A Intuição no Mundo dos Negócios

Intuição e pressentimentos são inatos às mulheres. Fazem com que elas se voltem para sua vida instintiva, sua sabedoria mais profunda. Assumi-la é dar vazão ao seio do poder do conhecimento e do instinto. A mulher usa plenamente sua intuição, faz perguntas à sua voz interior, é curiosa, vê o que está vendo, ouve o que está ouvindo, de forma plena – conectando-se por inteiro e não apenas deixando os sentidos vagarem a seu bel prazer – e então age com base no que sabe ser verdade. Traduzindo para o dia a dia, algo mais ou menos assim: – Tem uma coisa aí que não fecha, mas eu não sei dizer o que é – É o suficiente para enlouquecer certos tipos de homem. Alguns já se deram por conta da enorme valia do potencial intuitivo das mulheres e até desenvolvem a sua própria intuição, abandonando preconceitos arcaicos de que essa faculdade fosse somente feminina.

Intuição nos Negócios

Intuição nos Negócios

No mundo dos negócios, o chamado sexto sentido, até bem pouco tempo era visto como inútil. Os japoneses foram os primeiros a confiar na intuição, por acreditar que ela potencializa as habilidades dos executivos na solução dos problemas. Na prática, significou combinar os valores orientais, profundamente intuitivos e os pragmáticos valores ocidentais. A abordagem intuitiva faz com que se lide com situações complexas, quando se tem em mãos menos dados quantitativos. Ao invés de serem supervalorizados, os dados passam a ser só uma parte do problema. A mente é liberada para a criação, o que força o uso das habilidades na busca de alternativas originais.

O pensamento intuitivo tem se mostrado eficaz na administração de pessoal. Sensibilidade e intuição trabalham juntas ao captar as atitudes dos funcionários. Nesse ponto, as mulheres tiram de letra. Enquanto os homens correm atrás para desenvolver suas habilidades intuitivas e usá-las de forma eficiente, nós mulheres, ao contrário, já as temos como “enxoval de nascença”. E essa presença se faz em todas as mulheres, não somente nas executivas.

Felizmente, meninas, embora ganhemos menos, trabalhemos mais, no âmbito da disputa de emprego, as empresas não estão promovendo mais mulheres por questão moral. Trata-se de uma decisão de negócios. As grandes companhias querem olhar o mercado em toda a sua diversidade e não apenas sobre a ótica masculina.