que todos aceitem e apóiem as decisões do grupo. As pessoas sentem que têm um interesse e um compromisso pessoal com as metas que ajudaram a estabelecer. Quanto mais precisa for a meta melhor os membros acompanharão e avaliarão o progresso .
  • Recompense o desempenho do grupo e não o desempenho individual: as recompensas ao grupo encorajam os membros a fiscalizarem-se uns aos outros, sedimentam as lealdades e motivam cada um a não se tornar um elo fraco da corrente. O sistema de recompensa em grupo inclui freqüentes feedback’s sobre o desempenho da equipe, para que seus membros possam acompanhar seu progresso coletivo e agir corrigindo rumos. Essas recompensas podem ser elogios públicos, bonificação compartilhada pelos membros ou  um troféu rotativo, por exemplo.
  • Faça o treinamento multifuncional dos membros da equipe sempre que possível: isso permitirá que os membros troquem suas responsabilidades, reduzindo o tédio e a monotonia.
  • Torne-se uma caixa de ressonância, um crítico construtivo e um conselheiro: alguns Gerentes têm dificuldades em aceitar que não são mais “o chefe”, mas isso é vital para o sucesso da equipe. O Gerente moderno deve se transformar em um “facilitador”, assegurando-se que cada equipe tenha todas as informações e recursos que precisar para realizar sua missão. O Gerente não controla mais o grupo porque todos se tornaram responsáveis por resultados; e o Gerente se torna um orientador de grupo, um sábio no centro das atenções.
  • Não deixe que as equipes fiquem isoladas umas das outras: Certifique-se que elas sincronizam seus esforços com outras áreas e grupos, dentro e fora de seu departamento. Dessa forma, um sentimento de unidade contagiará não apenas os membros da equipe, mas se espalhará entre todas as equipes da organização.
  • Mantenha as equipes relativamente pequenas: elas apresentam menores problemas de coordenação e comunicação, consegue-se a concordância e o consenso mais facilmente e interligam seus membros.
  • Incentive a identidade da equipe: distintivos, bonés, jaquetas, boton’s, ou outras insígnias encorajam a coesão e o sentimento de objetivos comuns.
  • Selecione membros que tenham pontos de vista e capacidades complementares, e que se harmonizem mutuamente: isso pode significar a combinação de pessoas de mente aberta, positiva, e de pessoas céticas, inovadoras e de pragmáticos, sonhadores e realizadores. Tal mistura proporciona à equipe um sistema de verificações e compensações sobre as ações e decisões de seus membros
  • Proporcione treinamento: esteja atento à necessidade de treinamento  da equipe em áreas como : tomada de decisões / evitar o pensamento grupal (a tendência de alguns de se curvarem à opinião da maioria, em vez de desafiar suas posições) / reconhecer e respeitar os pontos de vista opostos / aceitar diferenças entre os membros, na experiência, nas personalidades e outros fatores que podem desviar da missão da equipe.
  • Seja paciente: leva tempo para uma equipe transformar-se numa unidade produtiva e auto gerenciável.
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Cursos – Qual Escolher?

Todos nós já nós deparamos um dia com a necessidade de realizar algum curso, mas aí surge a dúvida.

Qual eu vou fazer?

Devo então seguir com a escolha do curso na linha de trabalho em que atuo para complementar o currículum ou somente realizar uma escolha de cursos que contribua, que me satisfaça, seja este como um hobbie ou trabalho, mas para tanto é preciso efetuar uma escolha,
Sendo assim, aqui vai três dicas importantes:

Primeiro, olhe o que os cursos oferecem e depois veja qual que lhe agradou.
Segundo, veja o que ele propõe a você a nível de conteúdo e material didático; seja eletrônico ou manual.
Terceiro, O suporte do curso como é feito e se realmente tem.

Essas são três dicas básicas que eu considero importante para a pessoa se decidir entre um ou outro curso. Após ter verificado as três dicas, siga em frente e aproveite ao máximo do curso escolhido e não faça ele como obrigação e sim como um divertimento que escolheu e que poderá lhe trazer bons beneficios para a sua vida pessoal ou profissional.

