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Consultório Odontológico: Tratar os Dentes com Conforto é Possível

Provavelmente você deve se lembrar da antiga fórmula do merthiolate. Ela ardia tanto que quando nos machucávamos ficávamos com mais medo do remédio do que das possíveis conseqüências do machucado.

Muitas pessoas enxergam os dentistas ou os tratamentos odontológicos da mesma maneira. O receio de sentir dor, do desconforto, dos equipamentos, a sensação de uma pessoa invadindo a sua privacidade é suficiente para adiar as consultas ao dentista e a realização de tratamentos essenciais para o restabelecimento da saúde bucal.

O resultado desse adiamento é o agravamento das doenças da boca e na maioria das vezes um desconforto e uma dor muito maior causados por essas doenças.

Atualmente, já é possível tratar a maioria das doenças bucais sem o paciente sentir qualquer dor. O cenário é ainda melhor quando o paciente visita regularmente o dentista, pois assim ele evita o desenvolvimento de qualquer diagnóstico mais grave e o dentista pode focar apenas na prevenção de doenças e na melhor estética dental do paciente. A frase “É melhor prevenir a remediar” faz muito sentido e quando se trata da saúde da gente, ela ganha ainda mais importância.

Outro fator que auxilia bastante durante os tratamentos odontológicos é o conforto do consultório. Um local claro, espaçoso, ventilado e com um som ambiente adequado, auxilia no relaxamento do paciente o qual deixa de sentir aquela sensação claustrofóbica que pode ocorrer em ambientes menores.

Enfim, o último fator que acredito ser o mais importante para um atendimento mais confortável é a confiança do paciente em relação ao seu dentista. O dentista é o principal responsável em conversar, explicar detalhadamente o caso do paciente, além de se mostrar sempre aberto para esclarecer potenciais dúvidas. Afinal, ninguém nasce sabendo e o paciente tem todo o direito de conhecer o que está acontecendo com a sua saúde e de ter um tratamento odontológico de qualidade e confortável.

Dra. Camilla Bengtson é cirurgiã dentista, especialista e mestre em estética dental pela Faculdade de Odontologia da USP. Atualmente atende em seu consultório particular na cidade de São Paulo na Bela Vista, próximo ao metrô Trianon Masp.

O Ato de Esperar no Atendimento ao Público

A espera tem medidas diferentes conforme o lado da situação em que nos encontramos. Pode durar um segundo ou uma eternidade. Quando esperamos nem sempre estamos preparados física e psicologicamente para enfrentar o tempo. O preparo implica direcionar-se por inteiro àquilo que se quer conseguir. Estar em sintonia com nossos objetivos mas depender de condicionantes externas, como a atitude de um profissional, por exemplo, tira de nós o controle da situação. A perda do domínio imobiliza-nos, provocando aquela situação insuportável de desamparo. Ficamos de mãos atadas, impossibilitados de tomar qualquer atitude que melhore a situação de desconforto.

A fila é o modelo clássico: traumatiza-nos e é sinônimo de impotência. Fila de banco, do INSS, do consultório médico, do cabeleireiro, do emprego… Se for em pé então, nem se fala. Pior só se for no sol, com calor, com frio, enfim. Somos movidos a necessidades básicas, dificilmente ficamos em estado de relativa normalidade emocional com fome, sede, temperatura inadequada. Em condições de plena saúde, a ausência de conforto físico já é suficiente para nos tirar do prumo. Com dor é desgastante esperar principalmente se estamos falando das filas em busca de atendimento médico. Quanta espera na saúde pública por uma consulta rápida, delimitada e massificada a fim de atender um número maior de pacientes no menor tempo possível.

Ao subirmos na escala da independência financeira, achamos que o nosso tempo de espera tem que ser menor que o daquele que tem menos dinheiro que nós. Neste raciocínio ou ausência dele, não serve como medida de prioridade a gravidade do caso. Nada nos tira as justificativas, quando cremos piamente que a prioridade no atendimento é um direito que conquistamos junto com a ascendência profissional, porque ela sequer nos passa pela cabeça no instante em que a buscamos. É automático e não queremos nem pensar nisso para não abrir espaço a concessões emocionais piegas. Galgando degraus nessa escada de valores, “adquirimos” o direito de esperar menos do que quem não teve o mesmo esforço, sucesso ou sorte. Contra quaisquer sentimentos de culpa que possam nos invadir, sacamos mão da propalada individualidade, do “primeiro eu” e do nosso próprio sofrimento. Cada um sente a sua dor e por mínima que seja é com ela que devemos nos preocupar primeiro, pensamos. Afinal, nem todo mundo nasceu altruísta como Madre Tereza de Calcutá e outros abnegados. Somos egoístas sim e lutamos primeiro pela nossa sobrevivência e pelo espaço que julgamos que nos cabe. Os demais que lutem pelos deles e é cada um para si e Deus para todos nós.

