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Saiba o que é SRP e como funciona

SRP, é a sigla para Sistema de Registro de Preços, que é  um processo muito utilizado pelo governo e também por alguns orgãos privados.

O que é Registro de Preços?

Registro de Preços é um processo de licitação para a aquisição de bens e/ou serviços. Ele funciona na forma de concorrência, onde as empresas que estão participando, registram os seus bens em uma ata de registro de preços e entram em uma espécie de leilão, só que ao invés de irem aumentando os preços, eles diminuem e o orgão escolhe o que lhe é mais conveniente.

A grande diferença do SRP, para a forma mais tradicional está basicamente na forma de contratação, que pode ser “na hora” ou posteriormente. Lembrando que essa contratação deve ocorrer antes da data de validade da ata expire.

Vantagens do Registro de Preço

O Registro de Preços tem duas vantagens primordiais: Tempo e Dinheiro. O SRP demora bem menos pois, geralmente acontece apenas uma licitação, diferentemente do outro processo, onde cada orgão vazia o seu. Além disso as empresas que participam desse tipo de processo, diminuem o máximo possível o preço para o orgão aderir a ata dela.

Todo o processo de registro de preços é regido pela Legislação de Registro de Preços, que tem vários decretos.

O Preço de Uma Empresa

Calcular o Valor de uma Empresa

Calcular o Valor de uma Empresa

Quanto Vale Uma Empresa? Como Avaliar o Preço de Uma Organização? Que Métodos Podem Ser Utilizados Para Calcular o Valor de Uma Companhia?

Nos últimos anos o Brasil vem presenciando uma enorme onda de fusões e aquisições de empresas estimuladas pela competitividade entre elas e, muitas vezes, pelo próprio governo interessado em formar grandes corporações a fim de competir nesse mercado cada vez mais globalizado. Dessa forma, a avaliação de empresas vem desempenhando um papel cada vez mais importante no mundo dos negócios, pois se trata de um processo complexo que combina análise estratégica e modernas teorias financeiras.

Embora seja complexo, o processo de avaliar o valor das empresas oferece algumas utilidades, pois ele serve de referencial durante a negociação e justifica uma eventual oferta do negócio. Além disso, esse processo também identifica oportunidades de investimentos porque ele analisa a relação entre o valor da ação da empresa e seu valor intrínseco. Os métodos de avaliação de empresas são regidos por critérios de fixação de valor e podem ser classificados em:

1) Método Financeiro: É o método mais utilizado para fusões, aquisições, permuta de ações e recuperação de ativos registrados nos lançamentos contábeis. Parte da premissa de que o valor da organização depende da sua capacidade de gerar lucros futuramente e, tal valor, pode ser dividido em Valor Presente do Fluxo de Caixa e Valor Residual (que é o valor que se espera obter com a venda da companhia no final desse período). Esse processo inclui:

A) Relação Estratégia / Valor: Esse método demonstra a origem do valor criado pela estratégia que a organização adotou para atingir seus objetivos, os quais podem ser classificados em medidas de “retorno econômico”, “crescimento” e “risco”.

B) Cálculo da Taxa de Desconto: Para calcular o valor presente do Fluxo de Caixa é necessário estimar o custo médio ponderado do capital em função da estrutura financeira da organização. As fontes de financiamento são o capital próprio e o de terceiros e, na medida em que cada uma dessas fontes participa na formação do capital, definem a estrutura do próprio capital.

C) Cálculo do Valor Residual: Para calculá-lo é preciso analisar cuidadosamente a situação do negócio ao final do horizonte de planejamento.

  • Valor de Liquidação: Justifica-se quando existem fatos que condicionam o ciclo de vida de uma empresa e, nesse caso, o adequado é estimar o valor de liquidação do investimento líquido ao fim do último período projetado.
  • Renda Perpétua: Estima-se o valor final aplicando-se a fórmula de perpetuidade; ou seja, trazendo para o valor presente um Fluxo de Caixa idêntico ao do período projetado, por períodos iguais e sucessivos, infinitivamente.

2) Método de Avaliação Por Múltiplos: Compara os dados com os de outras organizações, embora também possa ser feita entre parâmetros da empresa e os da média de mercado (considerando organizações similares). Para isso, é preciso obter uma amostra de empresas do mesmo segmento cujo tamanho, condição competitiva, perfil de risco e margens de benefícios semelhantes.

3) Método de Avaliação Mediante Opções: Tem métodos semelhantes ao Método Financeiro e se aplica na avaliação de projetos de investimentos cuja viabilidade depende da ocorrência (ou não) de fatos que geram incertezas na atualidade, como por exemplo a alternativa de expandir uma indústria.

