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Adele – Sucesso do Pop

Adele

Adele

A cantora e compositora britânica Adele Laurie Blue Adkins, conhecida no meio artístico apenas como Adele, natural de Tottenham, Londres, e filha de Penny Adkins. Aos quatro anos de idade, Adele começou a dar sinais da grande cantora que se tornaria futuramente.

Entre os estilos musicais pelos quais Adele passou a se interessar estão, Pop-Rock, Soul e Jazz, que foram trabalhados em suas músicas. No ano de 2006, Adele apresentou algumas demos à gravadora XL Recordings, o que lhe proporcionou fechar um contrato com a mesma. Foi então que seu primeiro álbum foi lançado, intitulado “19”, um sucesso que vendeu mais de 1,5 milhões de cópias e foi merecedor de três certificações de platina.

A carreira de sucesso da cantora nos Estados Unidos teve início após sua apresentação no país, no ano de 2008, em um programa chamado “Saturday Nigt Live”. Três anos depois, Adele lançava seu segundo disco, “21”, trabalho este que rendeu mais de 200 mil cópias, no Reino Unido e mais de 350 mil cópias dos Estados Unidos, isso somente na primeira semana em que foi comercializado, em ambos os lugares.

No ano de 2009, a cantora recebeu importantes prêmios, de “Brit Awards”, na categoria “Escolha dos Críticos” e ainda da” premiação “BMI London Awards”, na categoria “Melhor Canção Pop”.

Alguns dos principais prêmios conquistados no ano de 2011 por Adele foram: “Artista de Álbuns Digitais”, “Artista do Hot 200” e “Artista do Ano” do evento “Bilboard Year-End Charts Awards”; “Melhor Artista Independente” e “Melhor Segundo Álbum Mais Difícil” de “AIM Independent Music Awards” e “Melhor Álbum Pop-Rock”, “Melhor Artista Feminina Pop-Rock” e “Melhor Artista Adulto Contemporâneo”, do evento “American Music Awards”.

Adele continua fazendo sucesso, e para os fãs da cantora que procuram por cifras de músicas suas, é possível encontrá-las em sites da internet.

A Carreira de Paula Fernandes

A Carreira de Paula Fernandes

Carreira de Paula Fernandes

Paula Fernandes, compositora e famosa cantora sertaneja, é natural de Sete Lagoas, Minas Gerais. Aos oito anos de idade, a futura artista já demonstrava seu talento musical e com 10 anos lançou seu primeiro álbum, “Paula Fernandes”, e passou a divulgá-lo em programas de rádio e televisão, e em apresentações em outros lugares públicos.

Algum tempo depois, Paula Fernandes foi uma das apresentadoras do programa de rádio “Criança Esperança”, trabalho este que lhe proporcionou ter várias participações no programa “Paradão Sertanejo”, apresentado pela TV Band Minas.

Com doze anos, Paula passou a viver em são Paulo, onde foi contratada por uma empresa de rodeios, na qual permaneceu trabalhando por cinco anos. Paula era a cantora da companhia, e isso lhe proporcionou muita experiência para sua carreira. Logo, seu segundo CD foi lançado, intitulado “Ana Rayo”. Depois disso, a cantora conheceu o diretor Jayme Monjardim, através da ajuda do produtor musical Marcus Viana, o que lhe possibilitou a gravação de uma nova música: “Ave Maria Natureza”.

O sucesso da cantora é grande, e são muitos os fãs de Paula Fernandes procuram por cifras de músicas suas, as quais podem ser encontradas na internet.

Outros álbuns lançados pela cantora foram: “Canções do Vento Sul”, em 2005; “Dust in the Wind”, em 2006; “Pássaro de Fogo”, em 2009; e dois álbuns ao vivo “Paula Fernandes Ao Vivo”, em 2010. Os singles “Meu Eu em Você”, “Pássaro de Fogo”, “Jeito de Mato”, “Quando a Chuva Passar”, “Pra Você”, “Não Precisa”, “Sensações” também foram trabalhos que fizeram diferença na carreira da cantora.

Paula Fernandes ainda recebeu os seguintes prêmios, em 2011: “Melhor Cantora e Melhor Artista Sertanejo”, em “Prêmio Multishow de Música Brasileira 2011” e “Cantora Favorita”, em “Meus Prêmios Nick”.