E assim acostumamo-nos à medida que o tempo passa. O ato de aguardar incorpora-se a este nosso cotidiano povoado de mil compromissos, com tantas pessoas igualmente absorvidas por milhares de atividades, todos ávidos por se encaixar nas brechas das ocupações alheias. Engrenagens presumem a espera e boa vontade de muitos para que a vida diária continue a girar e funcionar. Resta não nos acostumar tanto e não nos deixarmos levar pela passividade quando somos nós o objeto. Igualmente, não nos julgar tanto no direito de gerir o tempo alheio quando formos nós o sujeito da espera dos outros.

Muitas mãos tornam o trabalho mais leve. Um pouquinho de consideração de cada um, faz com que a vida do semelhante flua mais rapidamente e não tranque demasiado ao ponto de lhe impingir sofrimento desnecessário.

Limpar bem as Lentes de Contato Garantem Maior Duração destas

Lentes de Contato

Lentes de Contato

As lentes de contato são acessórios que fazem muito sucesso atualmente, seja por quem tem problemas de visão ou não. Há quem use lentes por razões profissionais, médicas, terapêuticas e cosméticas. Mas seja qual for o uso dado a elas, é preciso tomar certas precauções para evitar danos aos olhos. Isto porque as lentes de contato, diferentemente dos óculos, estão em contato muito próximo a uma área muito sensível da anatomia humana: o globo ocular.

Para utilizar lentes com segurança, o usuário deve seguir alguns passos simples, mas importantes, na sua manutenção. Apesar de o ato de piscar ajudar a eliminar impurezas que por ventura se alojem nos olhos durante o uso de lentes de contato, a limpeza periódica das mesmas é fundamental. Antes de manusear as lentes, é necessário lavar bem as mãos. Uma técnica de limpeza diária recomenda que se coloque as lentes na palma da mão, molhando-as com solução própria de limpeza e esfregando os dois lados usando o dedo polegar e o indicador. Ambos os lados devem ser enxaguados com este produto de limpeza, depois de lavá-las.

Outro cuidado importante é manter as lentes reutilizáveis dentro do estojo com a solução própria para não empoeirar. Mas elas só devem ser reutilizadas dentro do prazo de validade. Algumas lentes estragam passados alguns dias na solução dentro do estojo, sendo preciso substituí-las por novas. Uma limpeza mais profunda também deve ser feita semanalmente com água oxigenada ou um sistema químico. A medida é necessária para manter as lentes livres de microrganismos.

Mas há uma prática muito comum entre os mais jovens que ameaça todos os cuidados tomados: o empréstimo. De nada adianta limpar periodicamente as lentes se elas ficarem passando por várias mãos diferentes. Isto porque cada pessoa pode ter microrganismos diferentes no corpo, devido à complexa biodiversidade de doenças e condições físicas no homem. Há substâncias que nem os produtos químicos eliminam, portanto alguém com uma infecção pode acabar passando-a adiante para a próxima pessoa que usar as lentes.

O Trânsito nas Cidades do Interior

O trânsito no Brasil virou problemas para muitas pessoas.  Irritação, pressa absurda, desrespeito às leis de trânsito e às pessoas. Este é o quadro que melhor descreve a situação das médias e grandes cidades no Brasil.

Até pouco tempo os problemas de trânsito eram típicos das grandes capitais, mas hoje cidades do interior vivem o mesmo drama. A quantidade de carros que circulam pelas ruas aumenta a cada dia e já é possível perceber esta mudança. A cidade de Piracicaba na região de Campinas, por exemplo, já tem status de grande cidade quando você olha para o volume de carros em suas ruas e avenidas.

Lembro-me de outras cidades que morei como Marília, São Carlos  e Araraquara. Não visito essas cidades a muito tempo, mas elas eram relativamente tranquilas. Temo que hoje a situação também já seja outra.

A pergunta que sempre fica é: Como estarão nossas cidades daqui a dez anos? Como nós estaremos daqui a dez anos convivendo com esta situação que a cada ano parece piorar um pouco?

Ações precisam ser tomadas agora para não piorar ainda mais esta situação que nós e nossos filhos teremos de enfrentar no futuro.

