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Esquizofrenia

O tratamento da esquizofrenia visa ao controle dos sintomas e a reintegração do paciente. É feito em duas formas: medicamentosa e psicossocial. A doença apresenta vários sintomas, afetando várias áreas do funcionamento psíquico. É uma doença mental crônica que se manifesta na adolescência ou início da idade adulta. No Brasil estima-se que há cerca de 1 milhão e 600 mil esquizofrênicos; a cada ano aparecem cerca de 50.000 novos casos. Ela atinge igualmente homens e mulheres, em geral inicia-se mais cedo no homem, por volta dos 20-25 anos de idade, e na mulher, por volta dos 25-30 anos.

Os principais sintomas são:

1. delírios: são idéias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, ele se acha perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que vizinhos ou pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal.

2. alucinações: são percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As mais comuns são as auditivas, em forma de vozes. O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas atividades com comentários. Muitas vezes elas lhe dão ordens de como agir. Outras formas de alucinação, como visuais, táteis ou olfativas podem ocorrer também.

3. alterações do pensamento: as idéias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando a fala do paciente difícil de compreender. Muitas vezes o paciente tem a convicção de que seus pensamentos podem ser lidos por outras pessoas, ou que pensamentos são roubados de sua mente ou inseridos nela.

4. alterações da afetividade: muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir emocionalmente às circunstancias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes apresenta reações afetivas que são inadequadas em relação ao contexto em que se encontra. Torna-se pueril e se comporta de modo excêntrico ou indiferente ao que o cerca.

5. diminuição da motivação: o paciente perde a vontade, fica desanimado e apático, não sendo mais capaz de enfrentar as tarefas do dia a dia. Quase não conversa, fica isolado e retraído socialmente.

Outros sintomas, como dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença, podem aparecer na esquizofrenia. Dependendo da maneira como os sintomas se agrupam, é possível caracterizar os diferentes subtipos da doença. Ela evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas já descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas.

São desconhecidas as causas da esquizofrenia. A hereditariedade tem uma importância relativa, sabe-se que parentes de primeiro grau de um esquizofrênico tem chance maior de desenvolver a doença do que outras pessoas. Também, não se sabe o modo de transmissão genética. Fatores ambientais (como complicações da gravidez e do parto, infecções, entre outros) que possam alterar o desenvolvimento do sistema nervoso no período gestacional parecem ter importância na doença. Estudos feitos com métodos modernos de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética mostram que alguns pacientes tem pequenas alterações cerebrais, com diminuição discreta do tamanho de algumas áreas do cérebro. Alterações bioquímicas dos neurotransmissores cerebrais, particularmente da dopamina, parecem estar implicados na doença.

O diagnóstico da doença é feito pelo especialista a partir das manifestações da mesma. Não há nenhum tipo de exame de laboratório (exame de sangue, raio X, tomografia, eletroencefalograma etc.) que permita confirmar o diagnóstico. Os exames servem apenas para excluir outras doenças que podem apresentar sintomas semelhantes.

O tratamento visa ao controle dos sintomas e a reintegração do paciente. É feito em duas abordagens: medicamentosa e psicossocial. O medicamentoso é feito com remédios chamados antipsicóticos ou neurolépticos. Eles são utilizados na fase aguda da doença para aliviar os sintomas psicóticos, e também nos períodos entre as crises, para prevenir pioras. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação ininterruptamente .O médico procura manter a medicação na menor dose possível para evitar recaídas e eventuais efeitos colaterais. As abordagens psicossociais são necessárias para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade. Devido ao fato de que alguns sintomas (principalmente apatia, desinteresse, isolamento social e outros) podem persistir mesmo após as crises, é necessário um planejamento individualizado de reabilitação que inclui psicoterapia, terapia ocupacional, e outros procedimentos que visem ajudá-lo.

Os familiares são aliados importantíssimos no tratamento e na reintegração do paciente. é importante que estejam orientados quanto à doença para que possam compreender os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas. As atitudes inadequadas dos familiares podem muitas vezes colaborar para a piora clínica do mesmo..Atitudes hostis, criticas e superproteção prejudicam o paciente, apoio e compreensão são necessários para que ele possa ter uma vida independente e conviva satisfatoriamente com a doença.