Na vida sempre estaremos aprendendo, seja através de um curso online, alguma informação passada na TV, uma conversa com um amigo, um artigo no jornal, alguma dica passada pela internet… enfim o importante é aprender cada vez mais e mais para deixar a mente sempre em atividade e explorar esse mundo maravilhoso da nossa mente que permite que se guarde tanta informação a ser utilizada no decorrer da vida. No meu blog a algumas dicas de cursos.

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O Sono de Executivos e Gerentes

No mundo moderno é muito comum ouvirmos Executivos e Gestores reclamarem que trabalham até onze ou doze horas por dia e, conseqüentemente, se tornam estressados e mal humorados com suas famílias e subordinados. A maioria deles não percebe que o dia continua tendo 24 horas e, se eles trabalham 12 horas, gastam uma hora diária fazendo ginástica, uma hora de almoço, uma para ler o relatório, uma hora no trânsito e mais duas para a família, são dezoito horas de atividade. Isso significa que sobram apenas seis horas de sono.

Definir exatamente quantas horas o ser humano deveria dormir é uma questão para a qual ainda não existe uma resposta definitiva, uma vez que o número de horas de sono necessárias varia de pessoa para pessoa.

No início do século vinte quando o tempo corria de forma mais vagarosa, sem Internet, trânsito ou TV as pessoas dormiam aproximadamente 10 horas – que era mais ou menos o tempo da escuridão. Porém, nos grandes centros urbanos a média diária de horas de sono baixou de oito para sete e muitos Executivos e Gerentes diminuíram suas horas de sono não por problemas orgânicos, mas apenas para “aproveitar melhor o seu tempo” – como se dormir fosse “tempo desperdiçado”.

Segundo pesquisas do professor James Maas (Cornell University – NY) a maioria dos Executivos e Gerentes não faz a menor idéia de quanto tempo deveriam dormir e, o que é pior, mais de 30% afirmaram estar despertos, quando na verdade estavam num estágio intermediário entre o dormir e o acordar. Segundo o professor “Os executivos que dormem pouco não conhecem os benefícios de estar completamente atentos, pois jamais o estão”.

Nas organizações as principais conseqüências de tudo isso é a falta de atenção dos Gestores e Executivos, com a conseqüente diminuição do rendimento e o cansaço físico e mental (estresse). Conforme Maas uma simples hora de sono perdida – durante três dias – faz o organismo começar a apresentar esses efeitos devastadores para os profissionais.

Os especialistas concluíram que o grande problema á comportamental, uma vez que a sociedade corporativa costuma rotular as pessoas que dormem mais do que nove horas de “criminosas”. É costume afirmar que homens como Leonardo da Vinci ou Napoleão não dormiam mais do que quatro ou cinco horas, embora se esqueçam de dizer que Einstein dormia onze horas diárias.

Dessa forma, como dizer aos Executivos e Gerentes que não é socialmente reprovável dormir o suficiente? O diretor da Universidade de Columbia (Canadá) Dr. Stanley Coren desmente essa crença, afirmando que “só os heróis não dormem”. Ele aplicou testes em Executivos e Gerentes que quantificavam o uso da memória, os quais indicaram que algumas noites mal dormidas podem interferir no Quoeficiente de Inteligência (QI).

O especialista informa que quem dorme sete horas diárias reduz o equivalente a um ponto de QI por dia e, para cada hora suprimida abaixo das sete, a queda passa a ser de dois pontos. E, à medida que a pessoa aumenta a dívida com o seu sono, sua habilidade cognitiva também pode ser comprometida. Sendo assim, caso se durma seis horas por dia durante cinco dias, chega-se ao último dia com quinze pontos a menos no QI.

Diante disso, muitos Executivos e Gerentes chegam à sexta-feira quase à beira de um esgotamento; ou seja, este dia não deve ser um bom dia para tomar decisões de responsabilidade, uma vez que não só o cansaço aperta como o QI está abaixo do normal.

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Site Mobile: Vantagens para Sua Empresa

Acesso a internet - Site Mobile

Acesso a internet - Site Mobile

Cada vez com maior frequência observamos passageiros em aeroportos utilizando celulares e tablets. Antigamente era comum observarmos pessoas lendo livros ou ouvindo músicas em dispositivos específicos. Isso não quer dizer que os comportamentos mudaram, mas sim os meios utilizados para executarem ações comuns mudaram.

