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Da Janela do Meu Quarto…

Como era bom sentir o cheiro das flores na época da florada!

Da janela do meu quarto podiam-se ver frondosas fruteiras. Uma jabuticabeira e um pé de laranjas baianas eram as mais próximas. O pomar se estendia do lado direito da casa com vários tipos de fruteiras  e oferecia aos meus olhos uma visão panorâmica que só alcançava as copas das árvores.

A maior riqueza do pomar eram os pés de laranjas da baia. As laranjeiras se adaptaram tão bem ao o clima e os bons tratos, que produziam  frutos  lindos, enormes, cada um com um filhotinho na ponta; eram tão grandes  e saborosas que uma pessoa mal dava conta de comer uma.

Nunca mais pude ver aquela qualidade de laranja, não com aquele sabor, sem ser doce e nem ácido, aquela textura, aquele volume de suco… Eram tão grandes que uma penca poderia quebrar o galho onde estivessem seguras.

E as jabuticabeiras! Meu Deus, que delícia poder chupar jabuticaba no pé! Escolher as maiores, as mais maduras e suculentas! Pena que a temporada era curta… mas eu ainda alcançava nas férias. Era uma festa, que eu celebrava sozinha porque eu era só com meus devaneios…

A mangueira era uma frondosa árvore, tronco e galhos grossos que proporcionavam a quem neles subisse um misto de nostalgia e fantasia. Ofereciam conforto, bem estar e posso dizer… cumplicidade. Era ali que eu passava grande parte da minha infância com minhas “comadres” imaginárias brincando de casinha. Muito raramente tinha alguém de verdade brincando comigo.

O abacateiro, coitado, todo ano na época de São João levava uma surra de vara de marmelo tostada na fogueira. Era para “aprender” a dar fruto. Era uma arvore alta, linda, mas não produzia. Havia outras fruteiras que também “apanhavam” – uma macieira e uma mexeriqueira. Recordo que tanto o abacateiro como o pé de mexericas poncãs, agradeceram ao “tratamento,” mas, a macieira… por certo não bastava a surra! Não posso dizer se a qualidade das frutas foi também influenciada pelo dito “corretivo,” provavelmente os bons cuidados e a terra, contribuíram. O que sei é que eram frutos maravilhosos, tanto as poncãs quanto os abacates!

Outras qualidades de laranjeiras também faziam parte desse pomar, como a da ilha e outras comuns, que se não perdiam, era porque mamãe procurava  jeito de aproveitar um pouco da produção, no caso das laranjas, fazendo vinho artesanal.

Bem próximo da casa, mas distante da minha visão da janela, estava uma das moitas de bananeira a mais antiga. A banana maçã colhida ali naquela touceira, era doce como mel. Mais para o fundo do quintal outras moitas de outras qualidades como a marmelo e a nanica que eram usadas para fazer doce.

O rego d’água corria cortando o pomar quase na diagonal. Sua nascente era bem acima. Um braço artificial de um córrego que na seca quase parava de correr, foi o recurso de que papai usou para abastecer o bebedouro do gado, o monjolo, o pomar e o chiqueiro. Papai usava o sistema de irrigação convencional. Abria desvios no rego para que a água pudesse correr pelo quintal e molhar as fruteiras. Esse por certo era um dos itens de preservação e cuidado que faziam toda a diferença na qualidade da produção frutífera daquele pomar.

A Casa da Fazenda

É com imensa saudade que busco na lembrança, o lugar onde nasci e vivi até meus vinte anos.

Era uma gleba de terras situada na encosta de um morro de onde se tinha uma vista privilegiada daí o seu nome – Boa Vista, isto é, São José da Boa Vista. Por devoção ao santo meu pai até construiu uma capelinha um pouco mais acima da casa, em cujo altar uma imagem do santo exibia o Menino Jesus em um dos braços e  ramo de lírios no outro.

Nessa capela, uma vez por ano, no dia 19 de março vinha um padre celebrar a missa. Ali se  reuniam vizinhos, parentes e os colonos que trabalhavam nos cafezais. Após a Missa, que geralmente era pela manhã serviam-se um café com bolo, biscoitos, broas de fubá, pão de queijo, etc. Era uma movimentação diferente e singular!