“Não se auto-medique procure orientaçao médica de um profissional qualificado”

Obs. Resumo de artigo do Prof. Dr. Mário Rodrigues L. Neto no site: http://www.saudemental.net/o_que_e_esquizofrenia.htm

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Doença Do Beijo: Cuidado Com Ela

Muitos  jovens que têm a tendência de andar por aí beijando qualquer pessoa – às vezes várias pessoas no mesmo dia – mal sabem que podem entrar facilmente em contato com um mal chamado mononucleose. Mais conhecida como Doença do Beijo, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr, que se transmite através da saliva de pessoas infectadas, ou através da amamentação e relações sexuais. É por isso que através de um simples beijo ou um gole na bebida de alguém já é suficiente para a pessoa entrar em contato com a doença do beijo. Sabe-se que o vírus pode permanecer na saliva da pessoa por até 18 meses após o contágio, o que contribui, e muito, para a sua disseminação.

Principais sintomas

E embora não haja vacina ou uma medicação especifica para combater o vírus, a doença do beijo não é considerada grave, e pode, no máximo, obrigar a pessoa a ficar em casa por alguns dias.

Os sintomas  mais comuns da mononucleose são febre, fadiga, dor de garganta, inchaço, vômitos e manchas no corpo. Geralmente a pessoa infectada se sente mal, como se estivesse com uma gripe forte. Segundo especialistas, esses sintomas podem persistir por vários dias, deixando muitos vezes a pessoa incapacitada para o trabalho e estudo.

Felizmente só se pega a mononucleose uma vez, já que o organismo da pessoa cria anticorpos e assim se defende da infecção.  E acredita- se que só  no Brasil cerca de 90% da população  adulta já teve contato com a doença, sendo que boa parte teve esse contato ainda na infância. Portanto, quem não contraiu a  mononucleose na infância – e, assim, não produziu anticorpos – com certeza pode desenvolvê-la na adolescência ou na idade adulta.

Prevenção

Segundo especialistas, a melhor forma de prevenir a mononucleose –  a doença do beijo – é manter uma boa higiene, e, acima de tudo, não sair beijando pessoas desconhecidas e ter sempre bom senso.

Mal de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, a fala, os movimentos, etc., de muitas pessoas. Ela é a causa mais comum de demência, causando de forma geral dificuldades progressivas da memória e outras funções mentais. A demência era conhecida como “senilidade” considerada normal no envelhecimento. Hoje sabe-se que Alzheimer e outras formas de demência não fazem parte de um envelhecimento normal.

O diagnóstico é feito após eliminar a possibilidade de outras doenças que causam os mesmos sintomas, incluindo problemas de tiróide, AVC e depressão. A avaliação da doença de Alzheimer normalmente inclui testes de memória, exames de sangue e tomografia do cérebro. É mais frequente após os 65 anos de idade, mas pode surgir antes. Aos primeiros sintomas da doença, deve-se consultar um médico.

Informar-se mais sobre a doença de Alzheimer é a melhor forma de ajudar a pessoa doente e a si próprio. Por provocar mudanças nas áreas do cérebro que controlam a memória e o raciocínio, as pessoas portadoras da doença tem dificuldade para ter uma vida normal. As causas de desenvolvimento da doença em determinadas pessoas, ainda são em parte desconhecidas.

Por enquanto ela não tem cura, porém tomando os cuidados apropriados é possível uma pessoa com a doença de Alzheimer viver com conforto por muitos anos. É sabido que o cérebro controla todo o funcionamento do corpo e da mente. Áreas diferentes do cérebro controlam funções diferentes. Certas áreas controlam as tarefas físicas como o ato de andar. Outras áreas controlam a capacidade de falar. Outras, ainda, controlam as tarefas mentais como os atos de lembrar, concentrar-se e tomar decisõe

Em algumas áreas do cérebro dos portadores da doença de Alzheimer as células começam a morrer formando estruturas microscópicas chamadas placas senis. Enquanto as células morrem e são formadas as placas senis, o cérebro não consegue funcionar como deveria. Ás áreas do cérebro afetadas por estas mudanças são as que controlam as funções mentais, como a memória. Outras funções, como os movimentos, são geralmente afetadas quando a doença já está bastante adiantada.