A versatilidade desses dispositivos permite aos usuários continuarem conectados à internet procurando por conteúdo desejado, visitando seus sites preferidos, acessando e-mails e se relacionando nas mídias sociais como Facebook e Twitter.

 Um detalhe interessante é que quando utilizamos estes dispositivos, chamados “mobile”, ao reconhecer esse tipo de acesso, uma versão especifica acaba sendo disponibilizada ao usuário. Chamamos esta versão simplificada de site mobile. Ela resume as informações do site principal de forma a facilitar a usabilidade pelo usuário. Leva-se em consideração que quando o acesso é feito via versão do site mobile, o usuário possui menos tempo para encontrar o que esta procurando, possui uma tela de visualização muito menor e ainda possui recursos limitados para selecionar as ações que desejar tomar.

Diferenças de acesso no site mobile

Pensando em todos esses aspectos, muitas empresas desenvolvem uma versão de seu site mobile para facilitar o acesso de seu público e mantê-lo conectado aonde quer que ele esteja. No site mobile, as informações aparecem dimensionadas para serem visualizadas de forma organizada e acessível em telas de menor tamanho. Evita-se que o usuário tenha que aplicar recursos de “zoom in” e “zoom out” o que dificulta a navegação. Outro aspecto interessante é a velocidade de carregamento de um site mobile. Como os recursos disponíveis em celulares e tablets ainda são menores que em computadores e notebooks, a velocidade de carregamento é muito importante, pois pode determinar o acesso ou não de um usuário ao seu site.

Um fator determinante para sua empresa desenvolver um site mobile, seria que quando um usuário procura por determinados produtos ou serviços em um mecanismo de busca via dispositivo mobile, o buscador reconhece o dispositivo que esta executando a busca e favorece as empresas que possuem um site mobile, trazendo seus resultados na frente de outros concorrentes que não possuem a mesma forma de acesso. Essa pode ser uma vantagem competitiva para se destacar no marketing de busca a frente de seus concorrentes e conseguir que novos potenciais clientes encontrem sua empresa.

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O que são Compras Coletivas

A mais nova febre do momento são os sites de compra coletiva. O modelo já é largamente utilizado nos Estados Unidos, onde foi criado em 2008 o pioneiro Groupon. No Brasil o primeiro site de compra coletiva foi o Peixe Urbano, que entrou em atividade e, março de 2010.

Compra coletiva é um tipo de comércio feito pela internet onde o objetivo é vender um produto ou serviço para um número mínimo de pessoas pré-estabelecidas. Costuma-se ainda oferecer grandes descontos em relação ao valor usual do produto, justamente por já ser sabido que muitas pessoas comprarão aquela oferta e visando assim diminuir o lucro em uma venda, mas ganhar bem mais no total do volume de vendas.

O mais comum é que as ofertas fiquem disponíveis para compra durante um período que varia de 24 a 48 horas. Os descontos oferecidos – que podem ser de até 90% – só tem valor se o número mínimo de vendas for atingido, se isso não ocorrer a oferta é cancelada.

A utilização de compras coletivas pelas empresas na verdade é uma forma de marketing, pois promoção na internet atrai um grande público que pode assim passar a conhecer os produtos da empresa e se tornar um consumidor fiel.

A gama de produtos e serviços oferecidos nestes sites é enorme: refeições, estadias em SPA e hotel, massagens, tratamentos estéticos, entradas para teatros e parques, aparelhos eletrônicos; até promoção de passagens aéreas (já existem sites de compra coletiva especializados em entretenimento e viagens).

O Groupon passou a operar também no Brasil recentemente e por isso atende menos cidades que outros sites mais estabelecidos no mercado brasileiro, como o Peixe Urbano. Estima-se que já existam no Brasil em média 400 sites que promovem compras coletivas. Este tipo de venda mostra-se com um futuro promissor para os próximos anos.

