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Dicas e Técnicas para Lidar com o Estresse

Devido aos trabalhos desgastantes e um estilo de vida sempre apressado, o estresse se tornou uma parte inseparável da existência humana. Estresse no trabalho e em casa precisa ser tratado com eficácia para impedir que ele tenha um impacto emocional e físico em sua saúde. Dentro das empresas, os empregadores devem garantir que estão proporcionando a seus empregados um ambiente livre de estresse.

Embora os baixos níveis de estresse sejam importantes para manter o cumprimento de prazos e manter o corpo e a mente ativos, níveis constantes de stress podem ter um impacto negativo no desempenho por afetar a aprendizagem, concentração, foco e desempenho.

Gerenciar o estresse é parte integrante da saúde mental e do bem-estar emocional das pessoas. No trabalho, há muitas maneiras de reduzir os níveis de estresse. Exercícios, trabalhos em equipe e tempos de descanso são ótimas maneiras de encontrar o equilíbrio perfeito entre estresse e trabalho. Há alguns escritórios que cultivam plantas ao redor, porque a cor verde é conhecida por promover uma sensação de calma, paz e bem-estar. Desviar a mente e distraí-la da preocupação constante é possível através do contato social com outras pessoas. Respirar ar fresco, estimulando os sentidos enquanto olha as flores, os pássaros e as árvores também é muito relaxante. Este é também o melhor momento para rejuvenescer os sentidos e para se preparar para algum esforço positivo.

A importância da hidratação é bem conhecida. O chá verde, chá de ervas, chá de gengibre e de hortelã são as bebidas naturais mais benéficas. O cérebro precisa de água para funcionar adequadamente, a desidratação é conhecida por afetar a nós fisicamente e mentalmente e por isto devemos levar este assunto a sério. Tomar pequenos goles de água sempre que possível também reduz o estresse, para isso beba de 4 a 8 copos de água por dia podem fazer maravilhas para o seu organismo. Sucos de frutas naturais também fazem muito bem para a saúde.

O Estresse e Como se Livrar Dele

O estresse acomete milhões de pessoas em todo o mundo.  Por certo, diminui a qualidade de vida reduzindo os sentimentos de prazer e realização, e os relacionamentos ficam constantemente prejudicados.

Há estressores (estímulos) que desencadeiam a ansiedade nos animais. Quanto à origem, serão sempre externos, partindo da suposição que os animais não têm condições para alimentar conflitos intrapsíquicos.

Já no ser humano, ao contrário dos animais, esses estressores costumam ser de duas origens. Eles podem ser externos e, principalmente, internos. Os estímulos estressores externos são as ameaças da vivência de cada um, seja física, tanto sobre a segurança pessoal quanto em relação à saúde, seja ela moral, econômica, etc. Enfim, são ameaças exteriores à pessoa. Por sua vez, as ameaças internas vêm dos conflitos pessoais de cada um, os quais, em última análise, refletem sempre a sensibilidade afetiva diante da vida, das perspectivas futuras, da situação atual e mesmo das desavenças passadas.

No ser humano os estímulos internos são aqueles que mais desencadeiam o desenvolvimento e manutenção do estresse. Essas ameaças normalmente são interiores, abstratas, sempre presentes e muitas vezes, invencíveis. No ser humano a presença dos estressores internos pode ser continuada. Se houver uma afetividade problemática, insegurança e/ou pessimismo, a pessoa sentirá as ameaças internas continuamente e, nessas circunstâncias, pode-se ter o esgotamento por persistência do agente estressor. É por causa disso que a ansiedade humana tem sido constante, exagerada e às vezes patológica.

Em resumo pode-se dizer que os estímulos necessários para determinar a ansiedade são provenientes de duas origens: serão externos, quando se devem à sucessão de acontecimentos de nossa vida aos quais temos que nos adaptar e, serão internos, quando se originam dentro de nós mesmos, de nossos medos, nossos pensamentos negativos, nossas inseguranças.