Quanto mais idosa a pessoa maior a probabilidade de desenvolver a doença. Qualquer pessoa está sujeita a sofrê-la. Nenhuma profissão, nível de escolaridade ou raça está imune. Em casos raros, a doença de Alzheimer pode ser uma doença familiar. Em outros, apenas uma pessoa da família é afetada.

Os sintomas da doença de Alzheimer aparecem lentamente. No estágio inicial, a pessoa parece confusa e esquecida. Ela pode procurar palavras ou deixar pensamentos inacabados. Esquece muito os fatos e conversas recentes. Entretanto, pode lembrar o passado distante. No estágio intermediário, o doente precisa de muita ajuda para executar tarefas rotineiras. Ele pode não reconhecer seus familiares, perder-se em locais familiares e esquecer como executar tarefas simples como vestir-se e tomar banho. Pode tornar-se impaciente, mal-humorado e imprevisível. No estágio avançado, a pessoa doente perde completamente a memória, a capacidade de julgamento e o raciocínio, e é necessário ajudá-la em todos os aspectos da vida diária.

Os objetivos do tratamento são aprender a lidar com os sintomas e dar conforto à pessoa doente. Há medicamentos que podem melhorar os sintomas. Alguns tipos ajudam a melhorar a memória. Outros tratam os sintomas como a agitação e a depressão. O médico decidirá quais os medicamentos mais apropriados a cada caso.Visitas regulares ao médico ajudarão a monitorar as condições do doente, verificando se existem outros problemas de saúde que podem ser tratados.

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5 Dicas Para Evitar A Dengue

Mosquito da dengue

Mosquito da dengue

Sabe-se que o mosquito Aedes aegypti, menor que um pernilongo comum, tem cor escura e corpo e patas listrados de branco. Ele não nasce com o vírus da dengue, mas se torna portador depois de picar uma pessoa já contaminada. Outro dado interessante é que apenas a fêmea pica o ser humano ( e somente de dia ) e deposita seus ovos geralmente em água limpa ou suja, parada e na sombra.

Daí a necessidade de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti.  Veja algumas dicas interessantes.

1 – Não mantenha água parada em pratos sob vasos de plantas, em garrafas, pneus velhos e latas jogadas nos quintais  e terrenos baldios, pois tais recipientes acumulam água e facilitam a reprodução do mosquito.

2 -  É importante manter as caixas d’água, poços e cisternas tampados, uma vez que o mosquito prefere águas limpas.

3 – Para quem tem piscina em casa, a dica é tratar a água da piscina com cloro. Se a piscina estiver vazia, não se esqueça de cobri-la, mas fique atento ao acúmulo de chuva sobre a cobertura.

4 -  Outra dica é a pessoa evitar jogar lixo próximo a bueiros. Se eles entupirem, poderão formar poças de água que irão facilitar a proliferação do mosquito.

5-  Além de manter o seu quintal limpo, é aconselhável, quando chover, observar se há algum lugar nele ou próximo de sua casa que costuma acumular água, se isso acontecer tente resolver o problema o mais rápido possível, pois, como dito, qualquer  acúmulo de água é considerado um possível criadouro do mosquito.

Se todos seguirem essas dicas simples, com certeza conseguiremos ter um verão um pouco mais tranquilo; até porque sabemos  que todas as medidas de prevenção da dengue são, na verdade, coletivas, pois envolvem não só o nosso quintal, mas o do nosso vizinho também.

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O que é gota?

Gota? Muitos talvez já tenham ouvido falar nessa doença, mas talvez não saibam o que ela cause, ou o que seja de fato.

Gota é uma doença reumatológica, metabólica e inflamatória que atinge principalmente homens na faixa de 35 a 50 anos.

É causada pela elevação dos níveis de ácido úrico e consequente depósito de cristais de ácido úrico nas articulações, principalmente nas do “dedão” do pé e nas mãos. Mas podem atingir cotovelos, punhos, joelhos e tornozelos.

Os níveis de ácido úrico se elevam com o aumento do consumo de proteínas, ou seja, consumo de carne, cerveja, enlatados, entre outros. Os níveis aceitáveis para o homem é de até 7mg/dl. Acima de 7mg/dl  chamamos de hiperuricemia, e a probabilidade de se ter gota é grande.