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Criatividade e Organização: As Ferramentas do Vendedor Varejista

Criatividade é usar a imaginação para produzir uma nova idéia, visando um objetivo específico. Às vezes, por preguiça, tendemos a usar cada vez menos nossa imaginação criativa e, conforme nos tornamos adultos, preferimos ir com cautela e interrom­pemos nossos fluxos de idéias, evitando soltar a imaginação.

Um vendedor de varejo, ao alcançar certa estabilidade através de algumas pequenas vitórias pode acreditar que não precisa mais ser criativo, deixando os outros correrem os riscos e observando o que vai acontecer. Ele não faz mais nenhum esforço de imaginar novas abordagens ou novas técnicas e acaba atrofiando sua imaginação, regredindo nas suas atitudes. Daí ele começa a duvidar de si mesmo e fica com medo de cometer erros. Sendo assim, o vendedor varejista deve abrir a sua mente, avaliando o seu comportamento e imaginando algumas atitudes para tornar seu relacionamento o mais agradável possível.

Exercite Sua Criatividade

Conhecer pessoas novas com novos pontos de vista pode estimular novas idéias e, por isso mesmo, o profissional de vendas deve observar as coisas sob maneiras diversas e diferentes ângulos. Diante disso, ele deverá estar sempre aberto para criar novos pensamentos, mesmo que – à princípio – eles sejam ilógicos.

Normalmente, os próprios clientes nos apresentam novas necessidades, dizendo simplesmente o que têm em mente. Tendo pensado anteriormente, ele nos fornecerá importantes in­formações, que nós, por não estarmos expostos a essa situação, talvez não tratemos adequadamente se não perguntarmos aos clientes; ou seja, se não son­darmos.

Portanto, após a visita ao cliente o profissional precisará pensar e remontar o diálogo, a fim de colher idéias funda­mentais numa seqüência lógica. Mas, qualquer esquecimento de alguma idéia deve ser imediatamente esclarecida com o cliente. Não se pode confiar apenas na memória. Por isso as fichas de visitas são fundamentais para o trabalho do vendedor, pois elas darão a certeza de que ele não esqueça nenhum detalhe. Os objetivos da próxima visita só se concretizarão com anotações bem feitas, pertinentes e elaboradas imediatamente após o término das visitas.

Organize Hoje o Que Fará Amanhã

As perguntas clássicas que o vendedor deve fazer-se são:

  • Aonde vou?
  • Quem vou contatar?
  • Que material e argumentos usarei?
  • Quais informações e medidas prévias necessito tomar?

Depois, a pergunta fatal ¾ COMO ¾ a qual se aplica à respostas de todas as anteriores, para racionalizar e dar condições a um bom desempenho no dia seguinte. Abaixo, alguns exemplos:

  • O veículo está abastecido e em ordem?
  • O fichário e o material para as visitas está separado?
  • A argumentação está bem preparada?
  • As solicitações e as pendências do contato anterior estão resol­vidas?

O cotidiano exige do vendedor cada vez mais conhecimentos, competência, habilidade, segurança e equilíbrio. Alguns vendedores podem pen­sar que organização só complica ou faz perder tempo Mas, ele pode estar certo que ela descomplica, liberando o profissional de vendas para sua vida particular, seu laser. Sendo assim, ele deve desenvolver uma visão ampla de seus deveres e respon­sabilidades, fixando:

  • Prioridades ¾ urgência e importância.
  • Horários ¾ deixar margem para acontecimentos inesperados.
  • Rotinas ¾  reduzir ao mínimo, evitando hábitos pouco úteis aos seus objetivos.
  • Programação ¾ lista de checagem:

-     Disciplina pessoal.

-          Trabalho diário, semanal, mensal.

-          Avaliação do planejamento.

-          Fatores de perturbação (distrações, desconcentrações, esqueci­mentos)

Por mais organizado que seja o profissional algo sem­pre poderá falhar. Por isso é necessário uma boa dose de iniciativa. Dessa forma, ele deverá ter sempre ao seu alcance (no carro, na pasta ou no bolso) um bloco de anotações, ou até mesmo um pequeno grava­dor.

