A Palavra (Surpreenda-se!…ou Não)

A palavra se presta às artes, às letras, ao amor e ao bem, nas suas mais altas concepções; porém, infelizmente, também serve à inveja, ao ódio e a tantos outros sentimentos antissociais.

É capaz de se elevar às mais excelsas virtudes, como de descer ao vício mais abjeto.

É nobre, encantadora, suave, benfazeja.

Convence, ilumina, consola e salva. Mas, por igual, também envenena, arruina e mata.

Brilha com as fulgurações do gênio e denigre com o corrosivo que destila da baixeza ou da maldade.

Isso faz a palavra.

Como acabamos de ver (ler), a palavra tem um poder inestimável, tanto para o bem quanto para o mal. A palavra, seja ela escrita ou proferida, tem impacto diferente na vida de cada um. Porém, o que torna a palavra um instrumento capaz de modificar a vida de um indivíduo, é a forma na qual ela é utilizada. Portanto, antes de proferir ou escrever algo que venha a atingir alguém de forma negativa, imaginemo-nos na posição daquele que o receberá!