Minhas lembranças desse evento vão até os meus nove anos, fato que não teve seguimento para mim. Com essa idade fui mandada para o internato em colégio de freiras (essa passagem vai gerar novos episódios). Como o início das aulas era em março, eu já estava no internato, perdia então o único acontecimento festivo realizado na fazenda.

A casa, construída em terreno inclinado, tinha no lado direito sob quase todo piso, um porão onde se guardavam entulhos; era também o abrigo dos cães que serviam de guardas da fazenda, o que muito me aborrecia porque eu queria fazer daquele lugar o meu refúgio, o lugar onde poderia viver minhas fantasiais de menina.

O piso era de tábua corrida que rangia sob as passadas das pessoas mais pesadas; as janelas muito altas todas com vidraças de onde se viam pela frente os currais e do lado direito o pomar.

As janelas eram um conjunto formado por vidraças em duas partes, que se moviam verticalmente para que pudesse entrar o ar e a claridade ao mesmo tempo e a parte de madeira, tábuas serradas toscamente, para vedar a luz e permitir uma maior proteção. As paredes que subiam até o teto, eram de tijolos; as portas largas se fechavam em duas partes ou folhas.

Os quartos tinham entrada pela sala de jantar, menos o quarto das meninas que tinha acesso pelo quarto do casal.

Na cozinha havia um fogão à lenha, uma delícia de lugar! Para cozinhar o feijão, o fogo permanecia aceso a noite toda. Era ali que nos aquecíamos do frio no inverno antes de irmos para a cama às oito ou no mais tardar,  às nove horas da noite.

Na sala de jantar, uma mesa com oito lugares onde fazíamos as refeições todos juntos. Havia um móvel, sobre o qual um oratório. Dentro dele imagens de Nossa Senhora Aparecida, Nossa S. das Graças e um crucifixo.

A sala de visitas era um dos cômodos da casa que não me provocava atrativos, muito pelo contrário, me causava asco ou medo… talvez por ter um aspecto sóbrio, era um ambiente masculino com seus móveis austeros, rústicos, peculiares…

O quarto de hóspedes dava entrada pela sala de visitas. Era um cômodo que raramente era ocupado. Estava sempre fechado, empoeirado.

Os móveis de toda casa eram adequados para a época,  de madeira maciça traduzindo a simplicidade e falta de senso estético, natural para as exigências dos proprietários.

Na falta de energia elétrica, usávamos lamparinas e lampiões à querosene, mas papai que gostava de conforto, procurava buscar alternativas para obter maior conforto.

Tudo na minha visão de criança curiosa, era muito grande e pitoresco. Tinha um ar de mistério e magia e representava algo proibitivo que eu fazia questão de desvendar ou revelar a mim mesma.

Minha Primeira Lembrança

Não sei exatamente quantos anos eu tinha, três, quatro… só sei que são as primeiras lembranças que gravei na memória. As pessoas, ou melhor, os adultos da minha casa falavam em vovó, Passos,  viagem, aprontar. Alguém desamassava roupa com ferro à brasa, meu pai gritava para que tivéssemos pressa… corre pra cá, corre pra lá,  todos se arrumando com muita afobação.Tomar banho, trocar de roupa, preparar uma bagagem com poucas coisas; a viagem seria curta. Sempre tinha uma matula; papai e mamãe eram  prevenidos, caso o carro encravasse e tivéssemos que passar a noite no Ford 29, ou ao relento.

Por que será que todo mundo corria tanto? Por que tanta seriedade? Ninguém parecia feliz por estar se preparando para uma viagem… ninguém me falava nada…Talvez porque eu fosse a menor da casa, achavam que não me deviam explicações. Chegamos ao destino sem atropelos.

A casa era enorme, portas de madeira, muitas portas, todas fechadas em duas folhas, muito altas. Fechaduras e chaves impressionantemente grandes. O piso de madeira, (tábua corrida) peças  irregulares no comprimento e largura, mal colocadas umas ao lado das outras, deixando visualizar que havia algo embaixo daquele assoalho.