Vale lembrar que o aumento dos níveis de ácido úrico (hiperuricemia) isoladamente não quer dizer quer você tem gota, para se ter gota é necessário ter sintomas.


O principal sintoma é a dor, caracterizada como a pior dor da vida, geralmente começando pela madrugada. Percebe-se também o inchaço local e a “vermelhidão”.  Esse episódio de dor é caracterizado como uma crise de gota. Essa crise é autolimitada, ou seja, passará sozinha e o paciente não sentirá mais dor, entrando em um período entre crises. Esse período que pode durar de 3 meses a 2 anos, tende a encurtar em pacientes que não realizam o tratamento.

O diagnóstico é feito principalmente pela história clínica do paciente, mas devem ser realizados exames laboratoriais para sua confirmação. O tratamento consiste principalmente na mudança da alimentação, analgesia e drogas para a diminuição dos níveis de ácido úrico (alopurinol geralmente).

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Sintomas de Alergia a Gatos

Os sintomas de alergia a gato afligem muitas pessoas. Isto pode ter pouca importância para uma pessoa comum, mas para aqueles que gostam de gatos ter alergia ao próprio animal de estimação é algo extremamente frustrante. Os sintomas de alergia podem se desenvolver muito depois de adquirir o companheiro peludo, portanto livrar-se de um novo amigo não é uma opção. Assim, para muitos amantes de gatos e para os donos que vivem com alergias, este é um problema real com o qual eles têm de conviver.

Alergias em geral ainda não são completamente compreendidas pela comunidade médica. Pesquisas são feitas, mas a verdade é que o conhecimento adquirido não é suficiente para eliminar os sintomas completamente. Um fato interessante é que alguns dos melhores especialistas em alergias sofrem de alergias. Isso por si só lhes permitiu fazer as observações necessárias para obter uma melhor compreensão dos sintomas alérgicos.

Sintomas de alergia a gato podem se manifestar de várias formas. Eles podem aparecer isoladamente ou em conjunto. Eles podem ir e vir sem razão aparente. Assim você pode ter confundido esses sintomas de alergia com os sintomas de um resfriado prolongado e/ou de uma dor de garganta que vem e vai ou uma coceira que responde ao tratamento tópico e às vezes não.

Alguns dos sintomas são espirros, olhos vermelhos e lacrimejantes com ardor, erupções cutâneas e sintomas gripais como dor de garganta. Isso te soa familiar? Se você é proprietário de um gato e você tem esses sintomas em de forma regular pode ser que você pode esteja com alergia a gato. No entanto, há algumas medidas para reduzir o seu sofrimento e ainda manter o seu querido amigo com você.

Até recentemente, a causa real dos sintomas da alergia era um mistério. Seriam os pêlos? Células mortas da pele? A caixa do gato? Acontece que é a saliva dos gatos que é a principal culpada das alergias. Os gatos adoram lamber o próprio pêlo, o que acaba por espalhar as substâncias alérgicas por todo o corpo do animal e por onde ele passar.

O melhor método de determinar se você está sofrendo de alergias a gato é remover o seu gato da casa por cerca de duas semanas e ver se os sintomas desaparecem ou são diminuídos. Lembre-se de limpar a casa para tirar qualquer objeto que tenha ficado em contato com o bichano. Este é um teste comum para a maioria dos doentes alérgicos: Remover o material suspeito e ver se a alergia termina.

Supondo que você tenha chegado a conclusão de que realmente sofre de alergias a gato. Então a próxima pergunta é o que fazer sobre isso. A solução mais fácil e completa seria procurar um novo lar para seu gato e separar-se dele. Lógico que isto seria um grande sacrifício visto que seu gato pode já estar com você há certo tempo. Uma boa dica é deixar alguma saída para uma sala ao lado ou na garagem para que o gato possa entrar e sair de casa quando quiser.

Outras soluções podem ser tidas, mas nenhuma delas é tão completamente eficaz como colocar o seu gato de fora. A aspiração e a limpeza de sua casa com mais frequência também ajuda. Receber tratamento médico para suas alergias pode ser eficaz se você responder positivamente ao tratamento. Limitando o acesso dos gatos a sua casa inteira, em particular o seu quarto, é uma obrigação se você quiser amenizar os efeitos da alergia.