Como Construir um Prédio Verde altamente Sustentável para Servir como Sede de sua Empresa?

Os chamados “prédios verdes” estão se tornando a cada dia uma marca da sociedade contemporânea. Todos os empresários, de qualquer setor, gostariam de trabalhar num “prédio verde”, de onde poderiam mostrar para o mundo toda a sua preocupação com o ambiente.

Mas se os “prédios verdes” estão se tornando um sonho de consumo, devemos isso ao processo de industrialização que tem poluído e degradado a natureza, mas também tem produzido formas de se livrar dessa sujeira.

Mas o que é preciso para que um prédio seja considerado sustentável? É o que veremos, a seguir, ao analisarmos os critérios desenvolvidos pela ONG norte-americana U.S. Green Building Council e as normas estabelecidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, administrado pelo governo federal do Brasil.

Critérios verdes

A U.S. Green Building Council estabelece cinco critérios para que uma edificação seja considerada sustentável:?

  1. Energia e atmosfera;
  2. Materiais e recursos;
  3. Qualidade ambiental interna;
  4. Espaço sustentável;
  5. Uso racional da água.

Em suma, esses cinco critérios significam que para que um prédio seja considerado verde, ele deve utilizar a energia da maneira mais eficiente possível, e a água, da forma mais racional. Os gases poluentes precisam ser substituídos por outros menos poluentes ou por outras formas de energia. A atmosfera deve ser revitalizada com processos que lhe dêem uma chance de se recuperar. E, por fim, os resíduos sólidos, como as embalagens, e os resíduos líquidos, como o esgoto, devem receber a destinação e o tratamento corretos.

Aliás, um exemplo do que pode ser esse processo de construir um “prédio verde” é, justamente, o tratamento do esgoto. Atualmente, o esgoto é coletado por tubulações ou pelo serviço de limpa fossa de uma desentupidora, mas já existem algumas tecnologias que permitem o tratamento do esgoto no próprio edifício, o que reduz os custos do transporte e as despesas pagas ao governo relacionadas ao uso da água e da rede coletora de esgoto.

A Instrução Normativa nº 1/2010

Em janeiro de 2010, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, instituiu a Instrução Normativa nº 1/2010. Para que ela serve?

Vejamos um trecho do próprio documento:

“Dispõe sobre os critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços ou obras pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e dá outras providências”.

Entre esses critérios de sustentabilidade, podemos resumir:

  • Economia de manutenção;
  • Economia de operacionalização;
  • Diminuição do consumo de energia;
  • Diminuição do consumo de água;
  • Utilização de tecnologias para redução do impacto ambiental

Utilizando esses conceitos, teremos como produto final um edifício sustentável.

Mas ainda custa muito caro construir um “prédio verde”, contudo, eles estão se tornando cada vez mais presentes na sociedade contemporânea e, por isso, cada vez mais baratos.

Em longo prazo, é possível que o empresário, proprietário de um edifício com características sustentáveis recupere totalmente o investimento.

Lentes de Contato Coloridas Fazem Parte da Moda

Lentes de Contato Coloridas

Lentes de Contato Coloridas

As lentes de contato coloridas são a faceta mais moderna de uma tecnologia que tem mais de 500 anos de existência. Os óculos de grau surgiram quando as técnicas de produção do vidro e estudos da anatomia dos olhos foram aperfeiçoados. Eles eram objetos pesados, com aros grossos de metal, que precisavam ser segurados com as mãos. Só assumiram uma aparência parecida com a atual cerca de 300 anos depois, com uma armação de casco de tartaruga, dando leveza, e o rebordo que encaixa nas orelhas, finalmente deixando as mãos livres.

Símbolo de intelectualidade no início, por serem muito usados por quem lia muito, passaram a ser vilões tempos mais tarde, criando estereótipos de pessoas desinteressantes ou muito “certinhas”. A banda os Paralamas do Sucesso teve um hit nos anos 80 retratando o fato: “Se as meninas do Leblon não olham mais pra mim… Eu uso óculos!”. Essa é, provavelmente, uma das razões do surgimento das lentes de contato: o uso cosmético – mesmo quando necessário por razões médicas. Muitos devem pensar que, já que tem de usar um corretivo para os olhos, não há razão para ficar feio. Além disso, quem sempre desejou ter olhos claros ou escuros pode, assim, ter a aparência preferida.