À  suspeita de estresse o caminho é procurar um médico ou psicólogo quando forem identificadas condições físicas e psicológicas como; sintomas cardíacos, dor significativa, ansiedade, ou depressão. Algumas dicas importantes são:

Dieta saudável, Exercícios físicos, Técnicas de relaxamento, Técnicas cognitivas e comportamentais. Considere todas as possíveis opções:

  • Ouvir música;
  • Tirar férias;
  • Tirar um horário livre mesmo que poucas horas por semana;
  • Substituir o tempo desnecessário ao trabalho por atividades interessantes e agradáveis;
  • Encontrar tempo para o lazer;
  • Ter um animal de estimação.

É importante também encarar os fatos diários de uma maneira diferente. Manter um senso de humor durante as situações difíceis, o riso  ajuda a aliviar a tensão e manter as perspectivas, e também parece ter um efeito físico que reduz os níveis do hormônio do estresse.

Haja Paciência!

Paciência é um dom e nascemos com ele. Se a afirmativa for verdadeira, pobre de quem não a tem. Qualidade das mais necessárias, não há um campo sequer das atividades humanas onde se possa abrir mão da paciência. Educa bem, ensina direito quem o faz o conhecimento fluir naturalmente. O professor com o qual mais se aprende, parece estar em casa deitado na rede ao invés de dando aula, demonstra dominar o ofício com maestria, sempre senhor da situação. Não é preciso ser supermestre, mas se não tiver o jogo de cintura como aliado para as nuances do ensinar, como lidar com a gama de informações dos alunos, a receita não dá certo e o bolo vai “batumar”.

Nosso mundo tornou os minutos contados e não há relógio que sincronize o tempo do outro com o nosso. E dê-lhe autoajuda a exigir um tempo para nós. Mas se não temos tempo nem para respirar direito, como meditar, se a condição para a placidez interior é a sintonia com o mundo externo, para daí captar os fluídos tranqüilizadores do nosso espírito inquieto? Engana-se quem acredita que na natureza existe folga. Ninguém nasceu folgado, alguém já disse. O universo funciona movido pelo cronômetro do princípio da lei e da ordem. Não há o porquê do inconformismo. É só lidar naturalmente com as demandas. É difícil, mas não vale a pena se amargurar com a carga disponibilizada. Há uma corda a nos mover e complicado mesmo é não encarar as incumbências desafiadoras como castigo dos céus.

Somos afeitos a não resistir às frustrações e com tendência a achar um réu. A responsabilidade está no outro e se não há um culpado, está nos céus, nunca nas nossas escolhas. Devidamente “psicanalisados” e com o nosso umbigo como o centro do planeta, viramos as costas para o resto e não admitimos sequer a hipótese de pensar no próximo. Todas as nossas ações são voltadas para as nossas necessidades, os demais estão aí para nos atrapalhar a vida. Com isto, dê-lhe conta de perdas e ganhos e reclamação com o suposto prejuízo! Esquecemos que o raciocínio não é privilégio nosso, todos estão igualmente sentindo-se lesados, daí sentimos um constante inquérito em nossa vida, reduzida à caça aos culpados pela nossa infelicidade.

Quanta energia perdida a deteriorar o nosso quinhão de paciência! O emocional é biológico, sim. A memória nos proporciona a crítica sobre as nossas ações e o universo ao redor. E o mundo emocional no cérebro faz feed-back com o cérebro racional. Há interação constante e desse equilíbrio resulta a maior ou menor qualidade de vida para o enfrentamento das demandas. É necessário buscar o foco central da vida e até orar ao Deus interior. Para quê? Para não se desligar das tarefas alinhavadas, instrumentos para alcançar objetivos, nem sempre claros quando reagimos diante de situações concretas, mas integrantes do pacto sagrado de todos nós.  Não importa o conteúdo da promessa. Interessa não nos desviarmos dela. Aí estaremos sendo coerentes conosco, pacientes com nossas dificuldades e dando tempo para os nossos “cérebros” buscarem a solução mais adequada e fluir melhor, sem tanto desgaste, sem tanta sofreguidão e com um pouquinho mais de lucidez.

No Trabalho, Não Adianta se Estressar!