Muitas pessoas sisudas… umas chorando baixinho, eu agarrada na mão da mamãe queria mais era fugir daquela gente que ao me ver tinha que beliscar minhas bochechas exclamando: olha como ela cresceu! Como era horrível ser criança! Até então eu estava boiando… não entendia o que se passava… não conhecia ninguém, mas, todos me conheciam, sabiam meu nome… já estava começando a me encher daquela situação quando olhei para o assoalho e vi algo se mexer em baixo. A curiosidade tomou conta de mim, me abaixei tentando ver… Aquilo que se movia lá embaixo era algo estranho, mas não me metia medo. Comecei então a olhar procurando como poderia chegar àquele lugar. Por entre as pernas daquela aglomeração de pessoas, consegui visualizar um vai-vem de mulheres carregando bandejas copos e jarras. Desvencilhei-me daquele aglomerado de pessoas e esgueirando-me pela parede para que ninguém me atropelasse, consegui alcançar a movimentada porta. Sorrateiramente fui andando passando por mais portas fechadas, num imenso corredor. Sabia que ia dar em alguma porta aberta que me conduzisse àquele lugar! Ao me afastar, apesar da pouca idade, sabia que mamãe iria se preocupar. Mas, a curiosidade era maior! Consegui chegar à cozinha e ali vi uma outra porta que dava passagem para uma área de serviços com uma enorme escadaria que dava para o quintal. Desci os degraus um a um, com muito medo de ser pega por alguém que já tivesse dado por minha falta. Quando cheguei em baixo, olhei para cima e me deu medo, pensar que teria que subir sozinha. Comecei a chorar e nisso apareceu uma menina bem maior que eu, me acalmou e me levou… pra onde? Para aquele lugar, aquele que tanto me atraiu.

A mocinha me inspirou confiança, pegou na minha mão e me levou para o porão; tratava-me com intimidade porque ela me conhecia.

O porão era um daqueles lugares fascinantes cheios de velharias, poeira e telhas de aranha, uma grande novidade  para mim. A garota andava por ali com desenvoltura mostrando que conhecia bem todas as passagens. Mostrava–me aqui e ali os objetos e móveis, o “lugar ideal para se brincar de casinha.” Ora, eu nem sabia o que era “brincar de casinha.”

Chegamos então na “cozinha”. Ali havia uma mesa, sobre a qual uma rosca que ela acabara de amassar. Nesse momento veio até as minhas narinas o cheiro característico de excremento de porco. Na minha mente infantil  entendi e fiz a ligação olfativa com a visual. Tudo cresceu na minha cabecinha…Via tal rosca assada, servida a mim. Foi quando tomei a decisão desesperada de fugir dali procurando a mamãe.

Nessas alturas da história, já tinha muita gente me procurando. O sepultamento da vovó seria logo em seguida.

Ser Voluntário

Muitas pessoas que praticam a caridade por meio do serviço voluntário buscam força na palavra do evangelho. Esta palavra lhes dá coragem, pois Deus, ainda que sejamos infiéis, não se esquece de nós. Ele nos dá o poder de vencer, em nome de Jesus, os males que afligem as pessoas e garante que nossos nomes estão escritos no céu. Somos a vinha do Senhor, cuidada com carinho pelo Pai e regada pelo sangue de Cristo para que produza os frutos de paz e de vida que Deus deseja e espera de nós. O Batismo nos comprometeu com uma missão da qual não podemos fugir.

Nosso primeiro compromisso é para com Deus e para com o próximo, aquele que vive ao nosso lado. O Cristão vive a dinâmica da constante conversão. Por isso é necessário fazer como Maria: escutar o que o Senhor tem a dizer, para crescer na compreensão e no cumprimento da vontade de Deus. Como seguidores que rezam com espírito de Jesus, os Cristãos devem aprender que toda sua vida é resposta de agradecimento à iniciativa de salvação que vem do amor do Pai. A perseverança faz parte da vida do cristão e é princípio fundamental de toda doutrina do evangelho sobre a oração.