Mas há quem use as lentes de grau, mesmo que transparentes, para trabalhar. Quem tem miopia pode até tornar-se atleta profissional, pois o uso de lentes, ao invés de óculos, certamente facilita a prática esportiva. E isso também vale para o esportista de fim de semana ou ocasional fazer o seu jogging, jogar bola com os amigos, fazer uma escalagem recreativa, etc. Além destes, atores são usuários frequentes de lentes para caracterizarem personagens de diferentes tipos físicos. Eles usam as lentes coloridas para imitar a cor dos olhos de alguém, ou para efeitos dramáticos, como olhos brancos de zumbis e vermelhos de vampiros.

Além da miopia, vários outros distúrbios focais podem ser tratados com lentes de contato. Algumas têm uso terapêutico e são recomendadas para uso após cirurgias. Mas, seja qual for o uso médico, elas podem ter as mais diversas aparências, ao gosto do cliente. Nos últimos anos, até estilistas famosos como Dior lançaram designs para lentes. Elas podem ter cristais coloridos, emoldurando os olhos, ou terem um tema divertido, como uma bola de futebol ou os olhos de um gato. A coloração pode ser feita durante a produção da lente, ou através do revestimento do material já pronto com óxidos metálicos.?

?Fonte: Lentes Coloridas São Febre Mundial

O que são Cortinas de Ar e para que servem?

Hoje em dia as grandes cidades e centros urbanos sofrem com um problema muito grande: o calor. Por isso as empresas investem em ar-condicionado, ventiladores e cortinas de ar para diminuir os efeitos caudados pelo aquecimento.

Cortinas de Ar

Cortinas de Ar

Cortinas de ar são equipamentos instalados geralmente acima da porta de entrada da sala ou local vedando a entrada de ar quente e a saída do ar refrigerado, mantendo a temperatura ambiente. As cortinas de ar são muito utilizadas em shoppings e grandes centros comerciais.

Além de isolar dois ambientes diferentes, a cortina de ar também barra a entrada de poluição, poeira, fumaças, insetos (apenas inibidora), odores, entre outros. As cortinas de ar criam uma poderosa barreira de vento que garante excelente isolação térmica dos ambientes, possibilitando que as portas fiquem abertas, mantendo a temperatura interna;

Vantagens:

  • Prolonga a vida útil do equipamento de ar-condicionado e/ou da máquina
  • Proteção ao ar refrigerado: não permite a entrada de ar quente mesmo com constantes aberturas de portas.
  • As cortinas de ar Climatec se adaptam a qualquer tamanho de porta.
  • Ambiente protegido contra insetos, poeiras, poluição e odores.
  • Trânsito livre para pessoas e objetos.
  • Acionamento automático da barreira de ar.
  • Alta relação custo/benefício.
  • Regulagem eletrônica de potência.

As Pastas Dentais Clareadoras Funcionam?

As pastas dentais disponíveis no mercado muitas vezes possuem abrasivos, que atuam na remoção mecânica de manchas, promovendo uma limpeza superficial, sem alterar a cor dos dentes. Grande parte das pastas dentais clareadoras possui na sua composição peróxidos. Essa substância é a mesma utilizada nos géis para clareamento, porém em uma concentração muito menor. Devido a sua baixa concentração e o curto tempo de contato com os dentes, atuam apenas como auxiliar, facilitando a remoção de manchas pelos abrasivos.

Outras substâncias presentes na pasta dental como antimicrobianos (p. ex. trilosan) não tem efeito na remoção de manchas, porém inibem o desenvolvimento da placa e sua conseqüente evolução, prevenindo assim o aparecimento de manchas.

Dessa forma, a pasta clareadora não altera a cor verdadeira dos dentes, porém contribui na limpeza dental e prevenção de manchas, mantendo a cor natural dos dentes.

Agora, se você deseja que os seus dentes fiquem ainda mais brancos e procura por um resultado mais efetivo, o tratamento odontológico mais indicado é o Clareamento Dental.

Atualmente, dois métodos de clareamento são utilizados com mais freqüência pelos dentistas: a) Clareamento Caseiro; b) Clareamento a Laser.

a)      Clareamento Caseiro: também conhecido como Clareamento com Moldeira, é um procedimento realizado em casa, onde se utiliza uma moldeira de silicone que é feita a partir dos dentes do paciente.