Checklist Para Uma Boa Avaliação de Empresas:

  • Analise as vantagens do mercado em que a empresa atua e o perfil competitivo da organização.
  • Projete um cenário comercial e macroeconômico coerente com os objetivos oriundos da análise estratégica da empresa.
  • Elabore um modelo econômico e financeiro da organização que permita prever o Fluxo de Caixa gerado pelo negócio.
  • Calcule o custo médio ponderado do capital em função da estrutura ideal de financiamento.
  • Identifique os indicadores de desempenho e avalie como o valor econômico da organização é sensível a variações destes indicadores.
  • Avalie se os resultados obtidos são razoáveis, comparando-os com parâmetros de mercado de organizações semelhantes.
  • Num processo de fusão ou venda o mais importante é pensar no valor da empresa da mesma maneira como um investidor pensaria.

Tsunami na Economia Global

O fenômeno da globalização trouxe consigo benefícios incontestáveis para toda a humanidade, facilitando o livre comércio entre as nações, o intercâmbio cultural, entre tantas outras benesses. Mas, trouxe também algo muito perigoso para o equilíbrio financeiro de todos os países envolvidos neste processo: quando um padece, todos padecem. Há bem pouco tempo, sofremos um abalo importante com os problemas vividos pelos americanos, uma desagradável crise no seu mercado imobiliário, que afetou as bolsas de valores em todo o mundo.

Crise Global

Crise Global

Outro tremor de considerável potencial de destruição foi a quebra de bancos e de montadoras de veículos, obrigando o governo dos Estados Unidos a injetar bilhões de dólares na sua economia, para estancar os sangramentos. Isto refletiu seriamente em todo o globo, e quase provocou pânico nos investidores. Agora, vivemos outro momento muito delicado, e para o qual muito poucas pessoas estão atentas, que é a tragédia provocada pelo terremoto no mar do Japão, que além de destruir várias cidades ao mesmo tempo, deixou aberto um tumor maligno de grandes proporções: a usina de Fukushima. Uma análise fria da situação dos japoneses nos mostra que o país passa, agora, por sua maior crise desde os tempos angustiosos da segunda guerra mundial, e que se tornou, de um momento para o outro, no país mais endividado do mundo, com um rombo que representa perto de duzentos por cento do seu produto interno bruto – PIB.

O governo deve liberar, imediatamente, algo perto de cinqüenta bilhões de dólares para o início das obras de reconstrução das cidades atingidas pelo tsunami, gerado pelo terremoto no mar. O setor industrial sofre com o problema da falta de energia e já começam a faltar peças no setor automobilístico em todo o mundo, as exportações despencaram e o seu superávit comercial foi reduzido em assustadores setenta e nove por cento. É realmente um impacto de grandes proporções em toda a economia globalizada, resta-nos agora esperar pelos seus efeitos. Todavia, devemos dar um crédito de confiança aos parceiros japoneses, que no terremoto de Kobe gastaram cerca de cento e dez bilhões de dólares com os estragos, mas se recuperaram em apenas um ano. Desta vez, o tremor foi de grande magnitude na escala Richter da economia mundial, falta ainda o tsunami. Vamos nos preparar.

Fatores Importantes na Busca por Emprego

Na busca por empregos os candidatos com mais vantagens são os melhores qualificados para a vaga. Essa qualificação é formada por um conjunto de fatores: formações específicas, experiências profissionais e conhecimentos gerais que possam agregar valor a área de interesse.

As formações específicas englobam os cursos técnicos, profissionalizantes, tecnólogos, graduações, pós-graduações, mestrados, etc. São os cursos que definem a profissão de uma pessoa e o nível de aprofundamento dela em determinados assuntos de sua área. Para essas formações existem cursos pagos ou cursos gratuitos. Os cursos gratuitos são mais concorridos e costumam ser considerados de maior qualidade.

As experiências profissionais são todos os trabalhos (ou estágios) anteriores pelos quais a pessoa passou e que se relacionam com a vaga em questão. Essas experiências podem mostrar a capacidade de trabalho em setores específicos e ser uma vantagem, pois o funcionário pode já conhecer o trabalho que fará e não precisar ser treinado pela nova empresa.

Os conhecimentos gerais referem-se a todos os cursos que não são específicos de uma área, mas são úteis para várias delas. Como exemplos pode-se citar domínio de outros idiomas, uso de computadores e softwares (nesse caso podem ser específicos da área ou não), cursos de liderança, empreendedorismo e marketing, dentre outros. Da mesma forma que as formações específicas, estes cursos podem ser pagos ou cursos grátis, alguns inclusive podem ser feitos a distância (somente como algumas aulas presenciais) ou totalmente online.