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Sindrome De Down e o Preconceito Social

Ultimamente temos visto um esforço elogiável dos meios de comunicação de massa que têm se mobilizado no sentido de disseminar informações esclarecedoras sobre a Síndrome de Down, e assim romper as barreiras do preconceito e da indiferença.

Hoje os portadores da Síndrome de Down até aparecem com mais freqüência na mídia televisiva, participando inclusive de novelas e programas de tv. Muitos têm se destacado no mercado de trabalho pela sua competência e dedicação, suplantando toda forma de preconceito. E isso representa uma vitória e tanto para eles que têm certa dificuldade no ritmo do aprendizado e na realização de muitas atividades motoras.

Infelizmente, não bastando o preconceito social, alguns  portadores da Síndrome de Down ainda são vítimas da rejeição familiar, pois muitos pais, assaltados talvez por um sentimento de pavor e rejeição, acabam excluindo seus filhos do convívio social, o que é um fato lamentável e doloroso, pois sabemos que a inclusão social e o respeito às diferenças  devem começar no lar, que é o nosso  reduto de amor,  de carinho e acolhimento.

É óbvio que os portadores de Síndrome de Down carecem de cuidados especiais – disso não resta dúvida. Mas quando eles são tratados e respeitados como membros efetivos da sociedade, conseguem interagir com outros enquanto vão  conquistando sua  independência. E justamente por serem carinhosos, calmos e bem humorados, são capazes de nos surpreender com o que talvez tenham de melhor, e que já é marca registrada de cada um deles, a saber, o seu jeito doce de dar e pedir amor!

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Os Dois Principais Tipos de Câncer de Mama

A incidência do câncer de mama vêm aumentando ano após ano, principalmente nos países ocidentais; devido entre outros motivos á elevada carga de fatores geradores de mutações cromossomicas aos que a mulher moderna fica exposta: Contaminantes e pesticidas na alimentação, consumo abusivo de fumo e alcool, reduzida atividade física e um elevado nível de “stress”; isto somado ao protelamento na geração de filhos, fazendo com que os partos a termo ocorram em idades cada vez mais tardias,  e acrescido na diminuição do aleitamento por períodos breves de tempo, tem sido apontados como os principais causadores do explosivo incremento desta neoplasia nos últimos anos.

É fundamental que a mulher atual, tenha consciência do risco que corre e que tome atitudes vitais na prevenção;  sabe-se que o auto-exame a partir dos vinte anos e da mamografia realizada depois dos quarenta tem servido para diagnosticar numa etapa precoce muitos casos, evitando assim as graves complicações da descoberta da doença em estados avançados.

Um fator muito importante a ser levado em conta refere-se ao tipo do tumor que origina o câncer de mama, imaginando a glândula mamária como uma estrutura produtora de leite, poderíamos compara-la a um cacho de uvas onde os frutos representam os lobulos que são as unidades produtoras de leite e os ductos as hastes por onde flui o precioso liquido ate chegar ao mamilo. Os dois principais tipos de tumores iniciam-se nessas duas regiões, temos assim o carcinoma ductal que representa a imensa maioria (mais de 80 por cento dos casos) e o carcinoma lobular (entre 5 e 15 por cento) é o segundo mais comum; outos tipos são  mais raros de ocorrrer.

A apresentação clínica dos dois tipos é diferente, apesar de seu tratamento e prognóstico serem muito semelhantes, no tipo ductal o aparecimento de um unico nódulo numa das mamas é o sintoma inicial que mais prevalece ; já no tumor do tipo lobular a ocorrência é  as vezes bilateral (nas duas mamas) e multifocal (varios nódulos) que  em varias ocasiões dificultam sua palpação e detecção mamografica passando despercebido e sendo identificado com dimensões maiores do que as imagens inicialmente sugerem; nos dois casos a existência de abaulamentos, retrações da pele ou inversão do mamilo são elementos sempre sugestivos de um possivel tumor; tanto uns como outros podem tornar-se invasivos causando as metástases ou  seja sua propagação e implantação em outros orgãos que são ao final de contas os causadores pelo número crescente de óbitos originados pelo câncer de mama.