Coloca-se um gel clareador dentro dessa moldeira e aplica-se sobre os dentes por algumas horas por dia. Os pacientes geralmente preferem utilizar suas moldeiras depois do jantar e antes de dormir. O resultado do tratamento é percebido em 1 ou 2 semanas, observando-se uma mudança significativa na coloração dos dentes.

b)      Clareamento a Laser: Essa é a técnica mais rápida e eficiente usada atualmente, e diferente do Clareamento Caseiro, esse tratamento é realizado no consultório odontológico com o auxílio de um laser. O procedimento é feito através da aplicação nos dentes de um gel clareador mais concentrado que o  gel utilizado no clareamento caseiro, cujo efeito é potencializado pela utilização de uma luz halógena, LED ou laser. Em apenas uma sessão de aproximadamente 40 minutos, o paciente já percebe o resultado.

Ambos os tratamentos devem ser realizados e acompanhados por um dentista, sendo mais recomendados os profissionais especialistas em estética dental ou dentística restauradora. Para assistir vídeos e obter mais informações sobre os dois procedimentos acesse: http://dentistasaopaulo.wordpress.com

Dra. Camilla Bengtson é cirurgiã dentista, especialista e mestre em estética dental pela Faculdade de Odontologia da USP. Atualmente atende em seu consultório particular na cidade de São Paulo na Bela Vista, próximo ao metrô Trianon Masp.

Por que Devo Extrair meus Dentes do Siso?

O fato de ter o dente do siso não significa que este deva ser extraído. Caso o dente esteja totalmente erupcionado, isto é, tenha nascido completamente e esteja bem posicionado, não há motivos para realizar sua extração.

Porém, na grande maioria da população, o dente do siso está mal-posicionado, devido à falta de espaço, permanecendo semi-incluso, isto é, apenas uma porção do dente encontra-se exposta no meio bucal. Nestas condições, a gengiva que está recobrindo parte do dente sofre traumas freqüentes em conseqüência da mastigação, além do que a dificuldade na higienização favorece o acúmulo de placa bacteriana e restos alimentares na região, propiciando o surgimento de cáries.

Há ainda o dente incluso, que por algum motivo não conseguiu nascer e permaneceu dentro do osso. Em alguns casos o siso pode causar dor pois está “preso” no osso e empurrando o dente vizinho, causando injúrias às raízes do segundo molar e não raro o apinhamento de dentes anteriores (os dentes da frente começam a entortar). A extração do dente é indicada, pois além dos danos causados, há risco de formação de cistos.

Até mais!

Sobre a autora: Dra. Thaís Borguezan é cirurgiã dentista formada pela Faculdade de Odontologia da USP. Atualmente atende em seu consultório particular na cidade de São Paulo na Bela Vista, próximo ao metrô Trianon Masp.

Imobiliária Vila Velha – Espírito Santo

Conheça a Excellence Imobiliária Vila Velha ES. Cituada na Praia da Costa, um dos bairros mais valorizados da região, a Excellence Imobiliária conhece tudo sobre o mercado imobiliário local e dos outros principais bairros da cidade. Conheça os últimos lançamentos imobiliários de Vila Velha e aproveite para falar com um de nossos atendentes.

O mercado de imóveis em Vila Velha ES

Vila Velha hoje é responsável por 7.570 unidades das 23.081 em construção na Grande Vitória, de acordo com o 13º Censo Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Espírito Santo (Sinduscon-ES). A previsão é que esse número aumente ainda mais.

Lançamentos de imóveis em Vila Velha ES

Novos lançamentos de imóveis em Vila Velha marcam a chegada de vários tipos de empreendimentos: populares, compactos e de alto padrão, entre outros. De acordo com os dados do último censo, no município de Vila Velha, a Praia da Costa e Itapoã eram os bairros que concentravam a maior quantidade de imóveis em construção (3.990 unidades), seguidos por Itaparica (2.175) e Jardim Camburi (2.647).

Do total de imóveis em construção (17.207 unidades), 74% já foram vendidos (12.732 unidades), número que confirma o bom momento vivido pelo mercado, com preços e demanda em alta. A chegada de grandes empresas incorporadoras da área de construção civil ao estado está esquentando o mercado capixaba.

Empresas capixabas do setor imobiliário estão fechando parcerias com grandes empresas, acreditando que a união sobre o conhecimento no mercado capixaba com a experiência na incorporação e gestão de negócios das incorporadoras, renderá grandes oportunidades de negócios.

Venha morar no Espírito Santo, venha morar em Vila Velha

O estado do Espírito Santo vive um momento de atração de investimentos, especialmente para infra-estrutura como petróleo e gás, indústria de transformação, extração mineral e conseqüentemente expansão do mercado de imobiliárias. Essa demanda criada pela atração de mão-de-obra para siderúrgicas e construção pesada tem aumentado o segmento de residenciais econômicos.

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