Todas essas informações sobre o candidato a vaga devem constar no currículo que ele enviará. No entanto o currículo não deve ser engessado, sendo diferente para determinadas vagas: é possível que nem todas as experiências profissionais da pessoa sejam da mesma área, sendo assim elas serão interessantes para áreas de trabalho diferentes. O mesmo ocorre com os conhecimentos gerais que, em alguns casos, podem não ser abrangentes a qualquer setor de trabalho.

BM&F BOVESPA – Introdução ao Mercado Financeiro (Aula 1)

Formada em 2008, a BM&Bovespa  é a principal companhia de capital brasileiro de intermediação para operações do mercado e a única bolsa de valores, mercadorias e futuros em operação no Brasil. Possibilita a negociação de títulos, derivativos, ações, moedas à vista e commodities agropecuárias. Para saber mais  sugiro que entre no site da Bovespa. Mas a Bolsa de Valores foi formada em 2008? Não. A fusão da Bolsa de Valores com a BM&F (mercadorias e futuro), localizada em São Paulo.

Introdução ao Mercado Financeiro

Introdução ao Mercado Financeiro

Em 1890 foi fundada a Bolsa Livre, um precursor da Bolsa de Valores de São Paulo. Por decorrências políticas, suas atividades encerraram um ano depois. Quatro anos mais tarde, foi fundada a Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo, dando prosseguimento à atividades de capitais no mercado brasileiro. No final da década de 60, a entidade passou a ser denominada de Bolsa de Valores de São Paulo. Vale ressaltar que não era a única bolsa de valores no Brasil. Outras 26 bolsas atuavam no país. Em 2000 houve uma fusão das principais bolsas de valores concentrando suas negociações na Bovespa. Atualmente 219 empresas estão listadas na BM&Bovespa. Leia mais no site da Bovespa ou Wikipédia.

Informe-se! Não adianta, pois sempre vou bater nessa mesma tecla, corra atrás e aprenda! Sempre há mais a aprender. Quem acredita saber tudo é por que não sabe quase nada. E, pelo pouco que aprendi, o mercado financeiro oscila com uma velocidade impressionante. Os investidores aparecem e desaparecem na mesma velocidade. E especulações é algo rotineiro no mundo das ações.
Percebo, em conversas com conhecidos ou amigos, que muitas pessoas idealizam o mercado de ações como algo certo para ficar rico. A chance de ter rendimentos maiores, ou bem maiores que os de aplicações conservadoras é muito maior, mas as perdas também. Para isso, é preciso ler muito e entender seu funcionamento. Primeiro, você conhece a história da BM&Bovespa? Sabe por que aconteceu tal fusão em 2008? O que cada uma representa? Se você é daqueles que acha que é perder tempo saber desses ‘detalhes’ então é melhor nem aplicar em ações. Abaixo um breve glossário de alguns termos (as definições foram retiradas do glossário de economia do UOL):
  • Ações – Título representativo de uma fração do capital social de uma companhia. As ações, conforme a natureza dos direitos ou vantagens que confiram a seus titulares, são ordinárias, preferenciais ou de fruição. Todas as ações devem ser emitidas e circular sob a forma nominativa.
  • Commodities – Mercadorias, no sentido de produtos primários, como café, algodão, açúcar, metais não ferrosos, etc., geralmente transacionado em bolsa.
  • Day Trade – Conjugação de operações de compra e de venda realizadas em um mesmo dia, dos mesmos títulos, para um mesmo comitente, através de uma mesma sociedade corretora, cuja liquidação é exclusivamente financeira. Exemplo: Milton comprou 100.000 ações de Petrobrás PN a R$ 270,00 e vendeu as mesmas 100.000 ações por R$ 280,00. Sua posição de ações permaneceu igual, e Milton recebeu o lucro deste day trade.
  • Mercado a vista – Mercado onde a liquidação física (entrega dos títulos pelo vendedor) se processa no 2° dia útil após a realização do negócio em pregão e a liquidação financeira (pagamento dos títulos pelo comprador) se dá no 3° dia útil posterior à negociação, somente mediante a efetiva liquidação física.
  • Mercado a termo - Mercado onde se processam as operações para liquidação diferida, em geral após trinta, sessenta ou noventa dias da data da realização do negócio.
  • Dividendos – Valor distribuído aos acionistas, em dinheiro, na proporção da quantidade de ações possuídas. Normalmente, é resultado dos lucros obtidos por uma empresa, no exercício corrente ou em exercícios passados.
  • Análise gráfica – Projeção do comportamento de preços de ações a partir de cotações passadas para se chegar a uma opinião de compra ou venda destes títulos. A expressão grafista vem do fato de que essas análises são baseadas em gráficos construídos a partir da variação das cotações passadas, procurando-se identificar padrões gráficos que sinalizem o comportamento futuro do papel. Também conhecida por análise técnica.
  • Análise fundamentalista – A análise fundamentalista é o estudo das causas que explicam o comportamento dos preços das ações. A metodologia de análise utiliza como principal fonte de informação o balanço da empresa, de onde extrai informações sobre lucros, receitas, despesas, dividendos, patrimônio líquido, atuação da diretoria etc. É utilizada para a determinação do preço justo da ação, fundamentando-se na expectativa de resultados futuros da empresa e do mercado, avaliando inclusive se o preço da ação está subavaliada ou super avaliada em relação ao seu preço atual de mercado.
  • IBovespa – Principal índice econômico da Bovespa.
  • Debêntures – Títulos que garantem ao comprador uma renda fixa, ao contrário das ações, cuja renda é variável. O portador de uma debênture é um credor da empresa que a emitiu, ao contrário do acionista, que é um de seus proprietários.
  • Opções – Contrato que envolve o estabelecimento de direitos e obrigações sobre determinados títulos, com prazo e condições pré-estabelecidos.