Quando as coisas não andam bem, não se pode culpar a Deus, mas sim a nossa inconstância. Deus está sempre atento aos que o buscam e por isso devemos ser perseverantes na oração, pois é ela que anima e nos dá força na dúvida e na incerteza. Devemos sempre venerar a Maria, que teve o privilégio de ser mãe do salvador, nosso mestre. Ela tornou-se o sacrário vivo de Jesus e o entregou à humanidade. Os sinais de Jesus se manifestam em nossa história. A consciência de que somos chamados por Deus à santidade e de que Jesus se faz presente nos mais necessitados é o grande sinal dos nossos tempos.

A justiça salvífica de Deus é oferecida indistintamente a todos os que creem em Cristo. Ela tem sua fonte na redenção operada por Jesus, que nos convida a superar toda hipocrisia, grande obstáculo à ação eficaz da Igreja. A fé em Deus ajuda a superar todos os medos e dificuldades, pois ele é o Senhor da vida, nosso refúgio e proteção. O trabalho de evangelização por meio do serviço voluntário não é fácil e por isso, muito o rejeitam. Mas Jesus insiste em convidar pessoas generosas para assumir com responsabilidade essa tarefa. O trabalho voluntário também se põe a serviço da Justiça e por onde passa, provoca mudança e conversão. Nem sempre a pessoa consegue fazer o bem que se propôs a realizar. Para isso, é preciso estar atento aos sinais dos tempos e assumir opções acertadas.

A bondade de Deus age em cada um de nós constantemente, e, como herdeiros dele, estamos comprometidos a fazer o bem, sem medir esforços nem aceitar restrições. Mesmo sabendo que o Espírito de Deus vem em nosso auxílio, o voluntário não pode esquecer a sua parte na tarefa missionária. Colaborar na construção do reino exige renúncia e desprendimento. Às vezes algumas atitudes cristãs podem incomodar interesses instalados na sociedade e até trazer rejeição, mas o Espírito de Deus não se afasta, ele nos ama e nos dá coragem na caminhada. É importante também que as boas ações devem ser acompanhadas da reta intenção, isto é, ser realizadas segundo o Espírito generoso de Deus, sem esperar retribuição ou benefício próprio. Por fim, qualquer função que assumimos de coração e com humildade, preservando os valores cristãos, ajuda-nos a contribuir para a unidade do povo de Deus e a Paz no mundo.

Sou Claudio R. de Oliveira, estudante de Tecnologia da Informação e amante da Astronomia, também sou Católico Praticante. Meu site: http://www.cosmos.eti.br. Meu Blog: http://www.webcromusic.com

Você é Tudo

Você é tudo. É tudo de bom, é a melhor pessoa e única, nunca se desvalorize frente a qualquer situação. Olhe sempre ao seu redor,observe, além de você realmente existe milhares de pessoas, mas será que todas te olham do mesmo jeito?

Até a gente não olhamos do mesmo jeito, cada hora que miramos no espelho vemos algo diferente até no nosso sorriso, é um dente que talvez escureceu, uma ruguinha a mais perto da boca, uma posição mal dormida.

Pois bem é assim a vida, somos únicos naquele minuto, naquela hora, devemos nos amar, dar valor a cada piscada que damos, o ar que respiramos.

O amor maior que devemos ter e a nós mesmo, somos parte do universo, parte de Deus. Fomos feitos para durar pouco, em comparação com o tempo do mundo, do universo, somos quase nada, mas esse nada faz parte de um projeto, se não estivermos firme esse projeto desmorona, cai e vira nada.

Sempre que se sentir humilhada por alguém ou menosprezada, levante daquele lugar e saia, não dê resposta, vai em busca de novos horizontes, de novos ideais, o mundo é uma imensidão, tem gente demais e lugares maravilhosos esperando por você. Vá a luta se olhe uma, duas , muitas vezes no espelho se conheça, se ame, assim você terá chance de sobreviver, ser muito feliz e especial pra você mesma e pra alguém que realmente mereça o seu amor.

17 Dicas para Manter sua Atitude Positiva

Atitude positiva

Atitude positiva

A vida nem sempre é justa e as coisas não acontecem sempre da forma que esperamos. É importante manter uma atitude positiva, ainda mais se está passando por tempos difíceis.