Quem nunca se sentiu uma fera selvagem no ambiente de trabalho?
O dia de fúria do comissário de bordo Steven Slater – que, durante vôo da JetBlue, xingou passageira, roubou cervejas e fugiu do avião pelo escorregador inflável – pode ser um alerta para os profissionais que encaram situações estressantes e constrangedoras no trabalho.

Apesar de pitoresco, o fato pode se repetir (em maiores ou menores proporções) na vida de todo profissional. Afinal, não há santo que aguente condições insalubres de trabalho, metas ambiciosas demais, uma porção de clientes insatisfeitos e um chefe, digamos, desumano.

“Nesse caso, a briga com a passageira foi apenas a gota d´água. Provavelmente ele já estava em uma fase de insatisfação muito grande”, afirma Daniela do Lago, especialista em comportamento corporativo e professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“A grande sacada é não chegar ao momento propício para que a gota d´água entorne o copo”, afirma a especialista. Como essa não é uma tarefa fácil, descubra como não permitir isso nas próximas páginas.

Não adianta. Por mais paixão que tenha pelo seu trabalho, você não pode dedicar as 24 horas do dia totalmente para ele ou para assuntos relacionados. É preciso equilibrar seu dia com diferentes tipos de tarefas e assuntos.

Isso significa que ao chegar do trabalho você deve fazer atividades totalmente opostas às que executou durante todo o resto do dia. Essa oscilação de atividades, como a especialista denomina, ajuda a neutralizar a pressão da rotina de trabalho e a esfriar a cabeça.

Por exemplo, se seu trabalho exige contato com pessoas o tempo todo, escolha atividades silenciosas após o expediente, como a leitura de um livro.
Agora, se o computador é o único contato que você tem com o mundo durante esse período, corra para um happy hour ou para a academia. Não importa, tenha uma válvula de escape.

Não adianta. Por mais paixão que tenha pelo seu trabalho, você não pode dedicar as 24 horas do dia totalmente para ele ou para assuntos relacionados. É preciso equilibrar seu dia com diferentes tipos de tarefas e assuntos.

Isso significa que ao chegar do trabalho você deve fazer atividades totalmente opostas às que executou durante todo o resto do dia. Essa oscilação de atividades, como a especialista denomina, ajuda a neutralizar a pressão da rotina de trabalho e a esfriar a cabeça.

Por exemplo, se seu trabalho exige contato com pessoas o tempo todo, escolha atividades silenciosas após o expediente, como a leitura de um livro.
Agora, se o computador é o único contato que você tem com o mundo durante esse período, corra para um happy hour ou para a academia. Não importa, tenha uma válvula de escape.

Está com raiva? Então, respire fundo e conte até dez. Parece conselho de avó – mas, acredite, elas tinham razão.

“Não é negar ou enterrar a emoção. Mas, sim, retardá-la”, aconselha a especialista. “É tentar resolver o problema de uma maneira neutra”.

Ela compara isso com a ação de tentar empurrar uma bola para o fundo da piscina. “Quanto mais você gasta energia para fazer isso, mais alto ela sobe”.
O mesmo acontece com nossas emoções. Dar margem para elas em um momento crítico só pode contribuir para que a situação piore.

Para Slater, o fato rendeu holofotes da imprensa mundial e alguns milhares de fãs no Facebook. No entanto, perder a cabeça durante o expediente pode custar caro.

No melhor dos cenários, o ataque de nervos pode arranhar sua reputação profissional. No pior, você pode perder o emprego. E, até, acabar na cadeia – como Slater.
Perdeu a cabeça?
Mas como ninguém é de ferro, vez ou outra, você pode esquecer o leme das suas emoções e explodir. Para isso, não é necessário xingar clientes e pular de um avião pela escada de incêndio.

Não faça vista grossa para seus erros. Não alimente a justificativa de que você tem pavio curto. Não finja que nada aconteceu. Se você errou, aposte na humildade e peça desculpas.

Também não deixe mágoas em aberto. Converse sempre. “Tentar negociar é a forma mais correta para minimizar a pressão”, afirma Daniela.

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