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A Maturidade de um Profissional de Vendas

Alcançando a maturidade, um vendedor poderá assumir as responsabilidades das suas atribuições e certamente isso o tornará solícito com seus clientes. Aquele que perde a calma facilmente ao ouvir críticas, não é maduro o suficiente para se tornar um profissional. Pois se o fosse ele usaria sua maturidade como alavanca para seu próprio aperfeiçoamento. Um comportamento estável e equilibrado com os clientes demons­tra que somos pessoas maduras, pois a maturidade não é uma meta é um caminho

Dessa forma, para se tornar um profissional em vendas o vendedor deverá olhar para seu interior e procurar absorver o que ele reflete. Ele reflete característi­cas positivas como integridade? Honestidade? Generosidade? Tolerância? Garra? Tato e bom senso? Ou o inverso? Sendo assim, veremos a seguir alguns aspectos importantes que poderão ajudar o vendedor a se tornar um profissional de vendas, construindo assim sua própria maturidade.

  • A natureza humana: É aquela estrutura com que já nascemos por herança dos pais. Sendo, portanto algo tremendamente difícil de mudar. São elemen­tos que integram nosso caráter como honestidade e digni­dade, os quais serão essenciais para nossas chances de sucesso. Quando crianças, nossos pais nos dotaram de certos valores e qualidades, os quais muitos ainda convivem conosco hoje, pois fazem parte da nossa integridade moral, definindo boa parte do nosso caráter.
  • A nossa personalidade: São maneiras de agir adquiridas, analisadas e adaptadas por nós, à medida que sentimos ter afinidade com essa atitude. Às vezes, certas atitudes não são convenientes para tal postura e por isso devemos nos posicionar adequadamente para tal finalidade.
  • Nosso tato: Trata-se de outro importante elemento da arte de vender, pois ele revela compreensão e respeito pelos outros. Dessa forma, o profissional de vendas nunca irá contradizer frontalmente seu cliente, não discutirá com ele e nem fará valer sua opinião junto.
  • Nosso entusiasmo: O entusiasmo é uma qualidade extremamente favorável, mas não podemos deixar que ele ultrapasse o bom senso e o equilíbrio.
  • Nosso estilo pessoal: um profissional de vendas precisa diferenciar-se dos demais vendedores, algo que faça com que seja notado e não se esqueçam facilmente da sua pessoa. Quanto mais personalidade e expressão pessoal ele trouxer para seu trabalho, mais a sua marca registrada será evidenciada e ele vai se valorizar mais com isso. Diante disso, o profissional de vendas deve se esforçar para conseguir um estilo pessoal que facilite suas visi­tas e faça seu cliente perceber que ele não é uma pessoa co­mum. As abordagens personalizadas, o toque pessoal, sua reputa­ção e o conceito da sua empresa podem tornar sua visita persona­lizada o bastante para que o seu cliente a aprecie, e até goste da sua presença.
  • Auto-avaliação: uma auto-análise vai mostrar se o vendedor possui os requisitos essenciais e adequados para se transformar em um profissional de vendas. Se ele é uma pessoa que colhe vitórias, parabéns! Mas, se a sua auto-análise constatou al­gumas falhas nos itens acima citados, ele deve começar a mudar logo alguns des­ses comportamentos. O estímulo, a motivação e o pensamento positivo ajudarão nesta mudança, a fim de proporcionar segurança e confiança na car­reira de um profissional de vendas.
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Introduzindo Brindes Personalizados em Campanhas Publicitárias

Brindes Promocionais

Exemplos de Brindes Personalizados

Quando pensar em maneiras para promover uma empresa, podemos pensar em várias possibilidades. A utilização de Brindes Personalizados nessa tarefa pode ser muito bem empregada. Utilizar Brindes Personalizados com a logomarca e os contatos da empresa são excelentes opções e já demonstram diversos cases de sucesso.

Existem diversos produtos que podem ser utilizados como Brindes Personalizados, complementando as campanhas publicitárias de diversas empresas. Podemos citar como exemplos de Brindes Personalizados os chaveiros e pen drives, que são cada vez mais utilizados devido ao Boom tecnológico que vivemos nos últimos anos.

