A Viabilidade do Visto EB-5 para a Qualidade de Vida

No mundo todo, boa parte da população gosta de viajar e conhecer outros lugares. Dentro dessa ramificação, existem um grande contingente de pessoas que preferem descobrir novas culturas e ratificar domicilio neles. Um dos grandes exemplos que podemos citar é o alto número de cidadãos que adorariam morar no EUA.

Durante muitos anos, o fluxo migratório de pessoas para a nação estadunidense foi alto, partindo de vários lugares do mundo. Com o passar dos anos, principalmente após a primeira guerra mundial, essa leva quase dobrou, alcançando números altíssimos na década de 50. A entrada marítima e terrestre, principalmente pelo México, eram ações corriqueiras e perigosas.

A partir dos anos 60, o governo do Estados Unidos começou a estruturar normas mais pesadas contra esse tipo de fluxo migratório. Foram montadas verdadeiras barricadas nas fronteiras do país. A segurança era máxima, apelando para as situações mais violentas possíveis, como tiros e morte. Por muito tempo, esse cenário se fez presente.

Contudo, com a entrada do novo milênio, as autoridades norte-americanas começaram a ficar mais flexíveis e viabilizar a vinda de novas pessoas com o intuito de criar uma nova vida no país, tendo como premissa: Que a família viesse para o EUA e investisse no capital da nação. Essa atitude criou um grande ponto de segmentação, através da criação do visto EB-5.

Estados Unidos, país polêmico e inteligente.

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Muitos especialistas dizem que o EUA é uma das nações mais segmentadoras do mundo. Para eles, atitudes como o desenvolvimento do visto EB-5 funciona como uma espécie de movimento separatista. Ou seja, aquele que não gera liberdade para qualquer cidadão tomar sua decisão na hora de definir um lugar para viver.

Porém, boa parte da sociedade considera essa ação como legitima e correta, pois o governo consegue criar uma limitação que mantem a qualidade de vida empregada na região. Alguns acreditam que ser “bonzinho” demais nessa situação pode implicar em graves problemas no ambiente social do país. A maioria coloca como exemplo o Brasil.

Ser um pouco frio não é ruim.

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O país verde e amarelo é conhecido por ser agregador. Vários fluxos migratórios, ao longo dos últimos 100 anos povoaram a nação e desenvolveram novos conceitos culturais. Durante os anos 1900, Italianos, Japoneses, Alemães, Espanhóis, entre outros, encamparam o Brasil e transformaram sua história, trazendo mais benefícios do que problemas.

Entretanto, a mesma situação não é vista com bons olhos agora. Muito por conta do nicho social que vem chegando ao país. Pessoas vindas do Oriente Médio, África e América do Sul é a nova safra de cidadãos residentes no Brasil. Alguns especialistas colocam esse apontamento como preconceituoso. Mas alguns dados mostram que a reclamação tem viabilidade, em alguns pontos.

A nação teve um aumento grandioso de gastos nos últimos anos. Aparelhamentos básicos para uma vida normal, como escola, saúde e moradia não são feitos para todos que já moram no Brasil. Se as pessoas que residem aqui não conseguem ter essa básica infraestrutura para viver, como a administração federal conseguirá gerir essa entrada de fluxo migratório?

Aprender com os outros sempre é bom, agrega conhecimento e valores.

Portanto, o visto EB-5, por mais que seja polemico, foi colocado como uma ação digna e correta, visando a melhoria da qualidade de vida, não denegrindo a infraestrutura já montada, pois ela comporta um número exato de pessoas. Se a mesma for ultrapassada, será necessário avaliar uma nova estratégia e estancar os flancos. Países como o Brasil poderiam se espelhar nessa ação, atraindo novos residentes que possam trazer benesses ao país, não gastos.