Dupla QI – Mágica, Mentalismo ou uma Dupla Paranormal?

A dupla Q.I iniciou começou a pesquisar sobre o assunto alguns anos atrás, em 1999, depois que uma menina se apresentava no programa do Gugu no SBT adivinhando números que o pai escolhia.

Hoje eles são conhecidos mundialmente e fazem apresentações em diversas cidades do Brasil, além de apresentações na TV e em outros meios de comunicação.  Recentemente eles fizeram uma apresentação no programa do Ratinho, que deixou muitas pessoas intrigadas com o “truque” da dupla. Eles conseguem adivinhar diversas coisas, desde desenhos com detalhes até números, frases inteiras, palavras e tudo que você possa imaginar, mas será que existe realmente um truque? Os dois podem ser considerados mágicos?

Alguns já chegaram a chamar a dupla Q.I de paranormal, mas na verdade o que eles fazem não é nem atividade paranormal ou mágica, eles trabalham com uma técnica chamada mentalismo. O mentalismo é um conjunto de hipnose, lógica, sugestão e ilusionismo que induzem o público a acreditar no controle mental e paranormalismo entre a dupla.

A dupla já trabalha com isto à anos e para quem inicia agora, estudar através de livros e cursos de mágica online e offline é a melhor opção. Uma opção para as crianças que pensam em ser mágicos um dia e já querem aprender dicas e segredos da mágica são os jogos de magia, onde você aprende os truques básicos de mágica brincando. Existem muitos jogos online disponíveis na internet que trazem os jogos de mágica para brincar e aprender, quem sabe você não consegue descobrir os segredos da dupla Q.I. aprendendo sobre mágica e mentalismo através dos jogos?

O segredo da dupla ainda continua, ficam apenas especulações sobre o assunto, inclusive em fóruns e sites especializados em magia e truques de mágica.

Unhas de Melina da novela Passione: Meia-Lua

Confesso que não assisto novelas. Sei lá..perdi o hábito na época da facu que, por falta de tempo não conseguia ver, e agora não tenho o menor interesse. Mas quando eu vi em uma revista as unhas meia-lua da “Melina” e da Dita Von Teese quis experimentar.

A primeira tentativa foi frustada. Vi na Sumirê um adesivo de fazer francesinha que tinha na embalagem uma ilustração indicando que dava também para fazer meia-lua com ele. Resultado: ficou tudo muito reto e estranho.

Insistente tentei na semana seguinte, agora com aqueles adesivos de bolinha sabe..que qualquer papelaria vende… Voilá..confiram o resultado na foto do link !
E vocês? Gostam de unhas meia-lua?

Selena Gomez

Vou falar-vos acerca de uma cantora/actriz bastante conhecida entre os mais jovens, a Selena Gomez.

Selena Marie Gomez nasceu no dia 22 de Julho de 1992, no Texas, filha de Ricardo Joel Gomez (mexicano) e Mandy Teefey (de origem italiana), que tinha 16 anos quando deu à luz Selena.

Selena Gomez

Selena Gomez

Selena iniciou a sua carreira com apenas sete anos, na serie infantil Barney And His Friends. Depois disso o seu primeiro papel principal foi na série do Disney Channel: Wizards Of Waverly Place, entre 2007 e 2011. Em 2007 estreou a sua primeira música Cruella De Vill e em 2008 estreou o seu primeiro filme Another Cinderella Story. Em 2009 estreou o seu primeiro álbum Kiss And Tell, em 2010 saiu o CD A Year Without Rain e em 2011 When The Sun Goes Down. Princess Protection Program, Rammona And Beezus e Monte Carlo são outros filmes em que Selena entra. Selena está envolvida no projecto Disney’s Friends for Change, uma organização que promove o “comportamento amigo do ambiente”. Selena foi nomeada embaixadora da juventude da UNICEF. Na sua primeira missão oficial, viajou para Gana por uma semana para testemunhar as condições sanitárias das crianças. Selena disse: “Todos os dias, 25.000 crianças morrem por diversas causas que poderiam ser evitadas. Eu e a UNICEF acreditamos que podemos diminuir esse número de 25.000 para zero. Eu sei que podemos conseguir isto, porque cada momento, a UNICEF está presente, proporcionando às crianças, ajuda necessária para garantir que [a mortalidade] caia para zero e se torne uma realidade.”