Brindes Personalizados que tenham utilidade são excelentes meios de conquistar clientes. Se estiverem vinculados ao nome da empresa, é case de sucesso certo. Além de serem atrativos para novos clientes, os Brindes Personalizados também são utilizados como premiação para metas batidas internamente na empresa. É cada vez mais comum a premiação de funcionários que se destacam, como um forma de incentivar toda a equipe, e os Brindes Personalizados são utilizados como uma espécie de recompensa pelo esforço do funcionário.

Ao iniciar uma campanha publicitária é preciso estipular metas, definir o público alvo a ser atingido, definir a imagem que a empresa quer passar para esse público, verificar todo o texto que será usado na campanha e definir corretamente o brinde que será utilizado. Tendo essas informações definidas, é preciso contatar fornecedores e pechinchar o melhor preço para aquisição dos brindes personalizados. Acompanhando a campanha de perto é possível diagnosticar algo que não esteja funcionando como deveria e fazer as devidas alterações para atingir os objetivos da melhor forma possível.

Uma campanha de Brindes Personalizados é extremamente mais econômica do que uma campanha publicitária feita em mídias massivas, como revistas, jornais ou televisão, e pode trazer retorno positivo com muito mais agilidade e de forma mais direcionada para o segmento de mercado. Portanto, podemos ver que uma campanha de Brindes Personalizados bem feita pode trazer grandes resultados com investimentos reduzidos.

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Planeje Seu Dia-a-Dia ou Torne-se um Apagador de Incêndios

No meio do seu dia-a-dia de um Gerente sempre aparecem coisas urgentes para serem realizadas imediatamente e, além disso, muitos gestores acabem perdendo tempo precioso correndo atrás da “bagunça” que eles mesmos – ou outros – criaram.

Muitos gestores desperdiçam tempo demasiado porque “brincam” de super-heróis; ou seja, eles estão sempre prontos a entrar em ação e apagar um incêndio. Isso ocorre porque são movidos pela ansiedade deles e dos outros, mas quando “espremem” as frutas das mensagens percebem que sobrou pouco “suco”. Os Gerentes não podem deixar que sua ansiedade – e a dos outros – os contamine, pois viver para “apagar incêndios” é como correr numa esteira ergométrica, onde nos esforçamos muito e não chegamos a lugar algum.

Dessa forma, no seu cotidiano um gestor deve saber agir planejadamente, aprendendo a diferenciar urgência de angústia. A angústia dos outros dos outros pode se transformar numa urgência, mas pode não ser necessariamente urgente para o Gerente. Diante disso, ele deve saber planejar com inteligência e agir com urgência, mas não pela angústia alheia e sim pela real necessidade de sua própria urgência.

Planejando Seu Dia-a-Dia

Para saber aonde vai um Gerente precisa alocar tempo para o planejamento e, na sua programação do tempo, ele deverá alocar para si certa parcela de tempo tranqüila a cada dia a fim de definir prioridades. Além disso, o gestor também precisará de tempo para colocar seu subconsciente para funcionar, pensar criativamente, relaxar e / ou desenvolver novas habilidades.

Diante disso, quando montar sua programação diária o Gerente não deve se esquecer de deixar algum tempo entre seus compromissos para tratar as emergências repentinas. O tempo de transição – entre atividades importantes – pode ser reservado para tarefas simples; ou seja, tarefas que consumam de cinco a quinze minutos no máximo.

Dessa forma, o Gerente deve usar seu “melhor período de tempo” para as tarefas prioritárias. Digamos que ele se sinta melhor durante o período da manhã, quando sua energia está no auge entre às oito horas até ao meio-dia. Durante pelo menos duas horas ele deve se esforçar para não receber nenhum telefonema, nenhuma visita e nem mesmo assuntos corriqueiros com colegas – somente trabalho tranqüilo.

Deveria haver exceções? Tão poucas quanto possível. O benefício? O Gerente realiza em duas horas o que normalmente levaria três. Sendo assim, se o gestor for efetivamente uma pessoa matinal ele deve programar sua “hora tranqüila” para esse período do dia. Seguem abaixo algumas dicas:

  • Feche sua porta
  • Faça com que interceptem os telefonemas e os visitantes.
  • Não marque compromissos durante essa “hora tranqüila”.
  • Gaste o tempo e a abundância de sua energia trabalhando naquela tarefa que trará maior contribuição para suas metas organizacionais.
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Da Obsessão Pelo Planejamento do Japão à Reengenharia Americana

Durante a década de 1970 / 1980, o Japão viveu seu momento de glória na Gestão Empresarial, afastando-se da imagem de “imitador a baixo custo” para se impor através da Qualidade. Nesse período o mundo conheceu – através do Japão – o “Kaizen”, o “Kanban”, o “Just-in-Time” e os “Círculos de Qualidade”, matéria suficiente para uma obsessão duradoura do Ocidente pelas práticas empresariais japonesas.