Fica então um apelo a todas as mulheres no sentido a se proteger e se preocupar na prevenção desta doença, tendo uma alimentação saúdavel, evitando o consumo exagerado de alcool ( o consumo abusivo está associado ao aparecimento do câncer do tipo lobular) á prática de exercicios físicos desde a juventude e fundamentalmente aos exames de rotina e á visita períodica a um médico mastologista o especialista nesta área.

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Câncer de Pele. A Prevenção É O Melhor Remédio

O câncer de pele – o mais comum de todos os tipos de câncer – é uma espécie de tumor formado por células da pele que crescem de maneira desordenada, associado a fatores de risco, principalmente a exposição solar prolongada.

Câncer de Pele - Prevenção

Câncer de Pele - Prevenção

Sabe-se que existem três tipos de câncer de pele: o carcinoma basocelular, que é um dos tipos menos graves e que representa 70% dos casos. Ele é mais comum após os 40 anos,  especialmente em pessoas de pele clara. Já o carcinoma espinocelular pode se disseminar por meio dos gânglios, provocando metástase. Seu surgimento está relacionado à exposição prolongada ao sol sem proteção adequada, ao tabagismo e à exposição a substâncias químicas como arsênio e alcatrão e baixa de imunidade. O tipo mais perigoso é o melanoma, que tem alto potencial de metástase. É mais comum em pessoas de pele clara e sensível. Ele aparece como uma pinta escura, de aspecto inofensivo, que vai se deformando, podendo assim levar a metástase e causar a morte. Daí a importância de um diagnóstico precoce.

Como se prevenir do câncer de pele?

1 – A proteção solar é a principal forma de prevenção da doença. Portanto use sempre filtro solar com fator de proteção solar (FPS ). Alguns especialistas recomendam fator de protetor solar com FPS 30, aplicando-o pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol. Use-o mesmo nos dias nublados e nos meses mais frios do ano. E não se esqueça de proteger os lábios, rosto e orelhas, locais  comumente afetados pela doença.

2 – Evite o sol no período entre 10 e 15 horas.

3 – Faça anualmente uma visita ao dermatologista  para avaliação de sua pele e tratamento de eventuais lesões pré-cancerosas.

4 – Não abra mão do uso de chapéus, bonés e barracas grossas que bloqueiam ao máximo a passagem do sol.

5 – Se você gosta de malhar, dê preferência a horários do inicio da manhã e fim de tarde, pois a incidência solar é menor nestes períodos.

Portanto, seguindo essas dicas, você conseguirá aproveitar o sol na medida certa, afinal de contas, o sol é extremamente importante para a saúde, desde que usado com muito cuidado!

 

Câncer de Mama. Conheça Os Fatores de Risco

Sabe-se que o câncer de mama é uma das principais causas de morte em mulheres nos paises ocidentais. No Brasil, por exemplo, o câncer de mama é o que se manifesta com mais freqüência entre as mulheres.

Infelizmente, apesar dos avanços médicos, algumas mulheres apresentam fatores de riscos que as tornam  mais propicias a desenvolver  o câncer de mama, embora fatores genéticos e ambientais também estejam envolvidos.

Os fatores de riscos

1 – A idade constitui um grande fator de risco: mulheres acima de 40 anos devem se preocupar mais.

2 – Histórico familiar de câncer de mama, que geralmente passa de mãe para filha.

3 -  Idade da primeira menstruação. Quem menstrua pela primeira vez antes dos 12 anos tem um risco maior de desenvolver câncer de mama.

4 – A menopausa tardia ( após os 50 anos de idade ).

5 – Quando a primeira gravidez ocorre após os 30 anos de idade.

6 – Nunca ter tido filhos.

7 – Obesidade.  As mulheres obesas produzem mais estrogênio, um hormônio feminino que também é responsável pelo surgimento do câncer de mama.

8 – Uso excessivo de álcool.

9 – Ser exposta a grandes quantidades de radiação na região do tórax, antes dos 30 anos.

10 – Se a mulher fez terapia de reposição hormonal, principalmente a que combina estrogênio com progesterona.

Portanto, se a mulher se encaixa em algum desses fatores de risco, precisa ter atenção redobrada e começar o quanto antes  os exames preventivos,  já que ela corre um risco maior de desenvolver a doença.

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