Quanto a vida pessoal, Gomez namorou com Nick Jonas e com o actor Taylor Lautner. Neste momento namora com o cantor Justin Bieber.

Fiz este artigo porque a Selena Gomez é a minha cantora e actriz favorita. Considero-a uma pessoa bastante talentosa, e também me parece ser uma óptima pessoa, muito humilde, simples e simpática.

Gosto muito de ouvir as suas músicas e adoro os seus filmes.

Apesar disso acho mal o facto de ter começado a sua carreira tão cedo, pois tirou-lhe toda a liberdade da infância e adolescência.

O Lado Selvagem de Sean Penn

Uma boa surpresa este “Into The Wild” de Sean Penn. Depois dos menos conseguidos “The Crossing Guard” ou “The Pledge”, que com um ponto de partida interessante, pendiam em minha opinião demasiado para o overacting de um actor do calibre de Jack Nicholson e numa tentativa quase assumida de aproximação a John Cassavettes. O que não só não colava muito bem, como também soava um pouco a falso e pretensioso.

Este “Into the Wild” é bem mais fluído, certeiro e intenso. Começa-nos por surpreender pela sua simplicidade, desenvoltura e pelo carisma do jovem ator Emile Hirsch que encarna o sujeito do filme, Christopher McCandless .

“Into the Wild” é uma história verídica difícil de definir. Segue o personagem Christopher McCandless através da sua viagem interior de descoberta de si próprio pela natureza e pelo desconhecido. Uma viagem física, filosófica e emocional que por si própria pode dar azo a múltiplas interpretações.

“Into the Wild ” mostra mais essa viagem através da aventura e das suas vivências do que por uma psicanálise ou avaliação do carácter de McClandess. Nietzsche dizia que a alegria é mais profunda que a dor. Alegria que é o ponto de partida, de chegada e de apoio em todo o filme.

A belíssima banda sonora maioritariamente de Eddie Vedder também ajuda, encaixa na paisagem do filme que nem uma luva. Depois existem também os personagens que vão surgindo na viagem. Com aquela autenticidade, solidariedade e amizade genuína que se vê no cinema americano de John Ford a “Straight Story” de David Lynch.
Com um final comovente, é desarmante a honestidade com que Penn acaba no fim por prestar tributo a Christopher McCandless e à sua família. “Into the Wild” mais do que valer a pena, é um filme tão obrigatório como todo o grande cinema norte americano.

João Bénard da Costa

João Benard da Costa deixa de alguma forma orfão o cinema português. Era aquele a quem todos olhávamos de baixo, como num plano contrapicado. Do Cinema que o apaixonava ensinava-nos a vê-lo, a pensá-lo, a interpretá-lo, a sermos mais cinéfilos.

Das coisas que sempre me irei lembrar na vida eram aquelas folhas A4 da Cinemateca que eram ao mesmo tempo crónicas e crítica cinematográfica. Nunca as lia antes do filme. Era lidas depois, como uma sobremesa. Mas eram muito mais que uma sobremesa. Eram outro filme dentro do filme. Autênticos segredos que João Benard da Costa nos revelava, aumentando o nosso fascínio pela Sétima Arte.
João Benard da Costa foi também um grande escritor. Os textos que conheci publicados no jornal “Público” mostravam um homem cultíssimo, sábio, de uma dimensão gigantesca e dono de uma escrita ao nível da grande literatura.

João Benard da Costa foi um homem superior e criou uma Cinemateca que orgulha qualquer lisboeta ou português que se preze. É uma enorme perda para Portugal, para a cultura portuguesa e para o Cinema. Os Mestres não se esquecem.