Em 1973 o primeiro choque petrolífero abalou as economias desenvolvidas, mas as inovações vieram de todo o lado no exterior como o microprocessador em 1971, a fibra óptica em 1972 e o scanner em 1973. Todos esses produtos acabaram permitindo certa supremacia a tudo o que é pequeno, ágil e interativo.

A IBM – à época, uma das maiores empresas do mundo – acabou perdendo mercado, enquanto empresas miúdas como a Apple, a Microsoft e a Intel preparavam, nas garagens de suas casas, uma nova Revolução Industrial.

Nas empresas americanas e européias, era uma época em que os mais lúcidos tentavam agilizar as estruturas de suas organizações, através de métodos participativos como o “orçamento de base zero” – por exemplo.

Porém, quem realmente inovou nesse período foi o Japão, um país destruído pelo fogo nuclear e penalizado – durante muito tempo – pela imagem negativa dos seus produtos baratos e de péssima qualidade. É preciso render-se à evidência de que os japoneses aprenderam e, paradoxalmente, foram dois americanos — Edwards Deming e Joseph Juran — que lhes transmitiram este culto da qualidade, que não conseguiram vender aos seus compatriotas.

Deming tinha planeado uma cruzada baseada no método PDCA: primeiro planejar; segundo realizar; terceiro examinar os resultados; quarto continuar ou corrigir. O passo da Qualidade – visto como uma viagem e não como um objetivo – permitiu aos japoneses integrá-lo como melhoria contínua, a qual eles batizaram de “kaizen”.

Outras noções exóticas vieram na mesma leva, como o “just-in-time” (produção à medida das necessidades), associado aos diversos zeros (estoques, prazo, defeitos, etc.). E qual era o principal objetivo dos japoneses? Destruir as fábricas que produziam avarias, acidentes, greves, desperdícios e poluição.

O modelo foi introduzido na Toyota pelo engenheiro Taiichi Ohno e as suas idéias são conhecidas como a produção em fluxos contínuos, o “kanban” (cartões que acompanham os produtos com as encomendas do cliente) e o “jidoka” ou auto-ativação da produção. Por tudo isso foi um período em que os japoneses passaram a exercer sobre a Europa um verdadeiro fascínio, tornando-se mais tarde o centro da admiração do mundo ocidental.

Da Excelência Administrativa Japonesa à Reengenharia Americana.

Na década seguinte os estudiosos em Gestão Empresarial pretendiam conduzir as empresas rumo à excelência, embora muitas organizações citadas como modelo acabaram se tornando maus exemplos. O segundo choque do petróleo – da Revolução Iraniana – acabou colocando tudo na “estaca zero”. Nessa época as organizações procuravam um ponto de referência. Apenas uma única coisa era previsível: _ já não se conseguia mais prever o futuro.

Os especialistas em estratégia passavam por um mau bocado, sem poder planejar nem encaixar a Gestão Empresarial em matrizes. O que não significava que os “gurus” em Gestão tinham desaparecido. Neste período falava-se muito da obra de Mintzberg sobre as estruturas mentais dos Gestores Empresariais e como estes empregavam seu tempo.

Mas, também se falava da teoria das vantagens competitivas de Michael Porter. Este professor de Harvard inventou um vasto método de análise setorial que abrangia fornecedores, clientes, produtos de substituição, etc. — mas que esquecia os aspectos financeiros e humanos da empresa.

Nos anos seguintes, dois terços das empresas citadas por Porter (Atari, Avon, IBM, People Express, Wang, etc.) sofreram enormes transformações ou mesmo desapareceram do mapa. Para Michael Porter as novas empresas excelentes eram as que conseguiam mudar e melhorar.

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