Abaixo estão algumas dicas e truques que você pode usar para manter uma atitude positiva.

1. Mantenha o foco no hoje.

2. Esteja ciente de sua postura corporal. Você pode influenciar como você se sente pela forma como mantem sua postura, por exemplo, jogue os ombros para trás, deixe sua coluna reta, não fique sempre olhando para baixo, etc..estas são pequenas coisas mas que podem fazer um grande diferença.

3. Podemos manter uma atitude positiva através da leitura de livros de qualidade e revistas sobre assuntos edificantes. Isto não só ajuda, mas concentrando-se nestes temas a sua mente para de se preocupar com seus problemas. E, claro, é bom ficar motivado.

4. Mesmo que às vezes formos derrotados com a negatividade que são os únicos no controle de nossa atitude, continue trabalhando focado para aumentar o lado positivo.

5. Faça as coisas como se fosse a primeira vez. Muitas vezes passamos pelo caminho da vida sem aproveitar a paisagem, por exemplo, pare naquele riacho sinta a temperatura da água nas suas mãos, escute a água batendo nas pedras, veja todo o caminho que ele percorre e como ultrapassa os obstáculos.

6. Faça exercícios. Além de ficar em forma e fazer feliz o seu médico, o exercício é ótimo para melhorar o humor. Em muitos casos, muito melhor do que medicamentos. Também o exercício ajuda a se livrar de muitas pequenas dores. Quanto melhor o nosso corpo se sente é melhor a nossa perspectiva.

7. Pare de pensar somente em você. Veja o que outras pessoas estão fazendo e tire um tempo para se dedicar a elas. Há muitas vantagens neste tipo de atitude e uma delas é que faz com que você esqueça dos seus problemas e além disso, quanto mais você poder ajudar, mais as pessoas vão enviar-lhe bons pensamentos.

8. Sempre esteja ciente de que é a sua atitude que faz você se sentir como se sente.

9. Mantenha pensamentos positivos em sua mente. Você pode usar as afirmações de algum livro popular ou passagens bíblicas. Ao manter esses pensamentos na sua cabeça você pode ajudar a si mesmo nos momentos difíceis.

10. Se dependemos dos desejos e necessidade dos outros, nossa vida sempre vai estar a merce delas. Tome as rédeas do seu próprio destino.

11. Ter um plano. Se você for capaz de planejar o seu dia, semana e mês isso vai lhe dar uma direção. Quando você for concluindo tudo que veio planejando, você terá uma sensação de realização.

12. Pare de viver no passado. Se você vive pensando em “como poderia ter sido” você vai achar que é difícil ser feliz.

13. Uma atitude positiva é um estado de espírito. Você tem que decidir que você controla sua mente. É você ou são as circunstâncias de seu ambiente. Quanto mais vezes você conseguir substituir pensamentos negativos por pensamentos positivos, mais fácil se tornará.

14. Sorria para as pessoas. Quanto mais vezes você conseguir ter um sorriso em seu rosto, mais positivo você será. O sorriso transmite alegria para quem está ao seu redor, não economize.

15. Tire um tempo para cantar. Mesmo que você tenha uma voz ruim. Você vai se sentir melhor e não tenha vergonha.

16. Sinta-se feliz quando você enfrentar desafios. Quanto mais vezes você conseguir superá-los mais forte você será.

17. Tire um tempo para sonhar com tudo o que você quer que aconteça. Esta é uma ótima maneira de recarregar as baterias.

Hoje e Sempre

Hoje sempre será hoje, essa palavra tão estranha, mas que nós diz tantas coisas. Hoje eu começo uma dieta, hoje eu vou fazer tudo diferente. O hoje vira amanhã e não começamos nada, fica tudo mais difícil, pra que começar hoje se eu posso começar amanhã, ai o hoje já virou ontem e passou mais um dia, dois, e não conseguimos sair do lugar.

Precisamos acreditar mais no hoje e tentarmos resolver nossos conflitos pessoais com mais dinamismo, e atitudes que nos levem a crescer, nossa vida é única e hoje só é agora, neste momento, quero conseguir e fazer essas devem ser nossas palavras sempre. Lutar! Só eu posso por mim mesmo, ninguém vai fazer por mim.