As Maiores Gafes do Oscar

Oscar

Oscar

As Maiores gafes do Oscar:
  • 1931: o ator Jackie Cooper, na época com 10 anos, acabou dormindo na premiação. Ele concorria ao Oscar de melhor ator por ‘Skippy’. Cansado, colocou o rosto no ombro de Marie Dressler, que teve que acordá-lo ao ser eleita a melhor atriz.
  • 1943: Humphrey Bogart era um dos favoritos da noite, concorrendo por seu papel em Casablanca. O ator acreditava tanto na sua vitória que não percebeu que o nome anunciado como vencedor foi Paul Lukas, mesmo assim, Bogart levantou-se para receber o prêmio. Ao constatar que todos aplaudiam a chegada de Lukas ao palco para pegar seu Oscar por Horas de Tormenta, Boggie usou do seu charme e classe para disfarçar e foi o único a aplaudir o amigo de pé
  • 1952: um dos momentos mais engraçados do Oscar aconteceu quando Shelley Winters, que disputava o Oscar por ‘Um Lugar ao Sol’, levantou e correu ao palco antes do apresentador anunciar a vencedora. Ao perceber que a premiada foi Vivien Leigh, por ‘Uma Rua Chamada Pecado’, Vittorio Gasman, marido de Shelley, tentou evitar um constrangimento maior e puxou o vestido da mulher, fazendo com que ambos caíssem no chão
  • 1970: Goldie Hawn mostrou-se “chocada” ao ler que George C. Scott era o premiado e soltou um: “Meu Deus”. Scott havia recusado ir à cerimônia dias antes e pediu para sair da lista dos indicados.
  • 1975: o excesso de confiança de Steven Spielberg o fez cometer uma grande gafe. Achando que seria premiado por ‘Tubarão’, o veterano diretor contratou uma equipe de câmeras para filmar sua reação. O vencedor, no entanto, foi Milos Forman, por ‘Um Estranho No Ninho’. Spielberg não escondeu a decepção e lamentou com as mãos na cabeça e olhar cabisbaixo.
  • 1985: Sally Field foi ridicularizada em 1985 pelo discurso que fez ao ganhar seu segundo Oscar por ‘Um Lugar no Coração’. Ela disse que “não era ortodoxa e que nunca sentiu o respeito de ninguém, mas agora as pessoas gostavam dela”. “Vocês realmente gostam de mim”, repetiu três vezes.
  • 1987: Cher agradeceu seu maquiador e cabeleireiro, mas esqueceu completamente do diretor e roteirista do filme ‘Feitiço da Lua’, que a levou a ganhar o prêmio de melhor atriz. Dias depois, pediu desculpas públicas em um anúncio publicitário na Variety.
  • 1997: com a certeza que iria ganhar o Oscar de melhor atriz por ‘Titanic’, de 1997, Kate Winslet foi filmada com uma expressão de choque, seguida de uma careta, ao perceber que a vencedora foi Helen Hunt, por ‘Melhor é Impossível’.

HB Marilyn – Seja uma Estrela de Hollywood

Essa é uma verdade universal, que todos os homens e mulheres devem concordar: mulher é a coisa mais bela que existe. Isso é fato e não há como discordar. A beleza de seus movimentos, o charme de seus cabelos, os contornos de sua boca, seu olhar cheio de significados são de derrubar o mais durão dos homens. Não há como resistir a uma mulher seja por amizade ou amor, elas de fato, são o sexo mais forte. E ficam ainda mais poderosas quando sabem se produzir e valorizar ainda mais suas qualidades: um salto-alto, um brinco estrategicamente colocado, um colar, um decote, enfim, a mulher possui suas armas e sabe usá-las muito bem. Agora, a HB (Hot Buttered) acaba de acrescentar mais uma arma poderosa a esse arsenal: os óculos HB Marilyn.

São lindos óculos de sol, cheios de glamour e que valorizam ainda mais o rosto das mulheres, dando um toque de estrela de Hollywood a quem o usa. Não é a toa que seu nome foi inspirado na musa Marilyn Monroe, que soube usar como poucas toda sua beleza para seduzir homens e mulheres por todo o mundo.

HB Marilyn - Marilyn Monroe

HB Marilyn - Marilyn Monroe

Os óculos HB Marilyn foram capazes de capturar essa qualidade de Marilyn: a sedução. É uma missão impossível resistir a eles, pois transmitem sensualidade e glamour, além disso, sua armação é feita de Polytech, um material altamente resistente e leve, e são exclusivos, pois cada um dos óculos HB Marilyn são pintados de maneira semi-artesanal, propiciando um modelo único para quem o comprar. Além disso, sua qualidade é outro fator de destaque. Esses óculos HB é aprovado pelo rígido sistema de normas europeu, ou seja, garantia que o produto é seguro e durável.