Esse tema será abordado com mais profundidade em outras postagens. Mandem suas dúvidas e/ou sugestões nos comentários. – Visitem meu blog LiderInvest

Vale a Pena Seguir Palpites ao Investir na Bolsa de Valores?

Quando uma pessoa tem a vontade de investir em ações, normalmente ela procura se informar sobre assunto. Ela olha alguns artigos na internet, pergunta para os seus amigos se eles já investiram e às vezes, até compra jornais e revistas para aprender ainda mais. Só que infelizmente, algumas pessoas não querem se informar, elas acreditam que será mais fácil pular essa parte e ir perguntar diretamente para quem entende dos assunto, os especialistas.

Eu gosto de chamar os especialistas de palpiteiros. A única coisa que eles fazem é distribuir palpites por aí. Alguns tem fundamentos e alguns não. Muitas vezes, mesmo se esses palpites fizerem algum sentido, acabam não funcionando na hora h. O problema é que muitos desses especialistas não sabem exatamente o que estão fazendo. Eles acham que tem o direito de dizer para as pessoas no quê investir na bolsa quando na realidade, eles mesmos não investem em nada. Eles falam sem saber e sem fazer.

Além disso, os poucos que são realmente competentes (raríssimos) e que dão palpites que funcionam de verdade, possuem uma falha grave, a falta de disponibilidade. E isso pode acabar com o dinheiro de qualquer investidor desatento.

Para ilustrar, imagine que o João receba uma dica de compra da ação BOSP4 de seu amigo, um especialista do mercado chamado Pedro. Assim que ouve a dica, João investe suas economias na ação indicada. Em pouco tempo, os lucros do seu investimentos aumentam bastante. Logo depois, começam a se estabilizar e então, a cair. Caem um pouquinho e devagar, mas logo depois, começam a cair muito e com velocidade.

Desesperado, João liga para Pedro perguntando o que fazer mas ninguém atende. Quando finalmente consegue contatar seu amigo, João descobre que deveria ter vendido a ação há semanas atrás. Mas agora é tarde demais, pois os lucros foram todos embora. Resta apenas realizar os prejuízos antes que o buraco aumente ainda mais.

Ou seja, se você for investir na bolsa de valores seguindo palpites de outras pessoas, é muito provável que você perca dinheiro porque na maioria das vezes, esses palpites estarão errados, mesmo se quem os ofereceu foi um especialista do mercado. Afinal, se suas dicas fossem realmente boas, ele não estaria distribuindo-as livremente. E mesmo se ele for super gente boa, isso não significa que suas dicas estejam sempre certas.

O outro ponto é, se a sua fonte de informações é muito boa e confiável, você ainda precisa manter o contato o tempo todo. Se você recebeu uma dica de compra de Pedro, precisa ficar esperando por uma dica de venda do mesmo cara. Mas e se na hora da venda o Pedro estiver de férias? Aí você sentirá na pele a dor de não saber o que fazer e por isso, ser obrigado a depender das decisões dos outros.

Por isso eu sempre digo, se você quiser comprar ações, é preciso antes saber como investir na bolsa de valores. Deve conhecer os mercados, os ativos, os procedimentos. Precisa entender como a coisa funciona para que você possa tomar as rédeas dos seus próprios investimentos sem depender de palpites errados de terceiros ou conselhos de pessoas que não estarão sempre disponíveis. Lembre-se, para investir corretamente, você precisa aprender a investir por si só.

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