Hoje sempre será hoje, mesmo eu não estando mais aqui,então eu quero fazer mais por mim mesmo e quero crescer nas minhas ideias e aspirações, mas como não pensar no outro, eu não consigo ser alguém sozinho, precisamos de gente ao redor de nos mesmo que seja só pra acreditar num futuro melhor para todos nos e fazermos o hoje se um amanhã perfeito.

Aprendendo a Ser Feliz

Cada dia que passa as pessoas procuram, mais e mais essa tal felicidades.Muitos poetas falam sobre ela, a felicidades só existe em cada um, talvez por um leve momento, as vezes vc esta muito preocupado por um filho que não tirou notas boas no colegio, ou ainda não chegou do trabalho, ai vc se distrai e vê um filme com uma canção do Elvis ou dos Beatles, então essa felicidade irradia em sua alma.

Lá esta ela onde sempre esteve nos pequenos momentos seus. Somos unicos ou quem sabe varios, cada celula do nossoa corpo tem uma historia que vem dos nossos antepassados, somos feitos de células juntadas, de um avó, um primo, um parente proximo, porisso temos lembranças de coisas que já aconteceram e parecesse que é de nossa vida.

A vida é vida! Enquanto tivermos vida, sangue circulando em nossas veias e alerando nosso humor temos que trabalhar para ser feliz, os filhos vão crescer, vão embora, ter vida propria levara um célula sua, de muitas células de felicidades a todos que sairem de você, procure ser mais feliz, aquele cafezinho no final da tarde, aquela roupa com cheiro de limpa, a leve brisa do mar, tudo se resume em poucas horas, o dia vai nascer e outro morrer, assim somos nos, morremos e vivemos a cada dia. Procuremos ser plenos e realmente felizes.

Tem Certeza?

Há momentos em que o interlocutor quer arrancar de nós uma resposta a todo custo. Só que não é uma resposta qualquer. Além da nossa afirmativa ele procura se convencer e exige que tenhamos argumentos que o satisfaçam, que tiremos todas as suas dúvidas. De quebra, ainda se reserva o direito de esboçar o famoso sorrisinho irônico de Mona Lisa do século vinte e um e lançar o golpe de misericórdia: “Tem certeza?”. Antes que o rosto fique num vermelhão, a boca mais rápida que o cérebro e lancemos um monte de impropérios para cima do convencido, respiramos fundo e com esforço contido dizemos: “Certeza só a morte. Ainda assim para quem não acredita em Deus”, acrescentamos ao tradicional bordão que se lança mão quando alguém nos coloca contra a parede.

A vida parece nos exigir certezas continuamente. Como se fosse vital acertar a cada atitude que tenhamos. Vamos juntando um amontoado de valores e a certo ponto nos perguntamos o quê daquilo tudo sobra para acreditarmos mesmo, o que é certo. Se por verdade entendermos o que o tempo se encarregou de solidificar poderíamos dizer que ele é capaz tanto de ratificar posicionamentos quanto de desmontá-los. Daí a necessidade de rever nossas crenças frequentemente, a fim de que elas se situem dentro de nós no limiar da dúvida.  Crença é sinônimo de fé e passa pela sabedoria. Só se torna sábio pelo conhecimento. Ao contrário do que preceitua  Platão em A República ao prever uma elite erudita, constituída de cidadãos especiais a governar a Polis, ou seja, nós o povo; entendemos que não há um guardião da verdade, mas que ela está um pouco em cada um de nós.

A postura de defensores da fé, dentre outras, permitiu à Igreja católica coesão e lhe garantiu a sobrevivência. Doutores da Igreja como Santo Agostinho, por exemplo, solidificaram o ideal platônico do privilégio da sabedoria, na figura dos sacerdotes que são educados e formados para viver exclusivamente na defesa da Igreja.

O equilíbrio das nossas convicções é que determina se estamos pendendo para a ausência de respeito com as crenças alheias, para o fanatismo ou se admitimos a dúvida como forma de amadurecimento. Se nossa fé é tão fechada que não admite ouvir o outro, ela é um indicador da nossa fragilidade. Temos tanto medo que o outro nos convença, que blindamos olhos e ouvidos para não absorver o que nos contradiga.