Se você mulher quer ficar ainda mais poderosa, está na hora de experimentar o modelo HB Marilyn e comprovar com seus próprios olhos a diferença que faz. Se você, homem, deseja presentear a musa de seus sonhos com um presente marcante, os óculos HB Marilyn são um presente que é garantia que você irá acertar. E tudo isso a um ótimo preço, é possível encontrar os óculos HB Marilyn a partir de R$ 249,90.

O Principal Introdutor da Psicanálise no Estado de São Paulo

O Conselho Brasileiro de Psicanálise Regional do Estado de São Paulo rende homenagens ao Principal Introdutor da Psicanálise no Estado de São Paulo, o Doutor Francisco Franco da Rocha.

Dr. Francisco Franco da Rocha, Psicanalista músico, escritor, ornitólogo (especialista em Tico-Tico), brasileiro nascido na cidade paulista de Amparo aos 23 de agosto de 1864 e faleceu no dia 8 de novembro 1933, pioneiro na utilização da laborterapia e que teve papel decisivo para a introdução da Psicanálise no Estado de São Paulo. Filho do Doutor José Joaquim Franco da Rocha e de Dona Maria Isabel Galvão Bueno Franco da Rocha, concluiu a graduação na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e doutorou-se pela Universidade de São Paulo, discípulo de Teixeira Brandão em psicopatologia, iniciou sua carreira de médico preocupando-se com o tratamento dos doentes mentais.

Dr. Francisco Franco da Rocha, foi pioneiro na utilização da laborterapia, um tipo de tratamento que não feria a dignidade dos pacientes, com o auxílio de trabalhos como a manutenção de hortas e pomares outras atividades manuais, sendo que para desenvolver esse tipo de tratamento, ajudou a fundar um Asilo Colônia. Franco da Rocha viveu 69 anos e construiu uma carreira pessoal rica em todos os sentidos.

Dr. Francisco Franco da Rocha, casou com Dona Leopoldina Lorena Ferreira Franco da Rocha. Passou boa parte da sua vida residindo em Juquery onde criou seis filhos e desenvolveu seu interesse pela ornitologia.

Dr. Francisco Franco da Rocha, sua vida foi dedicada ao Hospício de Juqueri. Participou da escolha do local, planejou sua estrutura e dedicou sua vida no atendimento dos pacientes e construindo uma equipe que foi fundamental no desenvolvimento da psiquiatria paulista. Sua vida na totalidade de sua existência está ligada à ideia de amor ao próximo, da caridade e do desprendimento aos bens materiais.

Dr. Francisco Franco da Rocha afirmava: ”É dando que se recebe” e estas palavras são famosas por serem de São Francisco de Assis. Sua maneira direta e honesta de lidar com os pacientes e seus colegas, assim como, sua firmeza de caráter e obstinação na consecução dos seus objetivos.

Dr. Francisco Franco da Rocha, tinha pelos insanos uma profunda meiguice, uma limitada paciência, uma enorme dose de simpatia e piedade. E afirmava sempre: “Tenho que desdobrar a minha atividade em proveito dos infelizes que carecem de conforto”. Ulisses Paranhos afirmava: “a sua voz aveludava-se, os seus modos ganhavam atitudes paternais, os seus gestos eram brandos, as suas perguntas chegavam, como setas, em bebidas no suco das papoulas, ao coração do deserdado da razão. E o milagre se operava. O doente cedia ao prestigio da candura, ao império da bondade e ás ordens brandas do coração, começava a tranquilizar-se, a ceder, a humanizar-se”.

Dr. Francisco Franco da Rocha, foi o primeiro Diretor do Hospital Asilo Colônia inaugurado em (1898). A unidade começou a ser construída (1895), com projeto do arquiteto Ramos de Azevedo, uma área de 150 hectares, com capacidade inicial de 800 leitos, em um terreno de à margem da linha férrea, próximo à estação Juqueri. Este espaço foi inaugurado com o nome de Hospital Asilo Colônia (1898), mas só concluído seis anos depois. Hoje é chamado de Hospital Psiquiátrico do Juqueri, na Vila Juqueri, atual município de Franco da Rocha, nome esse dado ao município em sua homenagem (decreto lei 6.693 de 21/09/1934). A direção foi entregue ao grande psicanalista que passou a morar no local com a família e lá criou seus seis filhos, junto com a esposa Dona Leopoldina Lorena Ferreira Franco da Rocha.