O oposto ocorre quando nos deixamos levar por espertinhos que se acham herdeiros de Sócrates e podem extrair conhecimento dos outros, como se fosse uma maiêutica às avessas.  É implícito ter instrumentos e capacidade para tal, senão o perguntado não aceita submeter-se a um tribunal que para o qual não vê motivo em ser inquirido. Por outro lado, quem de nós não se irrita com alguém que só responde por evasivas, que não se posiciona sobre nada nem tem segurança de coisa alguma? Sair sempre pela tangente pode significar um turbilhão de dúvidas, onde o sujeito está mais falando para si, sendo incapaz de convencer alguém.

O ser humano evolui pela experiência, sempre alerta para rever conceitos, sem ser impulsivo demais, sincronizando o passo do conhecimento com o seu universo particular.  Vale aqui o pensamento de Alvin Toffler, Doutor em Letras, Direito e Ciência e estudioso do impacto das tecnologias em nosso tempo: “Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não podem ler e escrever, mas aqueles que não podem aprender, desaprender e aprender novamente.

Incautos e Impulsivos

Como lidar com os nossos extremos? Supervisão constante ou privação de oportunidades? Escolhas, simplesmente. E só contamos conosco para traçar um mapa mental do terreno a cada decisão, consolidar o sistema até que o cérebro acostume-se a buscar interesses que preencham a sensação de estar perdendo algo quando se diz um não. Por detrás da expectativa da perda há uma diminuição da exposição desnecessária a riscos. E quando se tem uma inaptidão natural para detectar mentiras, somos de certa forma, uma ameaça ambulante à nossa integridade.

Quando as ferramentas internas são insuficientes para lidar com algumas situações, vale apostar na precaução. O mundo interior de quem tem pouco senso espacial é voltado para as palavras e não precisa de imagens, pois a mente formula diálogos sem necessidade delas. Detectar pequenas diferenças em expressões faciais, por exemplo, é quase impossível. Não porque não queira, mas por não ter o artefato necessário.

Quando tomamos decisões sem pensar, cremos naquilo que queremos que seja verdade, revelando nossa natureza impulsiva. Quando há algo em jogo, a tendência a acreditar é reforçada. Criamos um viés inconsciente para ignorar sinais que sustentem a credulidade pessoal e bloqueamos por um momento as indagações que a desafiem.

A predisposição à resposta imediata significa exposição ao perigo e nestas circunstâncias é difícil dizer não a ele. Se não temos habilidades suficientes para detectar farsas, sejam palavras, rostos, corpos ou voz, o mínimo que podemos fazer é limitar o contato. Nem todo mundo com um sorriso esperto é uma boa pessoa. Contudo, se caímos sempre na mesma armadilha e nos desapontamos depois, resta monitorar a sensação de perda de oportunidade. Isto acontece quando somos tentados a fazer algo que uma voz interna nos diz: cuidado!  E nós estamos loucos para confiar. É isso: síndrome do cavalo encilhado, que não passa mais e adeus chance de vivenciar e aprender.

Há ainda, o desejo de ser esperto em contraponto ao medo de fazer juízo errôneo sistemático das pessoas ao nosso redor. Não há um roteiro para verdade ou mentira.  Saber que o outro mente, ofende. Gostar ou não das pessoas impacta o nosso julgamento e elas percebem. Aqueles que usam conosco das mentiras por omissão são difíceis de notar e fáceis de escapar impunes, pois inexiste ferramenta clara para se avaliar algo que a pessoa não disse. Na maioria das vezes, tudo o que disseram é verdade, mas ficaram só alguns detalhes de fora, presumindo o engano.  No fundo sabemos, sentimos e permitimos. Se isso ocorreu, bola prá frente, sem se lamentar se algo tentou-nos, foi instigante e até confortável. A autopiedade é dispensada como justificativa para a ausência de argumentos lógicos para contrapor decisões ilógicas. Temos que dar o desconto para a habilidade alheia e tentar sermos menos incautos e impulsivos da próxima vez.

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