Dr. Francisco Franco da Rocha, na virada do século às ideias de Freud e iniciou seus estudos psicanalíticos propriamente ditos, e obteve destaque também na carreira acadêmica.

Dr. Francisco Franco da Rocha, foi o primeiro professor de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina de São Paulo (1918-1923). Na aula inaugural, discorreu sobre as ideias de Freud, porém nesse campo foi apenas um estudioso, sem praticá-las profissionalmente.

Dr. Francisco Franco da Rocha, aposentou-se do cargo de Diretor do Hospício de Juqueri (1923), aos 58 anos de idade, e anos depois, por iniciativa de discípulos e amigos, foi erguida uma herma do mestre, busto em que o peito, as costas e os ombros são cortados por planos verticais, em bronze, no saguão do hospital (1928).

Dr. Francisco Franco da Rocha, é autor de uma vasta bibliografia encontrada no Índice Bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria, faleceu em São Paulo, em consequência de enfisema pulmonar, aos 69 anos de idade, em 8 de novembro 1933.

Bibliografia do Dr. Francisco Franco da Rocha encontrada no Índice Bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria:

Franco da Rocha, Francisco. Alcoolismo e loucura. Soc. Med. Cirurgia Do Rio De Janeiro-Conferência. 1918; agosto.

Franco da Rocha, Francisco. Asilo-colônia de alienados de Juqueri. Arq. Criminologia, Med. Legal e Psiquiatria, Buenos Aires. 1902.

Franco da Rocha, Francisco. Assistência familiar aos alienados em S. Paulo.  Arq. Bras. De Psiquiatria, Neurologia e Ciências Afins. 1906; 2(1): 18-24.
Keywords: alienados de São Paulo; assistência familiar.

Franco da Rocha, Francisco. Assistência familiar aos insanos em S. Paulo. Arq. Bras. De Psiquiatria, Neurologia e Ciências Afins. 1910; 6(4): 397-402.

Franco da Rocha, Francisco Combate ao alcoolismo. Gazeta Médica Da Bahia. 1928; 59(..): 149-153.

Franco da Rocha, Francisco. Delinquente epiléptico. Rev. Médico-Legal, Salvador, Bahia. 1897; 129.

Franco da Rocha, Francisco. Esboço de psiquiatria forense. São Paulo, 1904-1905. 1904.
Keywords: psicopatologia forense. Primeiro livro de psiquiatria no Brasil.
Abstract: Foi o primeiro livro publicado no Brasil abrangendo o conjunto da psiquiatria. Foi escrito após quinze anos de prática nos serviços de alienados do Estado de São Paulo.

Franco da Rocha, Francisco. Estatística do Asilo-colônia de Juqueri. Arq. Bras. De Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal. 1911; 168-172.
Keywords: Juqueri; estatísticas.

Franco da Rocha, Francisco. Estatística e apontamentos sobre o Hospício de São Paulo. São Paulo. 1895.
Keywords: Hospício de São Paulo; estatísticas.

Franco da Rocha, Francisco. Moléstias mentais em São Paulo. Arq. Bras. De Psiquiatria, Neurologia e Ciências Afins. 1907; 3:274-284.

Franco da Rocha, Francisco. O beribéri no Hospício de São Paulo. Rev. Médica De São Paulo. 1902.

Franco da Rocha, Francisco. Responsabilidade atenuada dos alienados criminosos. Rev. Médico-Legal, Salvador, Bahia. 1897; 179.

Franco da Rocha, Francisco. Sobre um caso de paralisia geral. Brasil Médico. 1895; 225.

Franco da Rocha, Francisco and Pacheco e Silva, A. C. A demência paralítica em São Paulo. Arq. Bras. De Neuriatria e Psiquiatria. 1924; 20(1): 1-22

O PRINCIPAL INTRODUTOR DA PSICANÁLISE NO ESTADO DE SÃO PAULO

Dr. Francisco Franco da Rocha

Dr. Wagner Paulon

2002 – 2010

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